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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Sr José Paulo... o que afirma é MENTIRA!

Aquilo a que o sr. chamou de "Interpretação Racional Espírita.", não passa de mais uma mentira espírita totalmente irracional porque é facílima de desmascarar, vejamos o que o sr. escreveu no seu comentário:

"E o verbo se fez carne, e habitou entre nós; e nós vimos a sua glória como Filho unigênito do Pai, cheio de graça e verdade". (S. JOÃO, I, 1 a 14).
Esta passagem dos Evangelhos é a única que, à primeira vista, parece encerrar implicitamente uma idéia de identificação entre Deus e a pessoa de Jesus; é também aquela sobre a qual se estabeleceu mais tarde a controvérsia a respeito do assunto. "

 

Ao contrário do que afirma, ou simplesmente copia e cola, a Bíblia, fonte de onde tirou o texto que transcreveu diz muito mais acerca da Divindade de Jesus Cristo, senão vejamos:

Não existe verdade bíblica mais importante para a vida e saúde da igreja do que a divindade de Cristo. Apesar da semente dessa verdade existir no Antigo Testamento (Sl 45:6–7; 110:1; Is 9:6; Dn 7:13–14), essa verdade brota no Novo Testamento.

Eu introduzo cinco argumentos a favor da divindade de Cristo:

Primeiro, Jesus é identificado com Deus. Estudos recentes nos ensinam a argumentar pela divindade de Cristo baseado no modo como os Cristãos primitivos identificaram Jesus inequivocamente com o único Deus de Israel (1 Co 8:5–6).

Segundo, Jesus recebe devoção devida somente a Deus. Espantosamente, o Novo Testamento não apenas continua a afirmar o monoteísmo do Antigo Testamento, mas também afirma outra verdade: é apropriado e necessário oferecer devoção religiosa a Jesus. Ele é adorado, honrado no batismo e na Ceia do Senhor, louvado em doxologias, adorado em hinos, e é alvo de orações (Mt 28:19; Jo 5:22–23; 1 Co 11:22; Ef 5:18–19; Hb 13:20–21; Ap 22:20).

Terceiro, Jesus traz a era vindoura. David Wells captura esse ponto: “Jesus era aquele em quem a ‘era vindoura’ foi realizada, através de quem isto estava redentivamente presente na igreja, e por quem isto será feito cosmicamente efetivo em sua consumação” (The Person Fo Christ [A Pessoa de Cristo], p. 172).

Quarto, Jesus nos salva quando estamos espiritualmente unidos a Ele. O Pai planejou a salvação antes da criação, e o Filho a concluiu no primeiro século. Mas apenas experimentamos essa salvação quando estamos espiritualmente indos a Cristo pela graça através da fé. Apenas a união com Ele na Sua morte, ressurreição, ascensão, sessão, e segunda vinda traz salvação (Cl 3:1–4). Este é um papel desempenhado apenas pelo próprio Deus.

Quinto, Jesus realize as obras de Deus. Cristo executa muitas obras que apenas Deus pode realizar: criação, providência, juízo, e salvação (Cl 1:16–20; Hb 1).

É difícil de enfatizar de forma excessiva a significância da divindade de Cristo para a igreja. A igreja vida da igreja depende de quem Cristo é (o Deus-homem) e no que Ele fez (morte e ressurreição, 1 Co 15:3–4).

O Cristianismo permanence de pé se a divindade de Cristo é verdade. Se Jesus é divino, então Suas reivindicações são verdadeiras “e não há salvação em nenhum outro; porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos” (Atos 4:12). G.C. Berkouwer segue o exemplo, quando ele argumenta que a divindade de Cristo é essencial:

O coração da religião Cristã pulsa na confissão de que Jesus Cristo, na encarnação do Verbo, Deus verdadeiramente desceu até nós (…). A prática da igreja primitiva, em falar de Cristo “como Deus,” retorna diretamente ao próprio Novo Testamento onde ouvimos vozes adoradoras direcionando-se a Cristo como verdadeiramente Deus e não como quase Deus (citação extraída de The Person of Christ [A Pessoa de Cristo], PP. 156–57, 161–62).

Robert L. Reymond sublinha a importância da divindade de Cristo quando ele argumenta que a afirmação ou negação disso afeta todos os outros pontos  da Cristologia e da teologia sistemática em geral (veja Jesus, Divine Messiah [Jesus, Messias Divino], p. 323). Ele também ressalta que a apreciação por Jesus tem conseqüências para além dessa vida, como o próprio Jesus disse: “Se não crerdes que EU SOU, morrereis nos vossos pecados” (João 8:24). De facto, Jesus reivindica: “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim” ( João 14:6).

Wells lamenta os desastrosos efeitos para aqueles que negam a divindade de Cristo:

Seus cristos devem ser admirados, mas não podem ser adorados. Eles devem inspirar devoção religiosa, mas não podem sustentar ou explicar a fé Cristã. Eles explicam muito sobre seus autores e muito pouco sobre Jesus (…). Esses cristos são impotentes, e seu apelo é superficial. Seu apelo não é o mesmo do Cristo bíblico. (The Person of Christ, p. 172).

O verdadeiro Cristo das Escrituras merece mais que nossa admiração. Isso porque Ele é o eterno Verbo encarnado em Jesus de Nazaré. Ele é Deus e homem em uma pessoa e merece adoração como o único mediador entre Deus e a humanidade. Porque Ele é Deus “também pode salvar totalmente que por ele se achegam a Deus, vivendo sempre para interceder por eles” (Hb 7:25). Como Wells nos lembra, o Cristo bíblico é “Aquele que foi Deus conosco, o meio de perdão pelo pecado, e o agente de nossa reconciliação. Perdão e reconciliação são o que precisamos centralmente. Precisamos saber que há alguém que nos perdoa; alguém que pode perdoar e nos curar, e que foi o porquê o Verbo foi encarnado” (The Person of Christ, p. 172). De fato, precisamos saber que Deus encarnado nos perdoa e reconcilia. Por causa de Sua identidade única e por causa da obra única que realizou, a igreja permanece no cumprimento  da profecia de Jesus: “edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela” (Mt 16:18).

Fonte: Ligonier Ministries

Tradução: Eric Lima

In: http://amecristo.com/2011/11/18/a-divindade-de-cristo-a-igreja-%e2%80%93-robert-peterson/

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