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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

A Bíblia responde:


1. Origem: De onde viemos?

Somos seres criados, maravilhosamente feitos à imagem e semelhança de Deus (Gn 1.27)

 

2. Identidade: Quem somos?

Uma vez que somos feitos à imagem e semelhança de Deus, somos criaturas de supremo valor. Somos amados por Deus e recebemos dele certos direitos e responsabilidades (Gn 3.16-17; Dt 11:1).

 

3. Propósito: Por que estamos aqui? Adão e Eva foram criados num estado de inocência, mas a sua escolha em desobedecer condenou a raça humana à punição de acordo com a infinita justiça de Deus (Gn 3.6-19). Desde aquele momento, cada um de nós confirmou a escolha de Adão e Eva por meio da nossa própria desobediência (Rm 3.10-12; 5.12). Permanecemos nesse estado decaído, de modo que podemos fazer escolhas livres que terão implicações na eternidade. Esta vida temporal é o lugar onde são feitas as opções para a vida eterna. Entre as escolhas que podem ser feitas, as quais trarão glória a Deus (Is 43.7; Jo 15.8) e podem trazer-nos recompensas eternas, temos:

a. Aceitar o resgate pago por Jesus com o objectivo de nos libertar da punição eterna e de nos dar as boas-vindas à sua presença eterna (Mc 10.45; lTm 2.6; Hb 9.15; Lc 16.9; Jo 14.2);
b. Servir como embaixadores de Cristo para ajudar os outros a fazerem a mesma escolha (2Co 5.17-21; Mt 28.19);
c. Aprender com base nos nossos próprios sofrimentos a confortar aqueles que sofrem (2Co 1.3,4) e perceber que os nossos sofrimentos aumentam a nossa capacidade de desfrutar a eternidade (2Co 4.15-5.1; 2Pe 1.5-11).

 

4. Moralidade: Como devemos viver?

Uma vez que Deus nos amou primeiro, devemos amá-lO e aos outros (Rm 5.8; 1Jo 4.19-21). De facto, "o essencial para o homem" é "[temer] a Deus e [obedecer] aos seus mandamentos" (Ec 12.13,14). Isso inclui fazer discípulos de todas as nações (Mt 28.19) e desfrutar das boas coisas que Deus nos dá (lTm 6.17).

 

5. Destino: Para onde vamos? A infinita justiça de Deus exige que Ele puna os nossos pecados, mas, por causa do seu amor infinito, Ele próprio assumiu essa punição (ls 53.4,10,12; Rm 3.26; 2Co 5.21; lPe 2.24). Essa era a única maneira de Deus permanecer justo e ainda assim justificar os pecadores ao 14.6; Rm 3.26). o dom de ser salvo da punição eterna é gratuito para todo o mundo (Jo 3.16; Ef 2.8,9; Ap 22.17). Ele não pode ser obtido por meio de boas obras ou por qualquer tipo de mérito. Deus deseja que todos sejamos salvos da punição eterna que merecemos (1 Tm 2.4; 2Pe 3.9). Contudo, uma vez que Ele não nos força a amá-lO (amor forçado é uma contradição), cada um de nós deve escolher por si mesmo a quem vai servir (Js 24.15; Jo 3.18).

 

O NOSSO DESTINO
A quem é que tu vais servir?

Se queres suprimir ou ignorar as evidências ao teu redor (Rm 1.18-20) , és livre para o fazer. Mas isso seria um acto volitivo, não um ato racional. Tu podes rejeitar Cristo, mas não podes dizer honestamente que não existem evidências suficientes para acreditar n'Ele.
C. S. Lewis disse isso de maneira melhor quando escreveu o seguinte: "Existem apenas dois tipos de pessoas: aquele que diz a Deus 'Seja feita a tua vontade' e aquele a quem Deus diz, no final, 'Seja feita a tua vontade'. Todos os que estão no inferno optaram por estar lá. Sem essa escolha pessoal, não haveria inferno. Nenhuma alma que deseja a alegria de maneira séria e constante a vai perder. Aqueles que a buscam encontram-na. Àqueles que batem, será aberto".
A porta está aberta por Jesus Cristo. De que maneira é que tu podes passar por ela? Paulo escreveu: "Se você confessar com a sua boca que Jesus é Senhor e crer em seu coração que Deus o ressuscitou dentre os mortos, será salvo. Pois com o coração se crê para justiça, e com a boca se confessa para salvação" (Rm 10.9,10).

 

Tu dizes: "Eu creio que Jesus ressuscitou dos mortos". Bom. Mas simplesmente acreditar que Jesus ressuscitou dos mortos não é suficiente. Tu precisas de colocar a tua confiança n'Ele. Tu poderias acreditar que certa pessoa seria um óptimo cônjuge, mas isso não é suficiente para fazer com que essa pessoa se transforme no seu marido ou na sua esposa. Tu deves ir além, sair do intelectual e ir para o volitivo — tu deves colocar a tua confiança nessa pessoa ao dizer "sim". O mesmo é verdadeiro em relação ao teu relacionamento com Deus. Confiar n'Ele não é simplesmente uma decisão da cabeça, mas também do coração. Como alguém já disse, "a distância entre o céu e inferno é de cerca de 40 cm — a distância entre a cabeça e o coração".
O que é que acontece se tu escolhes não passar pela porta que Jesus mantém aberta? Jesus disse que tu vais permanecer no estado de condenação: "Pois Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para condenar o mundo, mas para que este fosse salvo por meio dele. Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado, por não crer no nome do Filho Unigénito de Deus" (Jo 3.17,18). Noutras palavras, tu permanecerás condenado e separado de Deus para sempre. Deus respeitará a tua escolha ao dizer-te" Faça-se a tua vontade".

 

Tu dizes: "Deus não manda ninguém para o inferno!".

Estás certo. Se tu rejeitares Cristo, és tu mesmo que estás a mandar-te para lá.

 

Tu dizes: "Deus vai salvar todo o mundo!".

De que maneira? Nãos seria falta de amor por parte de Deus enviar  pessoas que não conseguem passar uma hora no culto a adorá-Lo  para um lugar onde O louvarão por toda a eternidade. Isso não seria um verdadeiro "inferno" para elas?

 

Tu dizes: "Não posso acreditar que exista apenas uma maneira de chegar a Deus".

Porquê? Tu precisas de mais do que uma maneira para entrar num prédio? Tu fazes essa acusação contra os muçulmanos por dizerem que o islão é o único caminho? E quanto aos hindus? Eles dizem que a reencarnação é a única maneira para se alcançar a salvação. O cristianismo demonstra, filosófica e biblicamente, que Jesus é o único caminho para conciliar a justiça infinita e o amor infinito. Se isso não for verdade, então Deus enviou Jesus para morrer uma morte brutal por nada.

 

Tu dizes: "Mas e quanto àqueles que nunca ouviram?".

Porque é que isso deve afectar a tua decisão? - Tu ouviste!
"Porque eu não posso crer num Deus que torturaria pessoas no inferno simplesmente porque elas não ouviram falar de Jesus". Quem disse que Deus faz isso? Em primeiro lugar, Deus não tortura ninguém. O inferno não é um lugar onde se inflige com tortura externa, mas um lugar de tormento auto-infligido (Lc 16.23,28). Aqueles que estão no inferno certamente não o querem, mas permanecerão lá. O inferno é um lugar terrível.  "Enquanto isso", como disse C. S. Lewis: "... se estás preocupado em relação às pessoas do lado de fora [que ainda não estão no inferno], a coisa mais sensata que poderias fazer era permanecer lá fora com elas. Os cristãos são o corpo de Cristo, o organismo por meio do qual Ele opera. Qualquer acréscimo a esse corpo capacita-o [ao corpo] a fazer mais. Se queres ajudar aqueles que estão do lado de fora, deves acrescentar a tua própria vida ao corpo de Cristo, que é o único que os pode ajudar. Cortar o dedo de um homem seria uma maneira estranha de o ajudar a fazer mais coisas."

Tu dizes: "Vocês, cristãos, só querem assustar as pessoas com o inferno!".

Não, nós só queremos que as pessoas saibam a verdade. Se isso as assusta, talvez tenha que ser assim mesmo. Nós certamente não gostamos daquilo que a Bíblia diz sobre o inferno. Gostaríamos que não fosse verdade. Mas Jesus, que é Deus, ensinou isso, e fê-lo por uma boa razão. Parece ser necessário. Sem o inferno, a injustiça neste mundo nunca seria corrigida, as opções das pessoas não seriam respeitadas e o maior bem de uma redenção jamais poderia ser realizado. Se não existe um céu a ser buscado e um inferno a ser evitado, então nada neste Universo tem um significado último: as tuas escolhas, os teus prazeres, os teus sofrimentos, a tua vida e a de teus entes queridos por fim não significam nada. Lutamos nesta vida por nenhuma razão final, e Cristo morreu por nada. Sem o inferno e o céu, este Universo incrivelmente planeado é um caminho estrelado que não leva a lugar algum.

"E daí?", diz o ateu. "Talvez este Universo seja um caminho estrelado que não leva a lugar algum. O simples fato de tu quereres que a vida tenha sentido não significa que ela o tenha." É verdade. Mas nós queremos simplesmente que a vida tenha sentido — temos evidências de que ela tem sentido.

 

OUVE:

As tuas escolhas têm importância. A tua vida realmente possui significado. E, graças a Cristo, não precisas de experimentar o inferno. Tu podes aceitar o dom gratuito de salvação eterna. Isso não exige nenhum esforço. Exige fé? Sim, mas todas as escolhas — até mesmo a de rejeitar Cristo — exigem fé. Uma vez que as evidências mostram, acima de qualquer dúvida, que a Bíblia é verdadeira, aceitar Cristo é a escolha que exige a menor quantidade de fé. A escolha depende de ti. Tu tens fé suficiente para acreditar em qualquer outra coisa?

 

Tu dizes: "Eu ainda tenho dúvidas e muitas questões".

E daí? Nós também temos. Todos nós temos dúvidas e muitas perguntas. Porque é que não deveríamos ter? Como criaturas finitas, não deveríamos esperar compreender todas as coisas sobre um Deus infinito e como é que  Ele faz as coisas. Paulo, certamente, não sabia de tudo (Rm 11.33-36), e muitos dos autores do Antigo Testamento expressaram dúvidas e questionaram a Deus. Contudo, uma vez que somos criaturas finitas que devem tomar as suas decisões baseadas na probabilidade, é preciso haver um ponto onde percebamos que o peso das evidências é maior de um lado do que do outro. Nunca teremos todas as respostas. Contudo, existem respostas mais do que suficientes para darmos a Deus o benefício das nossas dúvidas.

Por último, tu já pensaste em questionar as tuas próprias dúvidas? Então, pergunta a ti mesmo: "É racional duvidar que o cristianismo é verdadeiro à luz de todas as evidências?".

Provavelmente não. De facto, à luz das evidências, tu deves ter muito mais dúvidas sobre o ateísmo e sobre os outros sistemas de crenças não-cristãos. Eles não são razoáveis. O cristianismo é. Assim, começa a duvidar das tuas próprias dúvidas e entrega a tua vida a Cristo, o Autor e Consumador da tua salvação. É preciso ter muito mais fé para acreditar em qualquer outra coisa!

 

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