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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

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Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Há algo comum a todas as falsas doutrinas/religiões!

 

TODAS ELAS SE DIZEM CRISTÃS, MAS NEGAM A DIVINDADE DE JESUS CRISTO! NEGAM QUE ELE É DEUS.

 

Robert L. Reymond sublinha a importância da divindade de Cristo quando ele argumenta que a afirmação ou negação disso afecta todos os outros pontos da Cristologia e da teologia sistemática em geral (veja Jesus, Divine Messiah [Jesus, Messias Divino], p. 323). Ele também ressalta que a apreciação por Jesus tem consequências para além desta vida, como o próprio Jesus disse: "Se não crerdes que EU SOU, morrereis nos vossos pecados" (João 8:24). De facto, Jesus reivindica: "Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém VEM ao Pai senão por mim" ( João 14:6).

Wells lamenta os desastrosos efeitos para aqueles que negam a divindade de Cristo:
Seus cristos devem ser admirados, mas não podem ser adorados. Eles devem inspirar devoção religiosa, mas não podem sustentar ou explicar a fé Cristã. Eles explicam muito sobre os seus autores e muito pouco sobre Jesus […]. Esses cristos são impotentes, e seu apelo é superficial. O seu apelo não é o mesmo do Cristo bíblico.

(The Person of Christ, p. 172).

 

O coração da religião Cristã pulsa na confissão de que Jesus Cristo, na encarnação do Verbo, Deus verdadeiramente desceu até nós […]. A prática da igreja primitiva, em falar de Cristo "como Deus," retorna directamente ao próprio Novo Testamento onde ouvimos vozes adoradoras direccionando-se a Cristo como verdadeiramente Deus e não como quase Deus.

( The Person of Christ [A Pessoa de Cristo], PP. 156–57, 161–62).

 

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