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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

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Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Jesus - Um grande professor de moral?

Imagine o seu vizinho a afirmar: «Eu sou o primeiro e o último, aquele que é auto-existente. Você precisa que os seus pecados sejam perdoados? Eu posso fazê-lo. Você quer saber como viver? Eu sou a luz do mundo — todo aquele que me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida. Você quer saber em quem pode confiar? Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. Você tem qualquer preocupação ou pedido? Ore em meu nome. Se você permanecer nas minhas palavras, e as minhas palavras permanecerem em você, peça o que quiser, e lhe será dado. Você precisa de acesso a Deus Pai? Ninguém vem ao Pai senão por mim. O Pai e eu somos um».


O que é que você pensaria do seu vizinho se ele dissesse essas coisas a sério?

Será que diria: «Uau, acho que ele é um grande professor de moral!». Não, você diria que esse cara é maluco, porque está a afirmar que é Deus. Mais uma vez, ninguém articulou essa questão melhor do que C. S. Lewis quando escreveu:


«Tento impedir aqui que qualquer um realmente diga as coisas tolas que as pessoas costumam dizer sobre Ele: "Estou pronto para aceitar Jesus como um grande professor de moral, mas não aceito a afirmação de que ele é Deus". Isso é algo que não devemos dizer. Um homem que fosse simplesmente homem e dissesse o tipo de coisas que Jesus disse não seria um grande professor de moral. Seria, em vez disso, um lunático — ou estaria ao mesmo nível do homem que diz que é um ovo cozido — senão, seria o próprio Demónio do inferno. Você precisa de fazer a sua escolha. Ou Jesus era, e é, o Filho de Deus, ou então ele era um louco ou algo pior. Você pode calá-lo, considerando um tolo; você pode cuspi-Lo e até matá-Lo como se fosse um demónio; ou então pode cair aos seus pés e chamar-Lhe Senhor e Deus. Mas que ninguém venha com um ar paternalista sem sentido tentar afirmar que Ele era um grande professor humano. Ele não deixou isso em aberto. Ele não pretendia fazer isso.»


Lewis está absolutamente certo. Uma vez que Jesus afirmou claramente ser Deus, não poderia ser simplesmente um grande professor de moral. Grandes professores de moral não enganam as pessoas afirmando falsamente que são Deus. Uma vez que Jesus afirmou ser Deus, só uma entre três possibilidades pode ser verdadeira: ele era mentiroso, um lunático ou o Senhor.
Mentiroso não se encaixa com os factos. Jesus viveu e ensinou o mais elevado padrão de ética. É improvável que Ele tivesse entregado a sua vida a não ser que realmente achasse que dizia a verdade. Se Jesus achava que era Deus, mas realmente não era, então ele teria sido um lunático. Mas lunático também não se encaixa. Jesus proferiu algumas das mais profundas verdades já registadas. Todo o mundo — incluindo os seus inimigos — afirmou que Jesus era um homem de integridade que ensinava a verdade (Mc 12.14).

 

Isso deixa-nos com uma única opção: SENHOR. Peter Kreeft apresenta o argumento de maneira bem simples:

«Existem apenas duas interpretações possíveis: Jesus é Deus ou Jesus não é Deus. Em sua forma mais simples, o argumento tem esta aparência: Jesus foi

(1) Deus, se a sua afirmação sobre si mesmo foi verdadeira, ou

(2) um homem mau, se aquilo que ele disse não foi verdade, pois homens bons não afirmam ser Deus.

Mas ele não era um homem mau (se qualquer pessoa na história não foi um homem mau, então Jesus não foi um homem mau). Portanto, ele era (e é) Deus.

 

Isso parece lógico. Mas Senhor é realmente a conclusão correcta? Afinal de contas, uma coisa é afirmar ser Deus — qualquer um pode fazer isso _  mas outra bem diferente é prova-lo.

NaoTenhoFeSuficienteParaSerAteu.jpg

 

Do livro: "Não tenho fé suficiente para ser ateu"

Págs. 256-257