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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

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Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Natal e o Patrão Disfarçado

«Porque brotará um rebento do tronco de Jessé, e das suas raízes um renovo frutificará. E repousará sobre ele o Espírito do Senhor, o espírito de sabedoria e de entendimento, o espírito de conselho e de fortaleza, o espírito de conhecimento e de temor do Senhor.» Isaías 11:1,2
 
Já alguma vez assistiu ao programa de televisão chamado “Patrão Disfarçado”? Nele, proprietários das empresas e diretores de grandes empresas disfarçam-se de operários por uma semana ou duas e trabalham ao lado dos seus trabalhadores para perceber em primeira mão como eles trabalham e satisfazem as suas necessidades pessoais. Esses patrões aprendem acerca do funcionamento interno das suas empresas, sejam pizzarias, grandes cadeias de hotéis, empresas de manutenção ou lojas de retalho.
No final do programa os patrões tiram os seus disfarces, revelando-se aos seus trabalhadores, promovendo mudança organizacional e laboral no local de trabalho. Muitas vezes recompensam os seus trabalhadores com benefícios extra, como bolsas de estudo para os seus filhos, ausências do trabalho pagas, ou mesmo cuidados médicos. Em alguns casos trabalhadores negligentes foram identificados e demitidos. O conceito chave é que os principais executivos tiram tempo para ver pessoalmente o que está a acontecer nas suas empresas, interagir com funcionários e instituir os ajustes necessários.
 
Curiosamente, este procedimento não é novo: já há 2000 anos aconteceu, quando Deus decidiu vir viver entre a sua criação. Ele não começou a sua estadia num palácio ou com uma grande cerimónia. Em vez disso, vestiu-se de humanidade, como Jesus Cristo, e escolheu chegar de um modo simples e viver entre as pessoas, numa família trabalhadora. O seu nascimento teve pouca atenção, excepto de algumas testemunhas, um pequeno punhado de pessoas do campo e seus pais terrenos. Para a sua chegada, ele escolheu um local pouco comum para uma pessoa importante: um estábulo…, um abrigo para animais.
 
Cerca de dois anos depois, alguns indivíduos letrados, conhecidos como sábios, vieram prestar a Jesus a devida homenagem, assim como oferecer alguns presentes. Depois eles regressaram a sua casa. Jesus passou os anos seguintes crescendo até se tornar adulto, aprendendo o ofício do seu pai, carpinteiro, conhecendo e vivendo com pessoas, e experimentando os desafios e problemas do dia-a-dia.
 
Em quatro livros da Bíblia, os evangelhos de Mateus, Marcos, Lucas e João, nós encontramos o relato da sua vida e de como ele usou exemplos da vida de todos os dias para ensinar verdades eternas àqueles que o seguiam, por vezes de forma muito explícita e direta, de outras vezes sob a forma de histórias (parábolas) dirigidas indivíduos ou a grupos.
 
Vivendo entre as pessoas, como um patrão disfarçado, Jesus aprendeu em primeira mão sobre as pressões do trabalho, da família e da sociedade. Ele entendia as necessidades subjacentes e as lutas de uma vasta gama de pessoas, como adúlteros e prostitutas, cobradores de impostos, pescadores humildes, os pobres e os doentes, religiosos arrogantes e autoridades civis.
Ele experimentou sentimentos humanos da traição, viu a sua ajuda rejeitada por causa da falta de fé das pessoas e foi falsamente acusado sem nenhuma prova de um alegado crime. Assim, tal como os patrões disfarçados na televisão, Jesus oferece benefícios e presentes. Neste caso, foi o seu amor incondicional, aceitação, perdão, reconciliação, transformação e, em última análise, vida eterna com o Pai celestial.
 
O seu nome é Jesus Cristo, e este mês recordamos a sua chegada à terra com um evento chamado Natal. Em muitas circunstâncias, o verdadeiro significado deste dia foi claramente distorcido. Muitos recusam dizer “Feliz Natal” substituindo-o por um politicamente correto “Festas Felizes”, para não ofender aqueles que não acreditam em Jesus.
 
Sendo seguidores de Jesus, por outro lado, não temos medo de dizer “Feliz Natal” “porque um menino nos nasceu, um filho nos foi dado, e o governo está sobre os seus ombros. E ele será chamado Maravilhoso Conselheiro, Deus Poderoso, Pai Eterno, Príncipe da Paz.” — Isaías 9:6
 
por Luis Cervino
 

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