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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Testemunho da ex-médium Mary Grace Hughes 2ª parte

A Missão
   Ao regressar aos EUA, de férias achava que ia ter descanso, como se isto fosse possível sem os braços do Senhor e Salvador Jesus Cristo. O Casal Wolpert me dava muito carinho. O casal já alcançava setenta anos de idade. Eles liam a Bíblia todas as  manhãs, e duas vezes por semana íamos à igreja. Eles me convenceram a passar mais seis meses com eles.
   Meu guia espiritual começou a me mostrar que o tempo previsto para a missão que eu me comprometera com os espíritos havia chegado. Eu seria usada pelos espíritos para implementar o centro espírita, onde os espíritas brasileiros pudessem estudar e praticar a doutrina espírita.
   Eu procurava um centro kardecista, o que era impossível, pois nos EUA, Flórida, só havia o centro espírita hispânico, com atividades bem diferentes das do Brasil.    O kardecismo ainda não conquistara espaço na cultura americana.
   Eu não me separava do Evangelho Segundo o Espiritismo, dos Livros dos Espíritos, nem do meu costumeiro diálogo com os espíritos.
   O casal Wolpert fez de tudo para que eu me congregasse na igreja, mas segundo a minha própria ignorância, concepções e credos, eu não queria regredir na minha vida espiritual, desejava ter comunhão com os espíritos. Era uma luta entre a Luz e as trevas. Jesus fizera tudo para me resgatar daquela vida de engano, mas eu estava cega.
Meu guia espiritual insistia que eu deveria iniciar um trabalho para brasileiros. Quando o famoso médium Divaldo Pereira Franco visitou a comunidade Hispânica Kardecista, compartilhei meus intentos com ele. Fui encorajada a iniciar os trabalhos no prédio da Federação Espírita Hispânica, pois assim teria menos despesas com aluguel.
Voltei ao Brasil, vendi tudo, retornei aos EUA e nasceu o “grupo espírita irmã Scheilla”. Foi um sucesso. Em 1993 fundamos a folha espírita de Miami. Muito zelo, muita dedicação. Ali, nunca uma comunidade latina tinha prosperado tanto como a nossa.
Em 1992 lancei a griffe Mary Grace Designers, linha praia esportiva. Depois passei a trabalhar como colunista do Flórida Review, maior jornal brasileiro no exterior. Fui crescendo, entrevistei gente famosa, fiz teatro. Implantei um programa na televisão.
Poucos meses após a estréia do meu programa,, o furacão Andrews devastou o centro de Miami, causando uma grande perda para os comerciantes brasileiros, eles eram meus patrocinadores e isto inviabilizou a manutenção do programa. Tive outros apoios na TV e isto me ocupava muito. Os estudos espíritas começaram a enfraquecer-se. Meu guia me advertia que minha missão nos EUA era com o grupo espírita. Estava para ter um contrato com a Varig e fiquei entre a doutrina espírita e a vida profissional. Deixei a TV, pois não podia viver sem meus amigos espirituais. Além disso, eu cria piamente que a doutrina Espírita era a terceira revelação de Deus, o Consolador prometido por Jesus Cristo. Tudo que o diabo dá, ele toma.



O Caos
   Obra e sofrimento são a marca do espiritismo. Líder ou simpatizante, não importa. Ninguém está livre de, lentamente cair no caos. Cedo ou tarde, tragédias devastadoras assolarão a nossa vida. Pagamos um carma e logo aparece outro. Não há recompensa pelo trabalho, não há vitórias em nossas lutas. O drama da consciência, o sentimento de culpa e de não merecimento, rouba até a fé em nós mesmos.
A doutrina espírita tem sempre a mesma explicação para as tragédias, os tormentos, o sofrimento e a mediunidade: a terra é um lugar de provas e expiações. Nós devemos ter sido muito maus, causando muito sofrimento a muitas pessoas em vidas passadas. Agüentemos firmes; vamos superar mais essa.
Teria eu mais carmas? Não há tréguas! Os espíritos  exigem de nós a vida.
Pouco depois que deixei o programa de TV, sofri um grave acidente de carro. Bateram contra meu automóvel, que ficou totalmente destruído. Sangrando e gemendo recobrei a consciência quando já estava na ambulância. Uma força diferente, agradável me sustentava, sentia paz e estava sem dor. Mas logo comecei a invocar os espíritos, principalmente o Dr. Bezerra de Menezes, conhecido como médico espiritual. Então uma sensação sombria se apoderou de mim. Esperava receber consolo e conforto, mas não foi o que aconteceu. Não entendi o que aconteceu, mas guardei comigo aquela impressão. Sofri muitos danos, fiquei longo tempo em recuperação. Meu lado esquerdo precisava de reabilitação. Meu pescoço tinha um disco deslocado. Minhas finanças viraram de cabeça para baixo. Não pude pagar aluguel, vendi parte de minhas cotas e fui morar de favor. Continuei firme com o propósito do centro espírita que após passar por uma crise, cresceu como nunca. Mas o meu carma não parava aí. Não havia passado um ano deste acidente quando sofri outro. A batida foi o suficiente para agravar os problemas que eu já tinha. Não me foi possível dirigir o centro, passei a responsabilidade dele a Federação Espírita Hispânica que indicou uma médium substituta.
   Aos poucos meu estado físico piorou. Tive a sensação de estar paralisada. Novos testes acusaram uma possível fratura na vértebra.
   Não há palavras para poder explicar meu drama. Dores físicas, longe da minha família com profundo abalo emocional. Só me restou um amigo que me cedeu sua cama e uma amiga, Regina, que vinha sempre me visitar.
   Pela primeira vez na minha vida, depois de anos, não pensava nos espíritos, nem os invocava, meus pensamentos e o meu coração estavam voltados apenas para Jesus.
   O espiritismo ensina que os espíritos são os mensageiros de Jesus e que apenas através deles temos acesso à sua pessoa e à ajuda que precisamos. Agora minha aflição e dor eram tão grande que eu passei por cima de toda a hierarquia espiritual e fui directo àquele que é o crucificado, ressurreto,  meu amado Jesus. Eu o invoquei de coração. No momento em que invoquei a Jesus eu estava em crise. A sensação era de loucura. Quando me dei conta destes sintomas eu imaginava como seria o meu fim. Não poderia responder por mim e acabaria num sanatório. Nunca estive tão só. Neste momento os espíritas são os primeiros a se afastar de você. Estão preocupados em cuidar dos seus próprios carmas. A própria doutrina se encarrega de mantê-los afastados. Mas Jesus passou a ser o Meu Companheiro.
   O filme de minha vida passava pela minha mente: minha infância, a rejeição da família, o sanatório, minha desventura matrimonial, a negação de poder ser mãe e ter filhos, a miséria em que eu me encontrava, a dor, o cansaço mental e a angústia. Já não queria mais viver. Não tinha coragem de tirar a minha própria vida, mas ansiava pela morte. Pedia a Jesus que tirasse a minha vida. Eu era uma suicida em potencial, perdi todo meu amor pela vida, aguardava ansiosa pela morte. Naquela noite em que pedi a Jesus a morte, ele começou ali o enterro daquela criatura solitária, triste e destituída da alegria de viver, para nascer uma nova. Eu pedi a morte a Jesus, o Autor da Vida, ele me deu uma vida nova.



A libertação final
   Aconteceu comigo. Jesus Cristo moveu a terra e o céu para me libertar do espiritismo. Houve lutas entre anjos e demônios. Eu estava em pecado, envolta em trevas, enferma e cega espiritualmente. Jesus sempre soube onde eu estive, mas meu coração não estava pronto para recebê-lo. O leitor pode perguntar: Mas você não disse que sempre amou Jesus? Sim, eu amava Jesus pela sua história, pela forma que o conhecia. Meu coração estava sempre pronto a amá-lo, mas nunca para recebê-lo, assim como ele é. Jesus Cristo, Senhor e Salvador. O Messias do Velho e do Novo Testamento. Aquele que derramou seu sangue para redimir o homem do pecado e nos dar a salvação eterna. Qual é a diferença?  Toda, nesta parte final o leitor vai entender o que eu levei dezesseis anos para compreender. Minha oração é que os olhos do seu entendimento se abram ao ler o que vou relatar agora.



O fogo consumidor

   No outro dia acordei melhor. A lembrança de uma antiga amiga veio à minha mente: Leila. Ela tinha sido umbandista e naquele momento professava Seicho-no-iê. Fazia tempo que não tinha contato com ela, mas ela vinha constantemente à minha mente. Quinze dias se passaram e eu deveria fazer um minucioso exame. Eu pensei: Quem sabe eu devo ir ao Seich-no-iê com Leila?  Decidi procurá-la depois dos exames.
Ela havia trabalhado para mim, mas eu nunca havia visitado sua casa e nem conhecia seu esposo pessoalmente. Eles ficaram estarrecidos ao ver minha aparência com aquele colete no pescoço. Depois de ouvirem minha história começaram a me contar como a vida deles mudara. Eles haviam passado por tremendas dificuldades e encontraram Jesus Cristo numa igreja pentecostal evangélica. Eles estavam radiantes falando de como Jesus manifestava sua presença e o seu poder nos cultos, como milagres aconteciam. Pude ver com meus próprios olhos uma mudança profunda na vida de Leila.
   Eles me convidaram para ir à igreja com eles. Neguei de pronto; eu tinha pavor de pastores. Pedi a Leila que me levasse ao centro Seicho-no-iê. Eu achava que me sentiria melhor num ambiente espírita. Com muito jeito ela disse que me levaria sim, mas não sabia quando. Eles levaram meu nome para que a igreja orasse. Pediram que eu aceitasse que o pastor fizesse uma oração por mim.
Voltei para casa e quando busquei os exames, fiquei maravilhada. Deu negativo; não havia fracturas. Teria sido um milagre? Leila e seu esposo ficavam felizes com meu progresso. Eles insistiam para que eu aceitasse que o pastor viesse orar por mim.
Toda noite eu passei a ter o mesmo sonho: Estava numa casa e vinha um fogo de fora para dentro, consumia tudo e depois que o fogo passava eu me via no meio da casa. Eu havia ligado para uma amiga minha Regina que conhecia todo tipo de espiritismo. Nem mesmo ela conseguiu interpretar o sonho. Achei que Jesus iria me levar e eu morreria queimada. Com medo aceitei que o Pastor viesse orar por mim.
O Pastor foi muito gentil, simpático ele e esposa me trataram com muita ternura. Ele se limitou a dizer que satanás queria tirar minha vida, mas que ele já estava derrotado. Os espíritas não crêem em Satanás. Eu pensava que ele estava se referindo aos espíritos obsessores. O que me tocou o coração foi a preocupação que demonstraram para comigo.
   Ao orar por mim ele pediu que eu repetisse a seguinte oração: “Senhor Jesus, peço que entres no meu coração e sejas meu Senhor e Salvador. Peço que perdoe meus pecados e me lave com seu sangue. Eu renuncio a todos os espíritos (nesta frase eu interrompi a oração e disse: _ Mas não aos espíritos de luz), renuncio ao Kardecismo (interrompi novamente: _ Desculpe, pastor, mas não renuncio ao Kardecismo... Ele disfarçou e continuou a oração) Ele disse: no nome de Jesus eu ponho fogo nestes espíritos das trevas, queimo o espírito de morte, ...  Falou nomes de espíritos que eu jamais ouvira falar. Depois daquela oração eu me senti muito bem. O Pastor sempre me visitava e me ajudava.
   Um dia ele me convidou para ir à igreja. O Amor que eles demonstravam por mim foi decisivo para que eu aceitasse o convite. No dia do culto fiquei desanimada e liguei que iria sim, mas que não seria hoje. Eles foram lá a casa me buscar. Enquanto eu ia para igreja, comecei a meditar na minha vida.
   Eu uma líder Kardecista, fundadora do grupo espírita Irmã Scheilla, o centro espírita mais freqüentado de Miami, um jornal que já circulava em todo sul da Flórida e em várias cidades do Brasil. Apesar de tudo isto eu estava indo a uma igreja para buscar ajuda....
Lembro do cântico que entoavam: “Renova-me Senhor Jesus. Põe em mim teu coração. Porque tudo que há dentro de mim necessita ser mudado Senhor”. Era tudo o que gostaria de dizer a Jesus. Chorei durante todo culto. O fardo da minha angústia e aflições era grande. Enquanto eu chorava sentia que o peso da opressão se dissipava, dando lugar a um doce consolo. Eu sabia: Jesus Cristo me resgatou.
Apesar de eu já ter um encontro com Jesus, em minha mente eu continuava espírita kardecista. Eu não mudara minhas convicções a respeito dos espíritos. Sabia que não precisava mais deles para me relacionar com Jesus. Mas minhas novas experiências não anularam o passado. Os espíritos eram reais, a mediunidade, um fato. Eu me deparava com uma grande questão: Estive enganada todos esses anos?
Meu problema não era aceitar Jesus e recebê-lo no coração; mas descobrir a verdade. Eu estive enganada durante aqueles quatorze anos de espiritismo? A minha mente estava confusa, mas meu coração havia mudado. Eu aceitara Jesus como meu Senhor e Salvador e queria tudo o que Ele tinha para me oferecer.
Jesus Cristo vive e é real. Eu nunca havia experimentado isto. Frequentando os cultos ficava mais impressionada. Eu perguntei a uma senhora na reunião: que poder é este que está neste lugar? Ela me disse: É a unção de Deus derramada pelo Espírito Santo. E quem é Ele? Eu perguntei. Ela disse O Espírito Santo é o Consolador prometido por Jesus Cristo. Fiquei intrigada, pois eu havia aprendido que o Espiritismo é o Consolador prometido por Jesus. A irmã que me ensinava fez-me uma pergunta:
E Jesus iria esperar 2000 anos para mandar o Consolador. O Espírito Santo é a promessa que se cumpriu no dia de Pentecostes.
Eu disse: _ Jesus só você pode me mostrar a verdade.
Ele disse ao meu coração: _ Eu lhe mostrarei tudo, apenas abra o coração para receber a minha palavra (a Bíblia).
A primeira coisa que Jesus me esclareceu foi a promessa do Consolador nas passagens bíblicas de João 16:7 a 15, Atos 1: 4-5-8, Atos 2: 1 a 4. Estas passagens deixam claro que Jesus não esperou 2000 anos para enviar o consolador.
Na semana seguinte fui à igreja e fiz um pedido a Jesus Cristo. Que abençoasse meu filho. Quando disse “meu filho” algo rompeu dentro de mim. Era como que pela primeira vez, eu houvesse descoberto que era mãe. O amor de Deus estava em mim, e eu, pela primeira vez amava com o amor ágape. Descobri então que eu era Nascida de Novo. Não resisti a tamanho amor, e pela primeira vez liguei para meu filho e lhe disse: “Amo você meu filho, sou sua mãe, e você é o tesouro que Jesus me deu” de todas as bênçãos que Jesus me deu esta foi muito marcante.

A revelação final
   Estava confiante, recuperava minha saúde de forma rápida. Uma nova esperança nascera no meu coração. Eu passava lutas espirituais; os espíritos me rodeavam, soprando em meus ouvidos palavras de desânimo, tentando me persuadir a desistir da igreja.
Pouco depois destas experiências boas sofri um grande ataque das trevas. Eu voltara da igreja, estava preparando minha cama, quando ouvi panelas se mexendo na cozinha, fazendo muito barulho. (Nos EUA as cozinhas são ligadas à sala, separadas só por um balcão, por isso era muito claro). O pastor havia me ensinado a repreender os espíritos usando o nome de Jesus, Eu disse: “Espíritos eu os repreendo, saiam desta casa em nome de Jesus” Ouvi uma voz dizer: “Ah! Você está assim! Espera que eu vou chamar o meu chefe” Não me intimidei, pois eu estava acostumada com aquele tipo de manifestação. Eles não tinham domínio sobre mim enquanto eu estivesse consciente, a não ser que eu o permitisse. Eu me deitei logo. Eu estava pensando nos acontecimentos quando, de repente, fui jogada pelos ares por um forte chute nos quadris. Eu me levantei e antes que tivesse tempo de entender o que estava acontecendo, fui atingida por socos e pancadas no estômago, nas pernas e na cabeça. Uma força maligna sobrenatural não me deixava pensar nem agir. Aquela força me atirava no chão e nos ares, sem me dar tempo de me recompor entre um ataque e outro. A cachorra, escutando meus gritos, começou a latir, e uma voz, sonido metálico audível esbravejou:
“Agora eu vou morder você toda”

 

Então percebi que aquela força maligna se apossara da cachorra, que rodopiava, rosnando desesperada e esbugalhando os olhos em minha direção. O quadro era desesperador. De repente senti a força dentro de mim e gritei com grande autoridade:
“Saia desta cachorra em nome de Jesus! O sangue de Jesus tem poder”. A cachorra imediatamente ficou livre, saiu da sala chorando como se sentisse uma grande dor.
Eu caí no chão em estado de choque. Nunca tinha passado por isto. Eu fui espancada literalmente por forças malignas e tenebrosas. Trinta dias mais tarde a cachorra foi operada para retirada de um caroço no estômago.
Pela primeira vez eu tive medo dos espíritos. Estava claro para mim que aqueles ataques foram feitos por espíritos fortes, mais que simples obsessores. Satanás era real, a sua falange de demônios estava ligada ao meu convívio, e tinha autoridade sobre coisas do meu domínio.
Era hora de tomar uma atitude. Eu seguiria os conselhos e as orientações dos pastores. Segundo eles eu teria de renunciar a todos os tipos de objetos e alianças com os espíritos. Deveria renunciar à doutrina espírita, pois assim os espíritos perderiam terreno e não teriam nenhuma autoridade sobre meus pertences e minha vida.
Para mim foi difícil crer que teria que fazer isto, mas optei por dar crédito aos homens de Deus.
No fundo do meu coração eu começava a crer que os Crentes tinham conhecimento de algo que os espíritas não tinham. Eles eram firmes ao tratar dos assuntos espirituais. Eu concordei em me desfazer de todos os livros e objetos que possuía. A maioria dos livros, mais de 200, e dos quadros estava na minha fábrica. Foi uma boa oportunidade para voltar lá, pois havia meses que eu a fechara e não voltara mais lá.
Assim que o pastor entrou comigo em minha fábrica um grande espelho caiu e espatifou-se. O ambiente era sombrio. Quando temos a Luz de Jesus podemos divisar as trevas, mesmo quando tudo parece estar normal. O Pastor Ernani e a irmã Izabel expulsaram os espíritos, tiraram tudo o que me ligava ao espiritismo, ungiram as portas, o maquinário, o escritório, as mesas e todas as ferramentas de trabalho. Oraram com fervor, e eu, pela fé, renunciei a todo o meu passado espírita, no tocante a objetos e livros etc. Pouco tempo depois reativei a fábrica. Voltei a dormir em paz, sem soníferos.


A última dúvida
O meu guia espiritual.
    Como relatei anteriormente, eu podia sair do meu corpo e ter encontro com os espíritos. Dentro da Bíblia esta experiência se chama arrebatamento. Eu faria qualquer sacrifício para continuar mantendo aquele contato. Eu cria que meu guia espiritual era meu verdadeiro pai que me amava e estava no mundo espiritual junto de mim, e me consolava o coração. Eu tive muita dificuldade para renunciar a isto. A Bíblia chama este fenômeno de arrebatamento. Eu me sentia confusa, sem entender como os espíritos projetavam o mesmo fenômeno.



A máscara caíu.
    Jesus foi tão maravilhoso que me permitiu ver mais uma vez o quadro no mundo espiritual. Só que desta vez eu vi o real por trás das máscaras de anjos de luz.
Eu estava sendo levada pelo meu guia espiritual e ele se dirigiu ao mesmo túnel que citei anteriormente. Eu sentia sua presença e estava feliz. De repente eu me lembrei de que fui advertida que deveria renunciar aquela prática. Num ímpeto pensei em olhar para o meu guia. (no mundo espiritual o pensamento e a ação tem diferentes capacidades e conotações: é muito mais rápido e ativo) Eu desejava intensamente vê-lo. Então deparei com uma triste e horrenda realidade. Quando eu me virei, vi o rosto do próprio Satanás. Ele tinha o braço em volta do meu corpo e me arrastava para aquele túnel horrível. Gritei o nome de Jesus, e a mesma força, que em experiências anteriores me dera livramento, mais uma vez me livrou. Renunciei aquela prática e nunca mais o fenômeno ocorreu.
Os espíritas são arrebatados, sim, ao mundo espiritual; mas estão limitados à atmosfera em que Satanás reina: um reino de trapaças, mentiras e engano. Os crentes, porém são arrebatados aos céus.

Prezados leitores: eu resumi uma pequena parte do livro “Nascida de Novo” da irmã Mary Grace Hughes.
A Mary Grace e seu esposo, atualmente, residem em Juiz de Fora/MG. Frequentemente voltam ao EUA. Eles têm um ministério abençoado. É uma serva de Deus com grande coração. Está sempre disposta a orientar os espíritas que desejam conhecer a verdade de Deus. Ela pode testemunhar em sua igreja.
Com muito amor ela sempre atende aos pedidos de espíritas ou grupos de espíritas para conversar.
Se você desejar ter contacto com ela, entre no site de nossa igreja www.ibrem.com.br e no link “Fale conosco”. E pode se dirigir a mim pastor Gilmar Garbero que me empenharei para que ela receba seu pedido. Não sou representante, nem intermediário. Sou apenas um amigo e irmão em Cristo que trabalha para que as pessoas possam conhecer a verdade que é Jesus.

 

Juiz de Fora, 10 de julho de 2008.
Pastor Gilmar Garbero
E-mail: ggarbero@uol.com.br

Deus vos abençoe!

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