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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

JESUS CRISTO _ LOUCO OU NÃO?

Por causa dessas palavras rompeu nova dissensão entre os judeus. Muitos deles diziam:

Ele tem demónio e enlouqueceu, por que o ouvis? Outros diziam: Este modo de falar não é de endemoninhado; pode, porventura, um demónio abrir os olhos aos cegos? (João 10:19-21)

O inusitado das declarações de Cristo deixava naturalmente os seus contemporâneos atónitos, confusos, desconcertados. Não era razão para menos!

Estavam diante de alguém que apesar de conhecerem a família, o contexto social e cultural, apresentava credenciais, recursos, capacidades, reacções, discurso, procedimento totalmente distinto.

Era um homem, muito mais do que homem certamente.

O conceito de homem não lhe assentava única e exclusivamente. Estava muito, muito acima de todos os homens que eles conheciam.

 

AMIGO DOS PECADORES

 Ao contrário do que era apanágio da religião, na Sua encarnação Cristo aproximou-se dos que Dele precisavam, nunca marginalizou quem quer que fosse e, antes de voltar ao Pai, ordenou aos discípulos que fossem pelo mundo inteiro com esta mensagem de amor, de reconciliação, de perdão, de transformação, de vida eterna.

Na cruz envolveu com os Seus braços homens e mulheres de todas as raças, povos, nações e línguas.

No livro do Apocalipse todos eles são vistos como fazendo parte da família de Deus nos lugares celestiais.

E sucedeu que, estando ele em casa, à mesa, muitos publicanos e pecadores vieram e tomaram lugares com Jesus e seus discípulos. Ora, vendo isto os fariseus, perguntavam aos discípulos: Por que come o vosso Mestre com os publicanos e pecadores? Mas Jesus, ouvindo, disse: Os sãos não precisam de médico, e, sim, os doentes. Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não holocaustos; pois não vim chamar justos, e, sim, pecadores (ao arrependimento). (Mateus 9:10-13)

 

Veio o Filho do homem, que come e bebe, e dizem: Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores! Mas a sabedoria é justificada por suas obras. (Mateus 11:19)

 

E murmuravam os fariseus e os escribas, dizendo: Este recebe pecadores e come com eles. (Lucas 15:2)

 

REJEITADO

Os porqueiros fugiram, e o anunciaram na cidade e pelos campos. Então saiu o povo para ver o que sucedera.

Indo ter com Jesus viram o endemoninhado, o que tivera a legião, assentado, vestido, em perfeito juízo; e temeram.

Os que haviam presenciado os factos contaram-lhes o que sucedera ao endemoninhado, e acerca dos porcos.

E entraram a rogar-lhe que se retirasse da terra deles. (Marcos 5:14-17)

 

Tendo Jesus partido dali, foi para a sua terra e os seus discípulos o acompanharam.

Chegando o sábado, passou a ensinar na sinagoga; e muitos, ouvindo-o, se maravilharam, dizendo:

Donde vem a este estas cousas? Que sabedoria é esta que lhe foi dada? e como se fazem tais maravilhas por suas mãos?

Não é este o carpinteiro, filho de Maria, irmão de Tiago, José, Judas e Simão? e não vivem aqui entre nós suas irmãs?

E escandalizavam-se nele. Jesus, porém, lhes disse: Não há profeta sem honra senão na sua terra, entre os seus parentes, e na sua casa. Não pôde fazer ali nenhum milagre, senão curar uns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos.

Admirou-se da incredulidade deles. Contudo, percorria as aldeias circunvizinhas, a ensinar. (Marcos 6:1-6)

 

Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.

Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. (João 1:11-13)

 

Pode parecer-nos estranho e anormal, que alguém como Jesus, seja rejeitado pelos seus contemporâneos e conterrâneos.

Os evangelhos não silenciam ou ignoram estas ocorrências. O que aconteceu é ainda hoje o que sucede.

Muitas são as pessoas (e as doutrinas) que ignoram, ostensivamente rejeitam ou contornam a Sua identidade e obra.

As razões da rejeição são certamente variadas.

No caso dos gerasenos, aquando da libertação de um pobre homem atormentado por espíritos malignos, o que foi acompanhado por um prejuízo material avultado devido à precipitação de uma manda de porcos por um despenhadeiro abaixo, fica evidente que muitas vezes as pessoas estão muito mais preocupadas com os seus haveres e lucros, com o valor material, com o ter do que com o sofrimento alheio, não estando dispostos a suportarem um prejuízo material em função de um lucro humano.

A dignidade de uma pessoa é, para alguns, nada diante dos valores materiais.

A escolher entre uma manada de porcos e um homem liberto, algumas pessoas escolhem os porcos.

Infelizmente esta é a sociedade em que vivemos ainda.

Hoje como ontem Jesus continua a ser rejeitado pelo temor de alguns prejuízos materiais.

No caso dos seus próprios conterrâneos de Nazaré a razão prende-se com o facto de não aceitarem o poder de Jesus porque conheciam os Seus familiares.

Em Nazaré Ele não podia ser maior do que eles. O orgulho, a inveja, o ciúme estreitaram a visão daquele povo, e impediram-nos de receber a benção.

Outros não O aceitaram porque o seu próprio poder, posição social e regras religiosas tradicionais estavam ameaçadas.

Preferiam guardar o sábado na aparência da lei do que alegrar-se com a cura ou a libertação de uma pessoa.

Uma visão corrompida de Deus e da Sua vontade. Uma recusa rebelde de reconhecer a autoridade de Cristo.

 

 

No post seguinte:

A EVIDÊNCIA DOS FACTOS

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