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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

O que o espiritismo ignora

 A Bíblia diz que o sangue de Cristo nos purifica de todo pecado e que o Espírito Santo nos ensina toda a verdade. O espiritismo, ignora tudo isso, reduz toda a expiação realizada por Jesus Cristo à obra dos "espíritos" - os espíritos dos mortos, que nos orientam e aconselham, e o espírito de Cristo, que, tendo alcançado um nível superior, não obstante se encarnou para servir como exemplo. Sobre a graça [favor imerecido], Kardec diz:

 

"... se fosse um dom de Deus, não daria merecimento a quem a possuísse. O espiritismo é mais explícito, porque ensina que quem a possui a adquiriu pelos próprios esforços em suas sucessivas existências, emancipando-se pouco a pouco das suas imperfeições." (Allan Kardec, O Evangelho Segundo o Espiritismo, Introdução, IV, XVII)

 

Que contradição com as Escrituras que ensinam que Deus não nos salva com base em quaisquer méritos pessoais nossos, mas unicamente por Sua graça:

"Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus." (Romanos 3:23 e 24)

O ensino espírita segundo o qual "fora da caridade não há salvação", atribui a salvação à prática de boas obras. Entretanto, as boas obras não salvam, nem ajudam ninguém a salvar-se. Paulo afirma em Efésios:

"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; porque somos feitura Sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas." (Efésios 2:8-10).

 

Portanto, não somos salvos pelas obras, mas sim para as boas obras.

As boas obras são o resultado da nossa fé em Jesus Cristo. Quando nos tornamos novas criaturas, mediante a fé nEle, abandonamos as práticas más e voltamos-nos para a prática do bem.

 

"Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo." (2Coríntios 5:17)

 

Sendo assim, as boas obras são a manifestação do amor que a pessoa tem em si depois de receber Jesus Cristo como Senhor e salvador. A Bíblia mostra-nos claramente que todo o problema do homem é motivado pelo pecado, porque "todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Romanos 3:23). Deus ama os pecadores, mas abomina  o pecado que separa que as separa d'Ele:

"Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem agrafado o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça." (Isaías 59:1 e 2)

 

Não há nada que o homem, por si só, possa  fazer para alcançar a justificação diante de Deus. O sofrimento e as boas obras, como apregoa o espiritismo, jamais serão suficientes para vencer a distância que nos separa de Deus, pois, como expressou o profeta Isaías:

 

"... todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades como um vento nos arrebatam." (Isaías 64:6)


O estado do homem é profundamente desesperador, porém, não é irremediável porque, na Sua infinita misericórdia e amor, Deus:

 

"amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16)

Jesus Cristo veio ao mundo com o objectivo específico de dar a sua vida em resgate de muitos (Marcos 10:45) 

Jesus Cristo ofereceu-se a Si mesmo a Deus pelos nossos pecados, um justo, o único justo, por todos os pecadores que se arrependam e creiam para que possam obter a salvação:

 

"Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito;" (1Pedro 3:18).

"Levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados." (1Pedro 2:24)

 

Que grande contradiçao em relação ao que ensina o espiritismo! Vejamos o que escreveu Allan Kardec para negar o valor do sacrifício de Cristo em nosso lugar:

"Não; a missão do Cristo não era resgatar com o seu sangue os crimes da humanidade. O sangue, mesmo de um Deus, não seria capaz de resgatar ninguém. Cada qual deve resgatar-se a si mesmo, resgatar-se da ignorância e do mal. Nada de exterior a nós poderia fazê-lo. É o que os espíritos, aos milhares afirmam em todos os pontos do mundo".

 

Percebe-se aqui uma contundente tentativa de negar o valor da obra expiatória de Cristo na cruz. Ao dizer que o sangue, "mesmo de um Deus", não poderia resgatar ninguém, Kardec está implicitamente, mais uma vez, a negar a divindade de Jesus, a qual, como vimos, é afirmada pelas Escrituras.


O conceito espírita de salvação é aquele que a Bíblia chama de "outro evangelho". Ele é tão contrário ao caminho da salvação de Deus que as Escrituras Sagradas o colocam sob maldição divina:

 

"Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho; O qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema." (Gálatas 1:6 a 8).


A salvação vem unicamente pela graça (favor imerecido) de Deus, e não por qualquer coisa que a pessoa possa fazer para ganhar o favor de Deus, ou pela sua rectidão pessoal.

 

"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie". (Efésios 2:8 e 9).

A Bíblia segundo o  Espiritismo

O espiritismo nega textualmente a inspiração divina da Bíblia e ensina que o registo bíblico não deve ser tomado literalmente. Eis o que Kardec diz a respeito das Escrituras:

"A Bíblia contém evidentemente narrativas que a razão desenvolvida pela ciência, não poderia aceitar hoje em dia; igualmente, contém fatos que parecem estranhos e repugnantes, porque se ligam a costumes que não são adotados... A ciência, levando suas investigações até a entranhas da terra, e à profundeza dos céus, tem pois demonstrado de modo irrecusável os erros da Gênese mosaica tomada à letra, e a impossibilidade material de que as coisas se hajam passado tal com estão relatadas textualmente... Incontestavelmente, Deus, que é todo verdade, não pode induzir os homens ao erro, nem consciente, nem inconscientemente, pois então não seria Deus. E, pois, se os fatos contradizem as palavras que a ele são atribuídas, necessário se torna concluir, logicamente, que ele não as pronunciou, ou que elas foram tomadas em sentido diverso... Acerca desse ponto capital, ela [a ciência] pôde, pois, completar a Gênese e Moisés, e retificar suas partes defeituosas." (Allan Kardec, A Gênese, IV, 6, 7, 8 e 11).

Leon Denis, outra autoridade do espiritismo, expressa-se assim sobre o valor da Bíblia:

":.. não poderia a Bíblia ser considerada "a palavra de Deus" nem uma revelação sobrenatural. O que se deve nela ver é uma compilação de narrativas históricas ou legendárias, de ensinamentos sublimes, de par com pormenores às vezes triviais". (Léon Denis, Cristianismo e Espiritismo, FEB, São Paulo, s.d., 7a. ed., pág. 267).

Assim, o espiritismo, através das suas maiores autoridades, nega a revelação divina encontrada nas Escrituras, relegando-as ao nível de uma mera compilação de factos históricos e lendários. É curioso, entretanto, que dizendo-se cristão, o espiritismo frequentemente lance mão das Escrituras, citando-as em  profusão quando lhes parece conveniente. Isto significa que, para os espíritas, não faz diferença se a Bíblia é ou não a Palavra de Deus - desde que a possam usar quando desejam dar à sua crença uma aparência cristã, ou seja, citando passagens isoladas que parecem dar apoio às teorias espíritas. Porém, quando o ensino claro das Escrituras refuta essas mesmas teorias, os espíritas dizem que elas não são a Palavra de Deus pela qual devemos testar o que cremos e vivemos.  Portanto, o espiritismo não é uma religião cristã, pois nega a inspiração do Livro que é a regra de fé e prática do cristianismo, assim como os seus ensinos. Com isto concorda o escritor espírita Carlos Imbassy, quando escreveu:

"O espiritismo não é um ramo do Cristianismo como as demais seitas cristãs. Não assenta seus princípios nas Escrituras... a nossa base é o ensino dos espíritos, daí o nome - Espiritismo." (Carlos Imbassy, À Margem do Espiritismo, p. 126)

Conclusão

Diante das evidências da Palavra de Deus, sigamos os seus ensinos, pois ela, positiva e enfáticamente, condena o espiritismo e denuncia-o como doutrina satânica em todas as suas formas, tanto antigas como modernas. Não podería concluir este trabalho, sem vos informar a verdadeira identidade dos espíritos do espiritismo.

Não restam dúvidas que são seres espirituais que fazem as suas aparições e que manifestam seus poderes nas sessões espíritas. O que desejamos saber é quem são esses seres desencarnados, que vêm ao nosso mundo por convite especial ou invocação dos médiuns. Será que os mortos podem comunicar com os vivos?


Para responder a esta e a outras perguntas, apenas as Sagradas Escrituras, a revelação máxima da vontade de Deus, podem esclarecer-nos com autoridade, dando-nos a verdadeira e plena satisfação de ter encontrado a verdadeira resposta.
Gostaria que você lesse no evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas, a parábola do rico e Lázaro, que se encontra no capitulo 16, versículos de 19 a 31.

 

Nesta passagem vemos claramente que os mortos não podem, e não tem permissão, para se comunicarem com os vivos. Enfatizamos o versículo 26:

"E, além disso, está posto um grande abismo entre nós (vivos) e vós (mortos), de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para cá." (Lucas 16:26)

 

Não encontramos em nenhum lugar das Escrituras um único indício de que o homem, no seu estado actual, possa ter qualquer tipo de relação com os espíritos dos mortos.

Pelo contrário, como vimos: o Senhor tem as chaves da morte e do inferno (Apocalipse 1:18) e só Ele tem poder para fazer sair dali os espíritos, o que fará em duas únicas ocasiões, ou seja, na primeira ressurreição para os santos (1 Tessalonicenses 4:16) e na ressurreição do juízo para os perversos (João 5:29). Enquanto aguardamos esse evento, o espírito dos crentes que já morreram está com o Senhor, "ausente deste corpo e presente com o Senhor" (2 Coríntios 5:8); eles partiram para estar com Cristo (Filipenses 1:23), mas os espíritos dos perversos estão "em prisão" (I Pedro 3:19), motivo pelo qual não têm a liberdade de sair quando são "chamados".

Se não resta dúvida que no espiritismo se entra em contacto com poderes sobrenaturais, com espíritos e forças extra-humanas, capazes de manifestações surpreendentes, e se esses espíritos, segundo os ensinos das Escrituras, não pertencem aos mortos, então, quem são eles? Qual é a sua história? Qual é a sua missão? Onde habitam? Quem são eles?

A Bíblia fala-nos de seres espirituais, invisíveis aos homens, que algumas vezes se materializam e exercem poderes sobrenaturais. Tais forças espirituais compõem-se de duas classes: a de seres bons, chamados  anjos, a quem Deus usa para protecção e auxílio ao homem; e a de seres maus, que se tornaram assim porque, voluntariamente, se afastaram do plano original de Deus e tomaram parte num movimento de rebelião contra o governo de Deus. Os anjos são seres espirituais criados por Deus, conforme está escrito:

 

"Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele." (Colossenses 1:16)

 

As Escrituras afirmam que os anjos são uma ordem de seres mais elevada do que os homens. Qual é a sua missão? 

Se os espíritos não são dos mortos que partiram, podem ser os anjos do Senhor?

A resposta é definitivamente Não, pela simples razão de que os espíritos que aparecem nas sessões são impostores. Afirmam ser os espíritos de seres humanos mortos, e  dizendo isto proferem uma mentira. Consequentemente, não podem ser anjos de Deus. Os anjos, tal como Deus, não mentem. O próprio espiritismo admite que alguns espíritos são mentirosos. Allan Kardec assevera que:

 

"os espíritos enganadores não tem escrúpulos em se abrigarem sob nomes que tomam emprestado, para fazerem aceitar suas utopias". (O Evangelho Segundo o Espiritismo, IDE, Introdução II, p. 12)

 

Mais adiante ele diz-nos:

 

"O espiritismo vem revelar uma outra categoria bem mais perigosa de falsos Cristos e de falsos profetas, que se encontram, não entre os homens, mas entre os desencarnados: a dos espíritos enganadores, hipócritas, orgulhosos e pseudo-sábios que da Terra, passaram para a erradicidade, e se adornam com nomes veneráveis para procurar, graças à máscara com a qual se cobrem, recomendar idéias, freqüentemente, as mais bizarras e as mais absurdas." (Idem, cáp. XXI, pág. 261).

 

Segundo as Escrituras, não só alguns espíritos são mentirosos, como afirma Kardec, mas todos o são, porque são filhos da mentira (o pai da mentira é Satanás) e fazem-se passar por quem não são. A única coisa que nos resta é identificar tais espíritos com as potências do mal, às quais Paulo chama "hostes espirituais da maldade".

Mas, de onde vêm? Quem as criou? Pode um Deus perfeito e perfeitamente bom criar seres vis e enganadores?

 

Deus jamais criou o diabo ou os demónios. Ele criou seres perfeitos e bons, com o poder de escolher livremente:


"Tu eras o querubim, ungido para cobrir, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniqüidade em ti. [...] Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei, diante dos reis te pus, para que olhem para ti." (Ezequiel 28:14-15,17)

 

Deus criou um ser de exaltada beleza, de absoluta perfeição, de maravilhoso poder. Mas a inveja, o orgulho e a ambição egoísta corromperam a sua santidade. O relato bíblico diz-nos que o homem foi criado "à Sua imagem, conforme a sua semelhança" (de Deus ) Ver Génesis 1:26-27. Deus deu livre arbítrio ao homem. Ou seja, a capacidade de resolver e de decidir que depende só da vontade. Na sua queda, o diabo, satanás, a antiga serpente, aquele que fora Lúcifer (filho da alva), arrastou a terça parte dos anjos com ele: 

 

"E a sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que havia de dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho." (Apocalipse 12:4)

 

São eles que estão por trás do espiritismo, o diabo e seus anjos caídos! O diabo conhece a Palavra de Deus (está escrito!), e como tal menciona-a, deturpa-a e leva as pessoas a pensar que estão a fazer algo que vem de Deus, quando, na verdade, servem ao inimigo das suas almas, cujo único objectivo é desviá-los de Jesus Cristo! Em João 8: 4, Jesus Cristo disse: "Todo aquele cujo Pai é Deus escuta com alegria as palavras que de Deus vêm..." 

 

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