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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Vivemos no tempo da graça

Graça (favor imerecido) multiplicada até que Jesus volte.

Crescemos na medida em que somos inundados pela graça e a comunicamos a outros.

Dois mil anos já se passaram desde que o Verbo divino cheio de graça e verdade andou entre nós e nos mostrou o Pai, deixando-nos a promessa de que voltaria e que até lá reproduzíssemos o Seu exemplo e o Seu ensino.

A esperança de que voltará é, também ela, uma das facetas da graça, que não nos permite capitular perante as arremetidas continuadas do egoísmo em cada um de nós. Acreditamos que novos céus e nova terra em que habitarão a justiça, só serão possíveis quando Ele voltar e temos uma convicção profunda da sua iminência.

Mas até que tal ocorra temos a incumbência de viver na graça, promovendo a justiça e a solidariedade entre os homens, numa convocação permanente ao arrependimento e à conversão a Jesus Cristo.



Deixo-vos duas citações de um autor evangélico contemporâneo dos que mais apreciamos – Philip Yancey, e com a declaração bíblica do Espírito Santo pela pena do Apóstolo Pedro.

“Não posso moderar minha definição de graça porque a Bíblia me força a torná-la o mais abrangente possível. Deus é “o Deus de toda a graça”, nas palavras do apóstolo Pedro. E graça significa que não há nada que eu possa fazer para Deus me amar mais, e nada que eu possa fazer para Deus me amar menos. Significa que eu, até mesmo eu que mereço o contrário, sou convidado a tomar o meu lugar à mesa da família de Deus.” (Maravilhosa Graça, Philip Yancey, Vida, pp. 71).

“Ideais absolutos e graça absoluta. (...) Em sua resposta ao jovem rico, na parábola do bom samaritano, em seus comentários sobre o divórcio, o dinheiro e qualquer outra questão moral, Jesus nunca rebaixou os ideais de Deus. “Sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste”, disse ele em Mateus 5:48. “Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento” (Mt 22:37). Nem Tolstoi, nem Francisco de Assis, nem Madre Teresa de Calcutá, nem ninguém cumpriu totalmente estes mandamentos.

Mas o mesmo Jesus oferece, com ternura, a graça absoluta, talvez a mais notável característica distintiva da fé cristã. Deus nos ama não por aquilo que somos ou que fizemos, mas por aquilo que Deus é. A graça flui para todos aqueles que a aceitam. Jesus perdoou uma adúltera, um ladrão na cruz, um discípulo que o negou, mesmo conhecendo-o. A graça é absoluta e abrange todas as coisas. Ela se estende inclusive para as pessoas que pregaram Jesus na cruz: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” está entre as últimas palavras que ele disse aqui na terra (Lc 23:34).” (Alma Sobreviviente; pp. 152; Editora Mundo Cristão)

“Crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. A ele seja a glória, tanto agora como no dia eterno.” (Segunda Epístola do Apóstolo Pedro 3:18).



Confesso que sou um fanático da graça divina!...

E a pergunta nevrálgica é: “Depois de aprender que Deus preferiu morrer a viver sem você, como você reage?” (Nas Garras da Graça, Max Lucado, Vida, pp. 166)

 

 

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