Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Porque cresce o espiritismo _ 1ª parte

São vários os factores apontados para a  aceitação, evolução e propagação das práticas espíritas. Entre esses factores, destacam-se:

1) _ As crendices e superstições que, por herança, milhares de pessoas cultivam e que passam por encontrar nos amuletos, talismãs, patuás, rezas fortes, e imagens , quase sempre pendurados no pescoço, ou, em algum lugar destacado dentro de casa, verdadeiros protectores de todo e qualquer mal.

Esta herança é recebida das crendices e superstições responsáveis pelo sincretismo religioso, fruto da união das crenças dos escravos africanos com seus ídolos e vodus, e da adoração excessiva e paganizante das imagens e crendices do catolicismo Romano, que não têm suporte na Palavra de Deus, a Bíblia Sagrada, que a maioria das pessoas desconhece, nunca leu, (até porque a Igreja de Roma proibiu a sua leitura durante muitos anos, afirmando ser de difícil entendimento), nem procura conferir se lá está escrito o que algumas seitas dizem estar, e qual o contexto em que estão, se estão.

2) _  O número elevado de pobres e indigentes que vivem à margem da sociedade, marginalizados pela própria, e que, em troca dos favores vindos das actividades filantrópicas, tais como a distribuição de alimentos na via pública, visita, assistência e alguns donativos a creches, lares para idosos, entre outros, aceitam os ensinamentos espíritas, enquanto as suas necessidades físicas são saciadas, sem sequer pensarem nas consequências espirituais. Claro que, aqueles que realizam essas actividades, não o fazem como consequência expontânea de amor ao próximo ou de um acto de justiça, como Jesus Cristo nos ensinou, mas com a intenção de se aperfeiçoarem através dessas práticas e assim reduzirem os seus sofrimentos nas «encarnações» futuras. Essa é a grande diferença entre caridade e filantropia.

Entre estes factos, dois merecem destaque porque são  responsáveis pelo poder de persuasão em atrair novos seguidores:

a) _  "Você é médium: preciso desenvolver sua mediunidade."

É isto que repetem milhares de espíritas a pessoas curiosas, oprimidas, doentes ou possessas, que procuram terreiros e centros espíritas em busca de ajuda, ou até em situações como a que vivi. Tive uma experiência pessoal neste tipo de abordagem quando vivi três anos da minha vida no Nordeste do Brasil, mais propriamente em Boa-Viagem, Recife.

 

Um dia, eu estava no meu posto de trabalho, no Shoping Center Recife, na Boutique "Germanos", quando uma senhora que eu nunca vira antes se dirigiu a mim e me disse:

   _ Você tem morada aberta (mediunidade)! Quer desenvolver?

Graças a Deus eu já conhecia a Palavra de Deus e as armadilhas de Satanás! Respondi-lhe prontamente:

  «_ Não. Deus está no controle da minha vida! Só Ele desenvolverá em mim a Sua vontade!» Ela foi embora.

 

Isto  é o que a Bíblia menciona como "o grande laço do passarinheiro" e do qual promete livrar os Seus filhos:

 

"Pois Ele te livrará do laço do passarinheiro e da peste perniciosa". (Salmos 91:3)


b) _ A saudade dos parentes falecidos.


Muitos ficam curiosos ao ouvir dizer que o espírito de um parente falecido "baixou" durante uma sessão espírita e, incorporado  num médium, revelou ter o desejo de conversar com alguns familiares vivos. Há casos de famílias inteiras, movidas pela curiosidade e desconhecimento total do Evangelho de Cristo, que se tornaram praticantes do espiritismo depois de terem recebido um desses "recados do além".

Os mortos não voltam. É o que nos revela a Palavra de Deus. Se os mortos voltassem Deus não teria permitido que na Bíblia fossem registradas as palavras de David em 2 Samuel 12: 22-23:

"Vivendo ainda a criança, jejuei e chorei, porque dizia: quem sabe o Senhor se compadecerá de mim e continuará viva a criança? Porém agora que é morta, porquê jejuaria eu? Poderei eu fazê-la voltar? Eu irei a ela, porém ela não voltará para mim."

 

Se constasse entre os desígnios de Deus a liberdade dos mortos se comunicarem com os vivos e vice-versa, ou a possibilidade de reencarnação, não estaria também registrado na Bíblia:
  

"Aos mortos está ordenado morrerem uma só vez e, vindo depois, o juízo." (Hebreus 9:2 7)

 

Então, se os mortos (espíritos de pessoas que morreram), não voltam... Quem é que baixa nas sessões espíritas e possui os médiuns?

Recebi uma mail de um "espírita" onde ele diz que ressurreição e reencarnação são a mesma coisa... Mas todos sabemos que não é!

Ressuscitar: É voltar da morte no mesmo corpo, como Lázaro, que apesar de se encontrar morto à uns dias, Jesus ressuscitou. E como o próprio Jesus Cristo, que ressuscitou no mesmo corpo, mostrando inclusivé a Tomé as marcas do calvário.

Reencarnar: é o espírito de alguém que morreu, regressar num outro corpo... E isto não faz parte da doutrina de Jesus Cristo! Nem da Bíblia Sagrada e dos ensinos do Velho Testamento!

Continua:

  

 

 

O Diabo não existe? Jesus mentiu?

Quando se refere à não-existência de Satanás e seus anjos (demónios), Kardec explica que eles seriam tão somente espíritos atrasados, impuros, mas que um dia chegarão à perfeição, tornando-se "anjos de luz".

Então, porque é que Jesus Cristo, completamente alheio à descoberta de Kardec, falou tanto sobre o Diabo quando esteve neste mundo? Quatro Evangelistas, afirmam que Jesus disse:

Mateus 25: 41 _ "Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos;"

  

Parece-vos que Jesus disse que o diabo, um dia, seria perfeito? Um anjo de luz? Será que Kardec é mais credível do que o próprio Jesus Cristo, mais os quatro homens que escreveram os Evangelhos e os discípulos que O acompanhavam? Na Bíblia, o apóstolo Paulo avisa que o diabo se "transforma em anjo de luz",  para assim enganar a muitos, tal como tem feito com Kardec e seus seguidores.

 

2 Coríntios 11:13-15 _ "Porque tais falsos apóstolos são obreiros fraudulentos, transfigurando-se em apóstolos de Cristo. E não é maravilha, porque o próprio Satanás se transfigura em anjo de luz. Não é muito, pois, que os seus ministros se transfigurem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras."

 

No "Livro dos Espíritos", questão 131,  fazendo referência a Satanás, Kardec diz:

"evidente que se trata da personificação do mal sob a forma "alegórica"

Será que isto quer dizer que o Diabo ou Príncipe das Trevas, como a ele se refere a Bíblia e o próprio Jesus Cristo, não passaria, segundo Kardec, de uma invenção, de uma fantasia?... Uma "alegoria" à qual Jesus se refere nestes termos:

Mateus cap. 25:41 _ "Então dirá também aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o diabo e seus anjos;"

Lucas cap. 8:11-12 _ "Esta é, pois, a parábola: A semente é a palavra de Deus; e os que estão junto do caminho, estes são os que ouvem; depois vem o diabo, e tira-lhes do coração a palavra, para que não se salvem, crendo;"

João 8:43-44 _  "Por que não entendeis a minha linguagem? Por não poderdes ouvir a minha palavra. Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira."

 

Parece-vos que Jesus achava que o Diabo era uma alegoria? Negar a existência do diabo, significa dizer, segundo Kardec, que todas as expulsões de demónios feitas por Jesus, segundo os Evangelhos, são simples alegorias?

 

Mateus 9: 34 _  "Mas os fariseus diziam: Ele expulsa os demónios pelo príncipe dos demónios."


12:24-25 _ "Mas os fariseus, ouvindo isto, diziam: Este não expulsa os demónios senão por Belzebu, príncipe dos demónios. Jesus, porém, conhecendo os seus pensamentos, disse-lhes: Todo o reino dividido contra si mesmo é devastado; e toda a cidade, ou casa, dividida contra si mesma não subsistirá."


Marcos 3:14-15 _  "E nomeou doze para que estivessem com ele e os mandasse a pregar, e para que tivessem o poder de curar as enfermidades e expulsar os demónios:"

Lucas 10:17  _ "E voltaram os setenta com alegria, dizendo: Senhor, pelo teu nome, até os demónios se nos sujeitam."

  

Setenta mentirosos, segundo Kardec? Alegorias reais a serem expulsos? É mesmo muita alegoria o que os demónios inspiram Kardec a escrever. Estas "alegorias",  segundo Kardec, foram presenciadas por milhares de pessoas para além destes 70. Claro que, tal como nos dias de hoje, cada um opta por acreditar no que acha mais conveniente. Não faz muito tempo que o presidente do Irão negou a existência do Holocausto... Acredita quem quer! Quanto mais tempo se passar sobre o acontecimento, mais fácil se tornará negá-lo... Afinal, já não haverá testemunhas oculares vivas! Mas... Isso não anula o facto de que realmente aconteceu!

É precisamente isto que o diabo e os seus demónios gostam de ouvir. Afinal, com as suas mentiras e com  a sua forma ardilosa de agir, ele também quer ser adorado como Deus. A si cabe-lhe apenas decidir em quem acreditar... Se em Jesus Cristo e na Bíblia Sagrada, ou em Kardec e nos "espíritos" que lhe sopraram aos ouvidos uma doutrina que transforma Jesus Cristo, os apóstolos, os evangelistas e milhares de pessoas que presenciaram os milagres que Ele realizou, que O ouviram e viram, em mentirosos.

 

O Diabo jamais se apresentará a si mesmo como tal! Tentará sempre usurpar o lugar de Deus, fazendo-se passar por Ele, apresentando-se como Cristo:

Mateus 24:23-25 _ "Então, se alguém vos disser: Eis que o Cristo está aqui, ou ali, não lhe deis crédito; porque surgirão falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. Eis que eu vo-lo tenho predito."


Kardec alega ter falado com um Jesus. Esse "Jesus" negou o que o Jesus da Bíblia disse, ensinou doutrinas contrárias ao Senhor das Escrituras e deturpou a verdade, dizendo que, ao contrário do que Jesus Cristo nos ensinou, todos os caminhos vão dar a Deus. Mas, o verdadeiro Jesus Cristo afirmou:

 

João 14:4-6 _ "Mesmo vós sabeis para onde vou, e conheceis o caminho. Disse-lhe Tomé: Senhor, nós não sabemos para onde vais; e como podemos saber o caminho? Disse-lhe Jesus: Eu sou O caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim."

 

Não há outros caminhos, não há atalhos!  Jesus não disse que era UM caminho, Ele foi muito claro! Ele é O caminho, O único caminho para o Pai. Fora d'Ele só há trevas e uma eternidade na companhia do Diabo, no inferno, e sem alegorias. Lá, tudo será terrivelmente real.
 

O Espírita não conhece e não acredita em Jesus Cristo

Os espíritas alegam amar e acreditar em Jesus e seguir a Sua doutrina.

Se isso é verdade, porque é que León Denis, escreveu no  livro "Cristianismo e Espiritismo", na pág. 88,  que cada um é responsável pela sua própria salvação? Ele escreveu:

_ "Cada qual deve resgatar-se a si mesmo, resgatar-se da ignorância e do mal. Nada exterior a nós poderia fazê-lo."

Sendo assim, o espiritismo não reconhece  Jesus Cristo como o Único caminho que nos conduz ao Pai, nem reconhece que Ele morreu na cruz para remissão dos nossos pecados e que Ressuscitou ao terceiro dia! Como tal não prega o "cristianismo", porque sem a ressurreição de Jesus o "cristianismo" não faz sentido algum. Ainda segundo as palavras do próprio Allan Kardec, em que o espiritismo admite ser Jesus o Filho de Deus:

"Digamos que Jesus é Filho de Deus, como todas as criaturas, que ele chama a Deus Pai, como nós aprendemos a tratá-lo de nosso Pai. É o filho bem amado de Deus, porque, tendo alcançado a perfeição, que aproxima de Deus a criatura, possui toda a confiança e toda a perfeição de Deus. Ele se diz Filho Único, não porque seja o único predestinado a desempenhar aquela missão na terra."

   Kardec escreveu isto com inspiração maligna, ditada pelos demónios a quem chama "espíritos". Aqui, mais uma vez, Kardec nega a divindade de Jesus, considerando-o apenas um homem que evoluiu, reencarnando-se muitas vezes e que, mesmo depois de ter atingido a perfeição, pagou um alto preço ao ser condenado à morte na cruz. Ora, segundo a doutrina espírita, sabemos que Ela já não devia ter sofrido mais. Não seria uma grande injustiça de Deus castigar um espírito puro que já havia atingido a perfeição? Como é que a doutrina de Kardec justifica que Ele tenha sido condenado a  pagar um preço tão alto? Porquê? Por ser perfeito?

(Será que todos os que reencarnam até se aperfeiçoar vão ter esta recompensa? Vai ver que é por isso que ninguém melhora... Cada dia vai piorando... Pudera :)

 

Mais sobre Kardec:

É assim que ele define Jesus no livro "A Gênese", Ed. 1949, à página 294:

"... Ele era um médium de Deus."

Isto é Kardec a falar em nome do Espiritismo que ele próprio codificou. Considera Deus um espírito em evolução em busca de perfeição, e por isso necessitado de um médium aqui na terra. Quanta heresia! Deus não nos ensinou assim. Eis aqui uma das revelações bíblicas sobre Jesus, em Atos 4.12:

"E não há salvação em nenhum outro, porque abaixo do céu não existe nenhum outro nome, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos."


Aqui, o Apóstolo Paulo fala sobre Jesus Cristo, autor e consumador da nossa Salvação! Assim, percebemos que o jesus de quem Paulo fala não é o "jesus do espiritismo", porque esse não passou de mais um médium, segundo Kardec.

 Não há, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

O Espírita não conhece e não acredita na Bíblia Sagrada

Os doutrinadores espíritas, fazendo uso de uma linguagem reverente, citam textos bíblicos na ânsia de provar que a doutrina espírita encontra apoio na Bíblia Sagrada, iludindo quem não conhece a Palavra de Deus, fazendo-as acreditar que o espiritismo faz parte do cristianismo. O que é uma grande mentira!

 

No entanto, negam imediatamente que a Bíblia é um livro inspirado por Deus e rotulam-na como velha e ultrapassada, quando alguém cita um, ou alguns dos muitos textos bíblicos que condenam as práticas espíritas e a sua doutrina. Pergunto eu, e acho que todos se deveriam perguntar:

   _ Qual será o objectivo desta tentativa de "usar a Bíblia quando parece conveniente" e de a descredibilizar "quando denuncia"? Será humano, ou espiritual?


Jamais haverá igualdade ou paralelismo entre "doutrinas" brâmanes, hindus, budistas, espíritas e demais correntes, frutos da criação da limitada mente humana, com as revelações contidas nas palavras do próprio Deus, Único e Verdadeiro, através da Bíblia.

Sabemos porém, que existem espíritas sinceros que, entregues inocentemente a essas práticas, supõem estar a obedecer à vontade de Deus e a observar os seus mandamentos, quando, na realidade, estão a negar o próprio Deus e desprezar o Seu amor, a Sua Misericórdia e a Sua Maravilhosa Graça. São pessoas enganadas e iludidas, pois supõem que, durante todo o seu trabalho como codificador do espiritismo Kardec respeitou a autoridade da Bíblia como a expressão da Palavra de Deus, o que de facto não aconteceu. Eis o que escreveram e ainda hoje pregam as expressões máximas do espiritismo:

 

1_ Página 87 do livro "A Gênese", diz Kardec:
"A Bíblia, evidentemente, encerra fatos que a razão, desenvolvida pela ciência, não poderia hoje aceitar e outros que parecem estranhos e derivam de costumes que já não são nossos." 

2_ Página 308 do livro "Obras Póstumas", Kardec ainda ratifica:
"O espiritismo é a única tradição verdadeiramente cristã e a única verdadeiramente divina e humana."

 

Estas afirmações muito para além de serem uma grande heresia, são uma afronta a Deus! Como podem ser verdade, se o espiritismo nega a inspiração das Sagradas Escrituras, a Santíssima Trindade, a Divindade de Jesus como Filho Único de Deus, a possibilidade de perdão dos pecados, a existência de Céu e Inferno, o juízo Final, a Ressurreição e outras verdades bíblicas?

Para as pessoas incrédulas, que não conhecem as Escrituras, é "mais fácil" tornarem-se espíritas, pois o espiritismo torna as coisas mais fáceis e cómodas ao ensinar que Deus não criou o homem à sua imagem, mas sim uma multidão de espíritos atrasados, imperfeitos e necessitados de "evolução" (teoria de Darwin) e não de Salvação (Graça de Deus), negando assim o texto bíblico do livro de Génesis 1:27 e o sacrifício  de Jesus Cristo na cruz do Calvário como redentor. Através da "reencarnação" (que não existe),o espiritismo mostra uma estrada repleta de chances para todos se aperfeiçoarem e "apagarem" as más acções cometidas em existências anteriores".  Sobre esta mentira, a Bíblia diz:

"O deus deste século (Satanás) cegou o entendimento dos incrédulos, para que não lhes resplandeça a Luz do Evangelho da Glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus." (2 Coríntios 4: 4)

3 _  No livro "O Evangelho Segundo o Espiritismo", Kardec, depois de declarar que os dez mandamentos são de carácter divino por pertencerem a todos os tempos e países - e só por este motivo seriam divinos! - nega a inspiração divina do Pentateuco, afirmando sobre o restante dos escritos mosaicos: "Todas as outras leis que Moisés decretou, obrigado que seria a conter, pelo temor, um povo, em seu natural, turbulento e indisciplinado só a idéia de um Deus terrível para impressionar criaturas ignorantes [...]" (FEB, edição de 1979, págs. 56 e 57)

Será que as opiniões blasfemas e irreverentes de Allan Kardec sobre a Bíblia nos levam  a acreditar que ele realmente acreditava em Deus? Eu respondo que não.

4 _ Também no livro "A Gênese", pág. 386, Kardec ataca também os evangelistas (escritores dos Evangelhos), afirmando que eles "ter-se-ão possivelmente enganado, quanto ao sentido das palavras de Jesus, ou dado interpretação falsa aos seus pensamentos... "

5 _  No livro "À Margem do Espiritismo" (FEB, 3ª edição, 1981, pág. 214), do espírita Carlos Imbassahy, fundador da corrente Paganizante, do Kardecismo, lemos:

"Nem a Bíblia prova coisa nenhuma, nem temos a Bíblia como probante. O espiritismo não é um ramo do cristianismo como as demais seitas cristãs. Não aceita os seus princípios nas Escrituras. Não rodopia junto à Bíblia. A discussão, no terreno em que se acha, seria ótima com católicos, visto como católicos e protestantes baseiam seus ensinamentos nas escrituras. Mas a nossa base é o ensino dos espíritos, daí o nome espiritismo."

   Este é um espírita autêntico, pois tem consciência do seu paganismo, do seu ateísmo, e assim assume a sua postura, que é a verdadeira postura de todo o espírita contrária a todo e qualquer ensinamento Bíblico, pois ignora o poder de Deus e a sua infinita misericórdia.

Na França, León Denis, sucessor de Kardec na continuação e divulgação das suas idéias, escreveu vários livros, dentre eles, o "Cristianismo e Espiritismo" muito lido e apreciado pelos espíritas. De salientar que este doutrinador espírita francês, recebeu por suas publicações,  o título de "o filósofo inconfundível do espiritismo".

Eis o que ele escreveu em "Cristianismo e Espiritismo"  na 5ª edição, pág. 130:

"A Bíblia não pode ser considerada produto da inspiração divina." Ela é "de origem puramente humana, semeada de ficções e alegorias, sob as quais o pensamento filosófico se dissimula e desaparece ao mais das vezes."


6 _  Eis o que foi publicado pela FEB - Federação Espírita Brasileira - através do seu órgão oficial "O Reformador" no fascículo de janeiro de 1953, na página 13, sobre a Bíblia:

"Do Velho Testamento, já nos é recomendado somente o Decálogo, e do Novo Testamento apenas a moral de Jesus; já consideramos de valor secundário, ou revogado e sem valor algum, mais de 90% do texto da Bíblia."

 

É esta a seita que muitos doutrinadores  apelidam de cristã, a qual seria "simplesmente a volta ao cristianismo primitivo , sob as mais precisas formas", conforme afirmaram Kardec e vários dos seus continuadores? Os espíritas deveriam ter consciência de que a Bíblia não é um simples livro repleto de curiosidades e factos históricos. Ela é a Palavra de Deus. A verdade nela contida permanecerá como o firmamento do céu, como se expressou o salmista no Salmo 119: 151-152:

"Tu estás perto, ó Senhor, e todos os teus mandamentos são a verdade. Para sempre, ó Senhor, está firmada a Tua Palavra no Céu."

 

Os espíritas deviam  saber que "toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correcção, para a educação na justiça." (2 Timóteo 3:16). São injustas, enganosas e inspiradas por Satanás as afirmações que põem em dúvida a inspiração divina da Palavra de Deus:

"porque nunca jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana, entretanto homens falaram da parte de Deus movidos pelo Espírito Santo." (2Pedro 1: 21) 

 

Será que perante estes factos, você, que ainda não se deixou "apanhar" nesta rede de mentiras, acredita que o espiritismo tem alguma réstia de Cristianismo? Lembre-se que, enquanto não chegarmos ao nosso destino final nesta vida, podemos sempre entrar na rota certa, com as ferramentas certas, fazendo as escolhas certas ao longo do caminho!

  Fuja do espiritsimo e volte-se para Cristo!

Caridade? Ou falta dela?

   A evidência da Fé está certamente manifestada na caridade (Gálatas 5: 6).

 

Muito se fala da caridade (ou da falta dela), mas ignora-se que a verdadeira caridade, ou amor, só é genuína quando parte da Fé. Se não houver fé na nossa vida, como esperar encontrar caridade nas nossas acções?

Porque a caridade não é filantropia, retórica ou simples voluntariedade a favor do próximo. Ao falarmos em testemunho do Evangelho para com os outros, tal só fará sentido se for o testemunho da Fé de Jesus em nós, ou seja, do despojamento absoluto do ego para que outros homens e mulheres vejam em nós a dedicação que conforta, anima e responde às suas necessecidades.

E destas, a necessidade maior é a da alma carente de salvação. O homem natural pode manifestar ternura, carinho, afeição, compreensão, até mesmo um certo nível de amor (filial, paternal, fraternal, etc.). Mas o Amor que opera a partir da Fé é tudo aquilo, sim, mas muito mais. Fala-nos de abdicação, de renúncia, de abnegação (a negação de nós mesmos). Enquanto tal não se verificar nas nossas vidas, devemos questionar a intensidade da nossa fé no Senhor, buscando-O em oração tal como os apóstolos em Lucas 17: 5: "Precisamos de ter mais fé; ensina-nos a alcançá-la"; ou como aquele pai do menino lunático em Marcos 9: 24: "Fé tenho eu, ajuda-me a ter mais!".

 

Quer os apóstolos quer o citado homem criam, mas perceberam a falta em si mesmos da "fé que se traduz por actos realizados com o Amor do Senhor em nós" (Gálatas 5: 6). Outros chamar-lhe-ão a "fé vitoriosa", aquela mesma que Jesus falou no episódio citado em Marcos 9, no versículo 23: "tudo é possível quando se tem fé".

 

A obediência a Deus é uma evidência da Fé. Citando Isaías, Paulo escreveu aos Romanos (10: 16): "Senhor, quem acreditou quando lhes falei?". E explicou, pelo Espírito Santo, "Mas nem todos responderam (obedeceram) a essa voz das Boas Novas". Não apenas a obediência da conversão dos pecados a Deus, mas aquela de quem se esforça para fazer tudo conforme a Sua santa vontade. "Todo aquele  cujo pai é Deus escuta com alegria (para obedecer) as palavras que vêm de Deus", disse Jesus em João 8: 47 e, antes, já declarara aos "muitos dos dirigentes judaicos... que começaram a acreditar que Ele era o Messias, o Enviado de Deus: Serão verdadeiramente meus discípulos se viverem como vos mando", João 8: 30-32.

 

As citações bíblicas correspondentes à obediência como definição da Fé são inúmeras. Noé, por exemplo, não foi apenas um "pregoeiro da justiça", mas um praticante real da mesma, o que nos leva a perceber que não há lugar na Igreja de Jesus Cristo para "cristãos  não-praticantes", como em certos estudos estatísticos por vezes se lê... Que o Senhor nos conceda a Fé tornada notória também pela obediência, sem a qual não temos condições para O servir. "Agora obedeceram de todo o vosso coração ao ensinamento que Deus vos entregou, e encontram-se livres do vosso antigo senhor, o pecado, mas sujeitos a um novo domínio, o da justiça" (Romanos 6: 17-18). É que o Evangelho "é anunciado por toda a parte, para que toda a gente tenha acesso à fé em Cristo e lhE obedeça" (Romanos 16: 26).

 

A Fé também é uma evidência quando os que a têm são pessoas tranquilas e  esclarecidas, de mentes iluminadas não por qualquer "visão" ou "luz" de origem apócrifa, mas porque crêem n'Aquele que é a "Pedra de Tropeço" e a "Rocha de Escândalo"_ Jesus Cristo. "Pus uma rocha no caminho dos judeus, e muitos tropeçarão nela (isto é: em Jesus). Mas todos os que crerem nela não serão iludidos" (Romanos 9: 30-33) _ citando Isaías 28: 16 onde a tradução de Almeida usa a expressão "quem crê não se apresse" _ o que nos dá a perfeita nocão do crente tranquilo e esclarecido, porque não está iludido.

Num mundo pós-moderno, como alguns designam a sociedade moderna, que adoptou para si mesmo a dúvida sistemática, em verdadeira confusão, a evidência da Fé parece obsoleta. Porém, o contraste entre aquele que a possui e o que não a tem é notório. "Os que confiam no Senhor serão como o Monte de Sião, que não se abala, mas permanece para sempre." (Salmos 125:1)

  

Em sentido contrário, Isaías torna inequívoca a situação dos que permanecem incrédulos: "Mas os ímpios são como o mar bravo, que não se pode aquietar, e cujas águas lançam de si lama e lodo. Os ímpios, diz o meu Deus, não têm paz" (Isaías 57: 20-21).

 

A razão de ser do que acima fica dito firma-se no facto de, na Fé, haver a paz que resulta da obra de Cristo no Calvário, reconciliando, pelo Seu sangue, o homem com Deus. Ora, esta paz só pode reforçar e suportar uma Fé que se afirma na "esperança da justiça" esperada (Gálatas 5: 5), na "coroa de justiça" que temos guardada porque mostramos que somos "estimulados pela esperaça da segunda vinda de Cristo" (2 Timóteo 4: 8). Quem tem uma Fé assim, embora viva num mundo de sofrimento e de angustiantes vivências de milhões de seres humanos, não pode deixar de ser um crente lúcido e esperançoso. Não aguardando respostas da sociedade dos homens, antes propondo a essa sociedade a solução perfeita para todas as dores e para a dúvida existencial: 

"Conhecerão a verdade, e a verdade vos tornará livres" (João 8: 32), disse Jesus "Se viverem como eu vos mando", é a premissa do crente que exterioriza a sua fé na vida que vive.

 

Quando se "anda em Espírito" não é possível deixar de evidenciar a Fé pelo "fruto do Espírito: "caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança" são facetas várias de um mesmo fruto, as quais é impossível serem ocultadas.

 

A Fé vê-se, não se diz apenas que se tem. A tragédia da religiosidade invasora de muitas igrejas está aí _ São depositárias de um tesouro guardado a sete chaves, mas inútil! Por essa razão muitos permanecem sem ver a luz do Evangelho pela vida dos membros dessas igrejas, com consequências fatais para a eternidade. Definitivamente, a Fé desqualifica a justiça do homem, a falsa religião, para salientar como insubstituível a justiça de Deus em cada pecador convertido a Ele (Filipenses 3: 9).

Também põe em destaque a pessoa de Jesus, o Justo, sendo Ele o único justificador do que n'Ele confia de todo o coração. Sendo que a Fé na vida de cada um está a ser posta à prova a cada momento, por lutas e adversidades de vária ordem, ela produz um conjunto de qualidades essenciais para a sua manutenção _ "a tribulação que produz a paciência, esta a experiência, que por sua vez gera a esperança que não traz confusão" (Romanos 5: 3-5; Tiago 1: 3).

"Sendo assim esforcem-se por acrescentar à vossa fé o poder duma vida virtuosa. E além disso ainda, aumentar o vosso conhecimento das coisas espirituais. Depois ainda aprendam o que é o domínio dos vossos desejos naturais, o que vos fará perseverantes, e ainda espiritualmente dignos. E isso tornará então possível a afeição fraterna, vindo ainda a aumentar até os nossos profundos sentimentos para com as pessoas, e mostrar-lhes o amor de Deus" (2 Pedro 1: 5).

 

Desse conjunto vasto de efeitos da Fé há alguns que se revelam de aplicação ainda mais prática, dos quais passo a enumerar:

 

1. a compreensão de qual é a vontade de Deus para as nossas vidas (1 João 5: 14-15) _ essencial contra os enganos dos nossos próprios pensamentos e lógicas de procedimento esteriotipadas;

 

2. as orações a Deus-Pai, e apenas a Ele, só fazem sentido com Fé, mas esta não é sem o acerto dos padrões bíblicos relacionais. As respostas às orações a um Deus de perdão só as recebemos conforme Marcos 11: 22-26, e na confiança descrita em Hebreus 4: 16 e 0: 19-23;

 

3. a Fé concede capacidade para vencer o mundo, isto é, reagir determinadamente contra a impiedade crescente à medida que os últimos tempos se completam. Todo o universo de práticas hostis à santidade de Deus, que impede o homem de ter comunhão com Ele, de a Ele aceder por muitas orações que faça, é claramente o mundo de que nos temos que guardar (1 João 5: 4-5).

 

Pela Fé, nada do que o Senhor considera essencial para a nossa vida nos faltará ("O Senhor é o meu Pastor", Salmo 23). Nem que seja apenas a graça ("a minha graça te basta", ouviu Paulo).

Os montes serão afastados da nossa vida pela Fé, se Ele entender que nos são prejudiciais. Afinal, "a obra da Fé" será cumprida em nós pelo próprio Senhor, se a tanto estivermos determinados com humildade e perseverança (2 Tessalonicenses 1: 11-12). E isso é o "segredo" de uma Igreja contra a qual "as portas do inferno não prevalecerão".

Sem Fé é impossível agradar a Deus (Hebreus 11: 6), é impossível viver em santificação, adorar, louvar, glorificar e servir ao Senhor (por esta ordem), propósito essencial da Sua Igreja, que Jesus "ganhou para Si" com o Seu sangue, "preço de redenção". 

 

 

:       

O que o espiritismo ignora

 A Bíblia diz que o sangue de Cristo nos purifica de todo pecado e que o Espírito Santo nos ensina toda a verdade. O espiritismo, ignora tudo isso, reduz toda a expiação realizada por Jesus Cristo à obra dos "espíritos" - os espíritos dos mortos, que nos orientam e aconselham, e o espírito de Cristo, que, tendo alcançado um nível superior, não obstante se encarnou para servir como exemplo. Sobre a graça [favor imerecido], Kardec diz:

 

"... se fosse um dom de Deus, não daria merecimento a quem a possuísse. O espiritismo é mais explícito, porque ensina que quem a possui a adquiriu pelos próprios esforços em suas sucessivas existências, emancipando-se pouco a pouco das suas imperfeições." (Allan Kardec, O Evangelho Segundo o Espiritismo, Introdução, IV, XVII)

 

Que contradição com as Escrituras que ensinam que Deus não nos salva com base em quaisquer méritos pessoais nossos, mas unicamente por Sua graça:

"Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus; sendo justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus." (Romanos 3:23 e 24)

O ensino espírita segundo o qual "fora da caridade não há salvação", atribui a salvação à prática de boas obras. Entretanto, as boas obras não salvam, nem ajudam ninguém a salvar-se. Paulo afirma em Efésios:

"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie; porque somos feitura Sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas." (Efésios 2:8-10).

 

Portanto, não somos salvos pelas obras, mas sim para as boas obras.

As boas obras são o resultado da nossa fé em Jesus Cristo. Quando nos tornamos novas criaturas, mediante a fé nEle, abandonamos as práticas más e voltamos-nos para a prática do bem.

 

"Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo." (2Coríntios 5:17)

 

Sendo assim, as boas obras são a manifestação do amor que a pessoa tem em si depois de receber Jesus Cristo como Senhor e salvador. A Bíblia mostra-nos claramente que todo o problema do homem é motivado pelo pecado, porque "todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Romanos 3:23). Deus ama os pecadores, mas abomina  o pecado que separa que as separa d'Ele:

"Eis que a mão do SENHOR não está encolhida, para que não possa salvar; nem agrafado o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça." (Isaías 59:1 e 2)

 

Não há nada que o homem, por si só, possa  fazer para alcançar a justificação diante de Deus. O sofrimento e as boas obras, como apregoa o espiritismo, jamais serão suficientes para vencer a distância que nos separa de Deus, pois, como expressou o profeta Isaías:

 

"... todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades como um vento nos arrebatam." (Isaías 64:6)


O estado do homem é profundamente desesperador, porém, não é irremediável porque, na Sua infinita misericórdia e amor, Deus:

 

"amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna." (João 3:16)

Jesus Cristo veio ao mundo com o objectivo específico de dar a sua vida em resgate de muitos (Marcos 10:45) 

Jesus Cristo ofereceu-se a Si mesmo a Deus pelos nossos pecados, um justo, o único justo, por todos os pecadores que se arrependam e creiam para que possam obter a salvação:

 

"Porque também Cristo padeceu uma vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; mortificado, na verdade, na carne, mas vivificado pelo Espírito;" (1Pedro 3:18).

"Levando ele mesmo em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, para que, mortos para os pecados, pudéssemos viver para a justiça; e pelas suas feridas fostes sarados." (1Pedro 2:24)

 

Que grande contradiçao em relação ao que ensina o espiritismo! Vejamos o que escreveu Allan Kardec para negar o valor do sacrifício de Cristo em nosso lugar:

"Não; a missão do Cristo não era resgatar com o seu sangue os crimes da humanidade. O sangue, mesmo de um Deus, não seria capaz de resgatar ninguém. Cada qual deve resgatar-se a si mesmo, resgatar-se da ignorância e do mal. Nada de exterior a nós poderia fazê-lo. É o que os espíritos, aos milhares afirmam em todos os pontos do mundo".

 

Percebe-se aqui uma contundente tentativa de negar o valor da obra expiatória de Cristo na cruz. Ao dizer que o sangue, "mesmo de um Deus", não poderia resgatar ninguém, Kardec está implicitamente, mais uma vez, a negar a divindade de Jesus, a qual, como vimos, é afirmada pelas Escrituras.


O conceito espírita de salvação é aquele que a Bíblia chama de "outro evangelho". Ele é tão contrário ao caminho da salvação de Deus que as Escrituras Sagradas o colocam sob maldição divina:

 

"Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho; O qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo. Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema." (Gálatas 1:6 a 8).


A salvação vem unicamente pela graça (favor imerecido) de Deus, e não por qualquer coisa que a pessoa possa fazer para ganhar o favor de Deus, ou pela sua rectidão pessoal.

 

"Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie". (Efésios 2:8 e 9).

A Bíblia segundo o  Espiritismo

O espiritismo nega textualmente a inspiração divina da Bíblia e ensina que o registo bíblico não deve ser tomado literalmente. Eis o que Kardec diz a respeito das Escrituras:

"A Bíblia contém evidentemente narrativas que a razão desenvolvida pela ciência, não poderia aceitar hoje em dia; igualmente, contém fatos que parecem estranhos e repugnantes, porque se ligam a costumes que não são adotados... A ciência, levando suas investigações até a entranhas da terra, e à profundeza dos céus, tem pois demonstrado de modo irrecusável os erros da Gênese mosaica tomada à letra, e a impossibilidade material de que as coisas se hajam passado tal com estão relatadas textualmente... Incontestavelmente, Deus, que é todo verdade, não pode induzir os homens ao erro, nem consciente, nem inconscientemente, pois então não seria Deus. E, pois, se os fatos contradizem as palavras que a ele são atribuídas, necessário se torna concluir, logicamente, que ele não as pronunciou, ou que elas foram tomadas em sentido diverso... Acerca desse ponto capital, ela [a ciência] pôde, pois, completar a Gênese e Moisés, e retificar suas partes defeituosas." (Allan Kardec, A Gênese, IV, 6, 7, 8 e 11).

Leon Denis, outra autoridade do espiritismo, expressa-se assim sobre o valor da Bíblia:

":.. não poderia a Bíblia ser considerada "a palavra de Deus" nem uma revelação sobrenatural. O que se deve nela ver é uma compilação de narrativas históricas ou legendárias, de ensinamentos sublimes, de par com pormenores às vezes triviais". (Léon Denis, Cristianismo e Espiritismo, FEB, São Paulo, s.d., 7a. ed., pág. 267).

Assim, o espiritismo, através das suas maiores autoridades, nega a revelação divina encontrada nas Escrituras, relegando-as ao nível de uma mera compilação de factos históricos e lendários. É curioso, entretanto, que dizendo-se cristão, o espiritismo frequentemente lance mão das Escrituras, citando-as em  profusão quando lhes parece conveniente. Isto significa que, para os espíritas, não faz diferença se a Bíblia é ou não a Palavra de Deus - desde que a possam usar quando desejam dar à sua crença uma aparência cristã, ou seja, citando passagens isoladas que parecem dar apoio às teorias espíritas. Porém, quando o ensino claro das Escrituras refuta essas mesmas teorias, os espíritas dizem que elas não são a Palavra de Deus pela qual devemos testar o que cremos e vivemos.  Portanto, o espiritismo não é uma religião cristã, pois nega a inspiração do Livro que é a regra de fé e prática do cristianismo, assim como os seus ensinos. Com isto concorda o escritor espírita Carlos Imbassy, quando escreveu:

"O espiritismo não é um ramo do Cristianismo como as demais seitas cristãs. Não assenta seus princípios nas Escrituras... a nossa base é o ensino dos espíritos, daí o nome - Espiritismo." (Carlos Imbassy, À Margem do Espiritismo, p. 126)

Conclusão

Diante das evidências da Palavra de Deus, sigamos os seus ensinos, pois ela, positiva e enfáticamente, condena o espiritismo e denuncia-o como doutrina satânica em todas as suas formas, tanto antigas como modernas. Não podería concluir este trabalho, sem vos informar a verdadeira identidade dos espíritos do espiritismo.

Não restam dúvidas que são seres espirituais que fazem as suas aparições e que manifestam seus poderes nas sessões espíritas. O que desejamos saber é quem são esses seres desencarnados, que vêm ao nosso mundo por convite especial ou invocação dos médiuns. Será que os mortos podem comunicar com os vivos?


Para responder a esta e a outras perguntas, apenas as Sagradas Escrituras, a revelação máxima da vontade de Deus, podem esclarecer-nos com autoridade, dando-nos a verdadeira e plena satisfação de ter encontrado a verdadeira resposta.
Gostaria que você lesse no evangelho de Jesus Cristo, segundo Lucas, a parábola do rico e Lázaro, que se encontra no capitulo 16, versículos de 19 a 31.

 

Nesta passagem vemos claramente que os mortos não podem, e não tem permissão, para se comunicarem com os vivos. Enfatizamos o versículo 26:

"E, além disso, está posto um grande abismo entre nós (vivos) e vós (mortos), de sorte que os que quisessem passar daqui para vós não poderiam, nem tampouco os de lá passar para cá." (Lucas 16:26)

 

Não encontramos em nenhum lugar das Escrituras um único indício de que o homem, no seu estado actual, possa ter qualquer tipo de relação com os espíritos dos mortos.

Pelo contrário, como vimos: o Senhor tem as chaves da morte e do inferno (Apocalipse 1:18) e só Ele tem poder para fazer sair dali os espíritos, o que fará em duas únicas ocasiões, ou seja, na primeira ressurreição para os santos (1 Tessalonicenses 4:16) e na ressurreição do juízo para os perversos (João 5:29). Enquanto aguardamos esse evento, o espírito dos crentes que já morreram está com o Senhor, "ausente deste corpo e presente com o Senhor" (2 Coríntios 5:8); eles partiram para estar com Cristo (Filipenses 1:23), mas os espíritos dos perversos estão "em prisão" (I Pedro 3:19), motivo pelo qual não têm a liberdade de sair quando são "chamados".

Se não resta dúvida que no espiritismo se entra em contacto com poderes sobrenaturais, com espíritos e forças extra-humanas, capazes de manifestações surpreendentes, e se esses espíritos, segundo os ensinos das Escrituras, não pertencem aos mortos, então, quem são eles? Qual é a sua história? Qual é a sua missão? Onde habitam? Quem são eles?

A Bíblia fala-nos de seres espirituais, invisíveis aos homens, que algumas vezes se materializam e exercem poderes sobrenaturais. Tais forças espirituais compõem-se de duas classes: a de seres bons, chamados  anjos, a quem Deus usa para protecção e auxílio ao homem; e a de seres maus, que se tornaram assim porque, voluntariamente, se afastaram do plano original de Deus e tomaram parte num movimento de rebelião contra o governo de Deus. Os anjos são seres espirituais criados por Deus, conforme está escrito:

 

"Porque nele foram criadas todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, sejam tronos, sejam dominações, sejam principados, sejam potestades. Tudo foi criado por ele e para ele." (Colossenses 1:16)

 

As Escrituras afirmam que os anjos são uma ordem de seres mais elevada do que os homens. Qual é a sua missão? 

Se os espíritos não são dos mortos que partiram, podem ser os anjos do Senhor?

A resposta é definitivamente Não, pela simples razão de que os espíritos que aparecem nas sessões são impostores. Afirmam ser os espíritos de seres humanos mortos, e  dizendo isto proferem uma mentira. Consequentemente, não podem ser anjos de Deus. Os anjos, tal como Deus, não mentem. O próprio espiritismo admite que alguns espíritos são mentirosos. Allan Kardec assevera que:

 

"os espíritos enganadores não tem escrúpulos em se abrigarem sob nomes que tomam emprestado, para fazerem aceitar suas utopias". (O Evangelho Segundo o Espiritismo, IDE, Introdução II, p. 12)

 

Mais adiante ele diz-nos:

 

"O espiritismo vem revelar uma outra categoria bem mais perigosa de falsos Cristos e de falsos profetas, que se encontram, não entre os homens, mas entre os desencarnados: a dos espíritos enganadores, hipócritas, orgulhosos e pseudo-sábios que da Terra, passaram para a erradicidade, e se adornam com nomes veneráveis para procurar, graças à máscara com a qual se cobrem, recomendar idéias, freqüentemente, as mais bizarras e as mais absurdas." (Idem, cáp. XXI, pág. 261).

 

Segundo as Escrituras, não só alguns espíritos são mentirosos, como afirma Kardec, mas todos o são, porque são filhos da mentira (o pai da mentira é Satanás) e fazem-se passar por quem não são. A única coisa que nos resta é identificar tais espíritos com as potências do mal, às quais Paulo chama "hostes espirituais da maldade".

Mas, de onde vêm? Quem as criou? Pode um Deus perfeito e perfeitamente bom criar seres vis e enganadores?

 

Deus jamais criou o diabo ou os demónios. Ele criou seres perfeitos e bons, com o poder de escolher livremente:


"Tu eras o querubim, ungido para cobrir, e te estabeleci; no monte santo de Deus estavas, no meio das pedras afogueadas andavas. Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniqüidade em ti. [...] Elevou-se o teu coração por causa da tua formosura, corrompeste a tua sabedoria por causa do teu resplendor; por terra te lancei, diante dos reis te pus, para que olhem para ti." (Ezequiel 28:14-15,17)

 

Deus criou um ser de exaltada beleza, de absoluta perfeição, de maravilhoso poder. Mas a inveja, o orgulho e a ambição egoísta corromperam a sua santidade. O relato bíblico diz-nos que o homem foi criado "à Sua imagem, conforme a sua semelhança" (de Deus ) Ver Génesis 1:26-27. Deus deu livre arbítrio ao homem. Ou seja, a capacidade de resolver e de decidir que depende só da vontade. Na sua queda, o diabo, satanás, a antiga serpente, aquele que fora Lúcifer (filho da alva), arrastou a terça parte dos anjos com ele: 

 

"E a sua cauda levou após si a terça parte das estrelas do céu, e lançou-as sobre a terra; e o dragão parou diante da mulher que havia de dar à luz, para que, dando ela à luz, lhe tragasse o filho." (Apocalipse 12:4)

 

São eles que estão por trás do espiritismo, o diabo e seus anjos caídos! O diabo conhece a Palavra de Deus (está escrito!), e como tal menciona-a, deturpa-a e leva as pessoas a pensar que estão a fazer algo que vem de Deus, quando, na verdade, servem ao inimigo das suas almas, cujo único objectivo é desviá-los de Jesus Cristo! Em João 8: 4, Jesus Cristo disse: "Todo aquele cujo Pai é Deus escuta com alegria as palavras que de Deus vêm..." 

 

Mentiras do blog esferafeminina na "verdade espírita" de Maria Helena Castro

 

Domingo, 4 de Outubro de 2009
Comunicações de Espíritos e Materialização na Bíblia

 

 Ora então vamos lá, mais uma vez, mostrar a falácia destes textos, deturpados para servirem a doutrina Espírita. Textos retirados de um Livro que desprezam, não conhecem, mas que insistem em utilizar. Pior... O que levará os espíritas a insistir na utilização da Bíblia para dar credibilidade a uma doutrina que a tanta ridicularizar?
Só pode ser mesmo para tentar fazer passar a ideia de que o espiritismo tem alguma coisa de Cristianismo, mas, como poderemos conferir na Bíblia... Não tem!
 
Diz o texto espírita: O ministério dos anjos, esse ministério divino, a que o apóstolo Paulo se referiu tantas vezes, é exercido através da mediunidade.
 
   Não posso dizer que este parágrafo não tem alguma verdade. Os demónios são anjos caídos, logo, como são estes que aparecem nas sessões espíritas isto pode considerar-se verdade. Já no que diz respeito a Paulo, certamente ele não tem nada a ver com isto, porque, em Actos dos apóstolos, capítulo 16:16-18, ele expulsou o demónio [espírito de adivinhação] que até dizia a verdade de uma jovem:
 
"E aconteceu que, indo nós à oração, nos saiu ao encontro uma jovem, que tinha espírito de adivinhação, a qual, adivinhando, dava grande lucro aos seus senhores. Esta, seguindo a Paulo e a nós, clamava, dizendo: Estes homens, que nos anunciam o caminho da salvação, são servos do Deus Altíssimo. E isto fez ela por muitos dias. Mas Paulo, perturbado, voltou-se e disse ao espírito: Em nome de Jesus Cristo, te mando que saias dela. E na mesma hora saiu."

Isto era o que Paulo fazia com os médiuns. Expulsava os demónios que os possuíam.

O texto espírita prossegue: A própria Bíblia nos relata uma infinidade de comunicações mediúnicas. Veja-se, por exemplo, as palavras do rei Samuel, em Provérbios, 31:1-9, que, segundo o texto bíblico, são " a profecia com que lhe ensinou sua mãe". Temos ali uma comunicação espírita 
 
 
Ali, onde? São eles a dar-lhe e a burra a fugir.
Isto até teria graça, se não demonstrasse a profunda ignorância e a a cegueira espiritual do autor destas suposições. Se Samuel tivesse alguma coisa a ver com o Livro de Provérbios, mas não! O Livro de provérbios foi escrito por Salomão para os homens jovens. Mas, como se não bastasse a ignorância acerca de Provérbios e de Lemuel, confundiram o nome do personagem que esta passagem refere com o do profeta,  "mataram"a mãe do Rei Lemuel, e atribuíram a Samuel o título de rei que este nunca teve. Leiamos o capítulo 31 de Provérbios, versículos 1-9.
 
"Palavras do rei Lemuel, a profecia que lhe ensinou a sua mãe. Como, filho meu? e como, filho do meu ventre? e como, filho dos meus votos? Não dês às mulheres a tua força, nem os teus caminhos ao que destrói os reis. Não é próprio dos reis, ó Lemuel, não é próprio dos reis beber vinho, nem dos príncipes o desejar bebida forte; para que bebendo, se esqueçam da lei, e pervertam o direito de todos os aflitos. Dai bebida forte ao que está prestes a perecer, e o vinho aos amargurados de espírito. Que beba, e esqueça da sua pobreza, e da sua miséria não se lembre mais. Abre a tua boca a favor do mudo, pela causa de todos que são designados à destruição. Abre a tua boca; julga rectamente; e faze justiça aos pobres e aos necessitados."
 
 
OK! Eu reconheço que o nome é parecido, mas trata-se de Le-muel, e não de Sa-muel.
E já agora... onde é que se diz que a mãe de Lemuel estava morta quando ensinou a profecia ao seu filho? O que o autor de Provérbios diz é que ela  ensinou uma profecia ao seu filho, nada mais. Não é mencionada qualquer morte no texto... Eu, todos os dias ensino ao meu filho as profecias Bíblicas!
 
Outra coisa, Samuel nunca foi Rei?? Samuel foi o último dos juízes e o primeiro dos profetas. Homem de profunda piedade e discernimento, espiritual, dedicava-se totalmente à realização dos propósitos de Deus para o bem de Israel. Embora não descendesse da linha genealógica de Arão, sucedeu a Eli no cargo sacerdotal. Ao que parece, foi o primeiro a estabelecer uma instituição para o preparo dos jovens que desejavam abraçar a vocação profética. Viu-se na contingência de guiar a Israel em algumas das mais profundas crises de sua história. Deus nunca pretendeu que Israel tivesse outro rei além dele. Mas o povo começou a olhar para os outros povos e a desejar um rei. É nisto que dá não conhecer a Bíblia Sagrada e usá-la paracredibilizar a mentira. São gralhas atrás de gralhas... Ou serão mentiras propositadas?
 
O texto espírita prossegue: (a mãe de Lemuel) não (apareceu) em forma de anjo, mas na sua própria forma humana, aparece ao Rei e lhe dita a mensagem.
 
Pudera! Estava viva! Queriam que aparecesse em forma de quê? Acho que o texto é demasiado claro. para perder mais tempo com ele.

A Bíblia condenou essa comunicação? Pelo contrário, aprovou-a e transcreveu-a. 
 
Como não houve nenhuma comunicação com mortos, mas sim entre vivos... Não. Claro que não! Claro que a transcreveu! A que propósito não transcreveria as palavras sábias que uma mãe transmitiu ao seu filho em vida? 
 
Os espíritas insistem: Em Números 11:23-25, temos a descrição de dois factos mediúnicos valiosos.
 
Valiosos são todos os textos, factos e ensinos Bíblicos! Mediúnicos... Nenhum!
Primeiro, o Senhor fala a Moisés.
 
"E disse o SENHOR a Moisés: Ajunta-me setenta homens dos anciãos de Israel, que sabes serem anciãos do povo e seus oficiais; e os trarás perante a tenda da congregação, e ali estejam contigo. Então eu descerei e ali falarei contigo, e tirarei do espírito que está sobre ti, e o porei sobre eles; e contigo levarão a carga do povo, para que tu não a leves sozinho. (Números 11:16-17)
 
Tirar do espírito que está sobre Moisés? Poderá o espírito de alguém que já partiu, ou que está vivo, ser dividido... Só o  Deus podar porção do Seu Espírito a quem quer e dividi-Lo por quem lhe apraz! Mas, prossigamos:
 
 
"Porém, o SENHOR disse a Moisés: Teria sido encurtada a mão do SENHOR? Agora verás se a minha palavra se há de cumprir ou não. E saiu Moisés, e falou as palavras do SENHOR ao povo, e ajuntou setenta homens dos anciãos do povo e os pós ao redor da tenda. Então o SENHOR desceu na nuvem, e lhe falou; e, tirando do espírito, que estava sobre ele, o pós sobre aqueles setenta anciãos; e aconteceu que, quando o espírito repousou sobre eles, profetizaram; mas depois nunca mais. Porém no arraial ficaram dois homens; o nome de um era Eldade, e do outro Medade; e repousou sobre eles o espírito (porquanto estavam entre os inscritos, ainda que não saíram à tenda), e profetizavam no arraial. Então correu um moço e anunciou a Moisés e disse: Eldade e Medade profetizam no arraial. E Josué, filho de Num, servidor de Moisés, um dos seus jovens escolhidos, respondeu e disse: Moisés, meu senhor, proíbe-lho. Porém, Moisés lhe disse: Tens tu ciúmes por mim? Quem dera que todo o povo do SENHOR fosse profeta, e que o SENHOR pusesse o seu espírito sobre ele! Depois Moisés se recolheu ao arraial, ele e os anciãos de Israel. Depois, Moisés reúne os setenta anciãos, formando uma roda, e o Senhor se manifesta materialmente, descendo numa nuvem. (Números 23-30)
 
 
Um espírito dividido por 70? O mesmo espírito? Só mesmo o Espírito de Deus! Deus pode aparecer a quem quiser, quando, como e onde Lhe aprouver. Ele é Espírito! Não é um espírito desencarnado. Deus é eterno e imortal, Ele nunca morreu! Deus ainda hoje pode falar com quem quiser! Deus é Deus! O Espírito do Senhor não é o espírito de alguém que já morreu...  Ainda me custa muito entender porque é que os espíritas deturpam factos Bíblicos desta forma.
 
Prosseguindo: Temos a comunicação pessoal de Jeová a Moisés, e a seguir o fenómeno evidente de materialização de Jeová, através da mediunidade dos anciãos, reunidos por isso na tenda.A nuvem é a formação de ectoplasma na qual o espírito se corporiza."
 
 
Este palavreado até parece científico... Mas é só pua ficção. Só quem não conhece a Palavra de Deus é apanhado nesta rede cheia de buracos como é o caso deste deturpador J. Herculano. A Maria Helena, limitou-se a copiar e a colar o que lê, mas, como não conhece a Palavra de Deus, não detectou os erros grosseiros: a troca de identidade de Lemuel, Samuel que nunca foi Rei, e o facto da mãe de Lemuel se encontrar viva quando lhe ensinou a profecia!


O Sr. J Herculano diz mais: Só os que não conhecem os fenómenos espíritas podem aceitar que ali se deu um milagre, um facto sobrenatural. 
 
 
 
Macacos me mordam! Homessa! Mas, desde quando é que uma manifestação dos mortos aos vivos (que não acontece de todo) é um facto normal ou natural? Claro que aqueles que conhecem o Deus Verdadeiro e a Sua Palavra sabem que não aconteceu nenhuma manifestação espírita ali. Deus sim. Deus manifestou-se ali e pode manifestar-Se a quem Ele quiser! Deus não está limitado!
 
 
Agora, o Sr. Herculano espalha-se: "Longe disso. Jeová era o espírito protector de Israel, que se apresentava como Deus, porque a mentalidade dos povos do tempo era mitológica e os espíritos eram considerados deuses. O filósofo Tales de Mileto já dizia na Grécia, cinco séculos antes de Cristo: " O mundo é cheio de deuses". Os espíritos elevados eram considrados deuses benéficos, e os espíritos inferiores eram deuses maléficos.
 
 
Vou tentar fechar a boca porque o meu queixo caiu! Este "iluminado" por Satanás conseguiu transformar o nome de Deus [Jeová] num espírito que se apresentava como Deus??? Bem... Acredita quem não faz a mínima ideia de quem Deus é, quem nunca viu uma Bíblia à frente, quem quer, e quem não tem a mínima noção da língua portuguesa.
 
Na mentalidade dos povos mitológicos? Mas... A mitologia não é grega? Os judeus tinham alguma coisa a ver com a mitologia grega? Onde é que a Bíblia diz que o "espírito Jeová" se apresentava como Deus? _ Só se for naqueles versículos de Deuteronómio 10: 23 a 31 que nenhuma Bíblia tem, mas que aparece num outro texto espírita!!??
 
Bem, que o mundo é cheio de deuses, ainda hoje é verdade! Basta vermos a mitologia Grega! Ou, pior ainda, a Índia onde a proliferação de deuses transformou o País no mais pobre e atrasado do mundo. 92% da população vive na miséria, consequência da adoração aos demónios que consideram deuses. Ainda hoje, na Índia, se matam cristãos só porque professam a sua fé em Cristo como Senhor e Deus.
 
Nunca vi esta descrição dos deuses na mitologia grega, mas, talvez o Sr. Herculano, que tem uma Bíblia com mais versículos no capítulo 10 de Deuteronómio, tenha lido lá algo que mais nenhum comum mortal pode ler...  A não ser que ele nos dê o privilégio de nos emprestar a tradução dele...

Ele prossegue: Daí a invenção do Diabo, como concorrente de Deus no domínio do mundo e das almas. Deuses, anjos e demónios, da Bíblia , dos Vedas, do Alcorão, de todos os livros sagrados, nada mais são do que espíritos. Como podem essas criaturas condenar o Espiritismo ? Elas são a prova tradicional da verdade espírita, ao longo da História, como ensina Allan Kardec. O que Moisés condenou foi apenas o abuso da mediunidade. Isso, também o Espiritismo também condena.
J.Herculano Pires
( continua )
 
O Diabo? Concorrente de Deus??? Será que há algum concurso e ninguém sabia?
O Diabo, por causa da soberba, porque quis ser igual a Deus e se rebelou contra Ele, é  inimigo de Deus! Ele também odeia o ser humano e deseja ganha-lo para o inferno onde serão atormentados para todo o sempre. Ainda hoje, Satanás tenta usurpar o lugar de Deus. Ele tem um outro evangelho que pretende ser uma imitação do evangelho de Jesus Cristo, tem demónios que se fazem passar por Jesus (como o que falou com Kardec) e, muitas vezes, apresenta-se como uma anjo de luz para enganar a muitos. Jesus avisou-nos das suas ciladas e das terríveis consequências que se abaterão sobre todo aquele que lhe der ouvidos. Ninguém pode servir a dois senhores, mas, ninguém que viva está isento de servir a um dos dois. Ou ao Deus Todo-Poderoso, ou a Satanás. Nisto, não há isentos.
 
É verdade! Deus é Espírito! E convém que os seus adoradores O adorem em espírito e em verdade!O mundo espiritual é real! Satanás e os demónios são espíritos! Jesus Cristo expulsou muitos! Está escrito!
 
Se há alguém que serve, e presta um excelente serviço ao diabo quando nega a sua existência é o espiritismo. Se não acreditarmos no inimigo das nossas almas, não porque estarmos alerta para as suas ciladas, tornamos-nos presas fáceis. Sem dúvida, o Diabo, quer eles saibam, quer não saibam, é o deus dos espíritas que aceitam as suas mentiras e negam as verdades que Cristo pregou. Entre essas verdades, encontram-se as doutrinas do céu, do inferno, e os muitos alertas contra a actividade do diabo e as consequências que sobrevirão aos que não atentarem para os avisos de Jesus.

Moisés, por ordem expressa de Deus, condenou TODA a forma de mediunidade. Ele escreveu:
 
"Quando entrares na terra que o SENHOR teu Deus te der, não aprenderás a fazer conforme as abominações daquelas nações. Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR; e por estas abominações o SENHOR teu Deus os lança fora de diante de ti. Perfeito serás, como o SENHOR teu Deus. Porque estas nações, que hás de possuir, ouvem os prognosticadores e os adivinhadores; porém a ti o SENHOR teu Deus não permitiu tal coisa." (Deuteronómio 18:9-14)

Alguém, por favor, me ajude a encontrar nesta proibição claríssima de consultar os mortos (demónios disfarçados de entes queridos falecidos,  porque o corpo voltou ao pó e espera a ressurreição dos mortos, e o espírito foi para o lugar onde passará a eternidade _ no céu ou no inferno) as palavras "façam, mas não abusem!"... 
 
A única coisa que o espiritismo condena é a verdade da Palavra de Deus e tudo o que ela representa. Incita a desobediência a Deus e pratica tudo o que Ele condena. Moisés foi usado por Deus para dar a a Sua lei ao povo, ele não fez nada por sua alta recreação.
O espiritismo consulta os mortos, e instiga todos os que consegue enredar a faze-lo. Os espíritos que baixam nas sessões e que se fazem passar pelos mortos, na verdade são demónios a serviço de Satanás que arrastam para o inferno quem lhes dá ouvidos.  
 
Continuaremos!!
 
Próximo Artigo: Moisés proibiu precisamente o que o Espiritismo proíbe?
 

 

O meu blog incomoda

Não é motivo de orgulho, mas, alguém com uma posição tão destacado no espiritismo, criar um blog só para falar mal e mim, é sinal que a verdade está a incomodar as trevas. Não a minha verdade, mas sim a verdade das Escrituras.

 

 http://campofertil.blogspot.com/2009/09/alamar-regis-carvalh...

Maria Helena, é autora de diversos blogs de temática evangélica, construiu um Blog anti-espírita, com o nome de blogespiritismo, cujo objectivo é rematar os textos que são publicados num outro blog que trata de assuntos espíritas de forma respeitável e credível. O blog da Maria Helena, faz a interpretação da Bíblia de forma literal, não tendo em conta os novos conceitos da evolução humana, tão proclamado por Jesus no [...]

 

O tal blog "credível", é aquele que tenho vindo a demonstrar que, à luz da Bíblia, é uma propagação de mentiras sobre a Palavra de Deus e que usa textos isolados e deturpados da Bíblia para parecer cristão.

A palavra de Deus é fiel e verdadeira, ela é intemporal. O que era pecado no tempo de Moisés, é pecado hoje. Nada mudou quanto à lei de Deus. Mudaram usos e costumes, a ciência conheceu uma grande evolução (não estou a falar da teoria), a teconologia melhora diariamente, mas, o pecado continua a ser pecado. Deus não muda e as Suas leis também não. Deus é santo e exige santidade do Seu povo _ os cristãos que Cristo comprou com o seu precioso sangue.

Hoje, vivemos numa época em que vemos Romanos 1 a cumprir-se literalmente. É verdade que Paulo escreveu a epístola aos Romanaos há quase 2000 anos, mas também é um facto que ela é tão actual como se fosse notícia no telejornal de hoje.

 

Tem dúvidas? Abra a Bíblia em Romanos , e leia todo o capítulo.

 

Obrigado Sr. Alamar Régis por me mostrar o quanto este blog está a incomodar o mundo espírita.

Maria Helena Costa

 

Testemunho da ex-médium Mary Grace Hughes 2ª parte

A Missão
   Ao regressar aos EUA, de férias achava que ia ter descanso, como se isto fosse possível sem os braços do Senhor e Salvador Jesus Cristo. O Casal Wolpert me dava muito carinho. O casal já alcançava setenta anos de idade. Eles liam a Bíblia todas as  manhãs, e duas vezes por semana íamos à igreja. Eles me convenceram a passar mais seis meses com eles.
   Meu guia espiritual começou a me mostrar que o tempo previsto para a missão que eu me comprometera com os espíritos havia chegado. Eu seria usada pelos espíritos para implementar o centro espírita, onde os espíritas brasileiros pudessem estudar e praticar a doutrina espírita.
   Eu procurava um centro kardecista, o que era impossível, pois nos EUA, Flórida, só havia o centro espírita hispânico, com atividades bem diferentes das do Brasil.    O kardecismo ainda não conquistara espaço na cultura americana.
   Eu não me separava do Evangelho Segundo o Espiritismo, dos Livros dos Espíritos, nem do meu costumeiro diálogo com os espíritos.
   O casal Wolpert fez de tudo para que eu me congregasse na igreja, mas segundo a minha própria ignorância, concepções e credos, eu não queria regredir na minha vida espiritual, desejava ter comunhão com os espíritos. Era uma luta entre a Luz e as trevas. Jesus fizera tudo para me resgatar daquela vida de engano, mas eu estava cega.
Meu guia espiritual insistia que eu deveria iniciar um trabalho para brasileiros. Quando o famoso médium Divaldo Pereira Franco visitou a comunidade Hispânica Kardecista, compartilhei meus intentos com ele. Fui encorajada a iniciar os trabalhos no prédio da Federação Espírita Hispânica, pois assim teria menos despesas com aluguel.
Voltei ao Brasil, vendi tudo, retornei aos EUA e nasceu o “grupo espírita irmã Scheilla”. Foi um sucesso. Em 1993 fundamos a folha espírita de Miami. Muito zelo, muita dedicação. Ali, nunca uma comunidade latina tinha prosperado tanto como a nossa.
Em 1992 lancei a griffe Mary Grace Designers, linha praia esportiva. Depois passei a trabalhar como colunista do Flórida Review, maior jornal brasileiro no exterior. Fui crescendo, entrevistei gente famosa, fiz teatro. Implantei um programa na televisão.
Poucos meses após a estréia do meu programa,, o furacão Andrews devastou o centro de Miami, causando uma grande perda para os comerciantes brasileiros, eles eram meus patrocinadores e isto inviabilizou a manutenção do programa. Tive outros apoios na TV e isto me ocupava muito. Os estudos espíritas começaram a enfraquecer-se. Meu guia me advertia que minha missão nos EUA era com o grupo espírita. Estava para ter um contrato com a Varig e fiquei entre a doutrina espírita e a vida profissional. Deixei a TV, pois não podia viver sem meus amigos espirituais. Além disso, eu cria piamente que a doutrina Espírita era a terceira revelação de Deus, o Consolador prometido por Jesus Cristo. Tudo que o diabo dá, ele toma.



O Caos
   Obra e sofrimento são a marca do espiritismo. Líder ou simpatizante, não importa. Ninguém está livre de, lentamente cair no caos. Cedo ou tarde, tragédias devastadoras assolarão a nossa vida. Pagamos um carma e logo aparece outro. Não há recompensa pelo trabalho, não há vitórias em nossas lutas. O drama da consciência, o sentimento de culpa e de não merecimento, rouba até a fé em nós mesmos.
A doutrina espírita tem sempre a mesma explicação para as tragédias, os tormentos, o sofrimento e a mediunidade: a terra é um lugar de provas e expiações. Nós devemos ter sido muito maus, causando muito sofrimento a muitas pessoas em vidas passadas. Agüentemos firmes; vamos superar mais essa.
Teria eu mais carmas? Não há tréguas! Os espíritos  exigem de nós a vida.
Pouco depois que deixei o programa de TV, sofri um grave acidente de carro. Bateram contra meu automóvel, que ficou totalmente destruído. Sangrando e gemendo recobrei a consciência quando já estava na ambulância. Uma força diferente, agradável me sustentava, sentia paz e estava sem dor. Mas logo comecei a invocar os espíritos, principalmente o Dr. Bezerra de Menezes, conhecido como médico espiritual. Então uma sensação sombria se apoderou de mim. Esperava receber consolo e conforto, mas não foi o que aconteceu. Não entendi o que aconteceu, mas guardei comigo aquela impressão. Sofri muitos danos, fiquei longo tempo em recuperação. Meu lado esquerdo precisava de reabilitação. Meu pescoço tinha um disco deslocado. Minhas finanças viraram de cabeça para baixo. Não pude pagar aluguel, vendi parte de minhas cotas e fui morar de favor. Continuei firme com o propósito do centro espírita que após passar por uma crise, cresceu como nunca. Mas o meu carma não parava aí. Não havia passado um ano deste acidente quando sofri outro. A batida foi o suficiente para agravar os problemas que eu já tinha. Não me foi possível dirigir o centro, passei a responsabilidade dele a Federação Espírita Hispânica que indicou uma médium substituta.
   Aos poucos meu estado físico piorou. Tive a sensação de estar paralisada. Novos testes acusaram uma possível fratura na vértebra.
   Não há palavras para poder explicar meu drama. Dores físicas, longe da minha família com profundo abalo emocional. Só me restou um amigo que me cedeu sua cama e uma amiga, Regina, que vinha sempre me visitar.
   Pela primeira vez na minha vida, depois de anos, não pensava nos espíritos, nem os invocava, meus pensamentos e o meu coração estavam voltados apenas para Jesus.
   O espiritismo ensina que os espíritos são os mensageiros de Jesus e que apenas através deles temos acesso à sua pessoa e à ajuda que precisamos. Agora minha aflição e dor eram tão grande que eu passei por cima de toda a hierarquia espiritual e fui directo àquele que é o crucificado, ressurreto,  meu amado Jesus. Eu o invoquei de coração. No momento em que invoquei a Jesus eu estava em crise. A sensação era de loucura. Quando me dei conta destes sintomas eu imaginava como seria o meu fim. Não poderia responder por mim e acabaria num sanatório. Nunca estive tão só. Neste momento os espíritas são os primeiros a se afastar de você. Estão preocupados em cuidar dos seus próprios carmas. A própria doutrina se encarrega de mantê-los afastados. Mas Jesus passou a ser o Meu Companheiro.
   O filme de minha vida passava pela minha mente: minha infância, a rejeição da família, o sanatório, minha desventura matrimonial, a negação de poder ser mãe e ter filhos, a miséria em que eu me encontrava, a dor, o cansaço mental e a angústia. Já não queria mais viver. Não tinha coragem de tirar a minha própria vida, mas ansiava pela morte. Pedia a Jesus que tirasse a minha vida. Eu era uma suicida em potencial, perdi todo meu amor pela vida, aguardava ansiosa pela morte. Naquela noite em que pedi a Jesus a morte, ele começou ali o enterro daquela criatura solitária, triste e destituída da alegria de viver, para nascer uma nova. Eu pedi a morte a Jesus, o Autor da Vida, ele me deu uma vida nova.



A libertação final
   Aconteceu comigo. Jesus Cristo moveu a terra e o céu para me libertar do espiritismo. Houve lutas entre anjos e demônios. Eu estava em pecado, envolta em trevas, enferma e cega espiritualmente. Jesus sempre soube onde eu estive, mas meu coração não estava pronto para recebê-lo. O leitor pode perguntar: Mas você não disse que sempre amou Jesus? Sim, eu amava Jesus pela sua história, pela forma que o conhecia. Meu coração estava sempre pronto a amá-lo, mas nunca para recebê-lo, assim como ele é. Jesus Cristo, Senhor e Salvador. O Messias do Velho e do Novo Testamento. Aquele que derramou seu sangue para redimir o homem do pecado e nos dar a salvação eterna. Qual é a diferença?  Toda, nesta parte final o leitor vai entender o que eu levei dezesseis anos para compreender. Minha oração é que os olhos do seu entendimento se abram ao ler o que vou relatar agora.



O fogo consumidor

   No outro dia acordei melhor. A lembrança de uma antiga amiga veio à minha mente: Leila. Ela tinha sido umbandista e naquele momento professava Seicho-no-iê. Fazia tempo que não tinha contato com ela, mas ela vinha constantemente à minha mente. Quinze dias se passaram e eu deveria fazer um minucioso exame. Eu pensei: Quem sabe eu devo ir ao Seich-no-iê com Leila?  Decidi procurá-la depois dos exames.
Ela havia trabalhado para mim, mas eu nunca havia visitado sua casa e nem conhecia seu esposo pessoalmente. Eles ficaram estarrecidos ao ver minha aparência com aquele colete no pescoço. Depois de ouvirem minha história começaram a me contar como a vida deles mudara. Eles haviam passado por tremendas dificuldades e encontraram Jesus Cristo numa igreja pentecostal evangélica. Eles estavam radiantes falando de como Jesus manifestava sua presença e o seu poder nos cultos, como milagres aconteciam. Pude ver com meus próprios olhos uma mudança profunda na vida de Leila.
   Eles me convidaram para ir à igreja com eles. Neguei de pronto; eu tinha pavor de pastores. Pedi a Leila que me levasse ao centro Seicho-no-iê. Eu achava que me sentiria melhor num ambiente espírita. Com muito jeito ela disse que me levaria sim, mas não sabia quando. Eles levaram meu nome para que a igreja orasse. Pediram que eu aceitasse que o pastor fizesse uma oração por mim.
Voltei para casa e quando busquei os exames, fiquei maravilhada. Deu negativo; não havia fracturas. Teria sido um milagre? Leila e seu esposo ficavam felizes com meu progresso. Eles insistiam para que eu aceitasse que o pastor viesse orar por mim.
Toda noite eu passei a ter o mesmo sonho: Estava numa casa e vinha um fogo de fora para dentro, consumia tudo e depois que o fogo passava eu me via no meio da casa. Eu havia ligado para uma amiga minha Regina que conhecia todo tipo de espiritismo. Nem mesmo ela conseguiu interpretar o sonho. Achei que Jesus iria me levar e eu morreria queimada. Com medo aceitei que o Pastor viesse orar por mim.
O Pastor foi muito gentil, simpático ele e esposa me trataram com muita ternura. Ele se limitou a dizer que satanás queria tirar minha vida, mas que ele já estava derrotado. Os espíritas não crêem em Satanás. Eu pensava que ele estava se referindo aos espíritos obsessores. O que me tocou o coração foi a preocupação que demonstraram para comigo.
   Ao orar por mim ele pediu que eu repetisse a seguinte oração: “Senhor Jesus, peço que entres no meu coração e sejas meu Senhor e Salvador. Peço que perdoe meus pecados e me lave com seu sangue. Eu renuncio a todos os espíritos (nesta frase eu interrompi a oração e disse: _ Mas não aos espíritos de luz), renuncio ao Kardecismo (interrompi novamente: _ Desculpe, pastor, mas não renuncio ao Kardecismo... Ele disfarçou e continuou a oração) Ele disse: no nome de Jesus eu ponho fogo nestes espíritos das trevas, queimo o espírito de morte, ...  Falou nomes de espíritos que eu jamais ouvira falar. Depois daquela oração eu me senti muito bem. O Pastor sempre me visitava e me ajudava.
   Um dia ele me convidou para ir à igreja. O Amor que eles demonstravam por mim foi decisivo para que eu aceitasse o convite. No dia do culto fiquei desanimada e liguei que iria sim, mas que não seria hoje. Eles foram lá a casa me buscar. Enquanto eu ia para igreja, comecei a meditar na minha vida.
   Eu uma líder Kardecista, fundadora do grupo espírita Irmã Scheilla, o centro espírita mais freqüentado de Miami, um jornal que já circulava em todo sul da Flórida e em várias cidades do Brasil. Apesar de tudo isto eu estava indo a uma igreja para buscar ajuda....
Lembro do cântico que entoavam: “Renova-me Senhor Jesus. Põe em mim teu coração. Porque tudo que há dentro de mim necessita ser mudado Senhor”. Era tudo o que gostaria de dizer a Jesus. Chorei durante todo culto. O fardo da minha angústia e aflições era grande. Enquanto eu chorava sentia que o peso da opressão se dissipava, dando lugar a um doce consolo. Eu sabia: Jesus Cristo me resgatou.
Apesar de eu já ter um encontro com Jesus, em minha mente eu continuava espírita kardecista. Eu não mudara minhas convicções a respeito dos espíritos. Sabia que não precisava mais deles para me relacionar com Jesus. Mas minhas novas experiências não anularam o passado. Os espíritos eram reais, a mediunidade, um fato. Eu me deparava com uma grande questão: Estive enganada todos esses anos?
Meu problema não era aceitar Jesus e recebê-lo no coração; mas descobrir a verdade. Eu estive enganada durante aqueles quatorze anos de espiritismo? A minha mente estava confusa, mas meu coração havia mudado. Eu aceitara Jesus como meu Senhor e Salvador e queria tudo o que Ele tinha para me oferecer.
Jesus Cristo vive e é real. Eu nunca havia experimentado isto. Frequentando os cultos ficava mais impressionada. Eu perguntei a uma senhora na reunião: que poder é este que está neste lugar? Ela me disse: É a unção de Deus derramada pelo Espírito Santo. E quem é Ele? Eu perguntei. Ela disse O Espírito Santo é o Consolador prometido por Jesus Cristo. Fiquei intrigada, pois eu havia aprendido que o Espiritismo é o Consolador prometido por Jesus. A irmã que me ensinava fez-me uma pergunta:
E Jesus iria esperar 2000 anos para mandar o Consolador. O Espírito Santo é a promessa que se cumpriu no dia de Pentecostes.
Eu disse: _ Jesus só você pode me mostrar a verdade.
Ele disse ao meu coração: _ Eu lhe mostrarei tudo, apenas abra o coração para receber a minha palavra (a Bíblia).
A primeira coisa que Jesus me esclareceu foi a promessa do Consolador nas passagens bíblicas de João 16:7 a 15, Atos 1: 4-5-8, Atos 2: 1 a 4. Estas passagens deixam claro que Jesus não esperou 2000 anos para enviar o consolador.
Na semana seguinte fui à igreja e fiz um pedido a Jesus Cristo. Que abençoasse meu filho. Quando disse “meu filho” algo rompeu dentro de mim. Era como que pela primeira vez, eu houvesse descoberto que era mãe. O amor de Deus estava em mim, e eu, pela primeira vez amava com o amor ágape. Descobri então que eu era Nascida de Novo. Não resisti a tamanho amor, e pela primeira vez liguei para meu filho e lhe disse: “Amo você meu filho, sou sua mãe, e você é o tesouro que Jesus me deu” de todas as bênçãos que Jesus me deu esta foi muito marcante.

A revelação final
   Estava confiante, recuperava minha saúde de forma rápida. Uma nova esperança nascera no meu coração. Eu passava lutas espirituais; os espíritos me rodeavam, soprando em meus ouvidos palavras de desânimo, tentando me persuadir a desistir da igreja.
Pouco depois destas experiências boas sofri um grande ataque das trevas. Eu voltara da igreja, estava preparando minha cama, quando ouvi panelas se mexendo na cozinha, fazendo muito barulho. (Nos EUA as cozinhas são ligadas à sala, separadas só por um balcão, por isso era muito claro). O pastor havia me ensinado a repreender os espíritos usando o nome de Jesus, Eu disse: “Espíritos eu os repreendo, saiam desta casa em nome de Jesus” Ouvi uma voz dizer: “Ah! Você está assim! Espera que eu vou chamar o meu chefe” Não me intimidei, pois eu estava acostumada com aquele tipo de manifestação. Eles não tinham domínio sobre mim enquanto eu estivesse consciente, a não ser que eu o permitisse. Eu me deitei logo. Eu estava pensando nos acontecimentos quando, de repente, fui jogada pelos ares por um forte chute nos quadris. Eu me levantei e antes que tivesse tempo de entender o que estava acontecendo, fui atingida por socos e pancadas no estômago, nas pernas e na cabeça. Uma força maligna sobrenatural não me deixava pensar nem agir. Aquela força me atirava no chão e nos ares, sem me dar tempo de me recompor entre um ataque e outro. A cachorra, escutando meus gritos, começou a latir, e uma voz, sonido metálico audível esbravejou:
“Agora eu vou morder você toda”

 

Então percebi que aquela força maligna se apossara da cachorra, que rodopiava, rosnando desesperada e esbugalhando os olhos em minha direção. O quadro era desesperador. De repente senti a força dentro de mim e gritei com grande autoridade:
“Saia desta cachorra em nome de Jesus! O sangue de Jesus tem poder”. A cachorra imediatamente ficou livre, saiu da sala chorando como se sentisse uma grande dor.
Eu caí no chão em estado de choque. Nunca tinha passado por isto. Eu fui espancada literalmente por forças malignas e tenebrosas. Trinta dias mais tarde a cachorra foi operada para retirada de um caroço no estômago.
Pela primeira vez eu tive medo dos espíritos. Estava claro para mim que aqueles ataques foram feitos por espíritos fortes, mais que simples obsessores. Satanás era real, a sua falange de demônios estava ligada ao meu convívio, e tinha autoridade sobre coisas do meu domínio.
Era hora de tomar uma atitude. Eu seguiria os conselhos e as orientações dos pastores. Segundo eles eu teria de renunciar a todos os tipos de objetos e alianças com os espíritos. Deveria renunciar à doutrina espírita, pois assim os espíritos perderiam terreno e não teriam nenhuma autoridade sobre meus pertences e minha vida.
Para mim foi difícil crer que teria que fazer isto, mas optei por dar crédito aos homens de Deus.
No fundo do meu coração eu começava a crer que os Crentes tinham conhecimento de algo que os espíritas não tinham. Eles eram firmes ao tratar dos assuntos espirituais. Eu concordei em me desfazer de todos os livros e objetos que possuía. A maioria dos livros, mais de 200, e dos quadros estava na minha fábrica. Foi uma boa oportunidade para voltar lá, pois havia meses que eu a fechara e não voltara mais lá.
Assim que o pastor entrou comigo em minha fábrica um grande espelho caiu e espatifou-se. O ambiente era sombrio. Quando temos a Luz de Jesus podemos divisar as trevas, mesmo quando tudo parece estar normal. O Pastor Ernani e a irmã Izabel expulsaram os espíritos, tiraram tudo o que me ligava ao espiritismo, ungiram as portas, o maquinário, o escritório, as mesas e todas as ferramentas de trabalho. Oraram com fervor, e eu, pela fé, renunciei a todo o meu passado espírita, no tocante a objetos e livros etc. Pouco tempo depois reativei a fábrica. Voltei a dormir em paz, sem soníferos.


A última dúvida
O meu guia espiritual.
    Como relatei anteriormente, eu podia sair do meu corpo e ter encontro com os espíritos. Dentro da Bíblia esta experiência se chama arrebatamento. Eu faria qualquer sacrifício para continuar mantendo aquele contato. Eu cria que meu guia espiritual era meu verdadeiro pai que me amava e estava no mundo espiritual junto de mim, e me consolava o coração. Eu tive muita dificuldade para renunciar a isto. A Bíblia chama este fenômeno de arrebatamento. Eu me sentia confusa, sem entender como os espíritos projetavam o mesmo fenômeno.



A máscara caíu.
    Jesus foi tão maravilhoso que me permitiu ver mais uma vez o quadro no mundo espiritual. Só que desta vez eu vi o real por trás das máscaras de anjos de luz.
Eu estava sendo levada pelo meu guia espiritual e ele se dirigiu ao mesmo túnel que citei anteriormente. Eu sentia sua presença e estava feliz. De repente eu me lembrei de que fui advertida que deveria renunciar aquela prática. Num ímpeto pensei em olhar para o meu guia. (no mundo espiritual o pensamento e a ação tem diferentes capacidades e conotações: é muito mais rápido e ativo) Eu desejava intensamente vê-lo. Então deparei com uma triste e horrenda realidade. Quando eu me virei, vi o rosto do próprio Satanás. Ele tinha o braço em volta do meu corpo e me arrastava para aquele túnel horrível. Gritei o nome de Jesus, e a mesma força, que em experiências anteriores me dera livramento, mais uma vez me livrou. Renunciei aquela prática e nunca mais o fenômeno ocorreu.
Os espíritas são arrebatados, sim, ao mundo espiritual; mas estão limitados à atmosfera em que Satanás reina: um reino de trapaças, mentiras e engano. Os crentes, porém são arrebatados aos céus.

Prezados leitores: eu resumi uma pequena parte do livro “Nascida de Novo” da irmã Mary Grace Hughes.
A Mary Grace e seu esposo, atualmente, residem em Juiz de Fora/MG. Frequentemente voltam ao EUA. Eles têm um ministério abençoado. É uma serva de Deus com grande coração. Está sempre disposta a orientar os espíritas que desejam conhecer a verdade de Deus. Ela pode testemunhar em sua igreja.
Com muito amor ela sempre atende aos pedidos de espíritas ou grupos de espíritas para conversar.
Se você desejar ter contacto com ela, entre no site de nossa igreja www.ibrem.com.br e no link “Fale conosco”. E pode se dirigir a mim pastor Gilmar Garbero que me empenharei para que ela receba seu pedido. Não sou representante, nem intermediário. Sou apenas um amigo e irmão em Cristo que trabalha para que as pessoas possam conhecer a verdade que é Jesus.

 

Juiz de Fora, 10 de julho de 2008.
Pastor Gilmar Garbero
E-mail: ggarbero@uol.com.br

Deus vos abençoe!