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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

O espírita não é cristão _ O Espírito Santo

O Espírito Santo

O que ensina o Cristianismo

“E rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre” (Jo 14.16). A palavra “outro”, traduzida do grego “allon”, significa “outro da mesma espécie”; e “consolador”, do grego “parakletos”, tem o sentido de “alguém chamado para ficar ao lado de outro para o ajudar”. Jesus explica quem é o Consolador: “Aquele Consolador, o Espírito Santo, que o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas e vos fará lembrar de tudo quanto vos tenho dito” (Jo 14.26). O Espírito Santo é o que nos convence do pecado, da justiça e do juízo (Jo 16.8).

O Consolador é o Espírito de Juízo (Is 4.4); Espírito de Sabedoria, de Conselho, de Inteligência, de Poder (Is 11.2); Espírito do Senhor (Is 61.1); Espírito de Deus (Mt 3.16); o Espírito da Verdade (Jo 14.17); Espírito de Santidade (Rm 1.4); Espírito de Vida (Rm 8.32); Espírito do Filho (Gl 4.6); Espírito Eterno (Hb 9.14); Espírito de Graça (Zc 12.10). o Espírito da Profecia (Ap 19.10). Seus atributos são os mesmos da Divindade: eternidade (Hb 9.14); omnipresença (Sl 139.7-10); omnipotência (Lc 1.35); omnisciência (1 Co 2.10).

O que ensina o Espiritismo

“Jesus promete outro Consolador: o Espírito de Verdade, que o mundo ainda não conhece, por não estar maduro para o compreender, consolador que o Pai enviará para ensinar todas as coisas e para relembrar o que o Cristo há dito... O Espiritismo vem, na época predita, cumprir a promessa do Cristo: preside ao seu advento o Espírito de Verdade. Ele chama os homens à observância da lei: ensina todas as coisas fazendo compreender o que Jesus só disse por parábolas... O Espiritismo vem trazer a consolação suprema aos deserdados da Terra... Assim, o Espiritismo realiza o que Jesus disse do Consolador prometido: conhecimento das coisas, fazendo que o homem saiba donde vem, para onde vai e por que está na Terra; atrai para os verdadeiros princípios da lei de Deus e consola pela fé e pela esperança” (E.S.E., cap. VI, itens 3 e 4, p. 134-135).

No particular, a palavra do Espiritismo destoa totalmente do ensino de Jesus. Se fôssemos esperar o ensino espírita para podermos compreender o que Jesus nos revelou, teríamos perdido dezenove séculos, levando em conta que O Livro dos Espíritos foi publicado em 1857.

O espirita não é cristão _ A Bíblia Sagrada

A Bíblia Sagrada

O que ensina o Cristianismo

Jesus Cristo disse: "Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade” (Jo 17.17). “Eles [os irmãos do rico que estava em tormentos] têm Moisés e os profetas; ouçam-nos” (Lc 16.29). Jesus validou o Pentateuco e os Livros Proféticos.  Jesus afirmou ainda: “Não penseis que vim destruir a Lei ou os profetas; eu não vim destruir, mas cumprir; nem um jota ou um til se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido” (Mt 5.17,18). “Toda a Escritura divinamente é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção e para a instrução na justiça, para que o homem de Deus seja apto e plenamente preparado para toda boa obra” (2 Tm 3.16-NVI). Paulo está dizendo que a Bíblia é o padrão para nossa vida cristã, nossa bússola, nossa regra de fé. Uma vez mais, palavras de Jesus: “Errais, não conhecendo as Escrituras, nem o poder de Deus” (Mt 22.29). Para o cristão é fundamental conhecer a Bíblia. O Apóstolo não deixa por menos: “Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade” (2 Tm 2.15).

O que ensina o Espiritismo


“Diremos, pois, que a Doutrina Espírita, ou o Espiritismo, tem por princípio as relações do mundo material com os Espíritos, ou seres do mundo invisível. Os adeptos do Espiritismo serão os espíritas ou, se se quiser, os espiritistas. O Livro dos Espíritos contém especialmente a doutrina ou teoria do Espiritismo que, num sentido geral, pertence à escola espiritualista, da qual apresenta uma das fases” (O Livro dos Espíritos, Allan Kardec, 1997, Introdução, p. 11).

Allan Kardec ensina que os adeptos do Espiritismo deverão ser chamados “espíritas” ou “espiritistas”, e que a doutrina espírita está contida em O Livro dos Espíritos, isto é, não está na Bíblia. Continua Kardec:

“Muitos pontos dos Evangelhos, da Bíblia e dos autores sacros em geral são ininteligíveis, parecendo alguns até disparatados, por falta da chave que faculte se lhes aprenda o verdadeiro sentido. Essa chave está completa no Espiritismo... As instruções que promanam dos Espíritos são verdadeiramente as vozes do céu que vêm esclarecer os homens e convidá-los à prática do Evangelho” (E.S.E. introdução, 90a edição, p. 27,28).

A prática do Evangelho via pregação do Espiritismo é inteiramente inviável, como se vê no confronto das duas doutrinas. A “chave” para facilitar o entendimento dos evangelhos teria chegado com um atraso de muitos séculos. As Boas Novas foram trazidas pelo Verbo encarnado, e a Igreja recebeu a missão de dar prosseguimento à obra (Mt 4.23; Mt 11.5; 24.14; 26.13; Mc 16.15). O Apóstolo advertiu os gálatas das investidas dos que “querem transtornar o evangelho de Cristo”. Não usa de meias palavras: “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, que seja amaldiçoado. Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo” (Gl 1.7,8,12). O esclarecimento do evangelho não teve início nos tempos modernos através dos “espíritos”. Paulo começou a ensiná-lo e a esclarecê-lo há quase dois mil anos. Até hoje as cartas paulinas são orientação segura para cristãos do mundo inteiro. A Bíblia foi escrita por homens tementes a Deus e conscientes de suas responsabilidades:

“A minha palavra e a minha pregação não consistiram em palavras persuasivas de sabedoria humana, mas em demonstração do Espírito e de poder... falamos a sabedoria de Deus, oculta em mistério... Deus no-las revelou [as coisas ocultas] pelo seu Espírito, porque o Espírito penetra todas as coisas... falamos, não com palavras de sabedoria humana, mas com as que o Espírito Santo ensina, comparando coisas espirituais com as espirituais” (1 Co 2.4,7,10,13). E prossegue, respondendo aos incrédulos: “Porque nós não somos, como muitos, falsificadores da palavra de Deus; antes, falamos de Cristo com sinceridade, como de Deus na presença de Deus” (2 Co 2.17).

Jesus comissionou seus apóstolos como mestres, considerados por Ele capazes de dar continuidade ao ensino do evangelho: “Ide... ensinando... e eis que estou convosco” (Mt 28.19-20). Os apóstolos receberiam o auxílio sobrenatural do Espírito Santo. “O Espírito Santo vos ensinará todas as coisas”, vos guiará em toda a verdade” (Jo 14.26, 16.13).

 

Não a verdade científica ou filosófica, mas toda a verdade de Cristo. Não confundamos Espírito Santo com espíritos desencarnados. O ensino do evangelho puro começou a ser ensinado pelos discípulos logo após a ascensão de Jesus (At 2.14). Portanto, não foi uma legião de espíritos que surgiu em socorro aos discípulos para que melhor entendessem o evangelho, mas sim o Consolador prometido. O Epírito Santo de Deus!

O Espírita não é cristão _ As aparições de Jesus

As Aparições de Jesus

O que ensina o Cristianismo

A Bíblia relata da seguinte forma o aparecimento de Jesus aos discípulos após a Sua RESSURREIÇÂO:

“E eles, espantados e atemorizados, pensavam que viam algum espírito. E Jesus lhes disse: Por que estais perturbados e por que sobem tais pensamentos aos vossos corações? Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo. Apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho. Tendes aqui alguma coisa que comer? Então eles apresentaram-lhe parte de um peixe assado, e um favo de mel. O que Ele tomou, e comeu diante deles” (Lc 24.37-43). “Jesus disse a Tomé: Põe aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos; e chega a tua mão, e põe-na no meu lado; e não sejas incrédulo, mas crente” (Jo 20.27).

O que ensina o Espiritismo

“As aparições de Jesus depois de sua morte são narradas por todos os evangelistas com detalhes circunstanciados que não permitem duvidar da realidade do fato. Aliás, elas se explicam perfeitamente pelas leis fluídicas e pelas propriedades do perispírito, e nada apresentam de anômalo... Reconhece-se nelas [nas aparições] todos os caracteres de um ser fluídico. Aparece inopinadamente e desaparece da mesma forma; é visto por uns e por outros sob aparência, que não o fazem reconhecido, nem mesmo por seus discípulos. Sua linguagem não tem a vivacidade de um ser corporal; tem o tom breve e sentencioso... Jesus mostrou-se, pois, com seu corpo perispiritual, o que explica não ter sido visto por aqueles a quem desejava mostrar-se; se estivesse em seu corpo carnal, teria sido visto por todos, como quando era vivo” (A Gênese, Allan Kardec, 14a edição, 1985, cap XV-61, p. 300/301).

“Depois de sua ressurreição, quando ele quis deixar a Terra, não morre; seu corpo se eleva, se desvanece e desaparece sem deixar nenhum sinal, prova evidente de que esse corpo era de outra natureza que não aquele que pereceu sobre a cruz; de onde será forçoso concluir que se Jesus pôde morrer, é que tinha corpo carnal” (Ibidem, p. 303-304).


Não ficou bem clara a posição de Allan Kardec a respeito do corpo carnal de Jesus. Se o corpo ressurreto “era de outra natureza”, isto é, diferente do que foi crucificado, é forçoso perguntarmos onde foi parar o corpo carnal. Ora, o próprio autor da tese espírita declara que Jesus “tinha corpo carnal”. Eis suas explicações:

“O desaparecimento do corpo de Jesus após sua morte foi objeto de numerosos comentários... Uns viram neste desaparecimento um fato milagroso; outros supuseram uma remoção clandestina. Segundo outra opinião, Jesus não teria jamais revestido um corpo carnal, mas somente um corpo fluídico... e dizem que assim se explica que seu corpo, retornado ao estado fluídico, pôde desaparecer do sepulcro, e foi com este mesmo corpo que ele se teria mostrado depois de sua morte. Sem dúvida, um fato destes não é radicalmente impossível... A questão é, pois, de saber se tal hipótese é admissível, se ela é confirmada ou contraditada pelos fatos” (Ibidem, cap XV-64, p.302-303).

Após mostrar-se simpatizante da idéia segunda a qual Jesus nunca teve um corpo carnal – “sem dúvida, um fato destes não é radicalmente impossível” -, o autor de A Gênese conclui que “Jesus teve, pois, como todos, um corpo carnal e um corpo fluídico, o que é confirmado pelos fenômenos materiais e pelos fenômenos psíquicos que assinalaram sua vida” (Ibidem, cap XV-66, p. 304). Analisemos:

O Espiritismo afirma que Jesus não foi reconhecido e não foi visto em suas aparições por tratar-se de um “ser fluídico”. O que diz o Cristianismo:

“Abriram-se-lhes os olhos [de dois discípulos a caminho de Emaús], e o conheceram...” (Lc 24.31). Jesus, aos onze discípulos: “Vede as minhas mãos e os meus pés, que sou eu mesmo; apalpai-me e vede, pois um espírito não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho” (Lc 24.39). Jesus não se declara como um “ser fluídico”, um perispírito ou um fantasma. Jesus foi reconhecido por Maria Madalena (Jo 20.16); reconhecido por Tomé: “Porque me viste, Tomé, creste” (Jo 20.27-29); reconhecido por alguns discípulos junto ao mar de Tiberíades: “E nenhum dos discípulos ousava perguntar-lhe: Quem és tu? sabendo que era o Senhor” (Jo 21.12); e “foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmãos...” (1 Co 15.6).

O Espiritismo diz que a linguagem de Jesus, nas aparições, “não tem a vivacidade de um ser corporal; tem o tom breve e sentencioso...”. O que diz o Cristianismo:

Jesus conversou demoradamente com os dois discípulos a caminho de Emaús (Lc 24.15-31), com seus discípulos (Lc 24.36-51), com sete discípulos que estavam pescando, ocasião em que deu várias orientações a Pedro (Jo 21.1-23). Em nenhuma hipótese podemos considerar que não houve vivacidade nas palavras de Jesus, ou que seu tom fora breve e sentencioso.

O Espiritismo diz que Jesus mostrou-se com o seu “corpo perispiritual”. O próprio Jesus responde: “Espírito [ou perispírito] não tem carne nem ossos, como vedes que eu tenho” (Lc 24.39).

O Corpo de Jesus


O que teria acontecido com o corpo carnal de Jesus?

O Espiritismo afirma que ele tinha um corpo carnal e um corpo fluídico, como todos os homens têm. Entendo que isto seja traduzido como corpo e espírito. O espírito, na Sua morte, foi entregue ao Pai (Lc 23.46). O Seu corpo foi guardado no sepulcro (Lc 23.53).

O Espiritismo não firma uma posição sobre o assunto. Apenas informa que o “desaparecimento do corpo de Jesus após sua morte foi objeto de numerosos comentários”; que os evangelistas declaram que o corpo não foi encontrado no sepulcro; que uns viram nisso um fato milagroso; outros supuseram uma remoção clandestina (A Gênese, cap. XV-64, p. 302).

O Cristianismo afirma que o corpo de Jesus foi muito bem guardado por soldados fortemente armados, e a entrada do sepulcro foi fechada com uma pedra que recebeu o selo imperial romano (Mt 27.64-66). Por se tratar de algo completamente fora de cogitação, não prosperou a mentira dos judeus sobre o furto do corpo (Mt 28.11-15). A resposta para o “desaparecimento” do corpo é simples: (1) “Desde então, começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que convinha ir a Jerusalém, e padecer muito dos anciãos, e dos principais dos sacerdotes, e dos escribas, e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia” (Mt 16.21); (2) O Filho do homem “ressuscitará ao terceiro dia” (Mt 20.19; Lc 9.22). A ressurreição corporal de Jesus é a essência do Cristianismo.

Por fim, ouçamos o apóstolo Paulo:

“Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi; que Cristo foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras, e que foi visto por Cefas e depois pelos doze. Depois, foi visto por mais de quinhentos irmãos... Ora, se se prega que Cristo ressuscitou dos mortos, como dizem alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos. E, se não há ressurreição de mortos, também Cristo não ressuscitou. E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também vã a nossa fé. Cristo ressuscitou dos mortos e foi feito as primícias dos que dormem” (1 Co 15.3-20).

O espírita não é cristão _ A Ressurreição de Jesus Cristo

A Ressurreição de Jesus

O que ensina o Cristianismo

“Mas, depois de eu ressuscitar, irei adiante de vós para a Galiléia” (Mt 26.32; Mc 14.28). “E o entregarão [o Filho do homem] aos gentios para que dele escarneçam, e o açoitem, e crucifiquem, e ao terceiro dia ressuscitará” (Mt 20.19). “Derribai este templo, e em três dias o levantarei” (Jo 2.19). Todos estes versículos das Sagradas Escrituras são palavras de Jesus Cristo. “Quando, pois, ressuscitou dos mortos, os seus discípulos lembraram-se de que lhes dissera isso” (Jo 2.22). “Desde então, começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que convinha ir a Jerusalém, e padecer muito dos anciãos, e dos principais dos sacerdotes, e dos escribas, e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia” (Mt 16.21). “Ele não está aqui, porque já ressuscitou, como tinha dito. Vinde e vede o lugar onde o Senhor jazia. Ide, pois, imediatamente, e dizei aos seus discípulos que já ressuscitou dos mortos” (Mt 28.6-7). “Porque foi para isto que morreu Cristo, e ressurgiu, e tornou a viver, para ser Senhor, tanto dos mortos, como dos vivos” (Rm 14.9). Vejam o que o Apóstolo Paulo diz: “E que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras” (1 Co 15.4); “Depois foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmãos... por Tiago, por todos os apóstolos, por mim” (vv.6,7,8). Em tom de repreensão, prossegue: “Ora, se se prega que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como dizem alguns dentre vós que não há ressurreição de mortos? E, se Cristo não ressuscitou, logo é vã a nossa pregação, e também vã a nossa fé... mas de fato Cristo ressuscitou entre os mortos e foi feito primícias dos que dormem” (vv.12-20). O significado de ressuscitar: “Fazer voltar à vida. Tornar a viver, após ter morrido” (Mini Dicionário Aurélio).

O que ensina o Espiritismo

“A reencarnação fazia parte dos dogmas dos judeus, sob o nome de ressurreição.... Designavam pelo termo ressurreição o que o Espiritismo, mais judiciosamente, chama de reencarnação. A ressurreição dá idéia de voltar à vida o corpo que já está morto, o que a Ciência demonstra ser materialmente impossível, sobretudo quando os elementos desse corpo já se acham desde muito tempo dispersos e absorvidos” (O Evangelho Segundo o Espiritismo (E.S.E.), Allan Kardec, cap. IV, item 4).

Os fatos comprovam que Jesus ressurgiu dos mortos, ou seja, ressuscitou corporalmente, voltou a viver. Se os discípulos tinham alguma dúvida sobre o assunto, após a ressurreição de Jesus tudo ficou esclarecido. A partir daí, passaram anunciar, não o Cristo morto, mas o Cristo vivo: “Aos quais também [aos apóstolos], depois de ter padecido, se apresentou vivo, com muitas e infalíveis provas, sendo visto por eles por espaço de quarenta dias e falando do que respeita ao Reino de Deus” (At 1.3). Esses homens falaram com a inquestionável autoridade de quem viu, ouviu e tocou: “O que era desde o princípio, o que vimos com os nossos olhos, o que temos contemplado, e as nossas mãos tocaram da Palavra da vida, o que vimos e ouvimos, isso vos anunciamos...” (1 Jo 1.1,3).

O espirita não é cristão _ A divindade de Jesus

O Espiritismo fala em “evangelizar”, em “consciência cristã”, em “Espiritismo cristão”.

Para sabermos se o Espiritismo é ou não cristão, nada melhor do que fazermos o confronto de suas doutrinas com as do Cristianismo.

Vejamos o que é ser cristão.

(1) “Cristão [do gr. Christhos, messias] – Aquele que vive de conformidade com os ensinamentos de Cristo. Não basta crer em Cristo para ser cristão; é necessário, antes de tudo, executar os mandamentos deixados por Ele. Os melhores cristãos são os que se parecem com Cristo. Foi em Antioquia que os seguidores de Cristo passaram a ser conhecidos como cristãos - At 11.26” (Dicionário Teológico, Claudionor C. de Andrade). (2) “Cristão [Do lat. Chrstianu] – Do, ou relativo ou pertencente ao Cristianismo. Que o professa. Aquele que professa o Cristianismo, que é sectário dele” (Dicionário Aurélio). “Cristão– Seguidor de Cristo - At 11.26” (Dicionário da Bible Online).

Em síntese, ser cristão é crer que Jesus é o Filho de Deus, o Verbo que estava no princípio com Deus e que era Deus, e que se fez homem e habitou entre nós (Jo 1.1,2,14; 3.18); é ser obediente aos Seus mandamentos (Jo 14.21); é ensinar o Evangelho que Ele nos ensinou (Mt 28.19-20); é crer que a Bíblia registra com fidelidade o Seu Evangelho (Jo 14.26); é crer que a Bíblia é a única regra de fé e prática (Jo 17.17; Rm 10.17; 2 Tm 3.16-17).

Escolhemos para análise comparativa os seguintes temas:

A divindade de Jesus; Sua ressurreição; Suas aparições; Seu corpo; A Bíblia Sagrada, O Espírito Santo, o Juízo Final, a Volta de Cristo e o Arrebatamento da Igreja.

A Divindade de Jesus

O que ensina o Cristianismo

“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. O Verbo se fez carne, e habitou entre nós” (Jo 1.1,14). “Quem me vê a mim, vê o Pai” (Jo 14.9; cf. Jo 8.19). “Eu e o Pai somos um. Sendo homem, te fazes Deus a ti mesmo” (Jo 10.30-33). “Em verdade, em verdade  vos digo: Antes que Abraão existisse, Eu Sou” (Jo 8.58). “E Simão Pedro, respondendo, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mt 16.16; cf Mt 14.33; Lc 1.35; Jo 1.49).

O título `O Filho de Deus´, não recusado por Jesus, designa uma relação eterna entre o Filho e o Pai na Deidade.

O Verbo, isto é, o Filho, estava com Deus no princípio e era Deus. “Ele é considerado Filho, não porque em certo tempo começou a derivar Seu ser do Pai (em tal caso, Ele não poderia ser coeterno com o Pai), mas porque Ele é e sempre foi a expressão do que o Pai é (cf. Jo 14.9). As palavras em Hebreus 1.3: O qual [Jesus], sendo o resplendor da sua glória [de Deus], e a expressa imagem da Sua pessoa [de Deus], são definições do que significa Filho de Deus  (Notes on Galatians, de Hogg e Vine, pp.99,100, citado pelo Dicionário VINE).

O que ensina o Espiritismo:

“Esta passagem dos Evangelhos [Jo 1.1,14] é a única que, à primeira vista, parece encerrar implicitamente uma idéia de identificação entre Deus e a pessoa de Jesus. Não exprimem senão uma opinião pessoal [de João]. Jesus pode, pois, estar encarregado de transmitir a palavra de Deus sem ser Deus” (Obras Póstumas, Alan Kardec, 1993, 1a edição, p. 145 e 146).

Apresentamos acima apenas algumas passagens em que a divindade de Jesus está explícita ou implícita.

Há outras em que Ele perdoa pecados e garante a salvação (Lc 23.43), aceita a adoração que somente a Deus é devida (Mt 4.10; 8.2; 14.33; Jo 9.35-39), não recusa ser chamado de Deus (Jo 20.27-29), e diz que tem direito à mesma honra que é prestada a Deus (Jo 5.23-24).

Qual a prova de que o que o apóstolo João escreveu foi apenas opinião pessoal?

Todos os quatro evangelistas deram opiniões pessoais, sem valor?

Não.

A Bíblia é a palavra de Deus, e foi escrita sob inspiração divina (1 Jo 1.1-3).

A sinceridade e a verdade de suas palavras decorrem da condição testemunhas oculares.

Não emitiram apenas uma opinião pessoal.

Eles acompanharam o Mestre em todo o Seu ministério, do início da pregação do Evangelho até Sua ascensão.

Pedro é incisivo: “Porque não vos fizemos saber a virtude e a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo, seguindo fábulas artificialmente compostas, mas nós mesmos vimos a sua majestade” (2 Pe 1.16).

Os apóstolos não defenderam teses; falaram de factos reais por eles presenciados.

 


Pr. Airton Evangelista da Costa

Espírita revela as verdadeiras intenções do espiritismo... destruir quem não o é.

Caros leitores:

   Deus é Fiel!

   A verdade vem sempre ao de cima e o diabo sempre revela as suas verdadeiras intenções. Porquê? Porque ele tenta usurpar o lugar de Deus, tenta fazer-se passar por Ele, mas como não é Deus... algures mostra quem realmente é.

   Muitos têm vindo aqui mostrar a sua revolta pelo que escrevo. Talvez porque não saibam que TUDO aquilo que aqui escrevo está escrito na Bíblia Sagrada. Ontem recebi um email de alguém que através do blog seitas, religiões e Nova Era visitou o blog onde encontrou este texto que vou expôr aqui.

   No próprio texto vou escrever a laranja algumas considerações que me parecem úteis.

   Não se deixem enganar... existe um texto onde falei dos propósitos da Nova Era em relação aos cristãos e veja como são os mesmos do espiritismo!

   A Bíblia ensina-nos que o Anti-cristo estabelecerá uma religião única com o propósito de destruir todos aqueles que crêm em Jesus Cristo como Senhor e Salvador. A única igreja que não se unirá à grande religião é a igreja de Jesus Cristo.

   Publiquei este texto em Junho de 2009, e agora vejam a semelhança dele com o que a Maria Helena Castro expôs no seu blog. Só alguém que já se encontre espiritualmente cego, não entenderá quais os planos do espiritismo. Se voltarem ao 1º e 2º post publicado aqui, verão um espírita que escreve num blog espírita a afirmar que o espiritismo não é uma religião. Vejam o que transcreveu a Maria Helena, retirado de um qualquer  livro dos espíritos  (demónios) nos quais todos os espíritas acreditam. E tentem perceber este enredo demoníaco.

 

"Calvino e todos que o seguiram cometeram o mesmo erro, e ao invés de afirmar diante das pessoas...o entendimento de que aqueles que reconheceram a sua divindade essêncial o fizeram simbolicamente em favor de todos os filhos encarnados de Deus em desenvolvimento, eles viram a si mesmos como o Povo Escolhido e a todos os que não pensavam como eles, como perdidos. Quando os judeus e os devotos religiosos de mente estreita reconhecerem sua identidade com todas as outras pessoas e expressarem esta identidade atraves de um relacionamento justo, nós veremos um mundo muito diferente. O problema do mundo é essencialmente um problema religioso e por tras de todo o conflito em qualquer sector do mundo hoje, encontra-se o elemento religioso."(The Destiny of Nations (O destino das naçoes), por Alice Bailey, Lucis Publishing Company, New York, 1949, pp. 34-35)

 

Os adeptos da Nova Era referem-se ao seu sistema de crença como "O Plano" e rejeitam qualquer um  que não concorde com eles! Alice Bailey torna isto bem claro nesta mesma publicação, proclamando que qualquer cristão que ensina o julgamento de Deus e a divindade  de Jesus Cristo, e não do homem, e um inimigo da humanidade e será destruido. (Ibid., p. 17)"

Este foi o post que publiquei em Junho 2009

 

Segue o post publicado pela espírita Maria Helena Castro em Georgia Preto:

Os meus comentários estarão em Comic sans MS azulão.

 

 CRISTIANISMO E ESPIRITISMO

 

Léon Denis no livro Cristianismo e Espiritismo, demonstra a perfeita identidade da Doutrina Espírita com os preceitos do Cristianismo puro, pregado nos Evangelhos. (esta insistência dos espíritas em auto-denominarem-se cristãos... quando não acreditam no Jesus Cristo Ressuscitado, Salvador e Senhor é um engôdo para atrair aqueles que creêm de facto em Jesus Cristo).
Narra de forma compacta a expansão do Cristianismo e os desvios deste nos caminhos do dogmatismo, das conveniências sacerdotais e dos interesses sectários. (O espiritismo denuncia os desmandos e atropêlos da igreja católica romana ao Evangelho puro, ou seja, fala de uma religião e seus desvios, não dos verdadeiros cristãos que seguem a doutrina de Cristo e O receberam como Senhor e Salvador)
Ao longo da obra, Denis nos demonstra que as escrituras sagradas confirmam amplamente os conceitos espíritas, como a mediunidade e a reencarnação.
(Uma mentira como tantas outras? Será que os líderes espíritas acreditam que uma mentira dita muitas vezes se transforma numa verdade? Mas... como pode esta senhora escrever uma coisa destas quando temos visto por aqui e nos blogues espíritas que o espiritismo não reconhece a Bíblia como Palavra de Deus?) Por fim, o autor mostra por que o Espiritismo se apresenta como a Terceira Revelação, ou o Consolador (ler o post publicado aqui no dia 13-01-2010) prometido por Jesus.

E com ele (o tal consolador do espiritismo?)temos a possibilidade de destruir as religiões sectárias e fazer florescer uma única e verdadeira religião cristã, fraterna e solidária, entre todas as criaturas, todos os povos, todas as nações.

(Alguém fica com dúvidas das verdadeiras intenções do espiritismo depois de ler isto?
Claro que o pior cego é aquele que não quer ver, mas... perante isto ainda há quem afirme que o espiritismo é só paz e amor? O que será que os impede de entender o que os seus líderes escreveram e acreditam de verdade?)
 Percebemos que o Cristianismo dos 3° primeiros séculos muito se parecia com o Espiritismo em sua estrutura e sua forma, pois não havia padres que direcionavam os ensinamento de Cristo, muitas comunidades católicas recebiam mensagens espirituais e aceitavam a existência que os ditos mortos poderiam se comunicar com vivos. ( Tal como mencionei antes... o espiritismo ataca a religião católica, mas demonstra total ignorância em relação è igreja de Cristo do primeiro século. Paulo foi preso por mandar sair um demónio de uma "médiun" que até diza a verdade... em Hebreus é claramente dito que ao homem está ordenado morrer uma só vez! e atrevem-se a chamar espírita a uma igreja que pregou a salvação pela graça e a ressurreição de Jesus Cristo? Uma igreja cheia do Espírito Santo de Deus à qual milhares se convertiam diáriamente?)
Quando a Igreja Católica foi oficializado pelo Imperador Romano Constantino, esta se tornou um apêndice do poder secular é foi perdendo a essência dos Ensinamentos de Jesus Cristo.
Acredito que o Cristianismo e o Espiritismo são correlatos, (uma mentira repetida muitas vezes... pode soar como verdade a quem não conhece a Verdade que está na Palavra de Deus) pois o Espiritismo tenta reviver as mesmas práticas do ensinamento da Boa Nova de Jesus Cristo, como amor ao próximo e a Vivência do Evangelho em sua Plenitude. (Negando aos seus seguidores a Salvação pela fé em Jesus Cristo e afirmando uma doutrina totalmente contrária ao Evangelho.
A Bíblia ensina que somos salvos pela fé em Cristo para as boas obras e nunca salvos pelas boas obras... Coríntios 13 no versículo3 diz: E ainda que eu distribuísse toda a minha fortuna para sustento dos pobres, e ainda que eu entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.)

"Fora da caridade não há salvação" - Allan Kardec
(Isto era o que pregava a igreja de roma que o espiritismo tanto critica... e Martinho Lutero protestou!
Porque a Bíblia é muito clara ao afirmar: Porque pela graça sois salvos, por meio da fé e isso não vem de vós, é dom de Deus. Não pelas obras para que ninguém se glorie...)
 
 

 

Erros que pôem a Bíblia em causa

   Um leitor colocou a seguinte questão: "Um jornal americano de língua portuguesa, trazido aqui para os Açores, continha um artigo sobre os "erros" da Bíblia. Entre eles, por exemplo, a Criação realizada em sete dias, o facto de a luz surgir antes do Sol e a paragem do mesmo no tempo de Josué. Juntava-se-lhe ainda a história de Adão e Eva, que não se sabe se eram brancos ou negros e de a Bíblia dizer que a Terra era chata e não esférica como se sabe actualmente. Ainda por cima, o mesmo jornal criticava um responsável evangélico por acreditar nestas "histórias para crianças". Ora, que resposta convincente poderei dar às pessoas que me apresentam estes textos e estas ideias?"

Bem, para algumas pessoas não existem respostas totalmente convincentes. Por muito que nos esforcemos, continuarão sempre a acreditar no que querem e a defenderem aquilo que predeterminaram, ainda que as explicações sejam boas e os assuntos fiquem por demais evidentes. Ás vezes, o paradoxo é que se aceitem as histórias mais iverossímeis e se regeitaem as verdades fundamentais. Há pessoas capazes de acreditar na mitologia, seja ela evolucionista ou religiosa, e de continuarem a ignorar o que a Bíblia menciona. Inclusivamente, ridicularizando quem nela acredita.

Ora, a Bíblia é o Livro do Deus Vivo e ainda ninguém lá encontrou nenhum erro. Não me refiro às ideias e conclusões apressadas, mas a erros comprovados. A Bíblia já possui muitos anos de existência, mas não está ultrapassada; as afirmações negativas a seu respeito, essas sim, é que estão ultrapassadas. Os pseudo erros, citados na actualidade, já foram apresentados e esclarecidos no passado. Por muito modernos que pareçam, "Já são tão antigos como Celso"!

Quanto à origem do mundo, a Bíblia apresenta uma sequência que já foi reconhecida e comprovada pela ciência. Eis a mesma: 1º) Um princípio; 2º) Uma Terra primitiva em trevas; 3º) Luz; 4º) Uma expansão e atmosfera; 5º) Grandes áreas de terra seca; 6º) Plantas terrestres; 7º) Sol, Lua e Estrelas, tornando-se discerníveis na expansão e o início das estações; 8º) Monstros marinhos e criaturas voadoras; 9º) Animais selvagens e mamíferos domésticos; 10º) O homem.

Ora, como a ciência moderna já confirmou que assim aconteceu, colocamos a seguinte pergunta: Qual a probabilidade de o escritor de Génesis acertar nesta sequência, se não fosse por intervenção divina?

Para uma melhor explicação, imaginemos uma caixa contendo dez números (de 1 a 10) de onde alguém iria tirando um de cada vez. A probabilidade de tirar o nº1 em primeiro lugar seria de um para dez. Depois, como ficam apenas nove números na caixa, a probabilidade de tirar o nº2 é de um para nove. Segue-se o nº3, cuja probabilidade é de um para oito e assim sucessivamente. A probabilidade global de acertar à primeira, tirando os dez números pela ordem crescente, seria de dez! (factorial) ou seja, 10x9x8x7x6x5x4x3x2x1= 3.628.800.

Portanto, a probabilidade global do escritor de Génesis acertar na sequência, atrás referida, seria de 1 para 3.628.800, ou seja, praticamente impossível, o que comprova ser este livro de inspiração divina.

Dizer que a luz não poderia surgir antes do Sol, é garantir a inexistência de quaisquer outras fontes luminosas, o que constitui um manifesto absurdo. Até mesmo nós, seres humanos, podemos produzir alguma espécie de luz. E Deus, que é a Luz por excelência, não poderia criar outras luzes?!

A erva verde e a vegetação de um modo geral foi criada no terceiro dia e, o Sol tornou-se discernível no quarto dia. É evidente que as plantas necessitam de luz, mas o Sol, se já estivesse na sua actividade plena, poderia matá-las enquanto estavam a ser criadas. Não digo "nascidas" mas "criadas", o que é diferente.

Quanto à criação das coisas e das pessoas, não poderia realizar-se em sete dias?! E se fosse em sete mil anos, já era mais aceitável? Ora, a Bíblia diz que, para o Senhor um dia é como mil anos e mil anos como um dia. Então, se Deus poderia criar tudo em sete dias porque é que iria demorar sete mil anos?

 Para nós, a impossibilidade está evidente. Não faríamos coisa alguma parecida com o Iniverso em sete dias nem em sete mil anos!Porém, para Deus nada é impossível.

Há quem diga que Deus não conseguiria parar o Sol. Uns, porque o Universo é uma máquina muito complexa e outros porque o Sol já está parado e é a Terra que se movimenta em torno dele e de si mesma.

O que podemos dizer é que tudo está em movimento. Diz-se que o Sol está parado em relação à Terra, mas todo o Sistema Solar (incluindo o Sol) gira em torno da Via Láctea (a nossa galáxia) a uma velocidade elevada. Portanto o Sol está em movimento, assim como todos os astros. A partir de 1912 a ciência descobriu que o Universo estava a expandir-se. Pois a Bíblia já o afirmava em várias passagens, não só falando da expansão mas também que Deus estende os Céus (Génesis 1: 8; Job 37: 18; Jeremias 10: 12; Isaías 40: 22; 40: 5; 44: 24; 45: 12; 48: 13; 51: 13).

Deus poderia parar a Terra, o Sol, a Lua e tudo o mais, pois tem todo o poder. Ele é o próprio Construtor desta enorme máquina chamada Universo e eu não conheço nenhum construtor que não consiga parar as máquinas que construiu. Isso de alguém construir máquinas que ficam incontroláveis, vê-se muito nos filmes, mas pertence mais ao domínio da ficção. "Dizer que Deus não poderia fazer isto ou aquilo é pretender saber mais do que realmente sabemos", diza um determinado cientista.

Não estou preocupado se Adão era branco, amarelo, negro ou moreno. Era um ser, certamente, com as potencialidades inerentes à raça humana. E o que menos interessa, tanto agora como naquele tempo, é a cor da pele. Está provado que descendemos todos de antepassados comuns. Algumas características como a cor da pele têm muito a ver com o clima da região onde as pessoas estão inseridas. Por exemplo, os judeus, todos descendentes de Abraão (e que não casavam com os gentios), possuiem características muito deferentes entre si, devido ao clima das regiões para onde emigraram. Isto não aconteceu ao fim de algumas centenas, mas de alguns milhares de anos.

A Bíblia não diz em lugar algum que a Terra era chata ou achatada. Tudo o que eu tenho lido na Bíblia aponta-nos para formas redondas, esféricas (Isaías 40: 22) e suspensa no vazio (Job 26: 7).

Não sei como é que algumas pessoas conseguem ver, na Bíblia, aspectos que não estão lá! Talvez por nunca a examinarem verdadeiramente, a lerem mal ou com más intenções, ficando cegos diante da realidade e, assim, perderem a grande oportunidade da salvação realizada por Jesus Cristo na cruz do Calvário, que a mesma nos indica.

 

Agostinho Soares dos Santos

 

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O espiritismo não é o Espírito Santo. Jesus foi muito claro!

Quem é o Espírito Santo de Deus, o Consolador Prometido?

É denominado Espírito do Senhor (2 Coríntios 3:17-18), Espírito de Deus (Romanos 8:9), Espírito de Cristo (Romanos 8:9), Espírito Santo (Atos 1:8; 1 Coríntios 6:19), Espírito (Romanos 8:26), entre outros Nomes. Ele é Deus (2 Coríntios 3:17-18; Hebreus 9:14).

O Espiritismo declara: “... Assim, o Espiritismo realiza o que Jesus disse do Consolador prometido...” (O Ev. Segundo e Espiritismo).

Diante de tal declaração, torna-se evidente que o Espiritismo procura basear-se na Bíblia, particularmente nos evangelhos, para confirmar as suas mentiras e doutrinas de engano. Sabemos que não há duas verdades, assim, precisamos examinar a Bíblia e o seu contexto para determinar a verdadeira identidade do “outro Consolador”, pois, se o Espiritismo estiver certo no que reivindica, então todos os cristãos estão enganados quando dizem que o outro Consolador é a terceira pessoa da Santíssima Trindade, o Espírito Santo.

Vejamos então o que diz a Bíblia.

Veremos três razões para provar que o “outro Consolador” não é o Espiritismo propagado pelo Kardecismo:

Primeira: O Espírito Santo é uma pessoa, por pessoa queremos dizer um ser com atributos e características pessoais.

Ele não é uma falange de espíritos.

O Espírito Santo é Deus, o Deus verdadeiro. A Bíblia mostra-nos isso claramente.

Diante da desonestidade de Ananias, Pedro indaga: “Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo, e retivesses parte do preço da herdade? (...) Não mentiste aos homens, mas a Deus” (Atos 5:3-4 - ACF).

Como parte integrante da Trindade, Ele possui todos os atributos próprios da Divindade:

É Onimpotente (Jó 26:13; 33:4; Romanos 15:13,19); é Omnisciente (I Coríntios 2:10-11); é Omnipresente (Salmos 139:7-10); além de tudo isso Ele existe desde a eternidade (Hebreus 9:14; Salmos 90:2).

Segunda: A promessa do Consolador foi cumprida no primeiro século, em Jerusalém, apenas alguns dias após a Ascensão de Jesus conforme a Sua promessa aos discípulos, e não no século XIX, na França, como pretendem os Espíritas.

Disse Jesus: “Todavia digo-vos a verdade, que vos convém que eu vá; porque, se eu não for, o Consolador não virá a vós; mas, quando eu for, vo-lo enviarei” (João 16:7 - ACF).

Que o lugar não seria a França  foi assegurado por Jesus Cristo e escrito por Lucas:

“E, estando com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que [disse ele] de mim ouvistes. Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra” (Atos 1:4,8 - ACF).

Apontando para o cumprimento da promessa, a Bíblia relata-nos: “E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem. De sorte que, exaltado pela destra de Deus, e tendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou isto que vós agora vedes e ouvis” (Atos2:4 e 33 - ACF).

O texto é límpido como a mais pura água cristalina; a promessa do Consolador foi cumprida em Jerusalém e deu origem ao início da Igreja de Cristo. Esse facto é, “teológicamente” consumado, o outro Consolador é o Espírito Santo e Ele já foi derramado logo após Jesus ter subido ao céu. E é por causa d'Ele que milhares de Espíritas se têm arrependido e  convertido ao verdadeiro Evangelho, o do Cristo Jesus, Salvador e Senhor! Aleluia!!!

Terceira: Nas suas publicações, Kardec contradiz a Escritura em vários pontos, fazendo-se um anticristo, por deturpar a Palavra de Deus que afirma:

“Porque três são os que testificam no céu: o Pai, a Palavra, e o Espírito Santo; e estes três são um”. (1 João 5:7). “Porque já muitos enganadores entraram no mundo, os quais não confessam que Jesus Cristo veio em carne. Este tal é o enganador e o anticristo” (2 João 1:7).

A Palavra é uma com o Espírito Santo. Se as doutrinas Espíritas fossem inspiradas por Deus estariam de acordo com os ensinamentos da Bíblia e de Jesus Cristo não só em relação às boas obras, mas a toda a Sua doutrina.

O que acontece é o contrário, por isso dizemos que Kardec é um anticristo, aliás Kardec não crê que Jesus veio em carne.

De acordo com as doutrinas Kardecistas, os milagres registados na Bíblia,  embora tenham sido testemunhados por milhares de pessoas, são apenas fenómenos psíquicos.

_ Sobre a inspiração Divina da Bíblia, Kardec afirma que ela está cheia de erros; sobre a Trindade, diz que não há pluralidade na divindade;

_ Sobre a existências de anjos, diabo e demónios, afirma serem espíritos desencarnados;

_ Sobre a Divindade de Jesus, diz que Jesus foi apenas um médium e uma criatura de Deus como todos os outros embora mais evoluído par a época;

_ Sobre o Espírito Santo, declara que “é uma falange de espíritos”;

_ Sobre a existência da vida humana, Kardec diz que existem mundos que são habitados;

_ A respeito do céu e do inferno, declara que não há castigo eterno, e a contemplação de Deus é vista como inútil e estática;

_ Em relação à ressurreição corporal tanto de Jesus como de todos os que a Bíblia menciona, bem como a ressurreição dos mortos, Kardec afirma que o espírito não retornará ao mesmo corpo, mas reencarnará em muitos corpos, ao contrário do que Jesus Cristo ensinou;

_ Sobre a obra de Cristo na cruz, Kardec desconsidera-a e diz que o homem deverá conseguir a sua própria redenção através de sucessivas reencarnações que o conduzirão à perfeição.

Em compaixão e amor por todos aqueles que estão iludidos e enganados por satanás, esperamos sinceramente que o verdadeiro Consolador, o Espírito Santo de Deus, convença os espíritas e aqueles que até simpatizam com a doutrina kardecista, de que o testemunho do apóstolo João é verdadeiro, quando diz:

“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus” (João 1:1). “Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna” (1 João 5:20). “Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigénito, que está no seio do Pai, esse o revelou” (João 1:18).

 

Este mesmo Deus, vendo o homem no lamaçal do pecado, condenado à punição eterna, amou-o de tal maneira que veio à terra expiar os nossos pecados, uma vez que isso seria impossível ao próprio homem. Disse o Espírito Santo por meio de Paulo: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie”  (Efésios 2:8-9).

 

 

A Bíblia é totalmente contrária à reencarnação e à possibilidade de vidas sucessivas como forma de redenção (Hb.9:27).

O Deus da Bíblia apresenta algo infinitamente melhor do que a reencarnação:

Jesus (que morreu em nosso lugar, dando-nos uma viva esperança: a de vivermos eternamente com Deus no céu, sem pecado, sem dor, sem morte...).

 

Discordamos veementemente, da doutrina Espírita, com todo o seu falso ensino, que se declara a melhor religião do planeta e arredores, a última revelação de Deus, como sendo algo da parte de Cristo.

 

O povo de Deus sabe que: “SEM JESUS E A SUA PALAVRA NÃO HÁ SALVAÇÃO”.

Se formos intelectualmente honestos, podemos ver com os exemplos citados que a “terceira Revelação”, “o Outro Consolador”, não passa de uma grande fraude, de uma mentira herética, pois todas essas doutrinas Espíritas são facilmente desmanteladas pela verdade de Deus – A Bíblia Sagrada, na qual pretendem basear suas mentiras.

 

 

 

 

Analisando as crenças espíritas

Pr. Elmut Rossi

Objetivo:

Não é somente para o preparo do crente. Mas para que cada cristão receba instruções para melhor fazer o trabalho de paladino da verdade, de testemunha de Cristo entre os que vivem nas trevas do espiritismo e os que  estão a deixar-se arrastar para as suas redes de mentira e negação de Jesus Cristo como Salvador e Senhor.
Informação:
A crença espírita é muito antiga, já existia antes de Cristo entre os Babilônicos persas, hindus, gregos e povos cananeus.

Os diferentes ramos do espiritismo:

Definição do espiritismo: São todas as religiões que se baseiam, divulgam e praticam a crença da comunhão dos espíritos de quem já morreu com os vivos.

Divide-se em dois principais ramos:

A). O espiritismo de mesa, ou Kardecismo, também chamado científico. 

B). O espiritismo de terreiro, que recebe vários nomes, conforme sua origem e lugar em que se desenvolve como umbanda, quimbanda, candomblé e xangô, mas geralmente conhecido como "Macumba" no Brasil e "Bruxaria" em Portugal.

I). Crença do espiritismo Kardecista

Possibilidade de comunhão de espíritos mortos com vivos.

A). Pelo aspecto sentimental ou misterioso.

B). Pessoas atormentadas com problemas sem saber como resolvê-los.

Observação: Os Espíritos argumentam que a proibição de Deus é evidenciada em que havia, nos tempos antigos, a comunhão de mortos com vivos, que a proibição só era feita porque naquele tempo os homens não estavam desenvolvidos para poderem suportar semelhante prática.
Examinemos, então na Bíblia para observar o que Deus tem mostrado a Seu povo, quanto a essa prática. Encontraremos algumas passagens que demonstram a abominação de Deus perante a prática do espiritismo.  Vejamos :
Deut. 18:9-14 / Isai. 8:19 e 20 / Lev. 20:6.

II). Crenças dos espíritas na reencarnação

Crêem que quando a pessoa morre, seu espírito deverá voltar a seu corpo para que se vá aperfeiçoando e purificando.  As várias reencarnações serviriam para pagar seus pecados.

Essa crença já era pregada pelo filósofo grego Pitágoras, e foi incorporada por Allan Kardec ao espiritismo.

A idéia da reencarnação não é bíblica:
(Ecl. 12:7 e Hebr. 9:27)

Passagens em que os espíritas baseiam sua crença, retirando textos do contexto:

  • Mat. 11:10-14 -> resposta: João 1:21
  • João 3:1-12 -> resposta: João 3:6 e Jó 1-12e13 (então sendo assim, se a reencarnação existisse...só teriam que nascer da carne)

    III). Segundo o espiritismo a Salvação só se obtém (aperfeiçoamento pela evolução espiritual), através do sofrimento e pelas boas obras

Nunca encontrámos nem jamais se conseguirá encontrar esta crença na Bíblia Sagrada. Tirar textos de um contexto e dar-lhe a aparência desejada, não faz deles verdades absolutas. Basta inseri-los no contexto e imediatamente constactaremos o erro e a mentira de quem os tentou fazer parecer algo que na realidade não são. Para eles, espíritas, tudo depende do mérito pessoal acumulado ao longo das diversas encarnações.

Para Deus, a Salvação está em Jesus Cristo!

A Bíblia, que eles usam, mas que desconhecem e não acreditam ser a Palavra de Deus, diz-nos que a Salvação só é possível através da graça:
(João 3:16 / João 6:47 / Isa. 64:6 / Atos 16:31)


IV). Existência de diferentes mundos, para habitação dos vários estágios de evolução espiritual

Conforme o aperfeiçoamento, os espíritos vão para diversos mundos. Estes mundos oferecem diversas estâncias para se aperfeiçoarem. Alguns mundos são inferiores, e existe vida, enquanto em outras estâncias a vida é inteiramente espiritual (Claro que nem a Ciência (verdadeira) conseguiu ainda provar a existência de vida noutros planetas...).

Eles baseiam-se em João 14:2, mas como declara a palavra de Deus, só existem dois lugares para onde vão os mortos, e as moradas que Jesus prometeu são na "Casa do Pai", junto com Ele. Para perceber melhor o que Jesus disse, nada melhor do que ler a Palavra de Deus, e não deixar-se influenciar só pelo que ouve  (João 3:18 e Lucas 23:43).

V). Segundo o espiritismo, fora da caridade não há salvação  (voltar ao ponto 3 )

VI). Segundo o espiritismo, Deus existe, mas está longe demais, e só se manifesta por meio de espíritos guias.

A). Os espíritas, tal como os deístas crêem que Deus criou o mundo e não cuida dele, deixando-o entregue às forças próprias. O facto de dizerem que Deus está longe, entende-se porque têm satanás demasiado próximo.

B). Segundo o espiritismo, na falta da orientação de Deus (orientação que só falta a quem não O busca...), os espíritos abrem caminho à necessidade do homem ser orientado pelos espíritos.

As seguintes passagens mostram-nos que Deus é perfeitamente acessível ao homem: Hebr. 1:1 / João 1:14 / Isai. 55:6e7 – 59:1e2)

Observação: Só o pecado afasta o homem de Deus. Os espíritas revelam seu estado pecaminoso e afirmam que o pecado não existe, talvez para se auto-justificarem por viver em?...

VII). Segundo o espiritismo, Jesus Cristo é considerado o espírito que alcançou evolução ou desenvolvimento

 

A). Os espíritas só aceitam Jesus como homem evoluído, recusando-O como Salvador, Messias prometido e Unigénito Filho de Deus. O espiritismo mostra ser mais uma doutrina do anticristo, fazendo a obra do diabo, negando que Jesus é Senhor e Salvador.

Que Jesus é divino não há dúvidas. A Bíblia mostra abundantes referências a essa verdade. Examinemos então:

    • Jesus é o verbo encarnado – João 1:1
    • Jesus é o Cristo Filho de Deus – João 16:15-17
    • Jesus desceu do céu – João 6:38
    • Jesus e o Pai são um – João 10:30
    • Seu próprio nome mostra sua divindade – Mateus 1:23

      VIII). O espiritismo julga-se a terceira pessoa ou terceira revelação, ser o próprio Espírito Santo prometido por Jesus

A). O Espírito Santo, sempre é apresentado na Bíblia como uma pessoa da Trindade e possuindo atributos de uma pessoa.

B). Nunca é apresentado como um movimento criado por homens.

C). Esse absurdo chega ao limite da blasfêmia contra o Espírito Santo, para a qual não há perdão.
Veremos então algumas apresentações do Espírito Santo para comprovarmos essa realidade bíblica:

 

 Atributos do Espírito Santo como pessoa:

 

 Ele pensa – Romanos 8

 Ele sente – Isaías 63:10

 Ele tem vontades – Atos 16:6
 

 O Espírito Santo age como pessoa:

 

 Ele ensina – João 14:26

 Ele convence – João 16:8

 Ele fala – Atos 8:29

 Ele intercede pelos crentes – Romanos 8:26
 

 O Espírito Santo também é:

 

 O espírito de Deus – Ezequiel 36:27

 O espírito de Cristo – Atos 16:6e7

IX). A crença de que se deve fazer orações pelos mortos e espíritos sofredores

Para os Kardecistas são úteis, porque vendo eles que alguém lembra deles, sentem-se menos abandonados e aumentam a coragem. Crêem eles que as preces pode abreviar seus sofrimentos.

A Bíblia não ensina isto, em passagens tais como a do Rico e Lázaro (Luc. 16:19-31), principalmente os versículos 22 e 23.

Observação: O Rico incrédulo havia, do meio do sofrimento, pedido que Lázaro fosse minorar seu sofrimento, molhando a língua, e recebeu a resposta:

"È possível minorar o sofrimento da alma que pereceu (morreu) condenada, é impossível modificar-lhe a condenação." (vers. 26)

X). Crença que as pessoas podem salvar-se a si próprias pelo seu esforço em praticar as boas obras (voltar ao ponto 3)

XI). Os espíritas negam a existência do céu, do inferno, da condenação eterna e também de satanás.

A Bíblia afirma a existência de todos eles.

A). A existência do céu – Luc. 23:43 / João 3:12e13

B). A existência do inferno e penas eternas – Mat. 25:25-30 / Mat. 10:28

C). A existência do diabo – Mat. 25:41 / Efe. 4:27 / Tia. 4:7

D). A existência de demónios. Obs.: demónios são anjos caídos que seguem a liderança de satanás. São esses anjos que produzem as manifestações nas mesas espíritas e terreiros de macumba, levando os participantes a acreditarem que estão recebendo espíritos de pessoas falecidas. Vejamos essa classe, mencionada na Bíblia: Lev. 17:7 / Mat. 25:41 / Sal. 106:37 / Luc. 4:33)
Volto assim ao nosso objetivo principal. É nossa responsabilidade como crentes em Jesus Cristo,  anunciar o evangelho às almas que estão sendo assediadas pelo espiritismo, às que são simpatizantes e as que já estão presas nas suas malhas, a fim de que algumas delas se libertem para a verdade, para a luz, e para a vida que só existe em Jesus Cristo, Senhor e Salvador da humanidade.