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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

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Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Reencarnação uma questão de INJUSTIÇA _“A graça de Deus é contrária à reencarnação. O karma é intolerável. Não há exceções nem perdão, só condenação.

A Bíblia ensina-nos que a salvação é mediante a graça, por meio da fé em Jesus Cristo e não por obras: “Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de Deus. Não vem das obras, para que ninguém se glorie” (Ef 2:8-9). [Vide: Mt 16:26; Rm 3:24-26, 28, 4:5, 5:1; Gl 3:11, 24; Tt 3:5-7].

O Pr. Calvin Gardner enfatiza que: “A graça de Deus é contrária à reencarnação. O karma é intolerável. O que faz numa vida ceifará em outra. Não há excepções nem perdão, só uma eterna condenação. Por Cristo, há perdão, pois há uma imputação da condenação dos pecados de todos que se arrependem e crêem com fé na pessoa de Cristo, e há uma imputação da Sua justiça nestas (II Cor 5:21). Se por Cristo são pagos os nossos pecados e por Ele há paz com Deus, não há lugar para uma doutrina karmica de reencarnação”.


         A conhecida Parábola sobre o Rico e Lázaro (Lc 16:19-31) prova a inexistência de “outras vidas”, e revela que só há uma vida. A Bíblia ensina-nos que, após a morte, o destino das pessoas está selado, eternamente: uns para a perdição eterna e outros para a salvação eterna, pois “Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus” (Jo 3:18).

Os adeptos do Espiritismo são atraídos, na sua maioria, pelo facto de acharem que a tal “religião” espírita (uma mistura de fé/ciência espírita/religião/filosofia) é “lógica”, pois responde às suas indagações. Aliás, eles adoram apelar para a tal “lógica humana”, para provar suas teses, mesmo quando são confrontados com as contradições da própria doutrina.

A Bíblia, entretanto, diz que: “... a sabedoria deste mundo é loucura diante de Deus; pois está escrito: Ele apanha os sábios na sua própria astúcia” (1 Co 3:19). Como sabemos, “... a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus” (1 Co 1:18). Infelizmente, as vãs filosofias (e “religiões”) têm agradado a muitos (1 Co 1:17-31; Cl 2:8).

Vejamos algumas perguntas “lógicas”, que foram retiradas de um site espírita, e suas refutações bíblicas:

1) “Por que algumas pessoas já nascem defeituosas ou doentes e outras não? Seria justo que Deus fizesse pessoas sofrerem, desde o nascimento, por algo que elas não fizeram, ou pelo que outras pessoas fizeram?” 

   Certa ocasião, Jesus e os discípulos viram um cego de nascença e Jesus deixou claro que a cegueira não é nenhuma consequência de erros (pecados) de “vidas anteriores”. Vejamos: “E os seus discípulos lhe perguntaram, dizendo: Rabi, quem pecou, este ou seus pais, para que nascesse cego? Jesus respondeu: Nem ele pecou nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem nele as obras de Deus.” (Jo 9:2-3)


O homem foi criado perfeito, “reto”, à imagem e semelhança do seu Criador: (...) Deus fez ao homem reto, porém eles buscaram muitas astúcias” (Ec 7:29). Os anjos que caíram foram criados santos, mas “... não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação...” (Jd 6). Sobre satanás está escrito: “Perfeito eras nos teus caminhos, desde o dia em que foste criado, até que se achou iniquidade em ti” (Ez 28:15).

Como se vê, mesmo tendo sido criado reto e perfeito, o homem (tal como satanás e alguns anjos) preferiu a desobediência e o pecado. Com isto, vieram as doenças e a morte: “Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram”. Lemos, ainda: “Porque, assim como todos morrem em Adão, assim também todos serão vivificados em Cristo” (1 Co 15:22).

A origem de todo o mal que há na Terra é o pecado original (a desobediência, a rebelião do homem contra seu Criador): “E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.” (Gn 2:16-17). Portanto, a culpa não foi de Deus, mas, da própria humanidade que optou e opta por Lhe desobedecer.

As conseqüências desta rebelião foram as doenças, a morte, as injustiças, as desigualdades, etc.: “Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram” (Rm 5:12). “Porque, se pela ofensa de um só, a morte reinou por esse, muito mais os que recebem a abundância da graça, e do dom da justiça, reinarão em vida por um só, Jesus Cristo. Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida.” (Rm 5:17-18).

         Entretanto, mesmo que nós tenhamos herdado o pecado original de Adão (e, com o pecado, a morte eterna), felizmente, em Jesus Cristo, recebemos a vida eterna:
“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor” (Rm 6:23), “Porque assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem”. (1 Co 15:21).

 

Próximo Post:  Para quem acha Deus injusto...

Reencarnação uma questão de INJUSTIÇA

“Porquanto, não conhecendo a justiça de Deus, e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de Deus. Porque o fim da lei é Cristo para justiça de todo aquele que crê.” (Rm 10:3-4).

   Em muitos automóveis, podemos ver a seguinte frase: “Reencarnação, uma questão de JUSTIÇA!” Porém, veremos que o ensino sobre a “reencarnação” é, na verdade, uma questão de INJUSTIÇA dos homens, para com o Criador.

Dentre as inúmeras falsas “religiões”, destacamos algumas que crêem na falácia da “reencarnação”: Espiritismo, Budismo, Hinduísmo, Cabala, Seicho-no-iê, Umbanda, Taoísmo, Confucionismo, Bramanismo, Jainismo, Zoroastrismo, Xintoísmo, Islamismo esotérico (Surate II, 26 e Surate XVII: 52 do Corão), Esoterismo, Eubiose, Gnose, Maçonaria, Xamanismo, Teosofia, Igreja Messiânica Mundial, Fraternidade Rosacruz, Ordem dos Templários, Santo Daime, Candomblé, etc.

O Pr. Calvin Gardner, esclarece-nos que: “A origem desse ensino, como muitos estudiosos pensam, vem dos Vedas dos Hindus (as escrituras dos hindus). Pode ser que essas crenças também foram influenciadas pela filosofia dos gregos, começando com Pitágoras (580-500 a.C.) e passando por Platão (428-348 a.C.). Há similaridades estranhas entre os ensinos dos gregos e dos hindus. Nas duas formas, a perfeição final não vem da graça de Deus, através do arrependimento dos pecados e fé em Cristo, mas por outros meios ou por outras pessoas, que no final  revela que essas crenças não vêm de Deus, pois mostram outros salvadores”.


Allan Kardec, o codificador do Espiritismo, ensinou que “a reencarnação é a volta da alma ou espírito à vida corpórea, mas em outro corpo especialmente formado para ele e que nada tem de comum com o antigo”. Para os espíritas, é a única forma de Deus fazer a sua justiça, levando o homem a muitas existências sucessivas, oferecendo um meio de resgatar os seus erros, com o objetivo de atingir a perfeição”.


Ao que tudo indica, a tal doutrina da “reencarnação” veio da mente do próprio Kardec e não dos tais “espíritos”, como ele alegou. Interessante observarmos que esta doutrina não é unânime entre os “espíritos”, nem entre os “espíritas”. Vejamos esta citação: “Mas o grande problema para os espíritas, confessado por Allan Kardec, é que não se pode identificar o ensino unânime dos espíritos sobre a reencarnação. Diz ele: ‘Seria o caso, talvez, de examinar-se porque todos os Espíritos não parecem de acordo sobre este ponto’. E mais: ‘De todas as contradições que se observa nas comunicações dos Espíritos, uma das mais chocantes é aquela relativa à reencarnação, como se explica que nem todos os Espíritos a ensinam?’” (O livro dos espíritos. Allan Kardec – Obras Completas. Opus Editora Ltda, p. 94, 2ª ed., 1985).


A Bíblia refuta a tola idéia da “reencarnação”, em várias passagens (2 Sm 12:22-23; Jó 7:9-10; Ec 12:7; Mt 13:38-43; Lc 23:43; Jo 1:19-21; Hb 9:27-28; Ap 20:11-15). Em Hebreus 9:27, por exemplo, lemos que: “... aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo”.

Lemos também que: “Assim como a nuvem se desfaz e passa, assim aquele que desce à sepultura nunca tornará a subir. Nunca mais tornará à sua casa, nem o seu lugar jamais o conhecerá” (Jó 7:9-10).

O que a Bíblia ensina é a Ressurreição (Dn 12:2; Is 26:19; Os 6:2; Jo 5:28-29, 11:11-44; At 24:15; 1 Co 15:12-22; Ap 20:6), que é o retorno do morto ao próprio corpo, implicando em uma só existência.

Enquanto os espíritas dizem que a “reencarnação” é necessária para que o homem evolua, rumo à perfeição, a Bíblia afirma que o mesmo é aperfeiçoado quando nasce de novo (Jo 3:3, 5), arrependendo-se de seus pecados; ocasião em que recebe Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador: “Porque com uma só oblação aperfeiçoou para sempre os que são santificados” (Hb 10:14). 

Em Cristo, somos regenerados, como lemos: “Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo” (2 Co 5:17). Regeneração é a mudança das disposições dominantes da alma (no mesmo corpo e existência em que vivemos): “Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo” (Tt 3:5). Lemos, ainda, que: “... quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe pelas concupiscências do engano; e vos renoveis no espírito da vossa mente; e vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeira justiça e santidade” (Ef 4:22-24).

 

Próximo post: “A graça de Deus é contrária à reencarnação. O karma é intolerável. O que faz nesta vida ceifará numa outra. Não há excepções nem perdão... só condenação.

 

 

http://solascriptura-tt.org/Seitas/ReencarnacaoQuestaoDeInjustica-HFontes.htm

Vidas passadas?


 
         O homem vive apenas uma vez aqui na Terra. A Bíblia Sagrada, regra de fé e prática de todos os cristãos ensina que:
 
“aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo” (Hb 9.27).
 
        Há somente uma oportunidade de aperfeiçoamento, uma oportunidade de salvação, uma única chance de o homem ser recebido no céu após a morte. Esta oportunidade é enquanto ele vive e pode tomar decisões.
         Não morremos muitas mortes nem vivemos muitas vidas:
 
“Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao Senhor, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar” (Isaías 55.6-7).

         O estado final do homem é irreversível, isto é, a sua situação após a morte, momento em que o espírito se separa do corpo. Não há nenhuma condição de, no além, mudar a situação de condenado para salvo, de injusto para justo, de sair do inferno para o céu.
         O Senhor Jesus explicou uma realidade espiritual através da parábola do rico e Lázaro. Este morreu e foi levado pelos anjos para o céu. O rico morreu e foi para um lugar de tormentos. O contexto nos diz que nenhum dos dois tinha possibilidade de mudar de lugar.
         Ao ladrão arrependido, Jesus garantiu o céu:
 
“Na verdade, te digo que hoje estarás comigo no Paraíso” (Lc 23.43).

 
      O ladrão sairia do céu para viver novas vidas aqui na Terra? De modo algum. Quando há sincero arrependimento, o perdão divino nos alcança. Não precisamos passar por sofrimentos para limpar nossa dívida. Jesus pagou tudo com Seu sangue. No caso do ladrão, vê-se o exemplo mais típico da graça de Deus em operação. Não podemos ganhar o céu mediante nossas obras. Arrependimento e fé são suficientes. Graça é favor divino em prol de quem não merece. É a única chance de salvação que Deus nos oferece. O sacrifício de Cristo nos deu essa chance (v. Efésios 2.8-9).
         Estevão, momentos antes de morrer, disse:
 
“Senhor Jesus, recebe o meu espírito” (Atos 7.59).

 
        Estevão esqueceu-se de que precisaria voltar à vida corpórea e viver por um número indefinido de anos e de vidas para se purificar? Não, não houve esquecimento. Na verdade, a Igreja nunca falou, nem Jesus ensinou a existência de vidas passadas e retorno á vida presente para alcançar purificação.
         Deus garante-nos vida eterna com Ele, ou vida eterna sem Ele. Isto é, viver eternamente no Céu, ou viver eternamente no Inferno:
 
“O Diabo, o sedutor deles, foi lançado para dentro do lago de fogo e enxofre, onde já se encontram não só a besta, como também o falso profeta; e serão atormentados de dia e de noite, pelos séculos dos séculos” (Ap 20.10).

 
“E, se alguém não foi achado inscrito no Livro da Vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo” (Ap 20.15).

         O ensino de novas vidas terrenas é contrário à Palavra de Deus e especificamente contrário ao ensino do Senhor Jesus e à doutrina do Juízo Final. Vejam:
 
“Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus” (João 3.18).

“Então, dirá o Rei aos que estiverem à sua direita; Vinde, benditos de meu Pai. Entrai na posse do reino que vos está preparado desde a fundação do mundo. Dirá também o Rei aos que estiverem à sua esquerda: Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno, preparado para o Diabo e seus anjos” (Mt 25.34, 41).
 
 
Autor: Pr Airton Evangelista da Costa

Jesus é tudo o que você precisa! Está doente? Triste? Sem esperança?

 

 

Healer

Aquele Que Cura

   
You hold my every moment Tens cada momento meu
You calm my raging seas Acalmas minha tempestade
You walk with me through fire Caminhas comigo pelo fogo
And heal all my disease E curas todas as minhas enfermidades
   
I trust in You Eu confio em ti
I trust in You Eu confio em ti
   
I believe You're my Healer Eu acredito que tu és quem me cura
I believe You are all I need Eu acredito que tu és tudo que eu preciso
I believe You're my Portion Eu acredito que tu és minha porção
I believe You're more than enough for me Eu acredito que tu és mais que suficiente para mim
Jesus You're all I need Jesus, tu és tudo que eu preciso
   
My Healer, You're my Healer Meu "curador", tu és quem me cura
   
Nothing is impossible for You Nada é impossivel para ti
Nothing is impossible for You Nada é impossivel para ti
Nothing is impossible for You Nada é impossivel para ti
You hold my world in Your hands Tu sustentas meu mundo com tuas mãos
   

 

Peço desculpa a todos os outros, mas sinto no meu coração dedicar esta música aos meus amigos Miguel, Enigma, Onix e Maria Luísa Adães!

Com amor em Jesus Cristo

Eu acredito n'Ele... é o que me mantém viva!

Ressurreição ou reencarnação? 3

A Bíblia nega a Reencarnação

 

   A doutrina espírita, com o seu reencarnacionismo, defende que o homem é o seu próprio salvador, através da iluminação progressiva. Portanto, há uma negação da Redenção de Nosso Senhor Jesus Cristo. Essa tese tenta anular o valor do sacrifício de Jesus. Se o homem pode reencarnar-se porque Jesus morreria por nossos pecados? A reencarnação é mentira do diabo. Jesus é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 3.29, Mt 20.28, 1Pe 2.21-25, 2Pe 2.1; Cl 2.14).


   A Bíblia declara claramente que quando o homem morre só duas coisas acontecem: o corpo volta ao pó e o espírito volta a Deus (Ec 12.7). Também declara claramente, que ao homem está ordenado morrer uma só vez (Hb 9.27). Declara ainda que a salvação só se alcança mediante a fé, e nunca meritóriamente (Jo 3.16; At 16.30,31; Ef 2.8,9).


Kardeck no “Evangelho segundo o Espiritismo” afirma que o “Espiritismo não ensina nada contrário ao ensinamento de Cristo, mas o desenvolve, completa e explica o que foi dito sob forma alegórica”. Partindo desse princípio, o espiritismo julga ser, ele próprio, a “terceira revelação”.

  

   Mas é justamente o contrário. O espiritismo adultera a Bíblia ao seu bel-prazer e vai contra o que Jesus ensinou. E nesse “espírito adulterador” afirmam que João Batista é a reencarnação de Elias (Ml 4.5 e Mt 17.10-13). Isto não procede. Elias não poderia ter reencarnado porque não morreu, mas foi arrebatado (2 Rs 2.11). Ele afirmou: “Não sou Elias” (Jo 1. 21) sempre falava a verdade (Jo 10.41). Depois, na Transfiguração de Cristo, apareceram Elias e Moisés. Mas, como João já havia morrido, não seria possível ele aparecer como Elias (Mt 17.1-3), conforme a doutrina espírita: “Como a alma constata a sua individualidade, uma vez que não tem mais seu corpo material? Ela tem ainda um fluído que lhe é próprio, tomado da atmosfera de seu planeta e que representa a aparência de sua última encarnação: seu perispírito”. ( Livro dos Espíritos, questão 150).    

   A Bíblia fala que João Batista teve um ministério parecido com o de Elias (Lc 1.17). Este versículo será completamente esclarecido se comparado com a história de Elias e Eliseu (2 Rs 2.9-15). Quando Jesus disse que Elias já veio (Mateus 17.12) e que ele é o Elias que havia de vir (Mateus 11.14), falava da virtude e do paralelo ministerial de João e Elias. Eles repreenderam reis (1 Rs 18.17-18; Mt 14.3-4), sofreram perseguições (1 Rs 19.2-3; Mt 14.6-8) e eram figuras enigmáticas (2 Rs 1.8; Mt 3.4).


   A Bíblia fala de ressurreição e ressuscitação, mas não de encarnação, segundo o Dicionário Bíblico Universal de Buckland e Williams: “A ressurreição dos mortos, como é compreendida nas Sagradas Escrituras, deve-se distinguir da ressuscitação, ou restabelecimento da ordinária vida humana. A ressuscitação é a restauração da vida que se deixou. Ressurreição é a entrada num novo estágio de existência.”


   Reencarnação e ressurreição tratam da mesma questão, mas não têm o mesmo valor. A reencarnação é uma crença inventada pelo homem. Todos nós achamos que é normal irmos progredindo na perfeição e desejamos mesmo esse progresso. A ressurreição é algo que Deus nos oferece. É o caminho que Deus nos indica. Por isso foge aos nossos esquemas racionais. Os espíritas afirmam que a ressurreição não é possível porque a Ciência demonstra que os elementos de um corpo já estariam há muito dispersos e consumidos. No entanto, a Bíblia afirma que isto é possível pelo poder de Deus (1Co 6.14; Fp 3.21; Cl 2.12; Rm 1.4; Ef 3.20; Lc 1.37).


   “A ressurreição é crível porque Jesus Cristo a ensinou e porque Ele voltou dos mortos para reivindicar a Sua autoridade. No Novo Testamento Ele nos deu mais razões para considera-Lo como uma autoridade mais do que qualquer outra pessoa. Para os cristãos é suficiente que Ele, e somente Ele, tenha a palavra final sobre a vida e morte, mesmo que todos os outros seres humanos sobre a terra discordem dEle.”


Esta vida, nossa única vida, é a preciosa oportunidade que temos para nos prepararmos para a eternidade com Jesus. Está é a hora de arrependimento e a oportunidade maravilhosa de alcançar a salvação (2 Timóteo 2.25).

 

 

Carlos Kleber Maia
 

 

Ressurreição ou reencarnação? 2

A garantia da ressurreição: Cristo ressuscitou

 

Segundo C. S. Lewis (1898-1963), “Jesus abriu à força a porta que estava fechada desde a morte do primeiro homem. Ele encontrou, enfrentou e derrotou o Rei da Morte. Tudo é diferente porque ele fez isso”. Por isto, a ressurreição de Cristo faz parte essencial da pregação da Igreja em todos os tempos. A esperança da futura ressurreição dos crentes depende da ressurreição de nosso Senhor (1Co 15.1-19). Em sua ressurreição, Cristo venceu a morte para podermos participar da justiça que em Sua morte adquiriu para todos nós (1Co 15.17, 54-55; Rm 4.25; 1Pe 1.3,21).


As Escrituras são claras em prometer ressurreição aos que crêem. Ela é ensinada no Antigo Testamento explicitamente em 1Sm 1.6; Sl 16.10; Os 6.1s; Ez 37.1-14; Is 53.10-12; Is 26.13-19; Dn 12.1s e implicitamente em Gn 5.24; Jó 33.18-28; Sl 30.3; 49.14s; 55.15s; 2Rs 2.9-11; Jn 2.1-9.
É significativo que Jesus e os autores do Novo Testamento sustentaram que o Antigo Testamento ensina a ressurreição (Mc 12.24-27; At 2.24-32; 13.32-37; Hb 11.9). No Novo Testamento, esta foi uma das doutrinas mais elaboradas, principalmente nos escritos de Paulo (1Co 15.1-58; 2Co 5.15-17; 1Ts 4.16s), sendo mencionada em quase todos os escritos (At 1.22; 2.24,32; 3.15; 13.29s; Hb 6.1s; 11.19, 35; 1Pe 1.3-4; 3.19s; Ap 1.5; 5.9-10; 20.5-15).

 

O Novo Testamento afirma unânimemente que Deus vai ressuscitar os mortos e que isso não é considerado algo difícil demais para Ele fazer (At 26.8). Não apenas os santos ressuscitarão, mas também os réprobos (Jo 5.28; Mt 25.31). A ressurreição de todos os homens será instantânea e universal (1Co 15.62).


Alguns têm suposto erróneamente que a Igreja cria na reencarnação, em seu início. A Igreja cristã nunca ensinou ou creu na reencarnação. Isto pode ser facilmente confirmado numa consulta ao Didaquê 16.6 e às obras de Inácio de Antioquia (Trall. 9.2), Clemente de Roma (1 Clem. 24-26), Justino (1 apol. 18s.), Irineu de Lião (Adv. haer. 1.6.2; 1.27.3; 5.1.2), Tertuliano (De ressurr. carn.) e Orígenes (De princ. 2.10; 3.6.6). A reencarnação foi ainda repetidamente rejeitada pelos Concílios de Lião (1274) e Florença (1439), bem como pelo do Vaticano II (1965, Lumen Gentium, 48).

 

A importância da doutrina da ressurreição na pregação e ensino cristãos pode ser fácilmente comprovada a partir do estudo das obras de cristãos com métodos teológicos tão diferentes como Agostinho de Hipona (Enchir. 84-87; De civ. dei 22.20.1; 22.19), Tomás de Aquino (Expositio super Symbolo Apostolorum), João Calvino (Inst. 3.25) e Karl Barth (Church Dogmatics 3.2.47; 4.1.59), ou com uma consulta aos principais catecismos e confissões de fé da Igreja cristã.

 

 

Continua

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