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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

JESUS CRISTO _ LOUCO OU NÃO?

Por causa dessas palavras rompeu nova dissensão entre os judeus. Muitos deles diziam:

Ele tem demónio e enlouqueceu, por que o ouvis? Outros diziam: Este modo de falar não é de endemoninhado; pode, porventura, um demónio abrir os olhos aos cegos? (João 10:19-21)

O inusitado das declarações de Cristo deixava naturalmente os seus contemporâneos atónitos, confusos, desconcertados. Não era razão para menos!

Estavam diante de alguém que apesar de conhecerem a família, o contexto social e cultural, apresentava credenciais, recursos, capacidades, reacções, discurso, procedimento totalmente distinto.

Era um homem, muito mais do que homem certamente.

O conceito de homem não lhe assentava única e exclusivamente. Estava muito, muito acima de todos os homens que eles conheciam.

 

AMIGO DOS PECADORES

 Ao contrário do que era apanágio da religião, na Sua encarnação Cristo aproximou-se dos que Dele precisavam, nunca marginalizou quem quer que fosse e, antes de voltar ao Pai, ordenou aos discípulos que fossem pelo mundo inteiro com esta mensagem de amor, de reconciliação, de perdão, de transformação, de vida eterna.

Na cruz envolveu com os Seus braços homens e mulheres de todas as raças, povos, nações e línguas.

No livro do Apocalipse todos eles são vistos como fazendo parte da família de Deus nos lugares celestiais.

E sucedeu que, estando ele em casa, à mesa, muitos publicanos e pecadores vieram e tomaram lugares com Jesus e seus discípulos. Ora, vendo isto os fariseus, perguntavam aos discípulos: Por que come o vosso Mestre com os publicanos e pecadores? Mas Jesus, ouvindo, disse: Os sãos não precisam de médico, e, sim, os doentes. Ide, porém, e aprendei o que significa: Misericórdia quero, e não holocaustos; pois não vim chamar justos, e, sim, pecadores (ao arrependimento). (Mateus 9:10-13)

 

Veio o Filho do homem, que come e bebe, e dizem: Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores! Mas a sabedoria é justificada por suas obras. (Mateus 11:19)

 

E murmuravam os fariseus e os escribas, dizendo: Este recebe pecadores e come com eles. (Lucas 15:2)

 

REJEITADO

Os porqueiros fugiram, e o anunciaram na cidade e pelos campos. Então saiu o povo para ver o que sucedera.

Indo ter com Jesus viram o endemoninhado, o que tivera a legião, assentado, vestido, em perfeito juízo; e temeram.

Os que haviam presenciado os factos contaram-lhes o que sucedera ao endemoninhado, e acerca dos porcos.

E entraram a rogar-lhe que se retirasse da terra deles. (Marcos 5:14-17)

 

Tendo Jesus partido dali, foi para a sua terra e os seus discípulos o acompanharam.

Chegando o sábado, passou a ensinar na sinagoga; e muitos, ouvindo-o, se maravilharam, dizendo:

Donde vem a este estas cousas? Que sabedoria é esta que lhe foi dada? e como se fazem tais maravilhas por suas mãos?

Não é este o carpinteiro, filho de Maria, irmão de Tiago, José, Judas e Simão? e não vivem aqui entre nós suas irmãs?

E escandalizavam-se nele. Jesus, porém, lhes disse: Não há profeta sem honra senão na sua terra, entre os seus parentes, e na sua casa. Não pôde fazer ali nenhum milagre, senão curar uns poucos enfermos, impondo-lhes as mãos.

Admirou-se da incredulidade deles. Contudo, percorria as aldeias circunvizinhas, a ensinar. (Marcos 6:1-6)

 

Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.

Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. (João 1:11-13)

 

Pode parecer-nos estranho e anormal, que alguém como Jesus, seja rejeitado pelos seus contemporâneos e conterrâneos.

Os evangelhos não silenciam ou ignoram estas ocorrências. O que aconteceu é ainda hoje o que sucede.

Muitas são as pessoas (e as doutrinas) que ignoram, ostensivamente rejeitam ou contornam a Sua identidade e obra.

As razões da rejeição são certamente variadas.

No caso dos gerasenos, aquando da libertação de um pobre homem atormentado por espíritos malignos, o que foi acompanhado por um prejuízo material avultado devido à precipitação de uma manda de porcos por um despenhadeiro abaixo, fica evidente que muitas vezes as pessoas estão muito mais preocupadas com os seus haveres e lucros, com o valor material, com o ter do que com o sofrimento alheio, não estando dispostos a suportarem um prejuízo material em função de um lucro humano.

A dignidade de uma pessoa é, para alguns, nada diante dos valores materiais.

A escolher entre uma manada de porcos e um homem liberto, algumas pessoas escolhem os porcos.

Infelizmente esta é a sociedade em que vivemos ainda.

Hoje como ontem Jesus continua a ser rejeitado pelo temor de alguns prejuízos materiais.

No caso dos seus próprios conterrâneos de Nazaré a razão prende-se com o facto de não aceitarem o poder de Jesus porque conheciam os Seus familiares.

Em Nazaré Ele não podia ser maior do que eles. O orgulho, a inveja, o ciúme estreitaram a visão daquele povo, e impediram-nos de receber a benção.

Outros não O aceitaram porque o seu próprio poder, posição social e regras religiosas tradicionais estavam ameaçadas.

Preferiam guardar o sábado na aparência da lei do que alegrar-se com a cura ou a libertação de uma pessoa.

Uma visão corrompida de Deus e da Sua vontade. Uma recusa rebelde de reconhecer a autoridade de Cristo.

 

 

No post seguinte:

A EVIDÊNCIA DOS FACTOS

JESUS CRISTO _ UMA FIGURA NO MÍNIMO CONTROVERSA

As opiniões formuladas extremaram-se de forma absoluta.

De um lado, a afirmação messiânica, numa clara percepção da filiação divina singular e exclusiva, que indica a presença da divindade.

De outro lado, a acusação da agência pelo príncipe dos demónios.

 

Mas vós, continuou ele, quem dizeis que eu sou? Respondendo Simão Pedro, disse: Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo. (Mateus 16:15,16)

 

Mas os fariseus, ouvindo isto, murmuravam: Este não expele os demónios senão pelo poder de Belzebu, maioral dos demónios. (Mateus 12:24)

 

 Convém manter presente a ideia da narrativa evangélica na qual se regista o facto de que é o próprio que coloca como central a questão da sua identidade.

Quem diz o povo ser o Filho do homem? (...) Mas vós, (...), quem dizeis que eu sou? (Mateus 16:13,15)

 

 Mas ninguém se exprimiu sobre Ele com declarações mais estonteantes do que Ele próprio.

Eu sou o pão da vida. (João 6:48) Eu sou a luz do mundo; (...) (João 8:12)

Eu sou a porta. (João 10:9)

Eu sou o bom pastor; (...) (João 10:11)

Eu sou a ressurreição e a vida. (João 11:25)

Vós me chamais o Mestre e o Senhor, e dizeis bem; porque eu o sou. (João 13:13)

Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; (...) (João 14:6)

Eu sou a videira verdadeira, (...) (João 15:1)

 

 Outros deram o seu testemunho acerca Dele, inimigos ou amigos, simpatizantes ou opositores.

Os samaritanos em função do que ouviram e presenciaram retiraram a única conclusão possível:

Já agora não é pelo que disseste que nós cremos; mas porque nós mesmos temos ouvido e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo. (João 4:42)

 

À vista da dispersão da multidão e do abandono de muitos dos seus discípulos, perante a pergunta se também os mais próximos O queriam deixar, Pedro assume a dianteira e fala o que todos os outros têm na alma:

Senhor, para quem iremos? tu tens as palavras da vida eterna; e nós temos crido e conhecido que tu és o Santo de Deus. (João 6:68,69)

 

Os guardas que pelos principais sacerdotes e fariseus foram enviados para O prender, voltaram de mãos a abanar e corações cheios do que ouviram e presenciaram: Jamais alguém falou como este homem. (João 7:46)

Ao lado da cruz, perante os últimos acontecimentos, a atitude e reacção que assumiu diante dos insultos e dos apupos, face às convulsões da própria natureza, O centurião e os que com ele guardavam a Jesus, vendo o terramoto e tudo o que se passava, ficaram possuídos de grande temor, e disseram:

verdadeiramente este era Filho de Deus. (Mateus 27:54)

 

O Seu discípulo Tomé que não conseguia acreditar no testemunho dos seus companheiros sobre a ressurreição do Nazareno, e para crer exigiu ver as marcas indeléveis do seu sacrifício nas mãos e lado, perante as mesmas exclama:

Senhor meu e Deus meu! (João 20:28)

 

 

No post seguinte:

JESUS CRISTO _ LOUCO OU NÃO?

JESUS CRISTO _ HISTÓRIA E FÉ DE MÃOS DADAS

O que acreditamos faz parte da História, a nossa fé está enraizada em factos.

O rigor da análise dos textos bíblicos não deixa margens para dúvida.

Os relatos são apresentados não como ficção, nem como mito ou lenda.

História e fé não são contraditórios em termos cristãos.

A fé do ponto de vista cristão não vale por si própria, não se trata de fé na fé, nem de fé no ar, fé meramente subjectiva.

A subjectividade existe mas não é nela que se origina e fundamenta.

A fé cristã tem o seu berço objectivamente.

 

Visto que muitos houve que empreenderam uma narração coordenada dos factos que entre nós se realizaram, conforme nos transmitiram os que desde o princípio foram deles testemunhas oculares, e ministros da palavra, igualmente a mim me pareceu bem, depois de acurada investigação de tudo desde sua origem, dar-te por escrito, excelentíssimo Teófilo, uma exposição em ordem, para que tenhas plena certeza das verdades em que foste instruído. (Lucas 1:1-4)

 

Mas um dos soldados lhe abriu o lado com uma lança, e logo saiu sangue e água. Aquele que isto viu, testificou, sendo verdadeiro o seu testemunho; e ele sabe que diz a verdade, para que também vós creiais. (João 19:34,35)

 

É necessário, pois, dos homens que nos acompanharam todo o tempo que o Senhor Jesus andou entre nós, começando no baptismo de João, até ao dia em que dentre nós foi levado às alturas, um destes se torne testemunha connosco da sua ressurreição. (Actos 1:21,22)

 

Varões israelitas, atendei a estas palavras: Jesus, o Nazareno, varão aprovado por Deus diante de vós, com milagres, prodígios e sinais, os quais o próprio Deus realizou por intermédio dele entre vós, como vós mesmo sabeis; sendo este entregue pelo determinado desígnio e presciência de Deus, vós o mataste, crucificando-o por mãos de iníquos; ao qual, porém, Deus ressuscitou, rompendo os grilhões da morte; porquanto não era possível fosse ele retido por ela. (Actos 2:22-24)

 

A este Jesus Deus ressuscitou, do que todos nós somos testemunhas. (Actos 2:32)

 

Dessarte matastes o Autor da vida, a quem Deus ressuscitou dentre os mortos, do que nós somos testemunhas. (Actos 3:15)

 

e nós somos testemunhas de tudo o que ele fez na terra dos judeus e em Jerusalém; ao qual também tiraram a vida, pendurando-o no madeiro. A este ressuscitou Deus no terceiro dia, e concedeu que fosse manifesto, não a todo o povo, mas às testemunhas que foram anteriormente escolhidas por Deus, isto é, a nós que comemos e bebemos com ele, depois que ressurgiu dos mortos; e nos mandou pregar ao povo e testificar que ele é quem foi constituído por deus juiz de vivos e de mortos. Dele todos os profetas dão testemunho de que por meio de seu nome, todo o que nele crê recebe remissão de pecados. (Actos 10:39-43)

 

nós não podemos deixar de falar das cousas que vimos e ouvimos. (Actos 4:20)

 

e foi visto muitos dias pelos que com ele subiram da Galileia para Jerusalém, os quais são agora as suas testemunhas perante o povo. (Actos 13:31)

 

Porque tudo isto é do conhecimento do rei, a quem me dirijo com franqueza, pois estou persuadido de que nenhuma destas coisas lhe é oculta: porquanto nada se passou aí, nalgum recanto. (Actos 26:26)

 

No post seguinte:

JESUS CRISTO _ UMA FIGURA NO MÍNIMO CONTROVERSA

JESUS CRISTO _ NO ALVORECER DO SÉCULO XXI

Jesus, que posso eu dizer de Ti que já não tenha sido dito?

Que posso eu dizer além do que Tu próprio disseste?

Como posso eu encontrar palavras para tornar claro aquilo que é evidente nas Tuas próprias palavras?

Como fazer entender o que não se quer entender?

Como ver sem buscar nos Teus olhos a visão?

Como conhecer sem buscar nas Tuas palavras o conhecimento?

Como saber se não nos reconhecermos ignorantes, se não encararmos que precisamos ser ensinados?

Como aprenderão os que já sabem tudo, ou pensam que o sabem, sem saber que não o sabem?

Cada um encontra o que quer encontrar?

E nós que encontrámos o que não procurávamos, e encontrámos o que não queríamos encontrar?

Encontrámos porque sempre ali esteve, vimos porque vendo não negámos que víramos, porque ouvindo não dissemos que outros se enganaram e mentiram!

Cremos porque é absurdo deixar de crer.

Cremos porque não crer é dizer que a História mente, que a verdade não existe ou só existe a de não existir.

Cremos porque é impossível negar que a luz brilha.

Cremos porque a vida se nos tornou luminosa, porque é impossível querer voltar ás cavernas, ao silêncio, às algemas, à escuridão da noite da morte, do acaso, do absurdo, do nada, do sem sentido.

Cremos porque a inteligência a isso nos impele.

Cremos porque nos é impossível não crer.

 

No alvorecer do século XXI precisamos dar ouvidos ao único que na História derrotou a morte e nos assegura vida eterna, não em função dos nossos méritos mas única e exclusivamente com base na obra que consumou com a Sua própria morte e ressurreição.

Precisamos dar ouvidos Àquele que nos põe diante do nosso drama existencial e histórico.

Precisamos escutar Aquele que tendo-nos criado, acabou por assumir a nossa natureza para tornar possível a nossa recriação, depois de nos termos estragado, e de estarmos numa condição em que não podemos nos relacionar com Deus e, por nós mesmos, atingir os Seus desígnios.

Muito mais do que um pedagogo Ele é o único que pode pegar no nosso ser e adequá-lo ao projecto inicial de Deus, do qual todos como raça, desde Adão, caímos.

Hoje não somos como o Homem no início foi criado, não vivemos a vida para a qual fomos criados, não temos as condições que aquando da criação existiam e que para nós foram trazidas à existência.

A História é o esforço do Homem para sozinho construir o seu projecto alternativo excluindo Deus ou substituindo por outros deuses.

A vinda de Cristo é a consumação do plano de Deus para a salvação do Homem. Esse plano implicou a Sua morte e a Sua ressurreição, implica ainda num futuro que aguardamos com expectativa, a Sua segunda vinda, o trono branco e novos céus e nova terra em que habitará eternamente a justiça.

 

As ambições do homem moderno e pós-moderno, vão para a educação científica e tecnológica, a profissão, a família, as finanças, o comer e o beber, os divertimentos, e outras coisas similares.

Vivemos na sociedade ocidental e não só, numa corrida consumista.

Nem isto nem outra coisa qualquer trarão satisfação ao homem.

Hoje como ontem não gostamos de ouvir falar de pecado e que somos pecadores.

Por isso Ele não é muito popular e o Seu evangelho também.

Preferimos ouvir de direitos.

Pecamos porque somos pecadores, somos pecadores porque a nossa essência humana está afectada, degenerada, decaída; porque nos tornámos inimigos de Deus, porque somos hostis à Sua vontade, plano e propósito; porque não andamos como Ele quer.

 

 http://www.samuelpinheiro.com/

A seguir:

JESUS CRISTO _ HISTÓRIA E FÉ DE MÃOS DADAS

 

PORQUÊ JESUS NO SÉCULO XXI _ RAZÕES PARA CRER

RAZÕES PARA CRER

Muitos foram os que creram e se tornaram seguidores prontos de Jesus como ainda hoje, no terceiro milénio, milhões de pessoas O adoram e servem, tendo n’Ele o único e suficiente Salvador e Senhor.

  • Muitos samaritanos daquela cidade creram nele, em virtude do testemunho da mulher, que anunciara: Ele me disse tudo quanto tenho feito. Vindo, pois, os samaritanos ter com Jesus, pediam-lhe que permanecesse com eles; e ficou ali dois dias. Muitos outros creram nele, por causa da sua palavra, e diziam à mulher: Já agora não é pelo que disseste que nós cremos; mas porque nós mesmos temos ouvido e sabemos que este é verdadeiramente o Salvador do mundo. (João 4:39-42)

 

  • Se é pecador, não sei; uma coisa sei: Eu era cego, e agora vejo. (João 9:25)

 

  • Ouvindo Jesus que o tinham expulsado, encontrando-o, lhe perguntou: Crês tu no Filho do homem? Ele respondeu, e disse: Quem é, Senhor, para que eu nele creia? E Jesus lhe disse: Já o tens visto e é o que fala contigo. Então afirmou ele: Creio, Senhor; e o adorou. (João 9:35-38)

Samuel R. Pinheiro

A COMEMORAR!!!

Respostas ao Sr. Francisco e Sr. André a 2009-07-12 01:28:42 por Maria Helena

 

 

 

Amanhã faz um ano que este blog teve o seu início...

 

Começou com o post que mencionei acima.

 

Decidi criá-lo, quando, ao responder à resposta a uns comentários que deixara no blog de espiritismo, me deparei com o facto de não desbloquearem as minhas respostas a comentários deturpados e falaciosos.

 

Na altura pareceu-me que o objectivo era dar a entender que eu havia aceitado as respostas aos meus comentários, e não teria argumentos para manter aquilo que anteriormente afirmava.

 

Foi aí que decidi criar este blog para responder a quem usa textos bíblicos deturpados para "cristianizar" uma doutrina que não é, nunca foi, nem nunca será Cristã.

 

Foi essa a razão do primeiro título Respostas ao Sr. Francisco e Sr. André.

 

Era muito nova nestas andanças e nem sequer sabia que havia contadores... e que os podia usar! Coisas de principiante...

 

Só alguns meses mais tarde aprendi a colocá-los e o primeiro contador, ontem, atingiu as 30 000 visitas! (Sem contar os meses que este blog funcionou sem contador...)

E hoje já vai nas 55 visitas, às 12, 30 hrs... só não percebo porque "zerou" aos 30 000, voltando ao 1...

 

 

30 000 visitas!!!

 

Quando se fala de um blog "políticamente-incorrecto" que fala do Salvador da Humanidade e divulga a Palavra de Deus, fala-se de algo que, só é possível porque o próprio Deus está na liderança deste projecto! Iniciar um projecto de divulgação do Evangelho sem estar revestido da Armadura de Efésios 6, é loucura!

 

Aqui, luta-se diáriamente contra as hostes espirituais do mal...

 

Aqui, luta-se diáriamente contra a mentira e a deturpação.

 

Aqui, luta-se diáriamente contra a provocação e o insulto.

 

Aqui, luta-se diáriamente contra as milhares de petições a "espíritos superiores" que são demónios ao serviço de Satanás,levadas a cabo por "espíritas" incomodados pela verdade do Evangelho.

 

Aqui, estão comentários feitos por "espíritas", contendo insultos, ameaças, mas nunca uma resposta directa aos assuntos abordados.

 

Aqui, há um compromisso com Jesus Cristo de levar a Verdade do Evangelho a quem busca encontrá-Lo!

 

Aqui, há um compromisso com a Verdade!

 

Aqui, há um compromiso de nunca deixar alguém sem resposta.

 

Aqui, há um compromisso de ajudar quem verdadeiramente deseja encontrar-se em vida com o Criador!

 

Aqui, você, pode encontrar o Caminho para o Pai!

 

Porque, aqui, divulga-se a Verdade contida na Palavra de Deus!

 

 

 

Reflicta nestas palavras de Jesus Cristo:

 

 

  • Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus. (Mateus 4:17)
  •  

     

     

     

     

  • Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. Porquanto, quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; e quem perder a sua vida por minha causa, achála-á. Pois, que aproveita ao homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma? (Mateus 6:24-26)
  •  

     

     

  • Porque qualquer que, nesta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai com os santos anjos. (Marcos 9:38)
  •  

     

  • Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. (...) Quem não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne, é carne; e o que é nascido do Espírito, é espírito. Não te admires de eu te dizer: Importa-vos nascer de novo. (João 3:3,5-7)
  •  

     

  • Por que me chamais, Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando? (Lucas 6:46)
  •  

     

  • Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a praticam. (Lucas 8:21)
  •  

     

  • Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora à semelhança do ramo, e secará; e o apanham, lançam no fogo e o queimam. (João 15:6)
  •  

     

    Obrigado a todos aqueles que têm acompanhado e comentado!

     

    Que Deus rica e poderosamente vos abençoe e Se revele a cada coração !

     

    E... até para o ano, se Deus quiser!

    Para mais um aniversário!!! 

     

     

     

     

    PORQUÊ JESUS NO SÉCULO XXI _ ATÉ AO FIM DA PRESENTE ERA E ATÈ AOS CONFINS DA TERRA

    ATÉ AO FIM DA PRESENTE ERA E ATÉ AOS CONFINS DA TERRA

    Saber que Deus existe e que se nos mostrou na Pessoa de Jesus Cristo é um factor decisivo para a vida do homem e da mulher.

    Roubar às crianças, aos adolescentes e aos jovens o conhecimento acerca da existência de Deus, do Seu amor, das Suas instruções, da condição humana como ela nos é revelada pela Bíblia, das nossas origens no Criador, da nossa situação presente devido ao pecado, da morte redentora de Cristo, do futuro eterno, da possibilidade do relacionamento pessoal com o Todo-Poderoso, de ser filho de Deus e de Ele ser nosso Pai, é um crime.

    O laicismo e a secularização não podem impedir que a Bíblia e a pessoa de Jesus Cristo sejam conhecidos e divulgados amplamente.

    A democracia que se desenvolveu no seio do cristianismo e os direitos humanos que se inspiraram na dignidade humana cuja fonte está no texto sagrado da Bíblia, não podem passar a ser um obstáculo à preservação desses alicerces.

    Se assim acontecer sucumbirá.

    Desaparecidos os fundamentos ruirá o edifício.

    Empurrar Deus para o foro privado, para as catacumbas do “invisível”, apagar o espiritual da vida do dia a dia acaba por produzir uma cultura do vazio e do absurdo. Para quem convive diariamente com adolescentes e jovens é nítido como uma cultura de materialismo, de naturalismo, de hedonismo e de relativismo está a provocar o desinteresse, a apatia, a indiferença, a insensibilidade e algumas vezes até mesmo a degradação, a depravação e a corrupção que são evidentes na linguagem, nos vícios, na violência, no desrespeito e falta de educação. Qualquer que seja o futuro do sistema político global, o Evangelho e pessoa de Cristo acabarão por triunfar. Disso nos dá certeza, com todas as garantias, a Bíblia.

    É o homem, as famílias, a escola, o trabalho, a economia, a cultura, as artes que são afectadas quando se perde de vista o Verbo que se fez carne e se coloca no Seu lugar um humanismo qualquer.

    A dignidade do homem e da mulher, da criança e do jovem bebem-se no Emanuel.

    A esperança do presente não pode ser vivida sem a fé na eternidade. Só se pode aprender a ser com Aquele que é e será eternamente. Só podemos ser esperança na própria pessoa de Jesus. Ele é a própria esperança da glória eterna. Há que ter a coragem para denunciar o que o sistema público de educação promove uma visão materialista e naturalista do homem.

    Nada de bom como resultado se pode esperar de uma política educativa que reduz o homem a um animal mais evoluído, quando silencia a sua vocação eterna e quando não dá o relevo que deveria dar à pessoa que por excelência tem marcado a história e a cultura: Jesus Cristo.

    Podem-se planear iniciativas com o apoio de pedagogos e psicólogos, podem lançar-se campanhas de minimização de riscos, podem alterar os programas e as estratégias e algumas destas realizações podem ser louváveis mas ficarão muito aquém dos seus intentos.

    O problema está no coração e na mente envenenados por teorias incorrectas.

    Educar crianças, adolescentes e jovens com base no consumismo, no materialismo, no relativismo, no hedonismo, é condenar decididamente o presente e o futuro. Sem Deus a existência está definitivamente comprometida porque não há sentido nem propósito que prevaleçam. A vida deixa de valer a pena! Não falamos biblicamente em apenas uma crença, mas num relacionamento filial, na intimidade entre duas pessoas, entre dois corações, entre duas mentes que apesar de separadas pela distância do infinito e do absoluto, acabam em Cristo por estar juntos no tempo e para a eternidade.

    Precisamos de um reavivamento, de reacender esta luz única e imprescindível do amor de Deus, da Sua santidade e justiça, da Sua graça e misericórdia.

    Há que conhecer cada vez melhor Aquele que amou até à dádiva da própria vida na encarnação e da cruz na morte expiatória e substitutiva.

    É mais do que evidente que não se pode construir solidamente a vida humana independentemente, no alheamento ou remetendo Deus para a periferia da existência, da realidade, da vontade, das decisões e das escolhas.

    Temos de superar a especulação sobre quem é o Deus de verdade porque só em Jesus Cristo O encontramos entre nós. Tudo n’Ele aponta para a divindade e para o plano e propósito que tem para cada um de nós ou seja, a reconciliação, o relacionamento e a intimidade.

    Todas as culturas, todos os povos, todas as línguas, todas as pessoas, cada indivíduo encontra em Cristo a plenitude perdida.

    A multiculturalidade faz parte da Sua proposta e é enriquecida em tudo o que a diversidade representa no amor, na santidade, na pureza, na perfeição, no perdão, no serviço, na solidariedade e na paz.

    Jesus veio para todos os povos, para todas as culturas, para todas as línguas.

    Ninguém é excluído, desprezado, marginalizado.

    Em Cristo todos somos reunidos num só, na perfeita unidade. N’Ele todos os muros são derrubados, todas as paredes de separação são demolidas.

    É em Cristo que se edifica a verdadeira sociedade multirracial, multicultural, multilinguística. Se todas as culturas estão contaminadas pelo pecado, pela ignorância e pela desobediência aos preceitos divinos, se todos os homens se encontram separados de Deus pelo seu próprio pecado, em Jesus todos encontram redenção.

    Nenhuma cultura é perfeita ou isenta de imperfeições, de erros, de falhas, mas em Cristo os homens de todas as culturas são redimidos para uma nova vida em que prevalece o amor, o perdão, o serviço, a verdade, a santidade e a justiça.

    Assim se exprime o Salvador e Senhor no fim da Sua presença física e visível entre nós:

    • Jesus, aproximando-se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, baptizando-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação do século. (Mateus 28:18-20)
    • Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura. Quem crer e for baptizado será salvo; quem, porém, não crer será condenado. Estes sinais hão de acompanhar aqueles que crêem: em meu nome expelirão demónios, falarão novas línguas; pegarão em serpentes; e, se alguma coisa mortífera beberem, não lhes fará mal; se impuserem as mãos sobre enfermos, eles ficarão curados. (...) E eles, tendo partido, pregaram em toda parte, cooperando com eles o Senhor, e confirmando a palavra por meio de sinais, que se seguiam. (Marcos 16:15-18,20)
    • Assim está escrito que o Cristo havia de padecer, e ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia, e que em seu nome se pregasse arrependimento para remissão de pecados, a todas as nações, começando de Jerusalém. (Lucas 24:49)
    • Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, eu também vos envio. (João 20:21)
    • Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judeia e Samaria, e até aos confins da terra. (Actos 1:8)
    • 

    RAZÕES PARA NÃO CRER

    Ontem como hoje existem pessoas que não crêem ou que não querem crer, ou que não podem crer porque no seu coração não querem.

    Já no tempo da existência terrena de Jesus muitas pessoas não O aceitaram, não O reconheceram, não O quiseram.

    Apesar dos milagres, dos sinais, do ensino, do exemplo de vida buscaram para si justificações e razões para não crer. Deus conhece profundamente o coração de cada homem e de cada mulher. Estou perfeitamente convicto de que todos os que querem, terão a oportunidade de crer e estarão com Ele na eternidade.

    Jesus Cristo adiantou algumas razões pelas quais as pessoas não acreditaram e hoje continuam a não acreditar:

    • Porque João veio até vós no caminho da justiça, e não acreditastes nele; ao passo que publicanos e meretrizes creram. Vós, porém, mesmo vendo isto não vos arrependestes, afinal, para acreditardes nele. (Mateus 22:32)
    • Se não ouvem a Moisés e aos profetas, tão pouco se deixarão persuadir, ainda que ressuscite alguém dentre os mortos. (Lucas 16:31)
    • Logo que amanheceu, reuniu-se a assembleia dos anciãos do povo, assim os principais sacerdotes como os escribas, e conduziram ao Sinédrio, onde lhe disseram: Se tu és o Cristo, dize-nos. Então Jesus lhes respondeu: Se vo-lo disser, não o acreditareis; também, se vos perguntar, de nenhum modo me respondereis. Desde agora estará sentado o Filho do homem à direita do Todo-poderoso Deus. Então disseram todos: Logo tu és o Filho de Deus? E ele lhes respondeu: Vós dizeis que eu sou. Clamaram, pois: Que necessidade mais temos de testemunho? Porque nós mesmos o ouvimos da sua própria boca. (Lucas 22:66-71)
    • Tu és Mestre em Israel, e não compreendes estas coisas? Em verdade, em verdade te digo que nós dizemos o que sabemos e testificamos o que temos visto, contudo não aceitais o nosso testemunho. Se tratando de coisas terrenas não me credes, como crereis, se vos falar das celestiais? Ora, ninguém subiu ao céu, senão aquele que de lá desceu, a saber, o Filho do homem [que está no céu]. (João 3:10-13)
    • O julgamento é este: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz; porque as suas obras eram más. Pois todo aquele que pratica o mal, aborrece a luz e não se chega para a luz, a fim de não serem arguidas as suas obras. Quem pratica a verdade aproxima-se da luz a fim de que as suas obras sejam manifestas, porque feitas em Deus. (João 3:19-21)
    • Quem vem das alturas certamente está acima de todos; quem vem da terra é terreno e fala da terra; quem veio do céu está acima de todos e testifica o que tem visto e ouvido; contudo ninguém aceita o seu testemunho. Quem, todavia, lhe aceita o testemunho, por sua vez certifica que Deus é verdadeiro. Pois o enviado de Deus fala as palavras dele, porque Deus não dá o Espírito por medida. (João 3:31-34)
    • Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas que testificam de mim. Contudo não quereis vir a mim para terdes vida. Eu não aceito glória que vem dos homens; sei, entretanto, que não tendes em vós o amor de Deus. Eu vim em nome de meu Pai e não me recebeis; se outro vier em seu próprio nome, certamente o recebereis. Como podeis crer, vós os que aceitais glória uns dos outros, e contudo não procurais a glória que vem do Deus único? (João 5:39-44)
    • Dirigiram-se, pois, a ele, perguntando: Que faremos para realizar as obras de Deus? Respondeu-lhes Jesus: A obra de Deus é esta, que creiais naquele que por ele foi enviado. Então lhe disseram eles: Que sinal fazes para que o vejamos e creiamos em ti? Quais são os teus feitos? Nossos pais comeram o maná no deserto, como está escrito: Deu-lhes a comer pão do céu. Replicou-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: Não foi Moisés quem vos deu o pão do céu; o verdadeiro pão do céu é meu Pai quem vos dá. Porque o pão de Deus é o que desce do céu e dá vida ao mundo. Então lhe disseram: Senhor, dá-nos sempre desse pão. Declarou-lhes, pois, Jesus: Eu sou o pão da vida; o que vem a mim, jamais terá fome; e o que crê em mim, jamais terá sede. Porém, eu já vos disse que, embora me tenhais visto, não credes. (João 6:28-36)
    • Está escrito nos profetas: E serão todos ensinados por Deus. Portanto, todo aquele que da parte do Pai tem ouvido e aprendido, esse vem a mim. Não que alguém tenha visto ao Pai, salvo aquele que vem de Deus: este o tem visto. (João 6:45,46)
    • O meu ensino não é meu, e, sim, daquele que me enviou. Se alguém quiser fazer a vontade dele, conhecerá a respeito da doutrina, se ela é de Deus ou se eu falo por mim mesmo. (João 7:16,17)
    • Qual a razão por que não compreendeis a minha linguagem? É porque sois incapazes de ouvir a minha palavra. (João 8:43)
    • Jesus passeava no templo, no pórtico de Salomão. Rodearam-no, pois, os judeus, e o interpelaram: Até quando nos deixarás a mente em suspenso? Se tu és o Cristo, dize-o francamente. Respondeu-lhes Jesus: Já vo-lo disse, e não credes. As obras que eu faço em nome de meu Pai, testificam a meu respeito. Mas vós não credes, porque não sois das minhas ovelhas. As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, eternamente, e ninguém as arrebatará da minha mão. (João 10:23-29)
    • Se não faço as obras de meu Pai, mão me acrediteis; mas, se faço, e não me credes, crede nas obras; para que possais saber e compreender que o Pai está em mim, e eu estou no Pai. (João 10:37,38)
    • Muitos, pois, dentre os judeus que tinham vindo visitar Maria, vendo o que fizera Jesus, creram nele. Outros, porém, foram ter com os fariseus e lhes contaram dos feitos que Jesus realizara. (João 11:45,46)
    • E, embora tivesse feito tantos sinais na sua presença, não creram nele; para se cumprir a palavra do profeta Isaías, que diz: Senhor, quem creu em nossa pregação? E a quem foi revelado o braço do Senhor? Por isso não podiam crer, porque Isaías disse ainda: Cegou-lhes os olhos e endureceu-lhes o coração, para que não vejam com os olhos nem entendam com o coração, e se convertam e sejam por mim curados. Isto disse Isaías porque viu a glória dele e falou a seu respeito. Contudo muitos dentre as próprias autoridades creram nele, mas por causa dos fariseus não o confessavam, para não serem expulsos da sinagoga; porque amaram mais a glória dos homens, do que a glória de Deus. (João 12:37-43)
    • Tenho-vos dito estas coisas para que não vos escandalizeis. Eles vos expulsarão das sinagogas; mas em a hora em que todo o que vos matar julgará com isso tributar culto a Deus. Isto farão porque não conhecem o Pai, nem a mim. (João 16:1-3)
    • Disseram os seus discípulos: Agora é que falas claramente e não empregas nenhuma figura. Agora vemos que sabes todas as coisas, e não precisas de que alguém te pergunte; por isso cremos que de facto vieste de Deus. Respondeu-lhes Jesus: Credes agora? Eis que vem a hora e já é chegada, em que sereis dispersos, cada um para sua casa, e me deixareis só; contudo não estou só, porque o Pai está comigo. Estas coisas vos tenho dito para que tenhais paz em mim. No mundo passais por aflições; mas tende bom ânimo, eu venci o mundo. (João 16:29-33)

    Convém ter presente que acreditar é aceitar e submeter a vida à pessoa de Cristo. Não se trata apenas de uma ideia na cabeça e um sentimento no coração, mas de uma postura total.

    Reconhecendo em Jesus a presença de Deus entre nós não faz sentido viver alheados do Seu ensino, das Suas palavras, da Sua vida, do que realizou a nosso favor.

    PORQUÊ JESUS NO SÉCULO XXI _ A MORTE VENCIDA

    A MORTE VENCIDA

    A ressurreição de Jesus Cristo é notoriamente o sinal dos sinais acerca de quem Ele é e do que vem concretizar:

    • Uma geração má e adúltera pede um sinal; e nenhum sinal lhe será dado, senão o de Jonas. E deixando-os, retirou-se. (Mateus 16:4)

    Desta forma todo o Novo Testamento está profusamente iluminado com a expectativa da eternidade, da Sua segunda vinda, de novos céus e nova terra, da ressurreição, de corpos glorificados.

    A morte não venceu.

    O pecado foi vencido, a morte foi vencida, a separação foi vencida. Venceu a vida, a reconciliação, a comunhão, a intimidade, o relacionamento.

    Céus e terra de mãos dadas, Deus e homem como Pai e filho.

    O sofrimento, a dor, a injustiça, a discriminação, o racismo, a prepotência, a violência, a doença, as lágrimas cessarão.

     

    A SEGUNDA VINDA

     As declarações peremptórias de Jesus sobre a Sua segunda vinda e sobre o juízo final só podem ser entendidas à luz da Sua natureza divina:

    • Quando vier o Filho do homem na sua majestade e todos os anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória e todas as nações serão reunidas em sua presença, e ele separará uns dos outros, como o pastor separa dos cabritos as ovelhas; e porá as ovelhas à sua direita, mas os cabritos à esquerda; (...). (Mateus 25:31-33)

    ATESTADO DE VALIDADE

     Por causa de quem Ele é tudo o que disse sobre Deus, o Pai, a vida eterna, a moral, a ética, o pecado, o castigo, a condenação, o Diabo, O Inferno, a Igreja, o Céu, a Bíblia é absolutamente válido.

    A validade reside n’Ele mesmo. Ao endossar a Bíblia atribui-lhe a autoridade que ela mesma também desde sempre reivindica: o ser a Palavra de Deus, a revelação do Senhor.

     

    REQUISITOS ÉTICOS

    As principais exigências que podemos fazer em termos de padrão de moral e ética excelentes são:

    • Que o proponente seja uma pessoa de carne e osso, vivendo entre nós na História, em meio às dificuldades, à oposição, à crítica, à violência, à ganância, à inveja, à hipocrisia, à falsidade, à mentira, etc.
    • Que o seu ensino seja da máxima exigência e excelência ultrapassando tudo o que já alguma vez se disse, e concentrasse tudo o que já se disse de acertado. · Que o proponente tenha vivido o que disse na íntegra, de forma irrepreensível.
    • Que o proponente tenha morrido pelo que defendia sem recuar face à tortura.
    • Que a morte não tenha podido detê-lo.
    • Que dois mil anos não tenha ultrapassado e dado como desactualizado o que ensinou, antes pelo contrário que tudo o que disse se torna cada vez mais necessário observar.

    A única pessoa que conheço nestas circunstâncias é Jesus Cristo. Mas mais do que isto a Sua morte é um sacrifício redentor em que a justiça divina é totalmente satisfeita e a partir daí temos perdão, restauração e vida eterna.

    Jesus Cristo não é apenas um Mestre de moral excelente e superior, Ele é também o Salvador de todos os que não atingem esse padrão de perfeição ética.

    E nenhum homem alguma vez o conseguiu. Por isso não somos salvos pela observação dos mandamentos, porque é a lei que nos condena ou que nos mostra o quão longe nos distanciamos da perfeição moral de Deus.

    Pela lei sabemos que somos pecadores, pela graça obtemos salvação, uma nova natureza para uma nova vida, um novo nascimento para uma nova existência.

     

    VALORES MORAIS E MUITO MAIS DO QUE ISSO

    Jesus viveu e ensinou os valores que desde a eternidade estão inscritos na natureza divina e dos quais a ordem, o cosmos, a felicidade, o bem-estar, as bem-aventuranças dependem.

    Não há vida fora da vida e do relacionamento com o Criador.

    • Novo mandamento vos dou: que vos ameis uns aos outros; assim como eu vos amei, que também vos ameis uns aos outros. Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos, se tiverdes amor uns aos outros. (João 13:34,35)
    • Porque se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celeste vos perdoará; se, porém, não perdoardes aos homens [as suas ofensas], tão pouco vosso Pai vos perdoará as vossas ofensas. (Mateus 6:14,15)
    • Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem. (Lucas 23:34)
    • Nem todo aquele que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. (Mateus 7:21)
    • Meu Pai: Se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e, sim, como tu queres. (...) Meu Pai, se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade. (Mateus 26:39,42)
    • Ora, se eu, sendo o Senhor e o Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também. (João 13:14,15)

    Mas Cristo vai muito mais além do que a definição e o exemplo, o modelo dos princípios éticos que devemos integrar no nosso comportamento diário.

    Ele trouxe-nos o perdão e o novo nascimento que apagam o nosso passado, a justificação que nos declara justos diante de Deus, como se nunca tivéssemos transgredido a Sua vontade.

    A salvação não é resultado da obediência aos mandamentos, mas a obediência é o resultado dessa mesma salvação. Isto é graça.

    Somos salvos não pelo que fazemos e nada podíamos fazer que nos salvasse.

    Somos salvos pelo amor de Deus tornado manifesto e realizado a nosso favor mediante a cruz.

     

    PENETRANDO NA ETERNIDADE

    O que Jesus oferece é muito mais do que apenas o que o tempo pode conter.

    Ele abre-nos a esperança da eternidade com toda a naturalidade:

    • Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas. Se assim não fora, eu vo-lo teria dito. Pois vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo, para que onde eu estou estejais vós também. (João 14:1-4)

    OPOSIÇÃO FERRENHA

    Não admira pois que os Seus contemporâneos acabassem por se revoltar contra Ele na medida em que era evidente que reivindicava divindade, o que não estavam dispostos a aceitar:

    • Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não somente violava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus. (João 5:18)
    • Não é por boa obra que te apedrejamos, e, sim, por causa da blasfémia, pois sendo tu homem, te fazes Deus a ti mesmo. (João 10:33)

    CONCLUSÃO REVELADA

    Com João concluímos a respeito da Pessoa de Jesus e temos daí retirar todas as consequências. Não podemos continuar a viver da mesma forma a partir do momento que sabemos Quem Ele é.

    • E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigénito do Pai. (...) Ninguém jamais viu a Deus: o Deus unigénito, que está no seio do Pai, é quem o revelou. (João 1:14,18)

    INSUPERÁVEL

    Por tudo isto não esperamos nenhum outro. Já lá vão dois milénios desde que andou entre nós e ainda nenhum outro sequer se tornou digno de desatar as Suas sandálias. Ele é Deus entre nós, o único Senhor e Salvador de que necessitamos. A Sua excelência é insuperável. Nele está a perfeição. Mas o que é maravilhoso é que a Sua superioridade não nos esmaga, antes nos arrebata e nos guinda ao que de maior podemos aspirar: sermos filhos de Deus, parte da Sua família e passarmos a eternidade na Sua presença. Depois de tudo o que foi a História da humanidade e a história de cada uma das nossas vidas é mais do que podíamos imaginar.

    • Veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus; a saber: aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. (João 3:11-13)

    Continua no próximo post 

    ATÉ AO FIM DA PRESENTE ERA E ATÉ AOS CONFINS DA TERRA

    PORQUÊ JESUS NO SÉCULO XXI _ O DIVINO MESTRE

    EXIGÊNCIAS RADICAIS

    As exigências que Jesus colocou aos Seus seguidores são de todo em todo radicais que não admitem evasivas. Só alguém que é Deus pode pedir semelhante comprometimento.

    • Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus. (Mateus 4:17)
    • Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. Porquanto, quem quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; e quem perder a sua vida por minha causa, achála-á. Pois, que aproveita ao homem se ganhar o mundo inteiro e perder a sua alma? Ou que dará o homem em troca da sua alma? (Mateus 6:24-26)
    • Porque qualquer que, nesta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai com os santos anjos. (Marcos 9:38)
    • Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. (...) Quem não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne, é carne; e o que é nascido do Espírito, é espírito. Não te admires de eu te dizer: Importa-vos nascer de novo. (João 3:3,5-7)
    • Por que me chamais, Senhor, Senhor, e não fazeis o que vos mando? (Lucas 6:46)
    • Minha mãe e meus irmãos são aqueles que ouvem a palavra de Deus e a praticam. (Lucas 8:21)
    • Se alguém não permanecer em mim, será lançado fora à semelhança do ramo, e secará; e o apanham, lançam no fogo e o queimam. (João 15:6)

    A PROPOSTA

    Nada mais nada menos do que a mudança da natureza intrínseca do homem afectada, pervertida, corrompida pelo pecado é o que Jesus Cristo veio trazer.

    Não se trata de uma mera reforma, de uma recauchutagem, de uma remodelação mais ou menos superficial.

    Trata-se de ir ao âmago porque é no âmago que está o problema do homem.

    O pecado é muito mais do que podemos entender, muito mais do que as disciplinas humanas podem descrever.

    A cultura dos nossos dias, à semelhança do que aconteceu nos séculos passados, dá uma imagem falseada, deturpada, mentirosa acerca da essência humana, da sua natureza e da sua condição.

    Só na Bíblia encontramos a revelação de quem o homem foi, de como ele foi criado, do propósito para o qual ele veio à existência; e do que veio a acontecer de tal forma que se afastou para bem longe dessa condição. O que o homem é hoje está bem distante do que o homem foi. A Bíblia desmente que o homem esteja num processo de evolução, de melhoria.

    O homem não é o “bom selvagem” de Rousseau; nem é o produto puro e simples das condições sociais e económicas de Marx, que seriam as responsáveis pelos desvios e mal estar instalado.

    Jesus Cristo veio reafirmar o que o Velho Testamento já revelava, ou seja, que o problema do homem está por dentro.

    Não é uma mera questão genética embora até os genes não tenham escapado a essa catástrofe da desobediência. A situação é bem mais intrínseca porque radica no espírito humano, que jaz morto sem Deus. Isso é o pecado. As consequências, os resultados, o fruto manifesta-se em todas as áreas da sua existência. Por isso não se pode restringir o Evangelho a uma religião, a um conjunto de ritos e de cerimoniais.

    O que Jesus veio possibilitar foi, nada mais nada menos, do que uma nova criação, um novo nascimento, não biológico mas espiritual.

    Mesmo que os cientistas fossem capazes de acertar o homem geneticamente não teriam capacidade de o ressuscitar espiritualmente.

     A ideia de que as perturbações morais do homem são do foro genético esbarram com a revelação bíblica.

    Um novo homem é o que Jesus veio possibilitar. E isso implicava do lado de Deus uma exigência que só podia ser satisfeita com a morte expiatória de Cristo.

    Foi isso que Ele fez.

    Por isso quem está n’Ele é tornado uma nova pessoa.

    Perder isto de vista é perder o próprio Jesus Cristo e o Seu evangelho.

    • Em verdade, em verdade te digo que se alguém não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. (João 3:3)
    • Em verdade, em verdade te digo: Quem não nascer da água e do Espírito, não pode entrar no reino de Deus. (João 3:5)

    Por isso há esperança, é possível começar de novo.

     

    A EVIDÊNCIA DA VIDA ACTIVA

    O comportamento, as atitudes, o procedimento confirma quem Jesus é.

    • Quem dentre vós me convence de pecado? (João 8:46)
    • Não penseis que vim revogar a lei ou os profetas; não vim para revogar, vim para cumprir. Porque em verdade vos digo: Até que o céu e a terra passem, nem um i ou um til jamais passará da lei, até que tudo se cumpra. (Mateus 5:17,18)

    Ao longo dos séculos nem sempre os que se apresentaram enquanto seguidores de Jesus efectivamente o eram, e muitos dos que o foram acabaram por cometer crimes condenáveis. Nenhum de nós pode atirar a primeira pedra, porque afinal de contas como seguidores do Justo reconhecemos todos que somos pecadores e que todos temos pecado, e que em situações semelhantes talvez repetiríamos os mesmos actos.

    Agora a nossa desobediência acaba única e exclusivamente por salientar e ressaltar a Sua perfeição.

    Ele sim, o único, foi perfeito!

    Porque somos pecadores precisamos de um Salvador.

    Porque todos pecámos e pecamos, nenhum de nós podia ser O salvador.

    Só Jesus nos pode salvar tirando-nos do estado e condição em que nos encontramos perante Deus, perante nós mesmos e os nossos semelhantes.

     

    O OBJECTIVO DOS MILAGRES

    Todos os milagres realizados têm como objectivo primeiro mostrar a identidade de Jesus Cristo e o que Ele veio providenciar para a humanidade:

    • Na verdade fez Jesus diante dos discípulos muitos outros sinais que não estão escritos neste livro. Estes, porém, foram escritos para que creiais que Jesus é o Cristo e para que, crendo tenhais vida no seu nome. (João 20:31,31)

    O DIVINO MESTRE

    O ensino de Jesus Cristo está ligado à Sua identidade:

    • As palavras que eu vos tenho dito, são espírito e são vida. (João 6:63)
    • Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras da vida eterna; e nós temos crido e conhecido que tu és o Santo de Deus. (João 6:68,69)
    • Passará o céu e a terra, porém, as minhas palavras não passarão. (Mateus 24:35)

    O MOTIVO DA CONDENAÇÃO

    A razão da condenação de Jesus está precisamente na afirmação límpida e sem reservas de quem Ele é:

    • Tornou a interrogá-lo o sumo sacerdote, e lhe disse: És tu o Cristo, o Filho do Deus bendito? Jesus respondeu: Eu sou, e vereis o Filho do homem assentado à direita do Todo-poderoso e vindo com as nuvens do céu. Então o sumo sacerdote rasgou as suas vestes e disse: Que mais necessidade temos de testemunhas? Ouvistes a blasfémia; que vos parece? E todos o julgaram réu de morte. (Marcos 14:61-64)

    A morte de Jesus Cristo tem nas Suas próprias palavras um único objectivo e propósito que só o próprio Deus podia realizar a nosso favor na forma humana. O pecado que é antes de tudo contra Ele, só podia ser resolvido por Ele.

    • O Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos. (Mateus 20:28)
    • Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o perdido. (Lucas 19:10)
    • Agora está angustiada a minha alma, e que direi eu? Pai, salva-me desta hora? Mas precisamente com este propósito vim para esta hora. (João 12:27)
    • Porque isto é o meu sangue, o sangue da nova aliança, derramado em favor de muitos, para remissão de pecados. (João 26:28)

    A seguir: A MORTE VENCIDA