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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Sobre "Ser Cristão hoje"

Recebi um comentário que não vou publicar por razões sobejamente conhecidas.

Foi o Sr. Sérgio Ribeiro que o enviou e como ele já se excedeu várias vezes em termos de linguagem e nunca responde directamente a um comentário, limitando-se a debitar textos espíritas no meu blog, por norma apago sem ler todos os comentários que tem enviado nos últimos tempos. Este, reconheço, só li porque começava mencionando:

"TEXTO: Colossenses 2.13-22 (versão King James).

INTRODUÇÃO: No mundo e no contexto em que nós vivemos temos que responder a seguinte pergunta: O que é ser cristão? Hoje, mais do que nunca, existe uma série de confusões quando se quer responder a tal questão. Cada um tem um conceito do que é ser cristão. Cada igreja tem suas normas e conceitos, as vezes indefinidos. Não há um consenso no que se refere a ser cristão hoje."

li até aqui e vou responder o que é ser Cristão nos dias de hoje.

Todos os capítulos da Bíblia devem ser lidos do início ao fim para não se criarem deturpações. Por isso, aqui fica o texto na íntegra para vos mostrar o contexto em que surge o versículo 13 em diante.

 

"Colossenses 2: 1- 23

Porque quero que saibais quão grande combate tenho por vós, e pelos que estão em Laodicéia, e por quantos não viram o meu rosto em carne;

2 para que os seus corações sejam consolados, e estejam unidos em caridade e enriquecidos da plenitude da inteligência, para conhecimento do mistério de Deus -- Cristo,

3 em quem estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e da ciência.

4 E digo isto para que ninguém vos engane com palavras persuasivas.

5 Porque, ainda que esteja ausente quanto ao corpo, contudo, em espírito, estou convosco, regozijando-me e vendo a vossa ordem e a firmeza da vossa fé em Cristo.

Liberdade em Cristo

6 Como, pois, recebestes o Senhor Jesus Cristo, assim também andai nele,

7 arraigados e edificados nele e confirmados na fé, assim como fostes ensinados, crescendo em ação de graças.

8 Tende cuidado para que ninguém vos faça presa sua, por meio de filosofias e vãs sutilezas, segundo a tradição dos homens, segundo os rudimentos do mundo e não segundo Cristo;

9 porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade.

10 E estais perfeitos nele, que é a cabeça de todo principado e potestade;

11 no qual também estais circuncidados com a circuncisão não feita por mão no despojo do corpo da carne: a circuncisão de Cristo.

12 Sepultados com ele no batismo, nele também ressuscitastes pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dos mortos.

13 E, quando vós estáveis mortos nos pecados e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas,

14 havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz.

15 E, despojando os principados e potestades, os expôs publicamente e deles triunfou em si mesmo.

16 Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados,

17 que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo.

18 Ninguém vos domine a seu bel-prazer, com pretexto de humildade e culto dos anjos, metendo-se em coisas que não viu; estando debalde inchado na sua carnal compreensão,

19 e não ligado à cabeça, da qual todo o corpo, provido e organizado pelas juntas e ligaduras, vai crescendo em aumento de Deus.

20 Se, pois, estais mortos com Cristo quanto aos rudimentos do mundo, por que vos carregam ainda de ordenanças, como se vivêsseis no mundo,

21 tais como: não toques, não proves, não manuseies?

22 As quais coisas todas perecem pelo uso, segundo os preceitos e doutrinas dos homens;

23 as quais têm, na verdade, alguma aparência de sabedoria, em devoção voluntária, humildade e em disciplina do corpo, mas não são de valor algum, senão para a satisfação da carne."


Ser Cristão é exactamente isto!

Todas as prácticas nas igreja A, B, ou C que façam desvios do Evangelho de Jesus Cristo é liderada pela vontade do homem e não pelo Espírito Santo De Deus!

A Igreja hoje, deve ser tal e qual era a Igreja de Actos dos Apóstolos, leiam:

1 Cumprindo-se o dia de Pentecostes, estavam todos reunidos no mesmo lugar;

2 e, de repente, veio do céu um som, como de um vento veemente e impetuoso, e encheu toda a casa em que estavam assentados.

3 E foram vistas por eles línguas repartidas, como que de fogo, as quais pousaram sobre cada um deles.

4 E todos foram cheios do Espírito Santo e começaram a falar em outras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem.

5 E em Jerusalém estavam habitando judeus, varões religiosos, de todas as nações que estão debaixo do céu.

6 E, correndo aquela voz, ajuntou-se uma multidão e estava confusa, porque cada um os ouvia falar na sua própria língua.

7 E todos pasmavam e se maravilhavam, dizendo uns aos outros: Pois quê! Não são galileus todos esses homens que estão falando?

8 Como pois os ouvimos, cada um, na nossa própria língua em que somos nascidos?

9 Partos e medos, elamitas e os que habitam na Mesopotâmia, e Judéia, e Capadócia, e Ponto, e Ásia,

10 e Frígia, e Panfília, Egito e partes da Líbia, junto a Cirene, e forasteiros romanos (tanto judeus como prosélitos),

11 e cretenses, e árabes, todos os temos ouvido em nossas próprias línguas falar das grandezas de Deus.

12 E todos se maravilhavam e estavam suspensos, dizendo uns para os outros: Que quer isto dizer?

13 E outros, zombando, diziam: Estão cheios de mosto.

Pedro fala à multidão

14 Pedro, porém, pondo-se em pé com os onze, levantou a voz e disse-lhes: Varões judeus e todos os que habitais em Jerusalém, seja-vos isto notório, e escutai as minhas palavras.

15 Estes homens não estão embriagados, como vós pensais, sendo esta a terceira hora do dia.

16 Mas isto é o que foi dito pelo profeta Joel:

17 E nos últimos dias acontecerá, diz Deus, que do meu Espírito derramarei sobre toda a carne; e os vossos filhos e as vossas filhas profetizarão, os vossos jovens terão visões, e os vossos velhos sonharão sonhos;

18 e também do meu Espírito derramarei sobre os meus servos e minhas servas, naqueles dias, e profetizarão;

19 e farei aparecer prodígios em cima no céu e sinais em baixo na terra: sangue, fogo e vapor de fumaça.

20 O sol se converterá em trevas, e a lua, em sangue, antes de chegar o grande e glorioso Dia do Senhor;

21 e acontecerá que todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo.

22 Varões israelitas, escutai estas palavras: A Jesus Nazareno, varão aprovado por Deus entre vós com maravilhas, prodígios e sinais, que Deus por ele fez no meio de vós, como vós mesmos bem sabeis;

23 a este que vos foi entregue pelo determinado conselho e presciência de Deus, tomando-o vós, o crucificastes e matastes pelas mãos de injustos;

24 ao qual Deus ressuscitou, soltas as ânsias da morte, pois não era possível que fosse retido por ela.

25 Porque dele disse Davi: Sempre via diante de mim o Senhor, porque está à minha direita, para que eu não seja comovido;

26 por isso, se alegrou o meu coração, e a minha língua exultou; e ainda a minha carne há de repousar em esperança.

27 Pois não deixarás a minha alma no Hades, nem permitirás que o teu Santo veja a corrupção.

28 Fizeste-me conhecidos os caminhos da vida; com a tua face me encherás de júbilo.

29 Varões irmãos, seja-me lícito dizer-vos livremente acerca do patriarca Davi que ele morreu e foi sepultado, e entre nós está até hoje a sua sepultura.

30 Sendo, pois, ele profeta e sabendo que Deus lhe havia prometido com juramento que do fruto de seus lombos, segundo a carne, levantaria o Cristo, para o assentar sobre o seu trono,

31 nesta previsão, disse da ressurreição de Cristo, que a sua alma não foi deixada no Hades, nem a sua carne viu a corrupção.

32 Deus ressuscitou a este Jesus, do que todos nós somos testemunhas.

33 De sorte que, exaltado pela destra de Deus e tendo recebido do Pai a promessa do Espírito Santo, derramou isto que vós agora vedes e ouvis.

34 Porque Davi não subiu aos céus, mas ele próprio diz: Disse o Senhor ao meu Senhor: Assenta-te à minha direita,

35 até que ponha os teus inimigos por escabelo de teus pés.

36 Saiba, pois, com certeza, toda a casa de Israel que a esse Jesus, a quem vós crucificastes, Deus o fez Senhor e Cristo.

37 Ouvindo eles isto, compungiram-se em seu coração e perguntaram a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos, varões irmãos?

38 E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de Jesus Cristo para perdão dos pecados, e recebereis o dom do Espírito Santo.

39 Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe: a tantos quantos Deus, nosso Senhor, chamar.

40 E com muitas outras palavras isto testificava e os exortava, dizendo: Salvai-vos desta geração perversa.

A fraternidade dos crentes

41 De sorte que foram batizados os que de bom grado receberam a sua palavra; e, naquele dia, agregaram-se quase três mil almas.

42 E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.

43 Em cada alma havia temor, e muitas maravilhas e sinais se faziam pelos apóstolos.

44 Todos os que criam estavam juntos e tinham tudo em comum.

45 Vendiam suas propriedades e fazendas e repartiam com todos, segundo cada um tinha necessidade.

46 E, perseverando unânimes todos os dias no templo e partindo o pão em casa, comiam juntos com alegria e singeleza de coração,

47 louvando a Deus e caindo na graça de todo o povo. E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar.

 

Quem é Cristão, nascido de novo, sabe e experimenta todas as coisas que aconteceram no dia de Pentecostes e age como os Apóstolos.

O "SER CRISTÃO" não muda consoante o tempo... é intemporal e uma forma de vida!

Nunca se esqueçam que Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e eternamente e a Sua doutrina também!


Para Vós, Que Credes, Ele, Jesus, é a Preciosidade

 

A marca distintiva de um filho de Deus não é a perfeição, e sim a sua "fome" por Cristo.

Se temos experimentado a bondade do Senhor, desejaremos intensamente a Cristo (1 Pe 2.2-3).

A razão para isso é que um filho possui a natureza de seu pai.

Somos participantes da natureza divina (2 Pe 1.4), se somos nascidos de Deus e temos a semente divina permanente em nós (1 Jo 3.9).

Somos como que lascas da Antiga Rocha. 1 Pedro 2.4 afirma que Cristo é precioso para Deus, e o versículo 7 nos diz que Ele é precioso para o crente.

 

Por conseguinte, o crer que salva não é apenas uma concordância com o facto de que a Bíblia é verdadeira.

O crer que salva implica uma nova natureza que valoriza aquilo que Deus ama.

À luz deste facto, considere João 17.26. Que promessa maravilhosa!

Nessa ocasião, Jesus está orando por seus discípulos e por todos os que crerão nEle, pelo testemunho verbal de seus discípulos (Jo 17.20).

Ele concluiu sua oração com a mais sublimes das petições: “Eu lhes fiz conhecer o teu nome e ainda o farei conhecer, a fim de que o amor com que me amaste esteja neles, e eu neles esteja”.

 

Considere atentamente.

O pedido de Jesus ao Pai foi que o amor de Deus pelo Filho estivesse em nós.

Você já pensou que Jesus deseja que você o ame não somente com o seu amor, mas também com o amor que Deus Pai tem pelo Filho?

Como isto é possível?

É possível por causa do novo nascimento. Tornar-se um crente significa ter uma nova natureza, outorgada por Deus.

Em termos prácticos, isto significa que Deus entra em nossa vida por intermédio do Espírito Santo e começa a dar-nos novas afeições, novas emoções, ou seja, as emoções de Deus.

 

É a presença de Deus, o Espírito, em nossa vida que nos faz amar a Jesus com o amor de Deus Pai.

De facto, o Espírito Santo deve ser visto como o amor de Deus em uma Pessoa.

Ser governado pelo Espírito significa ser governado por um amor divino por Jesus. Ele estava simplesmente orando que fôssemos cheios do Espírito, a Pessoa divina que expressa o amor que o Pai tem para com o Filho.

 

Deste modo, seremos cheios do próprio amor com o qual o Pai ama o Filho. Que imenso amor!

Em todo o universo, não existe amor maior do que o amor transbordante que existe entre o Pai e o Filho, na santíssima Trindade.

Nenhum amor é mais poderoso, mais intenso, mais contínuo, mais puro, mais repleto de deleite no Amado do que o amor de Deus para com o Filho.

É uma energia de gozo que faz as bombas atômicas parecerem fogos de artifício.

Oh! como o Pai se deleita no Filho!

Oh! quão precioso o Filho é para o Pai! “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo”, disse o Pai no baptismo de Jesus (Mt 3.17). “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi” (Mt 17.5).

 

Em todo o universo, ninguém é mais precioso para o Pai do que o seu Filho, Jesus Cristo. É deste modo que Ele deve ser precioso para nós.

Com que amor infinito o Pai ama o Filho! Esta é a grandeza para a qual estamos nos dirigindo em nosso deleite no Filho.

Junte-se ao Pai neste maior de todos os amores!

Se você é nascido de Deus, veja Jesus com os olhos de Deus. Para vós... que credes, é a preciosidade.

 

Extraído do livro:

Penetrado pela Palavra, de John Piper

Copyright: © Editora FIEL 2009.

Evangelismo bíblico

O Evangelismo Bíblico espelha-se nos ministérios The Way of the Master e Living Waters, do actor Kirk Cameron e do Pr. Ray Comfort.

Nosso objectivo é equipar o corpo de Cristo a evangelizar de maneira efectiva e, sobretudo, bíblica... como Jesus o fez.

Neste site, você encontrará diversos materiais gratuitos para utilização imediata, como: lições em áudio, vídeo e textos sobre evangelismo, idéias e modelos de panfletos evangelísticos que podem ser impressos em sua própria casa, colunas e artigos, e um informativo bimensal com histórias encorajadoras de outros irmãos evangelistas.

Que Deus o abençoe na busca e resgate dos perdidos.

Equipe do EvangelismoBiblico.com.br


Definição de Evangelismo Bíblico

 

“Evangelismo Bíblico é a prática regular – motivada por profunda compaixão pelos perdidos, responsabilidade e gratidão a Deus – de alertar os pecadores, através do testemunho de sua consciência, de que transgrediram a santa lei do Senhor, cuja punição é o tormento eterno no inferno, expondo-lhes sua incapacidade de obter a salvação por seus próprios esforços, e então, apresentar no poder do Espírito Santo, as Boas Novas do amor e graça de Jesus, para que se arrependam, abandonem seus pecados, coloquem sua confiança no Salvador e O sirvam como seu Senhor na comunhão de Sua Igreja.”

 

Fernando Guarany Jr.

 


 

http://www.evangelismobiblico.com.br/

A doutrina da Trindade

A doutrina da Trindade é fundamental para a fé cristã.

Ela é crucial para um apropriado entendimento de como Deus é, como Ele se relaciona conosco e como devemos nos relacionar com Ele. Mas ela também levanta muitas questões difíceis. Como Deus pode ser um e três ao mesmo tempo? A Trindade é uma contradição? Se Jesus é Deus, por que os Evangelhos registraram ocasiões nas quais Ele orou a Deus? Apesar de não podermos entender completamente tudo sobre a Trindade (ou sobre qualquer outra coisa), é possível responder questões como essas e chegar a uma sólida compreensão do que significa ser Deus três em um. Leia:

 

O que significa ser Deus uma Trindade?

A doutrina da Trindade significa que há um Deus que existe eternamente como três pessoas distintas: Pai, Filho e Espírito Santo. Explicando de outra maneira, Deus é único em essência e triplo em personalidade. Essas definições expressam três verdades cruciais:
(1) Pai, Filho e Espírito Santo são pessoas distintas,
(2) cada pessoa é totalmente Deus,
(3) há somente um Deus.

Pai, Filho e Espírito Santo são pessoas distintas.
A Bíblia fala do Pai como Deus (Fp.1.2), de Jesus como Deus (Tt.2.13) e do Espírito Santo como Deus (At.5.3-4).
Seriam essas, então, apenas três diferentes formas de olhar para Deus? Ou ainda, três papéis distintos que Deus desempenha?

A resposta deve ser não, porque a Bíblia também indica que Pai, Filho e Espírito Santo são pessoas distintas. Por exemplo, já que o Pai enviou o Filho ao mundo (Jo.3.16), Ele não pode ser a mesma pessoa que o Filho.
Do mesmo modo, depois que o Filho retornou ao Pai (Jo.16.10), o Pai e o Filho enviaram o Espírito Santo ao mundo (Jo.14.26; At.2.33). Portanto, o Espírito Santo deve ser distinto do Pai e do Filho.

No baptismo de Jesus, vemos o Pai falando dos céus e o Espírito descendo dos céus na forma de uma pomba, enquanto Jesus saia das águas (Mc.1.10-11).
João 1.1 afirma que Jesus é Deus e, ao mesmo tempo, que Ele estava “com Deus”, indicando, assim, que Jesus é uma pessoa distinta de Deus o Pai (cf. Jo.1.18).
E em João 16.13-15 vemos que, apesar de haver uma íntima unidade entre todos eles, o Espírito Santo também é distinto do Pai e do Filho.

O facto de Pai, Filho e Espírito Santo serem pessoas distintas significa, em outras palavras, que o Pai não é o Filho, o Filho não é o Espírito Santo e o Espírito Santo não é o Pai. Jesus é Deus, mas Ele não é o Pai nem o Espírito Santo. O Espírito Santo é Deus, mas Ele não é o Filho nem o Pai. Eles são pessoas diferentes, não três diferentes formas de olhar para Deus.

A personalidade de cada membro da Trindade significa que cada pessoa tem um distinto centro de consciência. Assim, elas relacionam-se umas com as outras pessoalmente: o Pai trata a Si mesmo como “Eu”, enquanto Ele trata ao Filho e ao Espírito Santo como “Vós”. Do mesmo modo, o Filho trata a Si mesmo como “Eu”, mas ao Pai e ao Espírito Santo como “Vós”.

Freqüentemente é objectado que “Se Jesus é Deus, então Ele deve ter orado a Si mesmo enquanto esteve na terra”. Mas a resposta a essa objecção encontra-se em simplesmente aplicar o que nós já vimos. Embora Jesus e o Pai sejam Deus, eles são pessoas diferentes. Assim, Jesus orou a Deus o Pai sem orar a Si mesmo. Na verdade, é precisamente o contínuo diálogo entre o Pai e o Filho (Mt.3.17; 17.5; Jo.5.19; 11.41-42; 17.1ss) que fornece a melhor evidência de que eles são pessoas distintas com distintos centros de consciência.

Algumas vezes a personalidade do Pai e do Filho é estimada, mas a personalidade do Espírito Santo é negligenciada, de modo que Ele é tratado mais como uma “força” do que como uma pessoa.
Mas o Espírito Santo não é algo, mas Alguém (veja Jo.14.26; 16.7-15; At.8.16).
A verdade de que o Espírito Santo é uma pessoa, não uma força impessoal (como a gravidade), também é mostrada pelo facto de que Ele fala (Hb.3.7), raciocina (At.15.28), pensa e compreende (I Co.2.10-11), deseja (I Co.12.11), sente (Ef.4.30) e oferece comunhão pessoal (II Co.13.14).
Todas essas são qualidades de uma pessoa. Além desses textos, os outros que mencionamos acima deixam claro que a personalidade do Espírito Santo é distinta da personalidade do Filho e do Pai.
Eles são três pessoas reais, não três papéis que Deus desempenha.

Outro erro sério que as pessoas têm cometido é pensar que o Pai se tornou o Filho, que, então, se tornou o Espírito Santo.
Contrariamente a isso, as passagens que vimos sugerem que Deus sempre foi e sempre será três pessoas. Nunca houve um tempo em que alguma das pessoas da Divindade não existia.
Todas elas são eternas.

Embora os três membros da Trindade sejam distintos, isso não significa que um seja inferior ao outro.
Pelo contrário, todos eles são idênticos em atributos, tais como poder, amor, misericórdia, justiça, santidade, conhecimento e em todas as demais qualidades divinas.

Cada pessoa é totalmente Deus.
Se Deus é três pessoas, isso significa que cada pessoa é “um terço” de Deus? A Trindade significa que Deus é dividido em três partes?

Não, a Trindade não divide Deus em três partes.
A Bíblia deixa claro que cada uma das três pessoas é cem por cento Deus. Pai, Filho e Espírito Santo são totalmente Deus.
Por exemplo, é dito de Cristo que “nele, habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade” (Cl.2.9).
Não devemos pensar em Deus como uma torta cortada em três pedaços, cada um deles representando uma pessoa.
Isso faria cada pessoa ser menos do que totalmente Deus e, assim, não ser realmente Deus. Antes, “o ser de cada pessoa é igual ao ser integral de Deus”[1].
A essência divina não é algo dividido entre as três pessoas, mas está totalmente em todas as três pessoas sem estar dividida em “partes”.

Assim, o Filho não é um terço do ser de Deus, Ele é todo o ser de Deus.
O Pai não é um terço do ser de Deus, Ele é todo o ser de Deus.
E, da mesma forma, o Espírito Santo. Assim, como Wayne Grudem escreve: “Quando falamos conjuntamente do Pai, do Filho e do Espírito Santo, não estamos falando de um ser maior do que quando falamos somente do Pai, ou somente do Filho, ou somente do Espírito Santo”[2].

Há somente um Deus.
Se cada pessoa da Trindade é distinta e, ainda assim, totalmente Deus, então, devemos concluir que há mais do que um Deus?
Obviamente não, pois a Escritura deixa claro que há apenas um Deus: "Pois não há outro Deus, senão eu, Deus justo e Salvador não há além de mim. Olhai para mim e sede salvos, vós, todos os termos da terra; porque eu sou Deus, e não há outro" (Is.45.21-22; veja também 44.6-8; Ex.15.11; Dt.4.35; 6.4-5; 32.39; I Sm.2.2; I Rs.8.60).

Tendo visto que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são pessoas distintas, que cada um deles é totalmente Deus e que não há senão um só Deus, devemos concluir que todas as três pessoas são o mesmo Deus.
Em outras palavras, há um Deus que existe como três pessoas distintas.

Se há uma passagem que mais claramente traz tudo isso em conjunto, ela é Mateus 28.19: “Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo”.
Primeiro, note que Pai, Filho e Espírito Santo são distinguidos como pessoas distintas.
Nós baptizamos em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Segundo, note que cada pessoa deve ser divina porque todas elas são colocadas no mesmo nível.
Na verdade, você acha que Jesus nos baptizaria no nome de uma mera criatura?
Certamente que não. Portanto, cada uma das pessoas em cujo nome devemos ser baptizados é, necessariamente, divina.
Terceiro, note que, apesar de que as três pessoas divinas são distintas, nós somos baptizados em seu nome (singular), não em seus nomes (plural).
As três pessoas são distintas, mas constituem um único nome. Só pode ser assim se elas compartilharem uma mesma essência.



Notas:
1. Wayne Grudem, Teologia Sistemática (Edições Vida Nova, 1999), p.189.
2. Ibid, p.187

 

Fonte:

Agnosto Theo - Um Especial sobre os Atributos de Deus


No mundo há somente uma coisa digna de ser buscada: o conhecimento de Deus. (Robert H. Benson)

 

Deus é o Evangelho

Você já se perguntou por que o perdão de Deus é valioso?

Ou, se a vida eterna é valiosa?

Já se perguntou por que alguém quer ter a vida eterna?

Por que desejamos viver para sempre?

Estas questões são importantes por ser possível desejarmos perdão e vida eterna por motivos que comprovam que não os temos.

 

Por exemplo, considere o assunto do perdão.

Talvez você queira o perdão de Deus por que está muito infeliz com sentimentos de culpa. Você quer alívio.

Se puder crer que Deus o perdoa, você terá algum alívio, mas não necessariamente a salvação.

Se quer o perdão somente por causa de alívio emocional, você não receberá o perdão de Deus.

Ele não dá o Seu perdão àqueles que O usam apenas para ter os dons dEle e não a Ele mesmo.

 

Ou, talvez, você queira ser curado de uma enfermidade ou conseguir um emprego e encontrar uma esposa.

Então, você ouve que Deus pode ajudá-lo a obter estas coisas, mas que, primeiramente, seus pecados teriam de ser perdoados.

Alguém o exorta a crer que Cristo morreu por seus pecados e lhe diz que, se você crer nisto, seus pecados serão perdoados.

Consequentemente, você crê, a fim de que seja removido o obstáculo à sua saúde e consiga um emprego ou uma esposa.

 

Isto é salvação pelo evangelho? Não creio que seja.

Em outras palavras, o que você espera receber por meio do perdão é importante.

O motivo por que você deseja o perdão é importante.

Se quer o perdão tão-somente por que deseja gozar da criação, então, o Criador não é honrado e você não é salvo.

 

O perdão é precioso por uma única razão: ele o capacita a desfrutar da comunhão com Deus.

Se esta não é razão por que você quer o perdão, você não o terá de maneira alguma.

Deus nunca será usado como moeda para a compra de ídolos.

Também perguntamos: por que desejamos ter a vida eterna?

Alguém pode responder: “Porque o inferno é a alternativa dolorosa”.

Outro pode dizer: “Porque não haverá nenhuma tristeza no céu”.

Outro pode replicar: “Meus queridos foram para o céu, e quero estar com eles”.

Outros poderiam sonhar com sexo e alimentos intermináveis, ou com algo mais nobre.

Em tudo isso, Alguém está ausente: Deus.

 

O motivo salvífico para querermos a vida eterna é apresentado em João 17.3: “E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”.

Se queremos a vida eterna por ela significar outra coisa, e não o regozijo em Deus, não teremos essa vida.

Enganamos a nós mesmos dizendo que somos cristãos, se usamos o glorioso Evangelho de Cristo para buscar o que amamos mais do que buscamos o próprio Cristo.

As “boas-novas” não se comprovarão como boas para qualquer pessoa que não tenha a Deus como seu principal bem.

Jonathan Edwards apresentou esta verdade em um sermão1 à sua igreja, em 1731.

Leia estas palavras lentamente e permita que elas o despertem para a verdadeira vida e o verdadeiro bem do perdão.

 

Os redimidos têm todo o seu verdadeiro bem em Deus. Ele mesmo é o grande bem que possuem e desfrutam por meio da redenção.

Deus é o bem mais sublime, a suma de todo o bem que Cristo adquiriu.

Deus é a herança dos santos; é o quinhão da alma deles.

Ele é a riqueza e o tesouro, o alimento, a vida, a habitação, o ornamento e a coroa, a glória eterna e duradoura dos santos.

Eles não têm nada no céu, excepto a Deus.

Ele é o grande bem no qual os crentes são recebidos na morte e para o qual eles devem ressurgir no fim do mundo.

O Senhor Deus, Ele é a luz da Jerusalém celestial; é o “rio da água da vida” que corre e a “árvore da vida” que cresce “no paraíso de Deus”.

As gloriosas excelências e belezas de Deus fascinarão para sempre a mente dos santos, e o amor de Deus será o deleite eterno deles.

Com certeza, os redimidos desfrutarão outras alegrias.

Eles se alegrarão com os anjos e uns com os outros. Mas aquilo que lhes encantará nos anjos e uns nos outros, ou em qualquer outra coisa; aquilo que lhes proporcionará deleite e felicidade será o que de Deus poderá ser visto neles.

 

Extraído do livro:

Penetrado pela Palavra, de John Piper.

What else...

Uma máquina de café, um piano em queda livre, um personagem que passa para o outro lado da vida.

De seguida o anúncio mostra-nos um diálogo entre o personagem “terreno” e outro “celestial”. Não percebemos se o imaginário dos publicitários nos traz uma tentativa de representar Deus, Pedro ou um anjo.

O que percebemos, pelo terminus, é que a marca de café é tão valiosa que podemos usá-la para negociar com o Céu.

Rimos no final... mas será que a cena imaginada é assim tão diferente do nosso modo de pensar?

 

Talvez a mentalidade religiosa que herdámos de séculos esteja mais impregnada nas nossas células do que imaginávamos.

Uma vida renascida em Deus mas uma mente com necessidade vital de ser renovada para não ficar conformada. “Fazer negócio com Deus?

Jamais...” dizemos, levantando a bandeira da graça, enquanto subimos o monte das tradições que nos aprisinonavam e esmagamos por um momento a cabeça da velhinha “salvação pelas obras”.


Se calhar temos mais imaginação nesta defesa enigmática que o publicitário da máquina de café em cápsulas.

Quando faço qualquer coisa para que Deus me faça uma “festinha” na cabeça e me dê um "rebuçado", estou a fazer negócio com Deus. Quando penso que o meu currículo espiritual O vai impressionar tanto que vou ter um cargo que me leve a ter poder, estou a fazer negócio com Deus. Quando imponho condições e faço "birrinha", estou a fazer negócio com Deus. Quando ofereço os meus bens com a expectativa de ter 10, 100, 1000 vezes mais, estou a negociar com Deus. Quando uso uma falsa humildade que esconde o orgulho do interior empobrecido, procurando obter elogios e benesses, estou a negociar com Deus.

 

O amor de Deus não varia, mesmo que eu avarie no caminho.

A graça de Deus permanece, mesmo que eu O abandone.

A fidelidade de Deus é sempre presente, mesmo quando me ausento na minha infidelidade.

Que as minhas acções sejam uma resposta ao Seu amor.

Que os meus pensamentos exprimam gratidão pela Sua graça.

Que o meu caminhar declare o desejo de ser fiel Áquele que me garante a Sua fidelidade.

 

“Tão rica é a generosidade da sua graça, que ele pagou a nossa libertação através do sangue do seu Filho, e os nossos pecados foram perdoados. Graça essa que se traduziu abundantemente nas nossas vidas em sabedoria e compreensão, sendo assim possível termos conhecimento do plano que Deus tinha arquitectado a favor da humanidade, mas que mantivera por revelar até ao momento que ele próprio marcou.” (Efésios 1:7-9, versão “O Livro”)

 


 

What else....*

Ana Ramalho

"Branco mais branco, não há!"

In: Novas de Alegria de Agosto 2010

 

Quem não se recorda deste slogan do anúncio de uma marca de detergente (se a memória não me falha)?

Ainda hoje, se estivermos atentos às publicidades que se cruzam com os nossos olhos, vamos ser surpreendidos por um produto que “lava mais branco”, um outro que limpa com tanta eficácia que até ao passar “o algodão, não engana”... ou podemos ir mais longe e rever um clássico português “A Aldeia da Roupa Branca”.

 

Posso vestir a roupa mais branca e impecável do mundo, mas ter um coração carbonizado, corroído e imundo pelos meus pensamentos.

O meu cadastro verbal estar cheio de um palavreado que derruba o outro, desdenha do que erra, blasfema por capricho egoísta não satisfeito. O meu ficheiro de atitudes me faça baixar a cabeça, pelos gestos de revolta, as mazelas de acções contínuas de pouca pureza, o descontrolo que minou a minha sobriedade, a preguiça que me domina, os vícios macabros que me iludem e matam aos poucos. E tudo isto tem um nome: pecado.

 

Não vale a pena branqueá-lo nas palavras, suavizá-lo nas consequências, dilui-lo no peso eterno que tem.

Ele existe e separa-nos de Deus – aquele a quem temos traído em pensamentos, atitudes e palavras.

Honro o comentário deixado no Facebook por Torcato Lopes, colaborador de longa data da revista Novas de Alegria “Sabemos, e aprendemos: amar o pecador e odiar o pecado, por isso temos de pregar contra ele: pecado. (...) Pecado é pecado. Às vezes oiço branqueá-lo, e só o sangue de Jesus branqueia o pecado, lembramos Isaías (...)” “Venham então ter comigo e conversemos! - diz o Senhor. Por mais profundas que sejam as manchas do vosso pecado, eu poderei tirá-las, e tornar-vos tão limpos como a neve ao cair. Ainda que essas manchas sejam vermelhas como o carmezim, poderei tornar-vos brancos como a mais branca lã!” (Isaías 1:18, versão “o Livro”).

 

Só procuramos uma cura quando estamos conscientes da doença, uma resposta quando questionamos, uma limpeza determinante quando a mancha é reconhecida.

Ao não assumirmos a realidade dos nossos erros de consequência eterna, privamo-nos de estar perto de Deus – agora e amanhã.

Eu quero ser inundada pelo amor perdoador de Deus. Limpa por dentro pelo sangue purificador de Jesus, para que possa brilhar por dentro e por fora, naquilo que penso, digo e faço.


As minhas tentativas frustram-se. Os meus métodos caem por terra, mais cedo o mais tarde.

Mas a purificação que vem do Pai, através do acto de Jesus ao dar a Sua vida por mim na cruz, resolve o meu problema mais profundo – o pecado. Quando Jesus faz isso, pela minha escolha pessoal, olho para o meu coração e digo “Branco mais branco, não há!”

 

Autora:

Ana Ramalho

Quem é este S. Luís? Mentiroso!

“(...) Deus não criou seres tendo por destino permanecerem votados perpetuamente ao mal”. - S. Luís

Segundo ensina S. Luís , não existem Espíritos que nunca se arrependem da prática do mal: Há os de arrependimento tardio."

 

S. Luís, seja lá ele quem for, mentiu!

Contradisse o que ensinou Jesus e negou o Evangelho.

Não encontramos jamais na Bíblia ou nos ensinamentos de Jesus Cristo que "NÃO existem espíritos (seres humanos) que nunca se arrependem..."

Essa seria a vontade de Deus, mas Ele, Deus, respeita a decisão e a vontade do ser humano!

É verdade que Deus não criou o homem para fazer o mal!

Deus deu ao homem a liberdade para escolher fazê-lo ou não!

Só pode haver "arrependimento tardio" em vida, na única concedida por Deus a cada um de nós!

Tal como o ladrão na cruz. Eram dois, mas só um se arrependeu na hora da morte, creu em Jesus como Redentor e foi salvo!


Uma das tendências humanistas da pós-modernidade é crer na impunidade do homem diante de Deus.

É a famosa concepção de que Deus é bom e vai entender as fraquezas humanas, isentando o homem de um juízo segundo as suas decisões e consequentemente as suas obras.

Por outro lado, pagãos e adeptos de outras crenças, nomeadamente o espiritismo, afirmam que o Cristianismo apresenta um Deus um tanto malvado por enviar pessoas para o inferno, ao invés de perdoá-las.

Como cristãos, não se pode duvidar da identidade do Criador, pois 1 João 4:8 afirma que “Deus é amor”.

É importante que falemos de Deus no conjunto do Seu ser e da acção dos Seus atributos.

É claro que Deus é amor, mas devemos lembrar que Ele também é justiça.

A imagem que algumas pessoas têm de um Deus bonacheirão que passa a mão sobre a cabeça das pessoas é pagã e não-bíblica.


Na verdade, Deus não quer mandar... e não manda ninguém para o inferno.

Se alguém vai para o inferno, o faz em decorrência de sua própria escolha, das suas decisões durante a vida.

Jesus Cristo disse: João 12: 47 E se alguém ouvir as minhas palavras, e näo crer, eu näo o julgo; porque eu vim, näo para julgar o mundo, mas para salvar o mundo. 48 Quem me rejeitar a mim, e näo receber as minhas palavras, já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o há de julgar no último dia. 49 Porque eu näo tenho falado de mim mesmo; mas o Pai, que me enviou, ele me deu mandamento sobre o que hei de dizer e sobre o que hei de falar. 50 E sei que o seu mandamento é a vida eterna. Portanto, o que eu falo, falo-o como o Pai mo tem dito.


Dusilek Lopes afirma que a chance de ser salvo acontece enquanto estamos vivos.

“Todos têm a chance de ser salvos, segundo a graça salvadora (Tito 2:11), que se manifestou a todos os homens. Todos os homens tiveram a mesma chance de se salvar”.

A sociedade vive momentos muito difíceis, onde o homem trabalha em cima de muitas subjectividades.

“Ele ( o ser humano) manipula as coisas de tal forma que quer que tudo aconteça, segundo seus desejos, difundindo uma pluralidade e um misticismo muito grandes.

 

Essa é uma confiança pós-moderna e o tempo de instabilidade e insegurança afasta o homem das realidades espirituais”.

Deus permite a existência de outras doutrinas, para que o verdadeiro cristão se fixe somente Nele.

Cuidado!

A Palavra de Deus mostra-nos que:

“Porque virá tempo em que não suportarão a sã doutrina; mas, tendo grande desejo de ouvir coisas agradáveis, ajuntarão para si mestres, segundo os seus próprios desejos, e desviarão os ouvidos da verdade”. 2 Timóteo 4.3-4