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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Aquele que tem Jesus tem a vida

"Aquele que tem o Filho tem a vida; aquele que não tem o Filho de Deus não tem a vida." 1 João 5.12

 

O facto de uma pessoa ser nascida de novo é impossível de esconder, pois Jesus diz: "Pelos seus frutos os conhecereis."

Se você é apenas cristão nominal, esses frutos não existem.

Se você é cristão apenas de nome, você tem vergonha de confessar a Jesus, e, quando for o caso, escolhe o caminho da menor oposição. "Não se fala sobre isso", diz-se. Naturalmente, não se fala, pois como se pode falar de uma nova vida, como se pode testemunhar de Jesus, se a gente mesmo não tem essa experiência?

Reflita um momento: você é de facto um renascido ou é apenas um oportunista?

Aquele que é renascido verdadeiramente tem que ser uma testemunha de Jesus, pois recebeu ao Senhor como Aquele que carregou seus pecados.

Jesus é revelado por palavras e por actos através de toda a vida de um renascido.

Como isso pode acontecer?

Porque o próprio Jesus mora no coração dessa pessoa pelo Seu Espírito. Talvez agora você argumente: "Mas eu conheço "crentes", cujos actos falam tão alto, que eu não quero ouvir suas palavras".

Infelizmente você tem razão.

Porém estes "crentes?" um dia terão que prestar contas diante do trono de Deus.

Mas isso muda a sua própria situação?

De que serve o seu "cristianismo" se você não vem a Jesus hoje, se não ousa decidir-se por Jesus pela fé?

 

Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)

Filhos de Deus

"O próprio Espírito testifica com o nosso espírito que somos filhos de Deus." Romanos 8.16


A certeza da salvação é a alegre consequência do novo nascimento.

Uma maravilhosa certeza invade o pecador que veio a Jesus, que recebeu perdão dos seus pecados na cruz.

Ali, ao mesmo tempo, ele também recebe o Espírito Santo.

E então esta certeza, firme como a rocha, inunda-o: "Tornei-me um filho de Deus!"

Talvez você pergunte admirado: "É realmente possível ter essa certeza?" Não é somente possível, como também é necessária: "...a fim de saberdes que tendes a vida eterna." Talvez você já esteja há muitos anos no caminho "cristão", porém não tem nenhuma certeza da salvação, nenhuma certeza do perdão dos pecados.

Como você é pobre apesar de tudo!

Muitos pensam que seja uma atitude farisaica quando alguém afirma ser filho de Deus.

Diante disso, podemos responder: "Se posso testemunhar que tenho certeza da salvação, do mesmo modo também testifico que nem eu mesmo posso compreender tal maravilha, pois também fui um pobre pecador. Eu só tenho uma explicação para a certeza da salvação. Deus também me amou, e deu Seu Filho pelos meus pecados na maldita morte na cruz!"

 


Extraído do livro "Pérolas Diárias" (de Wim Malgo)

A Bíblia e a reencarnação

 

 

A Segurança da Bíblia: Consideremos essas palavras de Allan Kardec: "No cristianismo encontram-se todas as verdades" (O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. VI, item 5).

A Bíblia sempre foi a única base doutrinária e regra de fé e conduta dos verdadeiros cristãos. Em 2ª Timóteo 3.16 está escrito: "Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça".

 

Jesus Cristo, tido pelo Kardecismo como a segunda revelação de Deus aos homens (Moisés teria sido a primeira), afirmou a solidez e a inspiração plenária da Bíblia.

Em João 17: 17, orando ao Pai, Ele diz:

"A tua palavra é a verdade" (cf. Salmo 119.160).

Quando tentado, sempre usando a expressão "está escrito", Ele respondeu citando o texto de Deuteronômio 8.3: "Não só de pão viverá o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus" (Mateus 4.4). Em Mateus 24.35 diz: "Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão".

Ele, Jesus, sempre usou a Bíblia para ensinar, redarguir, corrigir ou instruir em justiça.

Aos saduceus, que não criam na ressurreição, Jesus respondeu:

"Errais, não conhecendo as Escrituras nem o poder de Deus" (Mateus 22.29). Jesus ainda nos manda examinar as Escrituras, pois são elas que testificam da Sua obra redentora: "Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. Contudo, não quereis vir a mim para terdes vida" (João 5.39-40).

Na parábola do rico e de Lázaro (Lucas 16.19-31), Jesus mais uma vez demonstra a Sua convicção nas Escrituras ao narrar a resposta dada pelo patriarca Abraão ao rico, quando este, no Sheol-Hades (inferno), lhe pedira que enviasse Lázaro aos seus irmãos:

"Respondeu Abraão: Eles têm Moisés e os Profetas; ouçam-nos" (versículo 29).

Jesus reporta-se a Moisés e aos Profetas para nos informar que nenhuma outra forma de revelação poderia ser apresentada aos homens (inclusive a mediúnica), pois, por meio de ambos, foi-nos dada a verdadeira revelação – a Bíblia.


O Que a Bíblia diz Sobre Reencarnação?

O Minidicionário Aurélio conceitua o verbo Reencarnar da seguinte forma:

"1. Reassumir (o espírito) a forma material. 2. Tornar a encarnar".

Ao contrário da ressurreição, que é a volta do espírito ao mesmo corpo, a reencarnação significa o retorno do espírito a um novo corpo, sucessivamente, até alcançar a evolução.

Na verdade, a não ser por meio de uma exegese forçada, não há na Bíblia qualquer referência directa ou indirecta à reencarnação.

Ao contrário, as Escrituras ensinam que, da mesma maneira como Jesus veio ao mundo uma só vez, também ao homem está ordenado morrer uma única vez: "E, assim como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo, depois disto, o juízo, assim também Cristo, tendo-se oferecido uma vez para sempre para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o aguardam para a salvação" (Hebreus 9.27).

O sacrifício único de Jesus, ao morrer na cruz, é mais que suficiente para nos libertar dos pecados e nos conduzir a Deus: "Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito" (1 Pedro 3.18).

Todo o ensinamento bíblico é no sentido de que só poderemos morrer uma única vez até o juízo final de Deus.

Jesus não somente ressuscitou três dias após Sua morte, como também incluiu a ressurreição entre os Seus milagres (João 11.11-44).

Diversas outras passagens da Bíblia demonstram a realidade da ressurreição (Daniel 12.2; Isaías 26.19; Oséias 6.2; 1 Coríntios 15.21-22; João 5.28-29; Atos 24.15; Apocalipse 20.6).

Em todos esses textos, ressuscitar significa o retorno do espírito ao seu próprio corpo (ver também 1 Coríntios 15.12-22).

 

Então, se não Existe Reencarnação, o que Faço Para ser Salvo?

A resposta está em Actos 16.31: "...Crê no Senhor Jesus Cristo e serás salvo, tu e tua casa".

Somente através da nossa fé, pura e incondicional, é que obteremos a salvação, mediante Jesus Cristo.

Ele mesmo disse: "Eu sou a ressurreição e a vida. Quem crê em mim, ainda que morra, viverá" (João 11.25).

Não há outro caminho e nenhuma outra verdade além desta (veja João 14.6).

Não adianta esperar uma outra existência, pois esta é a única oportunidade.

Jesus, somente Ele, é quem nos dá a vida eterna: "Eu lhes dou a vida eterna; jamais perecerão, e ninguém as arrebatará da minha mão" (João 10.28).

Então, busque hoje mesmo a Jesus Cristo, entregue-Lhe seu coração e Ele o ouvirá: "Porque: Todo aquele que invocar o nome do Senhor será salvo" (Romanos 10.13).

 

(M. Martins - http://www.chamada.com.br)

Estamos vivos em Cristo?


 

por John Piper

 

Oh! Como precisamos conhecer a nós mesmos!
Somos salvos?
Estamos vivos em Cristo?
Existe somente um instrumento que cria, detecta e confirma a vida eterna na alma do homem — ou seja, a Palavra de Deus.
Portanto, o que Hebreus 4.12 afirma a respeito da Palavra é importantíssimo.

“A Palavra de Deus”

A expressão “Palavra de Deus” pode significar uma palavra falada por Deus sem um porta-voz humano.
Mas, no Novo Testamento, esta expressão normalmente significa uma palavra ou mensagem que um homem fala como representante de Deus.
Por exemplo, Hebreus 13.7 diz: “Lembrai-vos dos vossos guias, os quais vos pregaram a palavra de Deus; e, considerando atentamente o fim da sua vida, imitai a fé que tiveram”. Portanto, a expressão, “Palavra de Deus”, em Hebreus 4.12, provavelmente se refere à verdade de Deus revelada nas Escrituras e que homens falaram uns para os outros na dependência da ajuda de Deus para entendê-la e aplicá-la.

Viva e eficaz”

A Palavra de Deus não é morta ou ineficaz. Ela tem vida.
E, devido a isso, ela produz resultados.
Existe algo sobre a Verdade revelada por Deus, que a conecta com Deus como a fonte de toda a vida e poder.
Deus ama a sua Palavra.
Ele tem predileção por sua Palavra. Ele a honra com sua presença e poder.
Se queremos que nosso ensino e testemunho produza efeitos, devemos permanecer fiéis à Palavra revelada de Deus.

Mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas.”

O que faz esta Palavra viva e eficaz? Ela penetra.
Com que propósito? Para dividir. O quê? Alma e espírito. O que isto significa?

O escritor dá-nos uma analogia.
É semelhante a dividir juntas e medulas. As juntas são a parte mais grossa, dura e exterior do osso.
As medulas são a parte mais mole, macia, viva e interior do osso. Isso é uma analogia de “alma e espírito”.
A Palavra de Deus é como uma espada bastante afiada, capaz de cortar directamente da parte exterior, dura e grossa do osso até à sua parte interior, macia e viva. Algumas espadas, menos afiadas, podem atingir um osso, resvalar e não penetrar.
Outras espadas penetram somente até ao meio das juntas grossas e duras de um osso. Mas uma espada pontiaguda, bem afiada, de dois gumes (afiados em cada lado da ponta), penetrará a junta até alcançar a medula.
“Alma e espírito” são como juntas e medulas de ossos.
“Alma” é aquela dimensão invisível da vida que somos por natureza.
“Espírito” é aquilo que somos pelo novo nascimento sobrenatural. Jesus disse: “O que é nascido da carne é carne; e o que é nascido do Espírito é espírito” (Jo 3.6).
Sem o poder vivificador, criador, regenerador do Espírito de Deus em nós, somos apenas um “homem natural”, e não um “homem espiritual” (1 Co 2.14-15).
Por conseguinte, o “espírito” é aquela dimensão invisível de nossa vida que somos por meio da obra regeneradora do Espírito Santo.

Qual é o principal ensino da afirmativa de que a “Palavra de Deus” penetra até ao ponto de “dividir alma e espírito”?
O principal ensino desta afirmativa é que a Palavra de Deus revela o nosso verdadeiro “eu”.
Somos espirituais ou naturais?
Somos nascidos de Deus e estamos espiritualmente vivos?
Ou enganamos a nós mesmos e ainda estamos espiritualmente mortos?
“Os pensamentos e propósitos” de nosso coração são espirituais ou apenas naturais?
Somente a “Palavra de Deus” pode “discernir os pensamentos e propósitos do coração”, como afirma Hebreus 4.12.

Falando em termos práticos, quando lemos ou ouvimos a Palavra de Deus, sentimos que ela penetra em nós mesmos.
O efeito deste penetrar é revelar se há espírito ou não.
Existe medula e vida em nossos ossos?
Ou somos apenas um esqueleto sem medula viva?
Existe “espírito” ou somente “alma”?
A Palavra de Deus penetra fundo o suficiente, para mostrar-nos a verdade de nossos pensamentos e motivos, e o nosso próprio “eu”.

Renda-se a esta Palavra de Deus, a Bíblia.
Use-a para conhecer a si mesmo e confirmar sua própria vida espiritual.
Se existe vida, haverá amor, gozo e um coração obediente à Palavra.
Dedique-se a esta Palavra, de modo que suas palavras se tornem a Palavra de Deus para outros e revelem a condição espiritual em que eles estão.
Então, sobre a ferida causada pela Palavra, derrame o bálsamo da Palavra.




Extraído do livro: Penetrado pela Palavra, de John Piper.
Copyright: © Editora FIEL 2009
O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

Para Vós, Que Credes, Ele, Jesus, é a Preciosidade

 

A marca distintiva de um filho de Deus não é a perfeição, e sim a sua fome por Cristo.

Se temos experimentado a bondade do Senhor, desejaremos a Cristo (1 Pe 2.2-3).

A razão para isso é que um filho possui a natureza de seu pai.

Somos participantes da natureza divina (2 Pe 1.4), se somos nascidos de Deus e temos a semente divina permanente em nós (1 Jo 3.9).

Somos como que lascas da Antiga Rocha.

1 Pedro 2.4 afirma que Cristo é precioso para Deus, e o versículo 7 nos diz que Ele é precioso para o crente.

Por conseguinte, o crer que salva não é apenas uma concordância com o facto de que a Bíblia é verdadeira.

O crer que salva implica uma nova natureza que valoriza aquilo que Deus ama.

À luz deste facto, considere João 17.26.

Que promessa maravilhosa!

Nessa ocasião, Jesus está orando por seus discípulos e por todos os que crerão nEle, pelo testemunho verbal de seus discípulos (Jo 17.20).

Ele concluiu sua oração com a mais sublime das petições: “Eu lhes fiz conhecer o teu nome e ainda o farei conhecer, a fim de que o amor com que me amaste esteja neles, e eu neles esteja”.

Considere atentamente.

O pedido de Jesus ao Pai foi que o amor de Deus pelo Filho estivesse em nós.

Você já pensou que Jesus deseja que você o ame não somente com o seu amor, mas também com o amor que Deus Pai tem pelo Filho?

Como isto é possível? É possível por causa do novo nascimento. Tornar-se um crente significa ter uma nova natureza, outorgada por Deus. Em termos práticos, isto significa que Deus entra em nossa vida por intermédio do Espírito Santo e começa a dar-nos novas afeições, novas emoções, ou seja, as emoções de Deus. É a presença de Deus, o Espírito, em nossa vida que nos faz amar a Jesus com o amor de Deus Pai.

De facto, o Espírito Santo deve ser visto como o amor de Deus em uma Pessoa.

Ser governado pelo Espírito significa ser governado por um amor divino por Jesus.

Ele estava simplesmente orando que fôssemos cheios do Espírito, a Pessoa divina que expressa o amor que o Pai tem para com o Filho.

Deste modo, seremos cheios do próprio amor com o qual o Pai ama o Filho.

Que imenso amor!

Em todo o universo, não existe amor maior do que o amor transbordante que existe entre o Pai e o Filho, na santíssima Trindade.

Nenhum amor é mais poderoso, mais intenso, mais contínuo, mais puro, mais repleto de deleite no Amado do que o amor de Deus para com o Filho.

É uma energia de gozo que faz as bombas atómicas parecerem fogos de artifício.

Oh! como o Pai se deleita no Filho!

Oh! quão precioso o Filho é para o Pai! “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo”, disse o Pai no baptismo de Jesus (Mt 3.17). “Este é o meu Filho amado, em quem me comprazo; a ele ouvi” (Mt 17.5).

Em todo o universo, ninguém é mais precioso para o Pai do que o seu Filho, Jesus Cristo.

É deste modo que Ele deve ser precioso para nós.

Com que amor infinito o Pai ama o Filho!

Esta é a grandeza para a qual estamos nos dirigindo em nosso deleite no Filho.

Ó crente, junte-se ao Pai neste maior de todos os amores!

Se você é nascido de Deus, veja Jesus com os olhos de Deus. Para vós... que credes, é a preciosidade.

 


 

Extraído do livro:

Penetrado pela Palavra, de John Piper Copyright: © Editora FIEL 2009.

Nascer de novo "conclusão"

 

 

 

"O vento assopra onde quer, e ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo aquele que é nascido do Espírito" João 3: 8

Você já viu alguma rajada de vento vindo em seu auxílio? Já viu alguma tempestade de vento parada ao lado da estrada, ganhando fôlego? Não, você nunca viu. O vento não precisa da nossa ajuda. O vento nem mesmo revela o seu destino. Ele é silencioso e invisível, e assim é o Espírito.

 

Nicodemos estava ficando impaciente... aquela luz era demasido brilhante para os seus olhos. Os mestres religiosos gostam de controlar e gerir. Gostam de definir e de esboçar. Estrutura e clareza são os amigos do religiosos. Mas nem sempre elas são o protocolo de Deus.

O negócio de Deus é a salvação. A graça é ideia d'Ele, é obra Sua e o custo também foi pago por Ele. Deus oferece a graça a quem deseja e quando deseja. Nossa função no processo é informar as pessoas, não fazer uma triagem delas.

A pergunta devia estar estampada no rosto de Nicodemos. Porque Deus faria isso? O que motivaria tal dom? Aquilo que Jesus disse a Nicodemos, ele nunca havia imaginado... A motivação por trás do dom do novo nascimento? AMOR. "Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigénito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna" João 3: 16

 

Nicodemos jamais ouvira tais palavras. Nunca. Ele já havia participado de muitas discussões sobre a salvação. No entanto, esta é a primeira na qual nenhuma regra foi estabelecida. Nenhum sistema foi oferecido. Nenhum código espiritual nem ritual. "Todo aquele que acreditar pode ter a vida eterna em Deus", disse Jesus a Nicodemos.

Será que Deus poderia ser tão generoso? Mesmo na mais escura das noites, o assombro é visto na face de Nicodemos. Todo aquele que crê tem a vida eterna.

Não é "todo aquele que alcança". Não é "todo aquele que é bem-sucedido". Não é "todo aquele que concorda". Mas... TODO AQUELE QUE CRÊ!

Veja como Deus liberta do legalismo...

Observe a doce firmeza de Seu toque. Tal como um experiente fazendeiro, Ele arrancou o solo pedregoso até encontrar um pedaço de terra fértil e húmida, e ali plantou a semente, a semente da graça.

Será que ela deu fruto? Leia o texto a seguir e veja por si mesmo.

João 19: 39 E foi também Nicodemos (aquele que, anteriormente, se dirigira de noite a Jesus), levando quase cem libras de um composto de mirra e aloés.

40 Tomaram, pois, o corpo de Jesus e o envolveram em lençóis com as especiarias, como os judeus costumam fazer na preparação para o sepulcro.

41 E havia um horto naquele lugar onde fora crucificado e, no horto, um sepulcro novo, em que ainda ninguém havia sido posto.

42 Ali, pois (por causa da preparação dos judeus e por estar perto aquele sepulcro), puseram a Jesus.

 

É estranho como um homem pode dar uma guinada completa e entrar no Reino de Deus. Aquele que fora visitar durante a noite, agora aparece durante o dia. Aquele que se arrastou pelas sombras para se encontrar com Jesus, agora vai até à cruz para servi-Lo. Aquele que recebeu a semente da graça, agora planta a maior semente de todas: A SEMENTE DA VIDA ETERNA.

 

Adaptado do livro

"Ele ainda remove pedras"

Max Lucado

Nascer de novo 1ª parte

Numa tentativa de credibilizar a mentira da reencarnação, Kardec retirou do contexto a seguinte passagem bíblica:

"Jesus respondeu: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus."

Para começar a explicar estas palavras de Jesus, que se encontram devidamente explicadas na Bíblia, mas que Kardec preferiu ignorar, começo por deixar aqui uma constactação lógica... não está implícito nas Palavras de Jesus que há seres humanos que nunca nascem de novo?

Ora, se Ele estivesse a falar em reencarnação, isso não seria possível!

Vou explicar com palavras simples o que Jesus pretendeu dizer não só a Nicodemos, mas também a cada um de nós.

 

Nicodemos estava perplexo com aquilo que via Jesus fazer.

Nicodemos sente-se atraído pelo "carpinteiro", porém ele não pode ser visto com Jesus.

Ele faz parte da "Nobreza" dos "Doutores da Lei", não pode aproximar-se do Mestre durante o dia. Então esse fariseu vai ter com Jesus à noite, na escuridão.

Nicodemos começa com cortesias: "Rabi, bem sabemos que és mestre vindo de Deus, porque ninguém pode fazer estes sinais que tu fazes, se Deus não for com ele" João 3: 2

Jesus desconsidera o elogio: "Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo não pode ver o Reino de Deus" João 3: 3

Directo ao ponto. Directo ao coração. Directo ao problema. Jesus sabe que o coração de Nicodemos está endurecido. Sabe que não pode quebrar aquele coração com linguagem politicamente correcta. Então, Jesus começa a "martelar".

Você não pode ajudar um cego acendendo as luzes, Nicodemos.

Você não pode ajudar um surdo aumentando o volume da música, Nicodemos.

Você não pode mudar o interior decorando o exterior, Nicodemos.

Você não pode colher nenhum fruto se não plantar primeiro uma semente, Nicodemos.

VOCÊ PRECISA NASCER DE NOVO,

 

O encontro de Jesus com Nicodemos foi mais do que um encontro entre duas figuras religiosas. Foi uma colisão entre duas filosofias.

Duas visões completamente antagónicas da salvação.

Tal como acontece com as pessoas que aceitam e seguem o espiritismo, Nicodemos pensava que era a pessoa (cada um de nós) que fazia a obra; Jesus dizia que é Deus quem faz a obra.

Nicodemos pensava que era tudo uma troca; Jesus afirmava que era um presente.

Nicodemos pensava que o homem teria que merecer a salvação, Jesus dizia que o homem deveria aceitá-la.

Estas duas visões englobam todas as visões. Todo o mundo religioso pode ser colocado em um dos dois campos: legalismo ou graça. A humanidade faz ou Deus faz. Salvação como um pagamento pelos feitos realizados ou salvação como um dom baseado na morte de Cristo.

O legalista, tal como o espírita, acredita que a suprema força por trás da salvação é você mesmo. Se fizer boas obras, se se comportar bem, se pertencer ao grupo correcto dentro do segmento correcto... você será salvo. O peso da responsabilidade não está em Deus, mas em si.

 

Naquela conversa, Nicodemos, o renomado mestre da Lei, fala somente três vezes: uma para elogiar e duas para perguntar. Depois de passar uma vida inteira pesando os títulos das Escrituras na balança da lógica, o estudioso fica repentinamente calado enquanto Jesus abre o portão da graça.

Jesus começa por revelar a fonte da espiritualidade: "O que é nascido da carne é carne, e o que é nascido do Espírito é espírito" João 3: 6.

A vida espiritual não é um empreendimento humano. Ela está enraizada no Espírito Santo e é orquestrada por Ele.

Jesus diz que a espiritualidade não vem da frequência com que se vai à igreja ou das boas obras ou da doutrina correcta, mas do próprio céu,

Tais palavras devem ter feito Nicodemos cair de costas. Jesus, no entanto, estava apenas a começar...

 

Continua no próximo post

 


 






Espíritas confusos

Estimados amigos e visitantes deste blog:

Recebi um mail de um espírita que me questionava acerca destas duas passagens bíblicas Êxodo 20: 4 e 25: 18.

Como não sou o Google e não sei tudo, sempre que preciso de ajuda recorro ao Dr. Agostinho Soares dos Santos, licenciado pela Universidade do Porto.

Para além de Jornalista, Conferencista e Professor é Presbítero na igreja Assembleia de Deus no Porto.

 

PERGUNTA

Deus proíbe que seja feita a escultura de qualquer ser (Êxodo 20:4). Logo mais, ordenou a fabricação de estátuas de ouro (Êxodo 25:18). Como se explica esta situação? Estará aqui alguma contradição?


RESPOSTA

Nós, seres humanos, temos as nossas peças, as nossas coisas, utilizamo-las em casa, mas impomos algumas regras para que ninguém as estrague.

Às vezes, temos dificuldade em permitir que os outros as utilizem ou até lhes mexam. Se acontece assim connosco, temos de compreender que Deus é o Proprietário de tudo e impõe as Suas regras para que não haja uma má utilização do que Lhe pertence!

Aceitamos com facilidade o senhorio dos proprietários terrenos e temos dificuldade em aceitar o Senhorio do Omnipotente.

Porém, há coisas na casa do Senhor que não são permitidas cá fora. E agora?! Não vamos aceitar isso?


O tabernáculo significava a casa de Deus na Terra. Era um lugar para o Senhor habitar e isso verificou-se logo no final da construção do mesmo, quando a Sua presença encheu aquele espaço, inclusivamente de uma forma visível (Ex 40:34-35).

Há coisas que são mesmo só para Deus e utilizadas apenas na Sua casa.

Por exemplo, o azeite da santa unção e o incenso santo.

Deus mencionou as proporções das substâncias utilizadas e proibiu de se fazer obra igual para os humanos. A respeito do azeite, diz o Senhor: “Não se ungirá com ele carne de homem, nem fareis outro semelhante conforme a sua composição; santo é e será santo para vós. O homem que compuser tal perfume como este, ou que dele puser sobre um estranho, será extirpado dos seus povos” (Ex 30:32-33).

E em relação ao incenso, diz o seguinte: “Porém, o incenso que farás conforme a composição deste, não o fareis para vós mesmos; santo será para o SENHOR. O homem que fizer tal como este para cheirar será extirpado do seu povo” (Ex 30:37-38).

No caso do azeite e do incenso, Deus disse, naquela mesma ocasião, para não se fazer outro igual, a fim de se utilizar fora do tabernáculo ou com outro fim.

Quanto aos querubins de ouro (Ex 25:18-20), não era necessário dizer para não se fazer igual, cá fora, porque isso já havia sido dito em Êxodo 20:4, da seguinte maneira: “Não farás para ti imagem de escultura, nem alguma semelhança do que há em cima nos céus, nem em baixo na terra, nem nas águas debaixo  da terra”.

O problema era: “Não farás para ti…”

Portanto, isto salvaguarda a ordem divina. Se for para Deus e Ele ordenar… então, poder-se-á fazer!

Para nós, seres humanos, não se podia fazer nada disso. Não se podia fazer nenhuma semelhança do que há em cima nos céus, mas, para a casa do Omnipotente Senhor, poderia ser feito, se Ele assim ordenasse!

Convém, de facto, acrescentar “se for para Deus e Ele ordenar”, porque, muitas vezes, as pessoas dizem que é para Deus e fazem os maiores disparates. Com a justificação de que é para oferecer ao Senhor fazem-se ídolos e cometem-se as maiores barbaridades!

Acredito que, em cima, nos céus, haveria os arquétipos das peças, que foram feitas cá em baixo, na terra.

No caso dos seres celestiais, seriam mesmo querubins a sério, a adorar o Senhor e não imagens dos mesmos.

Se era a casa de Deus na terra, aceito que algumas coisas poderiam ser iguais às que existiam no Céu.

Aliás, além de explicar, Deus deverá ter mostrado tudo a Moisés, como se depreende na leitura de Êxodo 25:40.

Não se pode confundir estas situações com a idolatria, nem pensar que na casa de Deus pode-se fazer todas as coisas. A conclusão a tirar é que se pode fazer tudo o que Deus ordenar.

Poderá alguém, agora, perguntar:

E se aqueles querubins de ouro passassem a ser adorados como ídolos?

Resposta: Certamente que Deus os mandaria destruir, como fez à serpente de metal!

É verdade que foi o Criador que mandou Moisés fazer a serpente ardente e colocá-la numa haste, para que todos os que olhassem para ela ficassem curados das mordeduras das serpentes verdadeiras (Números 21:8).

Porém, mais tarde, os filhos de Israel começaram a queimar-lhe incenso e a chamar-lhe Neustan. Ezequias, dirigido por Deus, fê-la em pedaços (II Reis 18:4).

Havia ordens específicas para a construção do tabernáculo. Teria de ser feito tudo ao pormenor.

Ali não entrava a imaginação dos construtores. As medidas eram rigorosas; aliás, era tudo muito rigoroso. Não só as medidas da construção como o serviço a executar.

O exemplo disso é que os filhos de Aarão, Nadab e Abiú, tomaram fogo estranho nos seus incensários e morreram ali perante o Senhor!

O serviço para Deus deverá ser feito com responsabilidade.

Não facilitar nem, sequer, descontrair excessivamente. A proibição de fazer imagens continuava válida. Ninguém se lembrasse de fazer um ou dois querubins e colocá-los cá fora para outros efeitos. O facto de haver querubins na casa de Deus, não significa que se possa fazer de igual maneira!

As coisas que Deus destina a Si mesmo, não poderão ser usadas pelos humanos!

Deus proibiu as imagens de escultura e fundição, aliás, todos os tipos de idolatria.

No tabernáculo e, mais tarde, no templo de Salomão, as coisas eram diferentes, pois representavam a casa de Deus e foram feitas como Ele determinou!

Não há aqui nenhuma contradição nestas duas passagens apresentadas.

Contradição seria se num texto Deus ordenasse “não farás para ti” e, mais adiante, dissesse “farás para ti”. Ora, isso não acontece.

Há coisas que são unicamente para o Omnipotente Senhor, Criador dos Céus e da Terra.

O louvor, a adoração, a honra e a glória pertencem a Deus.

E a verdade é que Ele merece tudo, não só pelo que é, mas também pelo que fez e faz.

Ao enviar o Seu Filho para nos resgatar da condenação eterna, Deus demonstrou um amor excepcional pelos miseráveis pecadores, que somos todos nós. Possamos nós aceitar a soberania divina em todos os aspectos.

Mais: possamos aceitar o Salvador Jesus que Deus enviou!

O Sangue de Jesus Cristo

Jeffrey Ebert diz:

«Quando eu tinha cinco anos, antes de os automóveis terem cintos de segurança e «airbags, a minha família conduzia para casa à noite numa estrada com duas faixas.

Eu estava sentado ao colo da minha mãe, quando um outro carro conduzido por um homem bêbedo guinou para a nossa pista e nos atingiu de frente.

Não tenho nenhuma memória da colisão.

Recordo o medo e a confusão que senti quando me vi literalmente coberto de sangue da cabeça aos pés.

Depois percebi que o sangue não era todo meu, mas da minha mãe.

Naquela fracção de segundo em que os faróis brilharam nos seus olhos, ela, instintivamente, envolveu o meu corpo no dela.

Foi o corpo dela que bateu contra o painel do carro, foi a cabeça dela que embateu contra o pára-brisas.

Ela aguentou o impacto...para que eu não tivesse de o fazer.

Foi preciso uma profunda cirurgia para que a minha mãe recuperasse das suas feridas.»

 

Na cruz, Jesus aguentou o impacto do nosso pecado, e no momento que depositamos a nossa confiança Nele, o Seu sangue derramado reconcilia-nos com Deus.

Considere o problema de Deus. A Bíblia diz que Deus é «...tão puro de olhos que não podes ver o mal, e a iniquidade não podes contemplar...» (Habacuc 1:13).

Então, Deus resolve o Seu problema ao reposicionar-nos em Cristo, e ao olhar para nós através do sangue.

O letrista escreveu: «Quando Deus olha para mim, Ele não vê as coisas que fiz, apenas vê o sangue do Seu Filho crucificado.»

A Palavra de Deus diz «...é o sangue que fará expiação pela alma.»

A palavra expiação significa «cumprimento de pena ou castigo».

Maravilhoso! O sangue de Jesus estabelece a ponte e faz-nos ser um com Deus!

 


 

 

Fonte: A Palavra Para Hoje

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