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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Algumas considerações e perguntas aos espíritas _ 2

   Vimos que se a reencarnação fosse verdadeira, sempre que um bebé nascesse seria causa de tristeza. Mas, se tal fosse certo, o casamento _ causador de novos nascimentos e reencarnações – seria mau. Ora, isto é um absurdo. Logo, a reencarnação é falsa.

    Caso a reencarnação fosse uma realidade, as pessoas nasceriam de um determinado casal apenas em função dos seus pecados numa vida anterior. A pergunta é: se os seus pecados tivessem sido outros, os seus pais também seriam outros? Se assim fosse, a relação de um filho com os seus pais seria apenas um mero acaso, e não teria importância de maior. No fundo, os filhos não teriam nada a ver com seus pais, não vos parece absurdo?

   A reencarnação destrói a caridade.

   Se uma pessoa nasce em certa situação de necessidade, doente, ou em situação social inferior ou nociva -- como escrava, por exemplo, ou pária – nada deveria ser feito para a ajudar, porque, prestar-lhe qualquer auxílio seria burlar a justiça divina que, segundo a doutrina espírita, determinou que ela nascesse em tal situação como justo castigo dos  pecados cometidos numa vida anterior. É por isso que na Índia, país em que se crê normalmente na reencarnação, praticamente ninguém se preocupa em auxiliar os infelizes párias. A reencarnação destrói a caridade. Portanto, é falsa.


    A reencarnação causaria uma tendência à imoralidade e nunca um incentivo à virtude.

   Com efeito, se sabemos que só temos uma vida e que, no fim dela, seremos julgados por Deus, procuramos mudar o nosso comportamento e converter-nos antes da morte. Pelo contrário, se imaginamos que teremos milhares de vidas e de reencarnações, então, não nos veríamos impelidos à conversão imediata visto que o pecado não tem grandes consequências e podemos sempre emendá-lo numa outra vida. Imagine um aluno que tivesse a possibilidade de fazer milhares de provas para passar de ano... Que mal haveria em não se preparar para o primeiro teste,  se haveria a oportunidade e a facilidade de recuperar a nota em provas futuras _ é como a reencarnação: se há milhares de reencarnações, o homem é levado a desleixar o seu aprimoramento moral porque confia que pode recuperar no futuro, noutra vida. Alguém diria: "Vou aproveitar esta vida e quero gozá-la à vontade, afinal, não me faltarão oportunidades de melhorar!"  Portanto, a reencarnação impele muito mais à imoralidade do que à virtude.

    Porque é que alguém tem que se esforçar, combater vícios e defeitos, se a recuperação é fatal no fim de um processo de reencarnações sem fim?

   Claro que se a reencarnação existisse, ninguém seria condenado a uma eternidade no inferno porque, passados milhares e milhares de anos, todos se salvariam após milhares e milhares de reencarnações.  Então, o espiritismo teria razão e não haveria inferno. Se isso fosse assim, como se explicaria que Cristo, Nosso Senhor e Salvador (dos cristãos) afirmasse que, no juízo final, Ele dirá aos maus: "Ide malditos para o fogo eterno"?

    Se a reencarnação fosse verdadeira, o homem salvar-se-ia a si mesmo, porque ele mesmo pagaria suficientemente pelos seus pecados por meio de reencarnações sucessivas. Se fosse assim, Cristo não seria o Redentor do homem. O sacrifício do Calvário seria nulo e sem sentido. Cada um salvar-se-ia a si mesmo. O homem seria o seu próprio redentor. Essa é uma tese fundamental da Gnose.

    A doutrina da reencarnação conduz necessáriamente à ideia gnóstica de que o homem é o seu próprio redentor. Mas, se assim fosse, cairíamos num dilema:

    Ou as ofensas feitas a Deus pelo homem não teriam gravidade infinita;

    Ou o mérito do homem seria de si, infinito.

     Que a ofensa do homem a Deus tenha gravidade infinita decorre da própria infinitude de Deus. Logo, dever-se-ia concluir que, se o homem se redime a si mesmo, pagando com seus próprios méritos as ofensas feitas ao Deus infinito, é porque os seus méritos pessoais são infinitos. Ora, só Deus pode ter méritos infinitos. Logo, o homem seria divino. O que é uma conclusão gnóstica ou panteísta. Absurdo.

Logo, a reencarnação é uma mentira. Se o homem fosse divino por natureza, como se explicaria que ele fosse capaz de pecar? A doutrina da reencarnação leva-nos  à conclusão de que o mal moral provém da própria natureza divina. O que significa a aceitação do dualismo maniqueu e gnóstico. A reencarnação leva necessariamente à aceitação do dualismo metafísico, que é tese gnóstica que repugna à razão e é contra a Fé. É essa tendência dualista e gnóstica que leva os espíritas, defensores da reencarnação, a considerarem que o mal é algo substancial e metafísico, e não apenas moral. O que, de novo, é uma tese da Gnose.

    Se, ao reencarnar infinitamente o homem se vai aperfeiçoaando, não se compreende como, no  final desse processo, ele não se torne perfeito de modo absoluto, isto é, ele se torne Deus, já que ele tem na sua própria natureza essa capacidade de se aperfeiçoar infinitamente. A doutrina da reencarnação, ao admitir várias mortes sucessivas para o homem, contraria directamente o que Deus ensinou nas Sagradas Escrituras:

"O homem só morre uma vez" ( Hebreus 9:27).

Também no Livro de Jó está escrito:

"Assim o homem, quando dormir, não ressuscitará, até que o céu seja consumido, não despertará, nem se levantará de seu sono" (Jó, 14,12).

    Finalmente, a doutrina da reencarnação vai frontalmente contra os ensinamentos de Jesus Cristo no Seu Evangelho. Com efeito, ao contar a história do rico e de Lázaro, Cristo Nosso Senhor, disse que, quando ambos morreram foram imediatamente para o lugar que ganharam neste mundo: o rico foi mandado para o castigo eterno, e Lázaro foi mandado para o seio de Abraão, isto é, para o céu. (Lucas 16:19-31)
E, nessa história, Cristo nega que alguma alma possa voltar para ensinar algo aos vivos.


Ministèrio acacp

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