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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Uma sessão espírita (1)

Sabe o que acontece numa sessão espírita?

Sabe quem realmente se manifesta?

Sabe quais os efeitos espirituais que esta prática terá na sua vida?

Veja o que realmente acontece:

 

Comunicação com espíritos


Ao falar do valor da alma, muito para além do valor do corpo, Jesus declarou: “E não temais os que matam o corpo, e não podem matar a alma; temei antes aquele que pode fazer perecer no inferno a alma e corpo” (Mt 10.28).

Ora, se devemos ter cuidado com o nosso corpo, procurando sempre, quando ficamos doentes, o melhor médico que pudermos, não deveríamos, com muito mais atenção, cuidar da nossa alma e espírito que sobrevive à morte do corpo para viver uma vida eterna na presença do Pai?

Não é isso que tem acontecido. A maioria das pessoas não se importa com o que possa acontecer com a sua alma depois da morte. Assim, adoptam certas crenças que as levarão a perder suas almas e seus corpos na geena eterna (Ap 20.15).

Evocação de mortos
Uma prática cada vez mais difundida nos dias de hoje é a mediunidade, ou seja, a capacidade para estabelecer e canalizar uma suposta comunicação entre mortos e vivos por meio do médium. Essa doutrina foi REcriada e ensinada por Allan Kardec, conhecido como o codificador do Espiritismo. Os que não reconhecem essa doutrina como vinda da parte de Deus, incluindo a Bíblia Sagrada, declaram que: _ na verdade, não se trata de espíritos de mortos que se comunicam com os médiuns e aqueles que os procuram, mas sim, de demónios que se manifestam nas sessões em que se evocam os espíritos.

Allan Kardec explica como se dá a evocação dos mortos que apelida de "espíritos": “Em nome de Deus Todo-Poderoso, peço ao espírito de tal que se comunique comigo; ou, então, peço a Deus Todo-Poderoso permitir ao espírito de tal comunicar-se comigo... Não é menos necessário que as primeiras perguntas sejam concebidas de tal forma que a resposta seja simplesmente sim ou não, como, por exemplo: "Estás aí?", "Queres responder-me?", "Podes me fazer escrever?" O livro dos médiuns, p. 224, edição de 1987, Instituto de Difusão Espírita.

 

Quem é quem?
Um grande problema aflige os espíritas é: _ Será possível identificar os espíritos que baixam nas sessões, evocados em nome de Deus? (imaginam alguém a recorrer a estas sessões se fosse evocado o nome do diabo? que é o autor desta doutrina e, quem realmente envia os demónios apelidados de  "espíritos"?)

São eles realmente os espíritos das pessoas evocadas? Nós sabemos que não e Allan Kardec reconhece que esse é um problema de grande importância, o  da identificação dos espíritos evocados. E declara: “O ponto essencial temos dito: saber a quem nos dirigimos ”.  O livro dos espíritos, p. 42, Allan Kardec _ Obras completas, 2ª edição, Opus Editora Ltda.


“O ponto essencial” é identificar o espírito que fala através do médium.

Diz Allan Kardec: “A identidade constitui uma das grandes dificuldades do espiritismo prático. É impossível, com freqüência, esclarecê-la, especialmente quando são espíritos superiores antigos em relação à nossa época. Entre aqueles que se manifestam, muitos não têm nome conhecido para nós, e, a fim de fixar nossa atenção, podem assumir o nome de um espírito conhecido que pertence à mesma categoria. Assim, se um espírito se comunica com o nome de São Pedro, por exemplo, não há mais nada que prove que seja exatamente o apóstolo desse nome. Pode ser um espírito do mesmo nível por ele enviado". O que é o espiritismo, p. 318, Allan Kardec _ Obras completas, 2ª edição, Opus Editora Ltda.

Assim, fica claro que frequentemente não se pode identificar o espírito que se manifesta através do médium para dar notícias ou instruções, pode sempre estar a mentir.

Kardec pergunta e os espíritos respondem:
"Os espíritos protetores que tomam nomes conhecidos são sempre e realmente os portadores de tais nomes?". "Não. São espíritos que lhes são simpáticos e que muitas vezes vêm por ordem destes". 4 O livro dos espíritos, p. 150, Allan Kardec _ Obras completas, 2ª edição, Opus Editora Ltda.


Eu pergunto: _ Então, como fica uma pessoa convidada pelos espíritas e, que levada pelo engano e pela saudade, vai ao centro para ter notícias do falecido parente, por exemplo, um pai, uma mãe, irmão ou irmã?

E o problema não é só esse. Ainda que o médium seja uma pessoa honesta e digna de toda confiança, quem pode afirmar com segurança que o tal espírito que se manifesta através dele é o da pessoa evocada? Como julgar se um espírito é fulano ou beltrano, como diz ser, quando o próprio "descodificador" do espiritismo diz que os espíritos podem estar a mentir e que não há como o saber? Pode ser que sim, pode ser que não, mas pode ser sempre um espírito substituto.


Allan Kardec reconhece a dificuldade e desabafa:

"A questão da identidade dos espíritos é uma das mais controvertidas, mesmo entre os adeptos do espiritismo; é que, com efeito, os espíritos não nos trazem nenhum documento de identificação e sabe-se com que facilidade alguns dentre eles assumem nomes de empréstimos" O livro dos médiuns, p. 461, Allan Kardec _ Obras completas, 2ª edição, Opus Editora Ltda.

Pode-se confiar nos médiuns?
Allan Kardec declara que é duvidoso crêr na honestidade dos médiuns, o que aumenta ainda mais o problema para aqueles que admitem que ele (o problema) existe. "Os médiuns de mais altos merecimentos não estão isentos das mistificações dos espíritos mentirosos. Em primeiro lugar, porque nenhum médium é suficientemente perfeito para não apresentar ponto vulnerável que pode dar acesso aos maus espíritos". O que é o espiritismo, p. 316, Allan Kardec _ Obras completas, 2ª edição, Opus Editora Ltda.

Eu creio que Kardec respondeu à pergunta!

 

Continua

Se já havia diversas línguas e as nações respectivas...

PERGUNTA:

Toda a Terra tinha uma só língua até que Deus criasse idiomas diferentes, fazendo com que ninguém entendesse uns aos outros (Génesis: 11:1, 6-9). Anteriormente a isto, a Bíblia fala de diversas nações, cada uma com a sua língua (Génesis 10:5). Como explicar todas estas situações? Se já havia diversas línguas e as nações respectivas, como é que depois aconteceu a confusão das línguas?


 

RESPOSTA

A confusão das línguas que Deus proporcionou, e que motivou a distribuição do povo por toda a terra, deverá ter ocorrido num período que não andará muito longe dos 130 anos após o Dilúvio. Logicamente, já haveria muita gente e não apenas os três filhos de Noé (Sem, Cam e Jafé). Ora, como é que a Bíblia deveria explicar isto?

Falar primeiro dessa separação linguística ou das gerações que a antecederam?

Para mim, o que a Bíblia faz constitui o melhor método de explicação e ensino para quem está interessado em entender as coisas.

Começa por descrever a linhagem de Jafé, um dos filhos de Noé, até à confusão das línguas, em Babel (Gn 10:5), embora esse fenómeno só seja totalmente explicado mais adiante (no capítulo 11).

O versículo apontado (Gn 10:5) refere-se exactamente àquilo que aconteceu à descendência de Jafé, após a confusão em Babel.

Depois, a Bíblia volta atrás e descreve a linhagem de Cam, outro filho de Noé. No versículo 20 diz-se algo idêntico ao versículo 5, mas, desta vez, em relação à linhagem de Cam. Seguidamente, a Bíblia volta de novo atrás para traçar a linhagem de Sem, embora referindo (Gn 10:25) que nos dias de Éber e seu filho Pelegue se repartiu a terra!

São três alusões à mesma situação (aparecimento das diversas línguas) ainda antes da explicação pormenorizada!

Naturalmente que as coisas têm de ser explicadas, uma de cada vez. É assim que fazem todos os livros. Tentar dizer tudo ao mesmo tempo, seria pior do que aconteceu diante da Torre de Babel, aquando da confusão das línguas!

A Bíblia é o Livro de Deus, muito especial, mas possui aspectos idênticos aos outros livros. Por exemplo, tem capas, folhas, palavras, letras e pontuação. E, como todos os outros livros históricos, também vai mais adiante e depois recua, para melhor explicar o que se passou.

Quem costuma ler livros, sabe que, quando se está a falar de uma pessoa, acaba-se por dizer sempre algo mais, por exemplo, com quem casou, quem foram os seus filhos. Depois, nos capítulos seguintes, volta-se atrás e aí se explica a origem da esposa e até, possivelmente, quem eram os pais dela ou os avós. Não há mal nenhum nisso! É assim que as coisas funcionam; inclusivamente na Bíblia, no que se refere a Caim.

Quando se fala deste homem diz-se que ele conheceu a sua mulher (Gn 4:17) e ela concebeu e teve a Enoque. Só depois vimos a saber que Adão e Eva geraram muitos filhos e filhas (Gn 5:4)!

Naturalmente que a esposa de Caim seria uma sua irmã ou sobrinha, nascida muito depois dele.

Nesta situação, a Bíblia está a falar dos descendentes de Noé, mais especificamente da descendência dos seus filhos, Sem, Cam e Jafé. Começa pelos descendentes de Jafé (Génesis 10:2). A certa altura fala dos netos, Asquenaz, Rifate e Togarma (filhos de Gomer) (Gn 10:3), depois fala de Elisa, Társis, Quintim e Dodanim, filhos de Java e também netos de Jafé e bisnetos de Noé.

Foi com estes que se fez a repartição das ilhas das nações nas suas terras, cada qual com a sua língua, segundo as suas famílias, entre as suas nações (Gn 10:5).

Não é apenas em Génesis 10:5, mas também em Génesis 10:20 e Génesis 10:25 que se fala na repartição da terra segundo as suas línguas. Quando a Bíblia desenvolve a linhagem de Sem, fala de Éber, de onde terá vindo o Hebreu (língua hebraica).

Depois das linhagens estarem bem definidas, volta-se um pouco atrás para se explicar pormenorizadamente como foi a confusão das línguas.

Melhor não poderia ser feito! A linhagem de Sem volta a ser retomada para se falar dos descendentes de Éber até chegarmos a Abraão! É o sistema que encontramos em todos os livros; só que a Bíblia fá-lo muito melhor!

Afinal, é caso para perguntar: Como é que isto poderia ser feito?

Como é que se explicam as genealogias de Sem, Cam e Jafé, se elas estavam a decorrer ao mesmo tempo? Como é que se situam os descendentes destes três filhos de Noé relativamente à confusão das línguas?

Dever-se-ia falar desse facto (confusão das línguas) antes de mencionar as linhagens dos filhos de Noé? Se assim fosse feito, alguém poderia perguntar: “Como é que houve a confusão das línguas sem haver (muitas) pessoas?” Sim, se apenas houvesse Noé e os seus três filhos, que famílias é que se dividiam?

Quando a Bíblia fala de diversas nações com as suas línguas, refere-se às nações saídas daquelas linhagens, mas após o acontecimento de Babel (confusão das línguas).

Para mim, a Bíblia está clara quanto a este e outros aspectos. Não vejo aqui nenhuma incongruência nem contradição. Na linhagem de Sem vamos encontrar, mais para diante, Abraão, pai da nação de Israel, onde nasceria o Messias, Jesus Cristo, o Salvador de todos os pecadores que se arrependem e aceitam o plano de Deus para a salvação eterna!

 

Este estudo foi-me enviado por:

Agostinho Soares dos Santos

Primeiro odiadas depois amadas

Primeiro foi uma desgraça, uma desgraça como é perder ambas as pernas.

Essa desgraça ocorreu a Collen O'Day, menina de dezasseis anos de idade. Um automobilista embriagado atropelou-a despedaçando-lhe as pernas. A jovem precisou de usar membros ortopédicos e reaprender, durante dois anos, a caminhar. Era algo que ela repudiava, porém não havia outra hipótese.

 

Não obstante, aconteceu algo que a fez mudar de opinião. Remava numa canoa em certo lago, precisamente na altura que fazia exercícios para as suas pernas, quando caíu à água. Ter-se-ia afogado se não fosse o facto das pernas ortopédicas serem ocas, pelo que flutuavam.

"Graças a Deus por elas;" _ exclama ao ser resgatada _ agora em vez de odiá-las, amo-as!"

 

Semelhante facto leva-nos a reflectir em três pontos.

Primeiro: o velho ditado popular: "Não há mal que por bem nos venha." A sabedoria do povo reconhece que muitas vezes do mal provém algo bom.

 

Segundo: Isto recorda-nos um profundo texto bíblico, onde o apóstolo Paulo assevera: "Sabemos que todas as coisas contribuem juntamente para o bem daqueles que amam a Deus..." (Romanos 8:28).

Nada há que não esteja no conhecimento de Deus, e Ele sabia que as respectivas próteses livrariam a jovem da morte certa.

 

Terceiro: Muitas vezes acontece na nossa vida que uma coisa humilde e desprezível produz um benefício grande. Em sentido universal e imenso, a cruz que os Romanos levantaram no monte do Calvário foi uma cruz de opróbrio, de vergonha, de maldição, todavia serviu então e serve ainda para conceder a salvação, a vida eterna a milhões de pessoas.

O objecto mais vil e desprezível para os três grandes povos da época em que Jesus viveu pessoalmente na Terra, a saber: Judeus, Gregos e Romanos, era a cruz na qual se executavam os criminosos.

 

Essa cruz tornou-se na maior glória para a humanidade. A cruz do Calvário foi o madeiro usado por Deus a fim de efectuar, mediante o Seu Filho Jesus, a redenção do ser humano.

Por intermédio dessa cruz, odiada e desprezada, a humanidade inteira é convidada por Deus a converter-se a Jesus Cristo, de modo a alcançar a glória eterna nos Céus.

O mais vil, o mais indesejado, tem produzido e continua a produzir o grande milagre da salvação para incontáveis habitantes da Terra. O mistério da cruz é a salvação para o Mundo, pois foi por nós que Cristo morreu nessa cruz.

 

In:

 

Janeiro 2011

Hermano Pablo

"NUNCA CONSEGUIREMOS PROVAR SE DEUS EXISTE"

 

 

 

 

“Padre dominicano, o francês Jacques Arnould trabalha desde 2001 no Centro Nacional de Estudos Espaciais. Diz que é preciso que as religiões não tenham medo da ciência mas que mantenham o espírito crítico para com o trabalho científico. E não tem dúvidas em dizer que nunca se demonstrará se Deus existe ou não.” (Jornal Público, 16.3.2008)


Pobre situação de quem não conhece a Bíblia como Palavra de Deus e nela a Pessoa única e singular de Jesus Cristo, o próprio Deus entre nós na dimensão humana que nós podemos tocar.

Para os cristãos, seguidores de Jesus Cristo, já não é precisa qualquer demonstração científica acerca de Deus, porque sem sombra de dúvida sabem em quem crêem. Nos limites estreitos do materialismo e do naturalismo não há qualquer hipótese de vislumbrar a existência de Deus. Coitados dos que estão nela aprisionados.

Os cristãos não têm medo da ciência porque também ela é uma evidência de que sem inteligência não há vida, nem sentido, nem conhecimento.

A ciência para os cristãos não é um domínio privado do materialismo e do naturalismo e por isso consideram que o design inteligente é mais do que evidente dentro dos próprios pressupostos científicos.

A acusação de fundamentalismo religioso e de literalismo na interpretação bíblica, não nos demove de continuar a acreditar com argumentos suficientes de que tudo o que existe é criação divina.

O mal que nos rodeia não contradiz a existência de Deus. É apenas um sinal de alarme da actual condição do homem longe de Deus.

Nem sempre as coisas foram assim, nem sempre serão assim.

Através de Jesus somos salvos para uma nova realidade que atingirá a sua plenitude e consumação na eternidade. Jesus não é um salto no processo evolutivo, mas a redenção para uma humanidade decaída.

É isto que os evolucionistas em última análise não querem aceitar porque não querem reconhecer o seu próprio pecado.

Olhando para Jesus sei, sem sombra de dúvida, que Deus existe. Ele fez-se homem. Não há desculpas: “Ninguém jamais viu a Deus: o Deus unigénito, que está no seio do Pai, é quem o revelou.” (João 1:18).

 

SRP in:

http://www.portalevangelico.pt/noticia.asp?id=3435

A Fé está certamente manifestada na caridade

A evidência da Fé está certamente manifestada na caridade (Gálatas 5: 6).

Muito se fala da caridade (ou falta dela), mas ignora-se que a verdadeira caridade, ou amor, só é genuína quando parte da Fé. Se não houver fé na nossa vida, como esperar encontrar caridade nas nossas acções? Porque a caridade não é filantropia, retórica ou simples voluntariedade a favor do próximo.

Ao falarmos em testemunho do Evangelho para com os outros, tal só fará sentido se for o testemunho da Fé de Jesus em nós, ou seja, de despojamento absoluto do ego para que outros homens e mulheres vejam em nós a dedicação que conforta, anima e responde às suas necessecidades.

E, destas, a necessidade maior é a da alma carente de salvação.

 

O homem natural pode manifestar ternura, carinho, afeição, compreensão, até mesmo um certo nível de amor (filial, paternal, fraternal, etc.). Mas o Amor que opera a partir da Fé é tudo aquilo, sim, mas muito mais. Fala-nos de abdicação, de renúncia, de abnegação (a negação de nós mesmos). Enquanto tal não se verificar nas nossas vidas, devemos questionar a intensidade da nossa fé no Senhor, buscando-O em oração tal como os apóstolos em Lucas 17: 5: "Precisamos de ter mais fé; ensina-nos a alcançá-la"; ou como aquele pai do menino lunático em Marcos 9: 24: "Fé tenho eu, ajuda-me a ter mais!".

Quer os apóstolos quer o citado homem criam, mas perceberam a falta em si mesmos da "fé que se traduz por actos realizados com o Amor do Senhor em nós", Gálatas 5: 6.


Outros chamar-lhe-ão a "fé vitoriosa", aquela mesma que Jesus falou no episódio citado em Marcos 9, no versículo 23: "tudo é possível quando se tem fé".

A obediência evidencia também a Fé. Citando Isaías, Paulo escreveu aos Romanos (10: 16): "Senhor, quem acreditou quando lhes falei?".

E explicou, pelo Espírito Santo, "Mas nem todos responderam (obedeceram) a essa voz das Boas Novas".

Não apenas a obediência da conversão dos pecados a Deus, mas aquela de quem se esforça para fazer tudo conforme a Sua santa vontade.

"Todo aquele  cujo pai é Deus escuta com alegria (para obedecer) as palavras que vêm de Deus", disse Jesus em João 8: 47 e, antes, já declarara aos "muitos dos dirigentes judaicos... que começaram a acreditar que Ele era o Messias, o Enviado de Deus": "Serão verdadeiramente meus discípulos se viverem como vos mando", João 8: 30-32.

As citações bíblicas correspondentes à obediência como definição da Fé são inúmeras. Noé, por exemplo, não foi apenas um "pregoeiro da justiça", mas um praticante real da mesma, o que nos leva a perceber que não há lugar na Igreja de Jesus Cristo para "cristãos  não-praticantes", como em certos estudos estatísticos por vezes se lê...

 

Que o Senhor nos conceda a Fé tornada notória também pela obediência, sem a qual não temos condições para O servir. "Agora obedeceram de todo o vosso coração ao ensinamento que Deus vos entregou, e encontram-se livres do vosso antigo senhor, o pecado, mas sujeitos a um novo domínio, o da justiça", Romanos 6: 17-18.

É o que o Evangelho "é anunciado por toda a parte, para que toda a gente tenha acesso à fé em Cristo e lhE obedeça", Romanos 16: 26.

A Fé é também evidência quando os que a têm são pessoas tranquilas porque esclarecidas, de mentes iluminadas não por qualquer "visão" ou "luz" de origem apócrifa, mas porque crêem n'Aquele que é a "Pedra de Tropeço" e a "Rocha de Escândalo", Jesus Cristo.

"Pus uma rocha no caminho dos judeus, e muitos tropeçarão nela (isto é: em Jesus). Mas todos os que crerem nela não serão iludidos", Romanos 9: 30-33, (citando Isaías 28: 16 onde a tradução de Almeida usa a expressão "quem crê não se apresse") o que nos dá a perfeita nocão do crente tranquilo e esclarecido, porque não está iludido...

 

Num mundo pós-moderno, como alguns designam a sociedade moderna, que adoptou para si mesmo a dúvida sistemática, em verdadeira confusão, a evidência da Fé parece obsoleta. Porém, o contraste entre o que a possui e o que não a tem é notório. "Os que confiam no Senhor serão como o Monte de Sião, que não se abala, mas permanece para sempre." Salmos 125: 1

Isaías torna inequívoca, pelo contrário, a situação dos que permanecem incrédulos: "Mas os ímpios são como o mar bravo, que não se pode aquietar, e cujas águas lançam de si lama e lodo. Os ímpios, diz o meu Deus, não têm paz", Isaías 57: 20-21.

A razão de ser do que acima fica dito está no facto de, na Fé, haver a paz que resulta da obra de Cristo no Calvário, reconciliando, pelo Seu sangue, o homem com Deus. Ora esta paz só pode reforçar, escorar, uma Fé que se afirma na "esperança da justiça" esperada, Gálatas 5: 5, na "coroa de justiça" que temos guardada porque mostramos que somos "estimulados pela esperaça da segunda vinda de Cristo", 2 Timóteo 4: 8.

 

Quem tem uma Fé assim, embora num mundo de sofrimento e de angustiantes vivências de milhões de seres humanos, não pode deixar de ser um crente lúcido e esperançoso. Não aguardando respostas da sociedade dos homens, antes propondo a essa sociedade a solução perfeita para todas as dores e para a dúvida existencial: "Conhecerão a verdade, e a verdade vos tornará livres", João 8: 32, disse Jesus "Se viverem como eu vos mando", é a premissa do crente que exterioriza a sua fé na vida que vive.

Quando se "anda em Espírito" não é possível deixar de evidenciar-se a Fé pelo "fruto do Espírito": "caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança" são facetas várias de um mesmo fruto, as quais é impossível que se ocultem.


A Fé vê-se, não se diz apenas que se tem. A tragédia de certa religiosidade invasora de muitas igrejas está aí _ São depositárias de um tesouro guardado a sete chaves, mas inútil! Por essa razão muitos permanecem sem ver a luz do Evangelho pela vida dos membros dessas igrejas, com consequências fatais para a eternidade.

Definitivamente a Fé desqualifica a justiça do homem, a falsa religião, para salientar como insubstituível a justiça de Deus em cada pecador convertido a Ele, Filipenses 3: 9.

Também põe em destaque a pessoa de Jesus, o Justo, sendo Ele o único justificador do que n'Ele confia de todo o coração. Sendo que a Fé na vida de cada um está sendo posta à prova a cada momento, por lutas e adversidades de vária ordem, ela produz um conjunto de qualidades essenciais para a sua manutenção _ "a tribulação que produz a paciência, esta a experiência, que por sua vez gera a esperança que não traz confusão", Romanos 5: 3-5; Tiago 1: 3. "Sendo assim esforcem-se por acrescentar à vossa fé o poder duma vida virtuosa. E além disso ainda, aumentar o vosso conhecimento das coisas espirituais. Depois ainda aprendam o que é o domínio dos vossos desejos naturais, o que vos fará perseverantes, e ainda espiritualmente dignos. E isso tornará então possível a afeição fraterna, vindo ainda a aumentar até os nossos profundos sentimentos para com as pessoas, e mostrar-lhes o amor de Deus", 2 Pedro 1: 5.

Desse conjunto vasto de efeitos da Fé há alguns que se revelam de aplicação ainda mais prática, dos quais passo a enumerar:

 

1. a compreensão de qual a vontade de Deus para as nossas vidas, 1 João 5: 14-15 _ essencial contra os enganos dos nossos próprios pensamentos e lógicas de procedimento esteriotipadas;

 

2: as orações a Deus-Pai, e apenas a Ele, só fazem sentido com Fé, mas esta não é sem o acerto dos padrões bíblicos relacionais. As respostas

às orações a um Deus de perdão só as recebemos conforme Marcos 11: 22-26 e na confiança descrita em Hebreus 4: 16 e 0: 19-23;

 

3. a Fé concede capacidade para vencer o mundo, isto é, reagir determinadamente contra a impiedade crescente à medida que os últimos tempos se completam. Todo o universo de práticas hostis à santidade de Deus, que impede o homem de ter comunhão com Ele, de a Ele aceder por muitas orações que faça, é claramente o mundo de que nos temos que guardar, 1 João 5: 4-5.

 

Pela Fé, nada do que o Senhor considera essencial para a nossa vida nos faltará ("O Senhor é o meu Pastor", Salmo 23). Nem que seja apenas a graça ("a minha graça te basta", ouviu Paulo), Mateus 17: 20

Os montes serão afastados da nossa vida pela Fé, se Ele entender que nos são prejudiciais.

Afinal, "a obra da Fé" será cumprida em nós pelo próprio Senhor, se a tanto estivermos determinados com humildade e perseverança, 2 Tessalonicenses 1: 11-12. E isso é o "segredo" de uma Igreja contra a qual "as portas do inferno não prevalecerão".

Sem Fé é impossível agradar a Deus (Hebreus 11: 6), é impossível viver em santificação, adorar, louvar, glorificar e servir ao Senhor (por esta ordem), propósito essencial da Sua Igreja, a que Jesus "ganhou para Si" com o Seu sangue, "preço de redenção".

 


Por que a Crença no Inferno é Fundamental?


por John Piper
Hoje é o de dia de comunicações rápidas. Amanhã é o dia dos negócios. A eternidade é o dia da verdade.
Se você vive somente para este mundo, se importará pouco com a verdade. “Comamos e bebamos, que amanhã morreremos”.
Se isso é tudo que existe, podemos muito bem chamar de “verdade” às idéias que protegem nossos apetites. Mas, se você vive para a eternidade, rejeitará as modas populares e efémeras, para se tornar eternamente relevante.

Temos de valorizar a verdade acima do sucesso temporário. Onde a verdade é minimizada e as pessoas não estão nela arraigadas e fundamentadas, o sucesso é superficial, e a árvore cresce oca, embora floresça no sol da prosperidade.

Que Deus nos dê um amor humilde e submisso pela verdade da Palavra de Deus, na profundeza e plenitude dela.


Ouçam a advertência de Paulo a respeito de nossos dias: “Haverá tempo em que não suportarão a sã doutrina; pelo contrário, cercar-se-ão de mestres segundo as suas próprias cobiças, como que sentindo coceira nos ouvidos” (2 Tm 4.3). “[Eles] perecem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos” (2 Ts 2.10).

Considere uma verdade que não é popular e tem sido abandonada por muitos que têm sobre a sua tenda a bandeira de “evangélico” — a verdade a respeito do inferno. Oh! que grande diferença existe quando uma pessoa crê no inferno — com tremor e lágrimas!

Existe uma seriedade permeando toda a vida, uma urgência em todos os esforços, um condimento de profunda seriedade que tempera tudo e faz com que o pecado sinta-se mais pecaminoso, e a santidade mais santa, a vida mais preciosa, os relacionamentos mais profundos e Deus muito mais importante.


Entretanto, como em toda geração, existem novos abandonos da verdade. Clark Pinnock, um teólogo canadense que insiste em se chamar evangélico, escreveu:

A princípio fui levado a questionar a crença tradicional no tormento eterno e consciente, porque me era moralmente repugnante por considerações teológicas mais amplas, e não por consideração de textos bíblicos. Não é lógico dizermos que um Deus de amor afligirá pessoas para sempre, por causa de pecados cometidos no contexto de uma vida finita...


É tempo de os evangélicos se levantarem e afirmarem que o ensino bíblico moralmente apropriado sobre o inferno é a aniquilação, e não o tormento eterno.

Dorothy Sayers, que faleceu em 1957, expressou um antídoto necessário para este tipo de abandono da verdade:

Parece existir um tipo de conspiração, especialmente entre os escritores de meia idade que possuem uma tendência vagamente liberal, para esquecer ou anular de onde procede a doutrina sobre o inferno. Encontramos freqüentes referências à “cruel e abominável doutrina medieval do inferno” ou “a grotesca e ingênua imagem medieval de vermes e fogo”.


O caso, porém, é exactamente o contrário. Encaremos os factos. A doutrina do inferno não é “medieval”; é uma doutrina ensinada por Cristo. Não é um artifício do “clero medieval” para atemorizar o povo e fazê-lo dar dinheiro à igreja. O inferno é o julgamento deliberado de Cristo sobre o pecado. A imagem de vermes que não morrem e de fogo inextinguível deriva-se não da “superstição medieval”, e sim do profeta Isaías; e foi Cristo quem a usou enfaticamente...

Ela nos confronta no mais antigo e menos “editado” dos evangelhos; está explícita em muitas das parábolas mais familiares e implícita em muitas outras.

Esta figura tem, nos ensinos de Cristo, uma dimensão maior do que alguém possa perceber, até que comece a ler todos os evangelhos, em vez de selecionar e ler somente as passagens mais consoladoras. Ninguém pode se livrar desta doutrina, sem despedaçar o Novo Testamento. Não podemos repudiar o inferno, sem repudiarmos a Cristo.


Eu acrescentaria: existem muitas outras coisas que, abandonadas, também equivalerão ao eventual repúdio de Cristo. Não é por causa de uma lealdade ultrapassada que amamos as verdades da Escritura — nem mesmo as mais severas. É por causa do amor a Cristo — e por causa do amor para com o seu povo —povo esse que somente o Cristo da verdade pode salvar.


Extraído do livro:
Penetrado pela Palavra, de John Piper
Copyright: © Editora FIEL 2009.
O leitor tem permissão para divulgar e distribuir esse texto, desde que não altere seu formato, conteúdo e / ou tradução e que informe os créditos tanto de autoria, como de tradução e copyright. Em caso de dúvidas, faça contato com a Editora Fiel.

A BÍBLIA RESPONDE _ Quais os tipos de pessoas que ouvem a Palavra de Deus?

PERGUNTA 62

Quais os tipos de pessoas que ouvem a Palavra de Deus?

 

 

A BÍBLIA RESPONDE

E continuou: —O semeador semeia a mensagem de Deus.
Algumas pessoas que a ouvem são como as sementes que caíram na beira do caminho. Logo que ouvem, Satanás vem e tira a mensagem que foi semeada no coração delas.
Outras pessoas são como as sementes que foram semeadas onde havia muitas pedras. Quando ouvem a mensagem, elas a aceitam logo com alegria; mas depois de pouco tempo essas pessoas abandonam a mensagem porque ela não criou raízes nelas. E, quando por causa da mensagem chegam os sofrimentos e as perseguições, elas logo abandonam a sua fé.
Ainda outras são parecidas com as sementes que foram semeadas no meio dos espinhos. Elas ouvem a mensagem, mas, quando aparecem as preocupações deste mundo, a ilusão das riquezas e outras ambições, estas coisas sufocam a mensagem, e ela não produz frutos.
E existem aquelas pessoas que são como as sementes que foram semeadas em terra boa. Elas ouvem, e aceitam a mensagem, e produzem uma grande colheita: umas, trinta; outras, sessenta; e ainda outras, cem vezes mais do que foi semeado.
Marcos 4:14-20

A BÍBLIA RESPONDE _ Quais os nomes dos 12 apóstolos do Senhor?

PERGUNTA 61

Quais os nomes dos 12 apóstolos do Senhor?

 

 

A BÍBLIA RESPONDE

São estes os nomes dos doze apóstolos: primeiro, Simão, chamado Pedro, e o seu irmão André; Tiago e o seu irmão João, filhos de Zebedeu; Filipe, Bartolomeu, Tomé e Mateus, o cobrador de impostos; Tiago, filho de Alfeu; Tadeu e Simão, o nacionalista; e Judas Iscariotes, que traiu Jesus.
Mateus 10:2-4