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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Ídolos (qual é o seu?)

“Filhinhos, guardai-vos dos ídolos.” (1 João 5:21)

Temos uma tendência inata para criarmos os nossos próprios ídolos, para nos tornarmos ídolos, para aceitarmos que os outros nos criem a imagem de ídolos, para identificarmos os ídolos dos outros e negligenciarmos ou nem sequer darmos conta dos nossos próprios, de privilegiarmos os ídolos materiais e desvalorizarmos os ídolos imateriais.

Os ídolos não têm que ser necessariamente de madeira, de barro, de pedra ou de metal.

Os ídolos podem ser ideias, desejos, ambições, projectos, posições, carreiras. Afinal um ídolo é tudo o que toma ou pretende tomar o lugar de Deus na nossa vida ou na vida de outros.

Um ídolo condiciona a nossa identidade e amarra a nossa auto-imagem, rouba-nos a essência da nossa natureza à imagem e semelhança de Deus, recriados em Jesus Cristo.

Os ídolos, quaisquer que sejam, levam-nos para longe de Deus e do que n’Ele fomos criados para ser. Um ídolo torna-nos sempre menos do que o que Deus pensou para nós!

É possível encontrar ídolos no meio evangélico?

Esperaríamos e gostaríamos que não. Mas a tendência humana é tão propensa a eles que todo o nosso cuidado é insuficiente e precisamos necessariamente da misericórdia de Deus para que nos abra os olhos e o coração, a mente e a vontade, para que os recusemos onde quer que se possam aninhar e onde quer que queiram desabrochar.

Eles podem parecer inofensivos, podem assumir a postura de uma simples brincadeira, podem ser tomados como um eufemismo, ou seja alegar que não é propriamente isso que se quer dizer ou que está em causa.

Talvez alguém até possa pensar que um “ídolo” pode ser a melhor forma de dar testemunho de Deus a uma geração que não se importa com Ele. A idolatria é ruinosa para a alma humana, distorce a realidade, ilude, é uma mentira, domina e consome sem complacência as suas vítimas.

Existe toda uma máquina sofisticada de marketing a oferecer um falso paraíso aos incautos. Este é um reino efémero e fortemente corrosivo. Os ídolos e os seus fãs (adoradores) passam mergulhados num abismo de ilusões, mentiras, frustrações e tantas vezes arruinados por dentro e por fora.

O mercado da idolatria não é inofensivo. A Bíblia adverte-nos para que nos guardemos, nos protejamos, nos defendamos dos ídolos.

Cabe-nos como pais, avós, líderes, pastores, educadores e mentores alertarmos para os vendedores de ilusões, os que sorrateiramente manipulam a mente e as emoções, os que prometem o mundo em troca da própria alma.

Quem são os nossos modelos e as nossas referências?

Os ídolos do mundo, da sociedade, da cultura vigente, do mercado?

Os ídolos travestidos de “evangélicos”?

Será possível compatibilizá-los com o senhorio de Jesus Cristo, com o discipulado cristão, com seguirmos as Suas pegadas?

A exigência de Jesus Cristo é radical e não admite qualquer concorrência.

Não é possível compatibilizar a nossa devoção, o nosso compromisso e a nossa obediência a Cristo com qualquer outro senhorio. É possível, legítimo e até desejável termos modelos que seguem O Modelo que é Jesus, como o apóstolo Paulo nos recomenda na Palavra de Deus:

“Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo.” (1 Coríntios 11:1); “Irmãos, sede imitadores meus e observai os que andam segundo o modelo que tendes em nós.” (Filipenses 3:17).

É desta estirpe de homens e mulheres que continuamos carecidos numa igreja viva que está inserida numa sociedade doente, desorientada, morta nos seus delitos e pecados.

 

 

 

Samuel R. Pinheiro

Assim diz o Senhor!

“ASSIM DIZ O SENHOR!”

Esta é a marca distintiva da Bíblia como Palavra de Deus.

Não se trata do sentimento religioso e da experiência espiritual de um povo, de homens e de mulheres de outros tempos e outras paragens.

Trata-se, isso sim, da Palavra de Deus.

Não podemos abrir mão desta afirmação porque a própria Bíblia não nos dá possibilidade para tal. Podemos discordar dela, podemos não aceitar as suas orientações, mas não temos a possibilidade de negar o que ela diz de si mesma e o que o próprio Deus entre nós disse acerca dela.

Jesus Cristo é a autoridade que nos assegura a natureza sagrada, inspirada e inerrante da Bíblia.

Para lá da narrativa e da leitura dos factos que Deus nos dá, encontramos as declarações do próprio Deus. Em qualquer dos casos Deus se dá a conhecer e dá a conhecer a nossa condição.

Na Bíblia conhecemos as nossas origens e o princípio de uma nova era, passando pelo tempo que agora vivemos em que somos notificados pelo próprio Deus a voltarmo-nos para Ele.

Deveríamos querer saber o que Deus diz. Como criação deveríamos ansiar por conhecer os princípios segundo os quais fomos criados e, antes e acima de tudo, conhecer Aquele que nos criou à Sua imagem e semelhança.

Ao contrário do que ao longo do tempo o naturalismo e o materialismo procuraram insinuar pela filosofia e pela ciência, somos criação de um Deus pessoal que nos ama incondicionalmente em toda a Sua santidade e justiça.

É do nosso interesse saber o que Deus diz. Nós somos os principais beneficiados.

Num tempo de tanta incerteza, insegurança, instabilidade, vulnerabilidade, confusão e ruído há que dar ouvidos Àquele que sabe, a Quem nos conhece por dentro e por fora, que sabe de onde viemos e para onde vamos.

Deus já falou e continua a falar. Ouvimo-lo sempre que queremos. Basta abrir a Sua Palavra e lê-la numa atitude de coração interessada, humilde, dependente e obediente. Se quer saber o que o Senhor diz leia a Bíblia. A Bíblia é a Palavra de Deus. Através dela conhecemos Deus, a Sua mente, o Seu plano e o Seu propósito. Na Bíblia temos revelada a vontade de Deus a nosso respeito. Leia-a com a atitude de dependência e obediência.

No ano que agora começa a melhor de todas as decisões e compromisso é darmos ouvidos à Palavra de Deus.

No Deus da Palavra encontraremos descanso, alento, estímulo, força, determinação, orientação, provisão para cada dia e para cada momento.

Faça chuva ou faça sol, em meio à bonança ou à tempestade, a Bíblia é uma bússola, um gps para usar uma nomenclatura mais moderna, que nos dá a direcção da presença e da intimidade de Deus. Assim O queiramos ouvir e seguir.

Mesmo que as lágrimas nos toldem a visão, e as emoções se encontrem alteradas, a fé é um firme fundamento para aquietar a nossa mente e o nosso coração, como é também um tónico para a nossa vontade e um lenitivo para o nosso ânimo.

“Inclinai os vossos ouvidos, e vinde a mim; ouvi, e a vossa alma viverá (…)”. (Isaías 55:3)

 

Samuel R. Pinheiro

Pense:

Qualquer tentativa de merecer a salvação por meio de nossas obras não é apenas fútil – é impossível!

“Pois qualquer que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos” (Tiago 2.10).

E, ainda pior, tentar merecer a salvação é uma negação da infinita penalidade imposta por Deus, uma rejeição do “dom inefável” de Deus, e um repúdio ao que Cristo realizou por nós.

 

 

O que é a "Fé racional"?

Graça e paz de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!

Tenho pensado nos comentários de alguns "Espíritas"que dizem possuir uma "Fé Racional"... e claro, fui procurar algo para falar sobre isso!

Descobri que na sua ânsia de "racionalizar" a Fé, Kardec invocou a ciência, mas parece ter-se esquecido (ele ou os Espíritos) de que a ciência evoluiria ao ponto de o desmentir!

A Palavra de Deus ensina que a fé é ter a firme convicção das coisas que se não veêm e esperar naquilo que ainda não aconteceu, logo, jamais poderá ser provada cientificamente.

O que é a Fé?

Leia em Hebreus 11:1 “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem.” Jesus é a origem da fé.

A Bíblia diz em Lucas 17:5 “Disseram então os apóstolos ao Senhor: Aumenta-nos a fé.” e diz em Romanos 10:17 “Logo a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Cristo.”

A verdadeira fé é crer no que Cristo fez por nós, é crêr na Sua morte e na Sua ressurreição.

A Bíblia diz em Romanos 5:1 “Justificados, pois, pela fé, tenhamos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo.”

Fé é esperar e confiar em Deus para tudo sem precisar de provas "pseudo-científicas".

Se a ciência pudesse provar a existência de Deus materialmente falando, não seria preciso termos fé, apenas constactar o facto!

Fé é crêr na Palavra de Deus que diz em Hebreus 10:38 “Mas o justo viverá da fé; e se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele.”

Uma fé fraca pode tornar-se numa fé forte com a ajuda de Deus.

A Bíblia diz em Marcos 9:24 “Imediatamente o pai do menino, clamando, [com lágrimas] disse: Creio! Ajuda a minha incredulidade.”

Não posso no entanto esquecer a afirmação de um dos maiores cientistas de todos os tempos, Louis Pasteur, que acreditava que a Bíblia era a Palavra de Deus e que um dia escreveu: _ Pouca ciência, nos afasta de Deus, muita nos aproxima!

 

Vamos então tentar perceber o que há de racional nas afirmações de Kardec?

O espiritismo é racional?

Quanto à doutrina espírita basear-se num conjunto de idéias muito bem sistematizado, sendo, portanto, passível de aceitação racional, precisa de uma resposta.

O espiritismo procura firmar-se em três pilares principais: a comunicação com os mortos, a reencarnação e a salvação pela prática das boas obras. Todos esses pilares do espiritismo são condenados pela Palavra de Deus e não têm nada de científico.

Sobre a comunicação com os mortos, veja Deuteronômio 18.11, 12 e Isaías 8.19, 20.

A crença na salvação pela prática das boas obras é amplamente refutada nas Escrituras. Basta ler Efésios 2.8, 9; 2 Timóteo 1.9 e Tito 3.5-7.

Agora, abraçar a tais doutrinas do espiritismo, claramente condenadas pela Palavra de Deus, é algo racional?

Há outras questões intrigantes no espiritismo.

Um delas é o ensino de Allan Kardec de que outros planetas são habitados: “De todos os globos que constituem o nosso sistema planetário, segundo os Espíritos, a terra é daqueles cujos habitantes são menos adiantados, física e moralmente; Marte lhe seria ainda inferior, e Júpiter, muito superior, em todos os sentidos... Muitos Espíritos que animaram pessoas conhecidas na Terra disseram estar reencarnados em Júpiter” (O Livro dos Espíritos, capítulo IV, 188, nota 1). Os espíritos também ensinaram a Kardec que o planeta Marte não tem qualquer satélite, que Saturno só tem um anel formado pelo mesmo material do planeta, e que algumas estrelas como Sírio são milhares de vezes maiores do que o sol (A Gênese, capítulo VI, 27).

Ao contrário do que os espíritos ensinaram a Kardec, a ciência já descobriu que Marte possui dois satélites, que o anel de Saturno não é formado da mesma matéria do planeta e que Sírio tem um tamanho entre 13 a 15 vezes maior do que o sol. Tudo isso é racional? É lógico que não.

Trata-se, então, de espíritos mentirosos.

Diante das informações mencionadas acima, pode-se confiar nos espíritos que influenciaram e revelaram as doutrinas espíritas a Allan Kardec? A resposta lógica e racional é não.

Se os espíritos por trás de Allan Kardec não são confiáveis quando tratam das coisas deste mundo, muito menos o serão ao tratar de coisas espirituais, coisas relacionadas com a salvação da alma e com a vida eterna.

Os espíritos também ensinaram Allan Kardec e outros expoentes do espiritismo como Léon Denis, a atacar a Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus.

Kardec declarou: “A Bíblia contém evidentemente narrativas que a razão, desenvolvida pela ciência, não poderia aceitar hoje em dia” (A Gênese, IV, 6). Léon Denis afirmou: “Daí segue que não poderia a Bíblia ser considerada ‘a palavra de Deus’ nem uma revelação sobrenatural. O que se deve nela ver é uma compilação de narrativas históricas e legendárias, de ensinamentos sublimes, de par com pormenores às vezes triviais”.

Ora, usar a Bíblia para formular doutrinas e atacá-la ao mesmo tempo é racional?

Trata-se, no mínimo, de uma contradição. Seria como namorar uma jovem, desejar casar-se com ela e difamá-la ao mesmo tempo.

Como pode alguém afirmar que a doutrina espírita se baseia num conjunto de idéias muito bem sistematizado, sendo, portanto, passível de aceitação racional, pois quando Allan Kardec codificou a doutrina espírita, deu-lhe um revestimento científico?

Como afirmar que o espiritismo se vale de uma roupagem racional no mundo moderno se as suas doutrinas são condenadas pela Palavra de Deus?

E por que as pessoas não conseguem perceber isso? A resposta pode ser encontrada em 2 Coríntios 4.4:

“O deus desta era cegou o entendimento dos descrentes, para que não vejam a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus”.

O testemunho das Escrituras Sagradas permanece, afirmando que só Jesus Cristo pode salvar do pecado e da morte eterna (João 14.6 e Actos 4.12).

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