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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Diferença entre CRISTÃO e HIPÓCRITA _ Reconhecimento Contínuo de Pecado

Reconhecimento Contínuo de Pecado Esdras 9:6

É marcante, na Bíblia, os casos dos que se encontraram particularmente com o Senhor Deus.

Estes, que já se encontraram com o Deus verdadeiro, não se sentem orgulhosos de estar na presença de Deus, mas lamentam a presença dos seus pecados. Jó - Jó 40:3-5; 42:5,6 Isaías - Isa 6:1-5 Jeremias - Jer 1:4-10 Daniel - Daniel 10:7-11 Paulo - Atos 9:3-8

Os que vivem na luz reconhecem "a chaga do seu coração" (I Reis 8:38) e sentem picadas nos rins e desfalecem os seus corações e ânimos (Sal 73:21-28).

Quanto mais o santo crê na fé mais terrivelmente o pecado é conhecido.

Mesmo depois de anos de vida espiritual, nota-se que o Paulo usava o verbo no presente quando falava da sua condição pecaminosa (Rom 7:18-24, "Miserável homem que eu sou!"; I Tim 1:15, "dos quais eu sou o principal").

Os Cristãos, os que são possuidores da fé verdadeira, por reconhecerem os seus próprios pecados, tampouco recebem a glória dos homens, pois sabem o que está no homem (Atos 14:8-18, "Nos também somos homens como vós, sujeitos às mesmas paixões").

Não resta dúvida que o caminho do justo é como a aurora que vai brilhando cada vez mais nas suas glórias (Próv. 4:18), mas, quanto mais gloriosa é realizada a posição em Cristo, mais é vista a impiedade do pecado (Sal 36:9; 90:8).

 

Os hipócritas que somente professam conhecer a Deus, mas não possuem a luz da Sua santidade, são bem diferentes.

Eles pensam que sua a luta contra o pecado já acabou e estão prontos a gabarem-se dos seus grandiosos feitos de espiritualidade na força da carne (Luc 18:12).

Quanto mais atividades fazem, mais se acham com direito de replicar a sua própria justiça (Mat. 7:22).

Os hipócritas tampouco desprezam a glória do homem (Mat. 23:5).

É natural que os professores fraudulentos tenham uma aparência de piedade, mas o poder de Deus nas suas vidas, que leva ao reconhecimento crescente do pecado, está longe das suas experiências (II Tim 3:5-9).

 

Como é o pecado na sua vida?

Ele causa uma luta contínua ou é uma experiência delegada ao passado?

O HOMEM QUE É DEUS

O Homem:

Há cerca de 2000 anos surgiu em meio à história mundial um homem totalmente integrado nela, mas em muito superior a ela: Jesus Cristo.

Ele é inteiramente diferente, SINGULAR.

Movimentou o mundo como ninguém antes ou depois dEle.

A Encyclopaedia Britannica utiliza 20.000 palavras para descrever a pessoa de Jesus. Sua descrição ocupa mais espaço que as biografias de Aristóteles, Cícero, Alexandre Magno, Júlio César, Buda, Confúcio, Maomé ou Napoleão Bonaparte.

O homem Jesus tornou-se o maior tema da história mundial.

Sobre nenhum outro se escreveu mais do que sobre Ele.

A respeito de ninguém se discutiu tanto quanto sobre Jesus.

Ninguém foi mais odiado, mas também mais amado, combatido, mas também mais louvado.

Sobre nenhum outro foram feitas tantas obras de arte, hinos, poemas, discursos, e compêndios do que sobre Cristo.

Diante dEle dividem-se as opiniões – uns gostariam de amaldiçoá-lO, outros testemunham que Sua vida foi radicalmente mudada por Jesus e cheia de esperança, amor e certeza da vida eterna e da Salvação.

Não é possível imaginar a história humana sem Jesus.

Na época do Natal, milhões comemoram Seu nascimento consciente ou inconscientemente.

Na Páscoa, lembra-se da Sua morte e ressurreição; na Ascensão, da Sua volta para Deus; e no dia de Pentecostes do nascimento da igreja que leva Seu nome, a igreja cristã. –

Será que Ele é mais que um homem?

 

O Deus-Homem:

A Bíblia diz que Cristo é, ao mesmo tempo e literalmente, verdadeiro Deus e verdadeiro homem.

Lemos em 1 Timóteo 3.16: “Evidentemente, grande é o mistério da piedade: Aquele [Deus] que foi manifestado na carne...” E em 2 Coríntios 5.19 está escrito: “a saber, que Deus estava em Cristo reconciliando consigo o mundo...”

A vida terrena de Jesus nos mostra que Ele foi ao mesmo tempo verdadeiro homem, mas continuou também verdadeiro Deus.

Percebemos muitos contrastes em Sua vida, tanto provas da Sua inteira humanidade, como da Sua perfeita divindade.

Por exemplo, Ele sentia cansaço, mas ao mesmo tempo podia chamar para Si os cansados e dar-lhes a paz (João 4.6; Mateus 11.28).

Jesus teve fome, mas era o próprio pão da vida (Mateus 4.2; João 6.35).

Cristo teve sede, sendo ao mesmo tempo a água viva (João 19.28; João 7.37).

Ele enfrentou a agonia da morte, mas curou todos os tipos de doenças e aliviou qualquer dor.

Jesus foi tentado pelo diabo, mas expulsou demónios (Lucas 4.2; Mateus 8.31).

Ele vivia no tempo e no espaço, mas era desde a eternidade (João 8.58).

Jesus disse: “...o Pai é maior do que eu”, e também: “Eu e o Pai somos um”, ou: “Quem me vê a mim vê o Pai” (João 14.28; João 10.30; João 14.9).

Ele mesmo orava, como também respondia às orações (Lucas 6.12; Atos 10.31). Ele derramou lágrimas junto à sepultura de Lázaro, mas tinha o poder para ressuscitá-lo (João 11.35,43). Ele morreu, mas é a vida eterna

– Jesus é o homem perfeito de Deus e o Deus perfeito dos homens.

 

Porque é que Deus se tornou Homem?

Ele veio para nos revelar Deus.

Em Jesus Cristo, Deus manifestou-se da forma mais clara.

Ele é a prova de que Deus não se afasta do pecador, mas se volta para ele e ama todos os homens.

Jesus veio para convencer este mundo de sua pecaminosidade e necessidade de redenção.

Ele veio para morrer, como homem sem pecado, pelo pecado dos homens, para se entregar como sacrifício por eles, por uma humanidade que tinha caído através do primeiro homem, Adão.

Agora, os homens podem ser salvos por Ele.

Por isso, Jesus é chamado também de “último Adão” (1 Coríntios 15.45).

Ele veio para destruir as obras do diabo, para tirar o poder da morte e para vencer o pecado.

Tornar-se homem em Jesus foi a única possibilidade de Deus resgatar um mundo perdido: “Porquanto Deus enviou o seu Filho ao mundo, não para que julgasse o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por ele” (João 3.17).

 

Ele voltará: Jesus voltará como era (Atos 1.11).

Do modo como foi e subiu ao céu, no mesmo corpo, mas glorificado, Ele retornará. Jesus, o homem que é Deus, o filho de Maria, a criancinha de Belém, o jovem de Nazaré, o Mestre da Judéia que curava, o homem do Calvário, voltará como Rei da glória e como Senhor dos senhores.

Muitos homens, conquistadores, reis e ditadores, já quiseram ser deuses, mas todos fizeram o sangue de homens ser derramado por eles.

O imperador romano Augusto (sublime), que conhecemos da história do Natal, fazia-se chamar de “kyrios” (senhor) e até de “soter” (salvador).

Mas o Deus que se tornou homem, deu Seu sangue por este mundo.

Por isso, somente Ele é o Salvador, que diz também a você: “...quem crê no Filho tem a vida eterna...” (João 3.36).

No homem perfeito Jesus, Deus torna perfeito a todo que O aceita em seu coração – você crê nEle?

 

 

Samuel R. Pinheiro 

 

Diferença entre CRISTÃO e HIPÓCRITA _ Aflições por Praticar a Justiça

Aflições por Praticar a Justiça Salmos 7:1-5

Por mais bênçãos nesta vida, posições em lugares celestiais e promessas fiéis a Deus que o servo de Deus tenha, as marcas, que distinguem o verdadeiro possuidor da fé de Cristo do hipócrita, são as aflições que vêm à sua vida pela prática da justiça.

Sabemos que Estêvão era um homem cheio de fé, do Espírito Santo e de sabedoria (Atos 6:3-5), mas, nem por isso, teve sempre uma vida rodeada de sentimentos de bem estar (conforto físico, ou uma vida regalada dos melhores amigos e posições na sociedade).

Esse mesmo homem cheio de fé e do Espírito Santo foi mal-entendido pelos religiosos a ponto de estes se enfurecerem em seus corações e rangerem os dentes contra ele (Atos 7:54).

No fim, esse homem cheio de fé, do Espírito Santo e de sabedoria foi apedrejado até à morte (Atos 7:59,60).

Na última pregação, esse servo fiel de Deus fez uma pergunta que nos interessa: "A qual dos profetas não perseguiram vossos pais?" (Atos 7:52).

Sim, os profetas fiéis a Deus mostraram uma peculiaridade que existe até hoje: "todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições" (II Tim 3:12).

Aflição por praticar uma vida justa é uma marca que os hipócritas não têm.

Aflição por praticar a justiça é algo freqüente.

A qual dos profetas não perseguiram os ímpios?

Davi, o ungido do Deus de Jacó, e o suave em salmos de Israel, por quem falou o Espírito do SENHOR (II Sam 23:1,2), sofreu com o arco armado e as flechas postas nas cordas para serem atiradas "às escuras" (sem provocação) mesmo sendo recto do coração (Sal 11:2).

Ele sentiu-se como a ovelha reputada para o matadouro todos os dias (Sal 44:22; Rom. 8:36).

Essas aflições vêm de fora e de dentro.

Por fora, o mundo, pela sua vida dissoluta, enfada o coração dos justos (II Pedro 2:7,8).

O mundo, que vive para se encher da concupiscência da carne, da concupiscência dos olhos e da soberba da vida (I João 2:16)

acha estranho que não corramos com ele no mesmo desenfreamento de dissolução, e por não entender, blasfema de nós (I Pedro 4:4).

De dentro, vêm as aflições juntamente.

O Cristão luta com o mundo no seu interior. Por causa da nova natureza o Cristão aprova as maneiras do novo homem e se aborrece com o que é do homem velho porque o homem velho não é morto ainda, mas luta com o homem novo (Rom. 7:18-23; Gal 5:17).

Nessa luta, o servo fiel tem o poder de Deus a ampará-lo, mas nem por isso, a luta é fácil (Rom. 7:24).

O segredo é andar em Espírito (Gal 5:16),

não se cansando de fazer o bem porque, a tempo propício, ceifará o fruto da justiça (Gal 6:9).

Apesar das aflições, o servo fiel é mais do que vencedor nessa luta (Rom. 8:37),

por causa das promessas de Deus e a vitória que Jesus já nos trouxe (I Cor 15:55-58).

As aflições dos justos agradam a Deus (I Pedro 2:20),

testemunham à glória de Deus (Atos 6:15; II Cor 12:9),

manifestam a graça de Deus presente (I Cor 15:10),

produzem uma vida mais forte (I Pedro 5:10)

e cooperam para o bem (Rom. 8:28).

Nesse sofrimento, eles estão sendo feitos conforme à imagem de Cristo (I Pedro 2:21).

 

Os hipócritas não ficam sem as suas aflições.

Para eles, conjuntamente, basta a cada dia o seu mal (Mat. 6:34).

Mas as aflições dos ímpios são diferentes das dos justos.

O justo, por praticar a justiça, é afligido. Os ímpios, por não praticarem a justiça, são punidos por Deus (Sal 11:5,6).

Eles não conhecem o amparo de Deus. Quando vêm a sua assolação, a sua perdição, como uma tormenta, não há consolo nenhum da parte de Deus para eles.

Nessas horas, os hipócritas comerão do fruto do seu caminho, e fartar-se-ão dos seus próprios conselhos (Próv. 1:31).

Por ouvirem a Palavra de Deus, mas por não a praticar, a vida construída pela sua soberba cairá e grande será a sua queda (Mat. 7:26,27; Ezequiel 13:11-14).

 

Qual é a razão das aflições na sua vida?

Vêm por viver piamente ou por viver segundo as suas concupiscências?

Nessas aflições, qualquer um pode perceber se você está com fé ou não?

Não procure sair dos problemas que vêm por servir o Senhor porque Ele mesmo o libertará e consolará. 

Procure a graça de Deus pois vivemos num mundo amaldiçoado (Gên. 3).

 

 

 

 

Missionário Calvin Gardner - Rua Santa Cruz das Palmeiras, 333 - 15.800-000 Catanduva, SP - (017) 523-2675 http://www.geocities.com/athens/olympus/1563

Diferença entre CRISTÃO e HIPÓCRITA _ Submissão à Palavra de Deus

Submissão à Palavra de Deus Provérbios 1:23-33

A Bíblia é clara: somos conhecidos pelas nossas acções e atitudes.

Sim, "até uma criança se dará a conhecer pelas suas acções, se a sua obra é pura e reta.", (Próv. 20:11).

É o mesmo princípio que Jesus ensinou aos discípulos, para que soubessem quem eram os hipócritas, os falsos professores (Mat. 7:16, "Por seus frutos os conhecereis"). O homem tem a tendência de justificar suas acções, ou por meio de erros dos outros (Adão e Eva - Gên. 3:12-,13) ou pelas intenções dignas (Saul - I Sam 15:21).

A tendência da natureza do homem não modifica a natureza de Deus.

Apesar do que o homem queria pensar, "Deus há de trazer a juízo toda a obra, e até tudo o que está encoberto, quer seja bom, quer seja mau." (Ecl 12:14).

 

Uma distinção marcante entre os Cristãos e os hipócritas é a sua reação ao ministério da Palavra de Deus.

Nem todos os que são de Israel são israelitas (Rom 9:6) e a palavra dada por Deus a Israel por Isaías, claramente, mostra isso (Isa 48:1).

Entre eles, existiram muitos que foram chamados de Israel, andaram no meio dos Israelitas, participaram dos feitos milagrosos e até, exteriormente, tinham aparência sincera de serem zelosos pelo nome do Senhor.

Mas não eram todos verdadeiros. O Deus que conhece os corações (João 2:25; I Sam 16:7), sabe que a aparência não era em verdade nem em justiça. 

A prova que Deus deu de serem falsos professores eram as suas obras.

Não deram ouvidos à Sua Palavra (Isa 48:8). Quando uma pessoa não se submete à Bíblia, o seu fim será a perdição e a destruição (Deut 8:19,20; Josué 5:6; Próv. 1:23-33).

O hipócrita será conhecido pela sua falta de submissão à Palavra de Deus.

Todavia, os Cristãos verdadeiros, mostram uma submissão e prazer crescente à, e na, Palavra de Deus.

Ela é o gozo dos seus corações (Jer 15:16), luz para os seus caminhos (Sala 119:105) e o guia para não entrarem no pecado (Sal 119:11).

É verdade que a Palavra de Deus não é sempre suave, até para os crentes (Davi - II Sam 12:7, "Tu és este homem."; Paulo a Pedro, na presença de todos - Gal 2:14, "Se tu, sendo judeu, vives como os gentios, e não como judeu, por que obrigas os gentios a viverem como judeus?").

A Palavra de Deus pode ser como um martelo (Jer 23:29) e uma espada (Heb 4:12). Mesmo assim, o verdadeiro possuidor submete-se a Ela.

Jamais, o cristão verdadeiro apela para a sua intenção ou para os erros dos outros a fim de desculpar o seu pecado. Arrepende-se de coração.

 

Que atitude é que você toma para com a Palavra de Deus?

É um ritual ou um relacionamento?

A sua reação é de endurecer o seu pescoço diante dEla ou de aceitar o estímulo que Ela provoca (Heb 10:24)?

Não se pode andar com Deus e ter um coração duro a respeito da Sua Palavra ao mesmo tempo.

Se até uma criança se dará a conhecer por suas acções, assim será o crente verdadeiro.

Qual é a sua atitude para com a correcção da Palavra de Deus?

 

 

 

Porque somos salvos?

Somos salvos porque reconhecemos a Jesus como o Cristo, o Filho do Deus vivo, como Deus manifestado em carne, que nos amou e morreu por nossa redenção e ressuscitou ao terceiro dia conforme as Escrituras.

Somos também pessoas afectadas por um senso do amor deste Deus encarnado, a ponto de sermos constrangidos a fazer da vontade de Cristo a norma da nossa obediência e da glória de Cristo o grande alvo em favor do qual vivemos.

Como não viver por Aquele que morreu nossa morte, para que vivamos por sua vida?

Em síntese, ser salvo é crer que Jesus é o Filho de Deus, o Verbo que estava no princípio com Deus e que era Deus, e que se fez homem e habitou entre nós (Jo 1.1,2,14; 3.18).

Essa certeza e a acção do Espírito Santo em nós leva-nos a ser obedientes aos Seus mandamentos (Jo 14.21); a ensinar o Evangelho que Ele nos ensinou (Mt 28.19-20); a crer que a Bíblia registra com fidelidade o Seu Evangelho (Jo 14.26).

 

 

 

Diferença entre CRISTÃO e HIPÓCRITAS _ Fruto que Agrada a Deus

Fruto que Agrada a Deus João 15:1-7 Sal 51:16,17

Pelo texto lido em, Salmos 51: 16,17, percebe-se que o que Deus deseja é diferente do que o homem gosta de produzir.

O homem é controlado por um coração enganoso (Jer 17:9), um entendimento finito (Isa 55:8,9), de olhos obscurecidos pela ignorância (Sal 73:17,26) e de ânimo instável (Rom 7:14-20).

Deus é infinito em tempo, conhecimento, presença e poder.

Além disso, Deus é santo e soberano. Por isso é declarado que Seus caminhos e pensamentos não são os nossos (Isa 55:8,9).

Por causa dessa diferença entre Deus e o homem, os cristãos, verdadeiros possuidores de fé dão fruto diferente dos hipócritas, os falsos professores da fé.

Quando consideramos as diferenças entre os hipócritas e os cristãos, o fruto que cada um produz deve ser considerado.

O próprio Deus considera o fruto de cada um, e é pelas acções de cada um que o julgamento será regido (Ecl 12:14; Luc 12:1,2; os salvos - Rom. 14:10-12; II Cor 5:10; os não salvos - Apoc 20:11-15). 

O fruto do verdadeiro Cristão é primeiramente espiritual.

Por Cristo ser a videira verdadeira e o Pai o lavrador (João 15:1), o fruto é espiritual.

O Cristão verdadeiro é habitação do Espírito de Deus. É o Espírito Santo que o guia (Rom. 8:14), ensina (João 14:26) testifica de Cristo (João 15:26) e, o seu fruto é do Espírito (Gal 5:22).

Esse fruto cresce da semente incorruptível (Cristo - I Pedro 1:23-25) que foi semeada pela Palavra de Deus junto com a operação do Espírito Santo (Tito 3:5) e imana virtudes graciosas (II Pedro 1:5-7; I Cor 13).

 

O hipócrita não conhece a Cristo e nem é conhecido pelo Pai (Mat. 7:23).

O hipócrita não tem fruto que agrada a Deus, pois está sem Cristo e, sem Cristo, não pode fazer nada (João 15:5).

Jamais produzirá fruto espiritual, pois não tem o Espírito de Deus (Rom. 8:9).

Esse fruto, no Cristão é também prático.

O fruto produzido no homem convertido pelo Espírito de Deus é manifestado publicamente e atinge o mundo.

Os frutos chamados amor e longanimidade só se expressam aos outros publicamente, pois são qualidades verdadeiras quando são exercitados para com Deus e aos outros (Tiago 2:15-17).

A parábola dos talentos ensina que existe a responsabilidade de usar para a glória de Deus o que Deus tem dado a cada um de nós (Mat. 25:14-30).

Quando a vida espiritual é exercitada, um testemunho público é produzido (Mat. 5:13-16; Efés. 2:10).

Cristo deu fruto durante a Sua vida terrena, e tal fruto (exemplo de vida, igreja, pregações, submissão e morte de cruz, etc.) é visto ainda hoje.

O fruto que agrada a Deus não é algo extraordinário e estupendo para com a sociedade, mas pode ser visto nas atitudes de submissão e respeito aos outros (I Pedro 3:1-7), fruto que permanece além das grande obras extraordinárias.

 

O hipócrita não tem tal fruto prático que aponta para o Verdadeiro.

O fruto do hipócrita é somente aparência, algo de cque fala a boca e não a vida (Jer 12:2).

A sua doutrina é dos homens (Isa 29:13; Mat. 15:9) o que torna a sua adoração em vão.

O hipócrita não tem a vida que vem do céu por não ser regenerado, não podendo, portanto, produzir o fruto que agrada a Deus e nem é proveitoso ao homem.

O hipócrita só tem a sua própria justiça (Rom. 10:1-3).

O fruto do Cristão verdadeiro é crescente.

O lavrador (O Pai) da videira verdadeira (O Cristo) faz a poda entre as varas para que o que dá fruto, dê mais (João 15:2,5).

Por essa atenção divina na vida do verdadeiro cristão a sua vereda é como a luz da aurora que vai brilhando cada vez mais até o dia perfeito (Próv. 4:18).

Na vida do cristão, há aperfeiçoamento contínuo (Fil. 1:6).

A cesta que, hoje, tem o fruto chamado fé, tem logo a virtude também. Depois de um tempo, existe a ciência e, então a temperança é adicionada. Em tempo oportuno, existe a paciência e a piedade que abre caminho para o amor fraternal e a caridade, trazendo assim um crescimento que é visto na santificação (II Pedro 1:5-7).

 

Por outro lado, o fruto dos hipócritasvai de mal a pior, sempre em busca de aprender, mas não podendo chegar ao conhecimento da verdade (II Tim 3:7,13).

O fruto do cristão verdadeiro é também eterno (João 15:12). A própria videira é Cristo e quem está nela tem a vida eterna (João 3:16).

A pessoa que se alimenta continuamente de Cristo perseverará rumo à santidade tendo, assim, fruto que é gozado na eternidade.

Essa pessoa que está na videira levará outros à vida, pois ela tem um testemunho eficaz (Próv. 11:30; Mat. 5:13-16).

 

O fruto do hipócrita é temporário, pois é banhado pelo vento da doutrina dos homens enganosos (Efés. 4:14), doutores que apregoam fábulas e concupiscências (II Tim 4:3,4) que levam para o pecado e à destruição (Próv. 10:7, 16).

Esses serão lançados fora, colhidos e lançados no fogo para arderem para todo o sempre (João 15:6; Apoc 20:11-15).

O fruto que existe na sua vida é proveniente de Deus?

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