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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Quem guarda rancor, duvida do Juiz - Pr. John Piper

No seu livro perspicaz, Christian Commitment [Compromisso cristão], Edward John Carnell descreveu esse conflito entre a afronta moral e o perdão como uma "terrível condição judicial".

Ele disse: "Não podemos ignorar os atos impensados de outras pessoas; contudo, não podemos executar a pena da lei. Não temos o direito de completar o ciclo moral [...] Mesmo que não tenhamos nenhum impedimento espiritual quanto ao clamor contra a injustiça, a pureza da vida moral se deteriora no momento em que tentamos administrar a justiça". Não obstante, a indignação sentida geralmente vence a disputa e se apega à ofensa, pois seria moralmente repugnante proceder de forma leviana com o erro.

Agora podemos ver por que a promessa bíblica do juízo divino é crucial para nos ajudar a vencer o anseio pela vingança. Ela nos mostra a saída da "terrível condição judicial". Deus intervém como vingador para podermos reconhecer o crime; mas também para que não precisemos ser o juiz. A vingança prometida por Deus remove a legitimidade moral do anseio pessoal pela retaliação. A promessa divina diz: "Sim, uma afronta terrível foi cometida contra você. Sim, ela merece ser castigada com severidade. Sim, a pessoa ainda não sentiu o castigo. Mas, não, você não pode ser o executor do castigo, e você não pode continuar nutrindo retaliação pessoal. Por quê? Porque Deus fará a justiça ser cumprida. Deus retribuirá. Você não pode melhorar a justiça dele. Ele enxerga cada aspecto do mal feito contra você — muito mais que você pode enxergar. A justiça dele será mais profunda que qualquer justiça administrada por você". Se você guarda rancor, duvida do juiz.
Essa é a promessa de Romanos 12.19. E a pergunta para a pessoa indignada e ofendida se torna: "Você crê nessa promessa?". Em outras palavras, a questão de abrir mão da mágoa é uma questão de fé nas promessas divinas de graça futura — a graça futura do juízo sobre o ofensor. Se crermos na promessa de Deus: "Minha é a vingança; eu retribuirei", então não o depreciaremos com nossos esforços inferiores de melhorar sua justiça. Deixaremos a questão com ele e viveremos na liberdade do amor ao inimigo — não importa se o inimigo se arrepende ou não. E se ele não se arrepender? O que fazer então? Há 300 anos, Thomas Watson expressou-se muito bem: "Não somos obrigados a confiar no inimigo; mas somos obrigados a perdoá-lo".4 Não somos responsáveis por fazer a reconciliação acontecer. Somos responsáveis por buscá-la: "Façam todo o possível para viver em paz com todos" (Romanos 12.18).
COMO JESUS RESOLVEU A "TERRÍVEL CONDIÇÃO JUDICIAL"
O apóstolo Pedro mostra que o próprio Jesus lidou com a "terrível condição judicial" da mesma maneira. Nunca se pecou mais gravemente contra ninguém do que contra Jesus. Toda a animosidade contra ele foi completamente imerecida. Nunca viveu ninguém mais digno de honra que Jesus; e ninguém foi mais desonrado. Se alguém teve o direito de ficar irado e amargo e vingativo, esse foi Jesus. Como ele se controlava quando patifes, cuja própria vida ele provia, cuspiam-lhe na face?
Pedro dá a resposta nestas palavras: " 'Ele [Jesus] não cometeu pecado algum, e nenhum engano foi encontrado em sua boca. Quando insultado, não revidava; quando sofria, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga com justiça." (IPedro 2.22,23). Isso significa que Jesus tinha fé na graça futura do justo juízo divino. Ele não precisou se vingar por todos os ultrajes sofridos, pois confiou sua causa a Deus. Deixou a vingança nas mãos divinas e orou pelo arrependimento dos inimigos (Lucas 23.34).
Pedro apresenta esse vislumbre da fé em Jesus a fim de que nós também aprendamos a viver dessa maneira. Ele disse: "Para isso vocês foram chamados [suportar tratamento duro], pois também Cristo sofreu no lugar de vocês, deixando-lhes exemplo, para que sigam os seus passos' (IPedro 2.21). Se Cristo venceu a amargura e a vingança pela fé na graça futura, quanto mais devemos nós, visto que temos muito menos direito de nos queixar de tratamento injusto que ele.
 

Bases da fé cristã

Quais são as bases da fé cristã?

 

TRINDADE
Cremos num só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Deuteronómio 6:4 Mateus 28:19 Marcos 12:29

 

SAGRADAS ESCRITURAS
Na inspiração divina da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida e para a construção do carácter cristão. II Timóteo 3:14,17

 

HOMEM
Na natureza pecaminosa do homem que o destituiu da glória de Deus e  que somente através do arrependimento e da fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo é que pode reconciliar-se com Deus. Romanos 3:23 Actos 3:19

 

SALVAÇÃO
Na concepção virginal de Jesus, na sua morte expiatória, na sua ressurreição corporal de entre os mortos e a sua ascensão vitoriosa aos céus. Isaías 7:14 Romanos 8:34 Actos 1:9

Na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Cristo e pelo poder actuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus, para tornar o homem digno do Reino dos Céus. João 3:3,8

No perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita  e na eterna justificação da alma recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efectuado por Jesus Cristo em nosso favor. Actos 10:43 Romanos 10:13 e 3:24,26 Hebreus 7:25 e 5:9

Na necessidade e na possibilidade que temos de viver vida santa mediante a obra expiatória e redentora de Jesus no Calvário, através do poder regenerador, inspirador e santificador do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas do poder de Cristo. Hebreus 9:14  I Pedro 1:15

 

BAPTISMO NAS ÁGUAS
No baptismo bíblico efectuado por imersão do corpo inteiro uma só vez em águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo. Mateus 28:19 Romanos 6:1,6 Colossenses 2:12

 

BAPTISMO NO ESPÍRITO SANTO
No baptismo bíblico com o Espírito Santo que nos é dado por Deus mediante a intercessão de Cristo, com a evidência inicial de falar em outras línguas, conforme a sua vontade. Actos 1:5 2:4 10:44,46 19:1,7

Na actualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme a sua soberana vontade. I Coríntios 12:1,12

 

ARREBATAMENTO E VINDA DE JESUS
Na Segunda Vinda pré-milenial de Cristo, em duas fases distintas. Primeira - invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja fiel da terra, antes da Grande Tribulação; segunda - visível e corporal, com a sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos. I Tessalonicenses 4:16,17 I Coríntios 15:51,54 Apocalipse 20:4 Zacarias 14:5 Judas 14

 

JUÍZO FINAL
Que todos os cristãos comparecerão perante ao Tribunal de Cristo, para receber a recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra. II Coríntios 5:10

No juízo vindouro que recompensará os fiéis e condenará os infiéis. Apocalipse 20:11,15

Na vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis e de tristeza e tormento para os infiéis. Mateus 25:46

 

 

 

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