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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Desmascarando o "Livro dos médiuns" (Continuação)

CUIDADO COM AS MENTIRAS! ELAS CONDUZEM À MORTE!
Tentando provar que nós, os que dizemos que os espíritos que se manifestam nos centros espíritas são, sem excepção, demónios, Allan Kardec escreveu em "O livro dos Médiuns", primeira parte, capítulo 4, número 46, nove perguntas, que ele julgava contundentes. Abaixo transcrevo as ditas interrogações e as respondo respectivamente.

 

Quarta pergunta:Que provas podeis apresentar da impossibilidade em que estão os bons espíritos de se comunicarem?”.

 

Resposta de Kardec: Os Espíritos são as almas dos homens, e como os homens não são perfeitos, há também Espíritos imperfeitos, cujo caráter se reflete nas comunicações. É incontestável que há Espíritos maus, astuciosos, profundamente hipócritas, contra os quais devemos nos prevenir. Mas por encontrar os perversos entre os homens devemos fugir de vida social? Deus nos deu a razão e o discernimento para apreciarmos os Espíritos e os Homens. A melhor maneira de evitar os possíveis inconvenientes da prática espírita não é impedi-la, mas esclarecê-la.Um temor imaginário pode impressionar por um instante e não atinge a todos, enquanto a realidade claramente demonstrada é compreensível para todos.

     

Resposta do Cristianismo: Nenhumas provas! Pois como já vimos, os bons espíritos (o Espírito Santo e os anjos) estão a serviço dos servos do Senhor e connosco se comunicam constantemente; mas, os espíritos dos mortos, nem os bons e nem os maus têm acesso a nós, e esta é a razão porque Deus nos proibiu consultá-los. Se os mortos tivessem acesso a nós, Deus não nos proibiria consultá-los, pois não haveria nisso nenhuma maldade; pelo contrário, consultar os mortos seria até muito confortante. Deus não é nenhum idiota e, portanto, jamais nos proibira de consultar os mortos se isto  fosse possível. O fato de Deus nos ter proibido consultar os mortos, nos prova que eles não têm acesso a nós. Os mortos salvos estão no paraíso e os perdidos no inferno, e não zanzando por aí (Lc 16. 19-31; 23. 42-43; 2 Co 12. 2-4 ; Ap 6. 9-11, etc). Certo dia, enquanto argumentava baseado em Dt. 18. 9-14 que os mortos não se comunicam connosco, disse-me um amigo: “Eu creio que é possível comunicarmos com os mortos, e que Deus nos proibiu fazê-lo para nos livrar duma possível farsa demoníaca, porquanto os demônios bem podem imitar o falecido com quem desejaríamos falar”.

Eu disse-lhe que respeito muito a sua opinião, pois mais importante do que sabermos o porquê de Deus ter proibido a consulta aos mortos, é sabermos que Ele o proibiu e obedecermos esta Sua ordem.

Todavia, me parece mais evidente que Deus nos proibiu consultar os mortos, não para nos livrar de um possível engano, mas sim, para nos livrar da inevitável farsa, pois os mortos não podem nos contactar. Se este não fosse o motivo, Deus nos proibiria comunicar com os anjos, pois o diabo, à luz da Bíblia, pode imitar um anjo de luz (2 Co 11.14).

 Iniciei minhas objecções à pergunta número quatro, mostrando que, em se tratando de comunicação com espíritos, somente os anjos (que não são espíritos dos mortos como querem os espíritas) e o Espírito Santo se comunicam conosco. Isto é muito óbvio, pois é de se esperar que um bom espírito, como o do apóstolo Paulo, de João Batista... jamais concordaria com a transgressão da Lei de Deus. Ora, se nós estamos proibidos de consultar os mortos, então os mortos estão proibidos de se
comunicarem conosco, pois como Deus poderia nos proibir de consultá-los e enviá-los para serem consultados por nós? Isso seria uma incoerência tão grande
quanto aquelas que caracterizam o Kardecismo.     

Sim, os bons espíritos (refiro-me aos espíritos dos mortos) não se comunicam conosco porque se são bons, obedecem a Deus e ainda querem que façamos o mesmo, e, portanto, jamais nos incentivam à transgressão da Lei de Deus.

 

Quinta pergunta: “Quando se vos opõe a sabedoria de certas comunicações, respondeis que o demônio usa de todas as máscaras para melhor seduzir. Sabemos, com efeito, haver espíritos hipócritas, que dão à sua linguagem um verniz de sabedoria; mas, admitimos que a ignorância pode falsificar o verdadeiro saber e uma natureza má imitar a verdadeira virtude, sem deixar vestígio que denuncie a fraude?” (Grifo nosso).

 

Resposta: O próprio Allan Kardec admite a existência de “espíritos hipócritas, os quais dão à sua linguagem um verniz de sabedoria”. Só nos resta sabermos agora que espíritos são esses. Allan Kardec e todos os kardecistas dizem que são espíritos ainda maus e/ou zombeteiros, os quais um dia sentirão a necessidade de se evoluírem e evoluirão, pois Deus, submetendo-os a várias encarnações neste e/ou noutros mundos, lhes proporcionará os meios para que evoluam até atingirem à perfeição moral e intelectual, quando então serão espíritos perfeitos.

Dizem que Jesus Cristo, os espíritos que a Bíblia chama de anjos, e todos os espíritos perfeitos, passaram por esta evolução. Admitem a possibilidade de nem todos os espíritos hoje perfeitos, terem sido maus no passado, mas sustentam que todos os espíritos (inclusive Jesus) foram criados imperfeitos e que por seus próprios esforços e méritos alcançaram a perfeição.

A Bíblia, porém, nos apresenta um quadro diferente.

À luz da Bíblia, os espíritos que Allan Kardec e discípulos chamam de "espíritos ainda não evoluídos”, são os irrecuperáveis demónios, os quais, inevitavelmente serão lançados no fogo eterno, donde não sairão nunca (Mt. 25: 41,46; Ap. 20: 10).

A ignorância não pode falsificar o verdadeiro saber, mas lembremo-nos que de ignorante o diabo não tem nada. Para nos enganar, o diabo se finge de “um espírito atrasado”, para que pensemos que tais espíritos existem, e também se finge de “apóstolo Paulo; Anjo Gabriel; João Evangelista; João Baptista; Maria, mãe de Jesus” e assim por diante, para que pensemos estar contactando um espírito da mais alta ordem. O diabo está em condição de imitar quaisquer cientistas. Para se cientificar e certificar da autenticidade desta afirmação, basta lermos o livro intitulado “O Consolador”, fruto da “mediunidade”, do senhor Francisco Cândido Xavier, onde o
diabo, dizendo chamar-se “Emanuel”, fala como um verdadeiro cientista, respondendo com muita sabedoria, às perguntas sabiamente formuladas, acerca das
seguintes ciências: Química, Física, Biologia, Psicologia, Sociologia e Filosofia. Nesta mesma obra, não obstante não ter conseguido esconder o “rabo”, o diabo, que se auto-intitulou “Emanuel”, entra na área religiosa e fala dos profetas, dos anjos, dos apóstolos, de Jesus Cristo, etc.

Uma natureza má pode imitar a verdadeira virtude, pois escreveu o seguinte, o apóstolo Paulo, em 2 Co 11. 14: "E não é de espantar, porque o mesmo Satanás se transforma em anjo de luz”.

 Allan Kardec admite, como podemos ver através da 5ª pergunta, “que a ignorância pode imitar o verdadeiro saber e uma natureza má, imitar a verdadeira virtude”, mas nunca “sem deixar vestígio que denuncie a fraude”.

Ora, o diabo, quando demonstra a sua sabedoria, não pode deixar vestígio de ignorância, porquanto, à luz da Bíblia (Ez 28. 11-19), de ignorante ele não tem nada. Quanto à objecção de que “uma natureza má não pode imitar a verdadeira virtude sem deixar vestígio que denuncie a fraude” respondo que eu também penso assim. Mas quem disse que os espíritos que se manifestam nos centros espíritas, dizendo-se apóstolo Paulo; João, O Batista; O Espírito da verdade; João Evangelista; São
Luiz..., não deixam vestígios de que são fraudulentos?

Allan Kardec não enxergou esses vestígios, mas eles existem. Ou pensam os espíritas que nós, os evangélicos, criticamos a tais espíritos gratuitamente? Não é assim. Afirmamos que tais espíritos são demónios, porque temos conseguido, com a ajuda de Deus, pela instrumentalidade da Bíblia, enxergar o “rabo” deles. Senão vejamos: Como podemos crer que Deus nos enviou o espírito do apóstolo Paulo, para o consultarmos, se Ele (Deus) mesmo proibiu a consulta aos mortos?

Como podemos crer que esses espíritos são bons, se eles negam o perdão, dizendo que o perdão de Deus não significa o olvido dos pecados, mas apenas forças para que os reparemos, quando a Bíblia diz com clareza que os pecados daquele que se entregou ao Senhor Jesus estão esquecidos por Deus, por terem sido reparados
pelo sacrifício substitutivo efetuado por Jesus, lá na cruz? (Mq 7: 19; Hb. 10:17,18, etc).

Porventura, estas contradições entre a Bíblia e tais espíritos não constituem fortes vestígios de que são demónios? Só não enxerga isto quem não quer enxergar. Tenho enxergado, ó kardecistas, os “pés de pato”, as “asas de morcego”, os “chifres”, as “caudas” e os “garfos” desses espíritos e eis a razão porque os denuncio.

Eu disse acima que, segundo os espíritos que se comunicavam com Kardec, o perdão dos pecados não significa o olvido (“olvido” é um vocábulo arcaico e significa “esquecimento”) dos mesmos, mas sim, forças para que os repararemos.

E, para que o leitor veja que de facto as coisas são assim, veja esta cópia:

“Que é o que pedis ao Senhor, quando implorais para vós o seu perdão? Será unicamente o olvido das vossas ofensas? Olvido que vos deixaria no nada, porquanto, se Deus se limitasse a esquecer as vossas faltas, Ele não puniria, é exato,  mas tampouco recompensaria. A recompensa não pode constituir prémio do bem que não foi feito, nem, ainda menos, do mal que se haja praticado, embora esse mal fosse esquecido. Pedindo-lhe que perdoe os vossos desvios, o que lhe pedis é o favor de suas
graças, para não reincidirdes neles, é a força de que necessitais para enveredar por outras sendas, as da submissão e do amor, nas quais podereis juntar ao
arrependimento a reparação”
(O Evangelho Segundo o
Espiritismo. Federação Espírita Brasileira, 112ª edição, capítulo X, nº 17, página 179)

 

Livro dos médiuns Cap. 4, núm. 46 (Cuidado com as mentiras)

CUIDADO COM AS MENTIRAS! ELAS CONDUZEM À MORTE!
Tentando provar que nós, os que dizemos que os espíritos que se manifestam nos centros espíritas são, sem excepção, demónios, Allan Kardec escreveu em "O livro dos Médiuns", primeira parte, capítulo 4, número 46, nove perguntas, que ele julgava contundentes. Abaixo transcrevo as ditas interrogações e as respondo respectivamente.

1ª pergunta: “Há ou não espíritos bons ou maus?”.
Resposta: Há.

 

2ª pergunta: “Deus é ou não mais poderoso do que os maus espíritos, ou do que os demônios, se assim lhes quiserdes chamar?”
Resposta: É.

 

3ª pergunta: “Afirmar que só os maus se comunicam é dizer que os bons não o podem fazer. Sendo assim, uma de duas: ou isso se dá pela vontade, ou contra a vontade de Deus. Se contra a sua vontade, é que os maus espíritos podem mais do que Ele; se por vontade sua, por que, em sua bondade, não permitiria Ele que os bons fizessem o mesmo, para contrabalançar a influência dos outros?”

Resposta: Nós, os cristãos evangélicos, não pregamos que só os maus espíritos se comunicam, pois cremos que os anjos e o Espírito Santo contactam os servos de Deus (Êx 3.2 ; Dn 9. 21 e 22 ; Lc 1. 13, 26-28 ; At 8. 26; 13. 2 ; Jo 16. 13, etc. ). Em se tratando, porém, dos espíritos dos mortos, nem os maus e nem os bons se comunicam, mas sim, os demónios, que personalizam os falecidos, para enganarem os incautos (Lc 16. 27-31).
As manifestações do Espírito Santo e dos anjos, dão-se sob a vontade absoluta de Deus, e as manifestações dos demónios disfarçados em espíritos dos mortos, ocorrem sob a vontade permissiva de Deus, pois Ele deu ao homem livre arbítrio.
Os anjos não são os espíritos dos mortos, porquanto Deus não é nenhum incoerente para proibir aos seus servos de se comunicarem com os mortos (Dt 18.9 a 14) e ao mesmo tempo permitir que eles (os mortos) se comuniquem com Moisés, Zacarias, Maria mãe de Jesus, Daniel, etc.
Os demónios não podem mais do que Deus, mas Ele permite, por causa do livre arbítrio que nos deu, que desobedeçamos às Suas Leis (as quais com clareza proíbem que evoquemos, invoquemos e consultemos os mortos), oportunidade esta que os demónios não lançaram fora, mas aproveitaram-na para ludibriarem aqueles que se puseram sob a maldição divina por transgredirem a Lei de Deus, exarada na Sua Palavra (Dt. 18. 9 a 14; Ap 21.8;22.15)
O próprio Allan Kardec ensinou que as más acções atraem os maus espíritos, e as boas, os bons. Pois bem, é isto que está acontecendo. A má acção da transgressão da lei de Deus, atrai os demónios, os quais com muita habilidade imitam os falecidos.
Para contrabalançar a influência dos maus espíritos (o diabo e os demónios), temos, não a influência dos “bons espíritos dos mortos”, mas a influência da Bíblia (Malaquias 3.16), do Espírito Santo (Jo 16.13, etc.) e dos anjos (Hb 1.14).
Estes (o Espírito Santo e os anjos) nunca se manifestam identificando-se como espíritos dos mortos, pois não o são.

 

 

 In: http://www.pastorjoel.com.br/espiritkard.htm

Coerência? Onde?

 

Ao contrário do que Kardec ensina:
Crer na Trindade não implica crer em três Deuses em um, antes significa reconhecer que o Deus da Bíblia não é uma unidade absoluta, e sim composta, constituída de três Pessoas distintas (isto é, nenhuma das três Pessoas é as outras duas), igualmente divinas (isto é, cada uma destas três Pessoas é Deus).
O facto de a Bíblia dizer que há um só Deus (1Tm 2:5), sem negar tanto a distinção entre o Pai..., o Filho e o Espírito Santo (Jo. 14:16; Mt 26:39), quanto a Divindade de cada uma destas três Pessoas (O Pai é Deus [Jo. 3:16], o Filho é Deus [Jo. 1:1], e o Espírito Santo é Deus [At 5:3-4]), nos impele a concluir que, segundo a Escritura Sagrada do Cristianismo, Deus é o que se convencionou chamar de Trindade, isto é, embora o Pai, o Filho, e o Espírito Santo sejam distintos e igualmente Divinos, não há três Deuses, mas um só. Logo, quem nega a Doutrina da Trindade não pode se considerar cristão, visto que fazê-lo é incoerência.
 

Como começou o espiritismo Kardecista

Por:http://www.pastorjoel.com.br/espiritkard.htm

 

Não quero condenar o Kardecismo ou qualquer outra religião, pois, felizmente, (ainda) existe no Brasil (e em Portugal) a liberdade de culto, e até louvo a Deus por isso. Quão bom é podermos agir de acordo com os ditames da nossa consciência!

Sem, portanto, querer tolher os kardecistas do direito que lhes assiste de seguirem à religião que quiserem, confesso que ficarei muito contente se o bom senso prevalecer.

Oro ao Senhor para que Ele se sirva desta singela obra para arrancar do kardecismo pessoas bondosas e sinceras que, por não saberem que o Novo Testamento veio para ficar (2 Co 3.11; Hb 13.20) abraçaram a farsa chamada “Terceira Revelação”, isto é, o Kardecismo. Este nada mais é que uma tentativa para sofisticar a milenar feitiçaria, tão condenada pela palavra de Deus _ a Bíblia.

Tal “sofisticação” é obra de um francês chamado Hippolyte Léon Denizard Rivail. Este alegava que um espírito lhe revelou que o conhecera numa encarnação anterior, e que então o seu nome era Allan Kardec. Estas coisas aconteceram na década de 50 do século XIX, quando então, o senhor Rivail, assistindo às sessões espíritas a que foi convidado, formulou diversas perguntas a vários espíritos, anotando as respostas. Estas interrogações, suas respostas, mais alguns argumentos próprios, somados às anotações de um amigo pessoal, se tornaram tão volumosos que ele decidiu publicá-los em forma de livro. Assim veio a lume a obra intitulada O Livro dos Espíritos.

Este é o primeiro de um total de 8 livros com o objectivo de encher de fachadas a velha feitiçaria, dando-lhe uma nova codificação, numa grosseira tentativa de harmonizá-la com o Cristianismo. O senhor Rivail adoptou o pseudônimo de Allan Kardec ao publicar suas obras em defesa de suas crenças: auto-redenção (salvação através das boas obras e das vicissitudes da vida), reencarnação, mediunidade, etc. Esse corpo de doutrinas recebeu mais tarde o nome de kardecismo, devido ao pseudônimo de seu codificador. Allan Kardec, porém, limitou-se a rotulá-lo de Espiritismo.

O kardecismo é antibíblico e incoerente, e, portanto, indigno de crédito. O leitor verá que para pensarmos assim, bastar-nos-á o uso da razão.

Veremos que embora cite referências bíblicas para ludibriar, se impor e meter respeito, o kardecismo não é bíblico, pois nega a infalibilidade da Bíblia, o que é indício de desonestidade; porquanto, ou a Bíblia é digna de confiança e então citemos a mesma para provarmos a ortodoxia de nossas doutrinas; ou ela é indigna de confiança, e então abandonemo-la. Essa incoerência nos dá base para afirmarmos com intrepidez que o aparente apego do Kardecismo à Bíblia tem por objetivo único ganhar a simpatia dos incautos.

 

O que levou Kardec a se envolver com o Espiritismo?

Resposta: Em dezembro de 1847, duas meninas norte-americanas, Margaret (ou Magie) e Kate (ou Katie) Fox (elas eram irmãs), de doze e dez anos respectivamente, do Estado de Nova Iorque, disseram que tinham detectado coisas estranhas no interior da casa onde residiam: pancadas em diferentes pontos da casa; cadeiras, mesas e lençóis sendo removidos por mãos invisíveis; e uma mão fria tocando o rosto de uma delas. As ditas meninas teriam então criado uma maneira de se comunicar com o autor de tais fenômenos, o qual teria passado a respondê-las, usando para tanto, o código previamente combinado, isto é, pancadas. Os meios de comunicação de massa de então, anunciaram esse ocorrido, o que incrementou a propagação de sessões espíritas por todos os rincões da América do Norte. E as coisas não pararam por aí. Esses fenômenos viraram manchete na Inglaterra também, e daí, irradiou para outros países da Europa, como, por exemplo, a França. Sessões espíritas com mesas se movimentando por mãos invisíveis, seguidas de comunicações inteligentes através de códigos previamente estabelecidos entre os consulentes e os invisíveis consultores, tornaram-se comuns na França.

Então o senhor Rivail atendeu a um convite para comparecer a uma dessas sessões. Ficou impressionado com o que viu e quis saber mais. Empreendeu, pois, a pesquisa acima referida, donde nasceu a doutrina religiosa hoje conhecida pelo nome de Kardecismo. Este é extremamente incoerente e, neste livro ouso denunciar isso, provar que deveras as coisas são assim, e refutar à luz do bom senso.

Segundo muitos autores, as irmãs Fox se retrataram, confessando que tudo não passava de truques. Só para citar um exemplo, em seu livro Os Falsos Profetas, 1ª edição de 1985, o Pastor R. R. Soares escreveu à página 72 o que se segue: “Tanto Katie como Magie se retrataram ... acerca da farsa que engendraram. [...]. E como prova dessa afirmação, ele cita os seguintes jornais: New York Herald, edições de 24/09/1888 e 10/10/1888; e The World, de 22/10/1888. As irmãs Fox falaram a
verdade quando se retrataram?

As irmãs Fox falaram a verdade quando se retrataram? Esta possível controvérsia não me interessa. Neste livro não entro no mérito desta questão, já que não
necessito disso para atingir os meus alvos, que são:

 

1º) Provar que o Kardecismo é incoerente e, por conseguinte, indigno de crédito;

 

2º) Uma vez provado que o Kardecismo não merece a nossa confiança, sugerir às suas vítimas que troquem Kardec por Aquele que disse: “Eu sou a verdade” _ Jesus.

 

Não creio que o Espiritismo seja uma palhaçada, como já ouvi muitos dizerem; não ombreio os que dizem que tudo não passa de fenômenos psíquicos ainda inexplicáveis pela Ciência; nem tampouco admito que se possa comunicar com os mortos. O que afirmo aqui, é que no Espiritismo nem tudo é verdade, assim como também nem tudo é irreal, ou seja, os espíritas com muita freqüência realmente incorporam espíritos. Estes, por sua vez, realmente impressionam. Logo, não discuto aqui se os espíritas incorporam ou não espíritos (este ponto é pacífico entre espíritas evangélicos), e sim, se tais espíritos são ou não, as almas dos falecidos.

Allan Kardec, como profícuo escritor que era, produziu muitos livros e artigos sobre diversos assuntos; mas neste livro só cito as obras que ele elaborou como codificação espírita. São ao todo os oito livros (produzidos originalmente em francês) abaixo relacionados:

 

 

 

  1. O Livro dos Espíritos
  2. O Livro dos Médiuns
  3. O Evangelho Segundo o Espiritismo
  4. A Gênese
  5. O Céu e o Inferno
  6. O Que é o Espiritismo
  7. A Prece Segundo o Evangelho
  8. Obras Póstumas

Os oito livros acima _ por mim citados amiúde neste livro como exibição de provas documentais de minhas afirmações _, por serem de domínio público, ao mencioná-los junto às transcrições, não me submeto ao padrão acadé.mico de citação, a saber, não anteponho ao título do livro o nome de seu autor. Limito-me a informar apenas os nomes das obras e outros dados indispensáveis. Nem mesmo na Bibliografia fui fiel à ABNT. Tomei a liberdade de fazê-lo, para ganhar tempo.

 

 

 

 

A REGENERAÇÃO ou NOVO NASCIMENTO

Jesus respondeu, e disse-lhe: Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus.João 3:3

 

Em João 3:1-8, Jesus trata de uma das doutrinas fundamentais da fé cristã: a regeneração (Tt 3:5), ou o nascimento espiritual. Sem o novo nascimento, ninguém poderá ver o reino de Deus, receber a vida eterna e a salvação mediante Jesus Cristo.

Apresentamos a seguir, importantes factos a respeito do novo nascimento.

 

1) A regeneração é a nova criação e transformação da pessoa (Rm 12:2; Ef 4:23-24), efectuadas por Deus e o Espírito Santo (Jo 3:6; Tt 3:5). Por esta operação, a vida eterna da parte do próprio Deus é autorgada ao crente (Jo 3:19; 2 Pe 1:4; 1 Jo 5:11), e este se torna um filho de Deus (Jo 1:12; Rm 8:16-17; Gl 3:26) e uma nova criatura (2 Co 5:17; Cl 3:10). Já não se conforma com este mundo (Rm 12:2), mas é criado segundo Deus "em verdadeira justiça e santidade" (Ef 4:24).

 

2) A regeneração é necessária porque, à parte de Cristo, todo o ser humano, pela sua natureza inerente e pecadora, é incapaz de obedecer a Deus e de agradar-Lhe (Sl 51:5; 58:3; Rm 8:7-8; 5:12; 1 Co 2:14).

 

3) A regeneração tem lugar naquele que se arrepende dos seus pecados, volta-se para Deus (Mt 3:2) e coloca sua fé pessoal em Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador.

 

4) A regeneração envolve a mudança da velha vida de pecado em uma nova vida de obediência a Jesus Cristo (2 Co 5:17; Ef 4:23-24; Cl 3:10). Aquele que realmente nasceu de novo está liberto  da escravidão do pecado, e passa a ter desejo e disposição espiritual de obedecer a Deus e de seguir a direcção do Espírito (Rm 8:13-14). Vive uma vida de rectidão (1Jo 3:9; 5:18) e não ama o mundo (1 Jo 2:15-16).

 

5) Quem é nascido de Deus não pode fazer do pecado uma prática habitual na sua vida. Não é possível permanecer nascido de novo sem o desejo sincero e o esforço vitorioso de agradar a Deus e de evitar o mal (1 Jo 2:3-11, 15-17, 24-29; Jo 3:6-24, 4:7,8,20; 5:1), mediante uma comunhão profunda com Cristo e a dependência do Espírito Santo (Rm 8:2-14).

 

6) Aqueles que continuam vivendo na imoralidade e nos caminhos pecaminosos do mundo, seja qual for a religião que professam, demonstram que ainda não nasceram de novo (1 Jo 3:6-7).

 

7) Assim como uma pessoa nasce do Espírito ao receber a vida de Deus, também pode extinguir essa vida ao enveredar pelo mal e viver em iniquidade. As Escrituras afirmam: "Se viverdes segundo a carne, morrereis" (Rm 8:2-14). Ver também Gl 5:19-21, atentando para a expressão "como já antes vos disse" (v. 21).

 

8) O novo nascimento não pode ser equiparado ao nascimento físico, pois o relacionamento entre Deus e o salvo é questão do Espírito e não da carne (Jo 3:6). Logo, embora a ligação física entre um pai e um filho nunca possa ser desfeita, o relacionamento de pai para filho, que Deus quer manter connosco, é voluntário e dissolúvel durante nosso período probatório na terra. Nosso relacionamento com Deus é condicionado pela nossa fé em Cristo durante nossa vida terrena; fé esta demonstrada numa vida de obediência e amor sinceros (Hb 5:9; 2 Tm 2:12).

 

Estudo retirado da "Bíblia de Estudo Pentecostal".