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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Sem alternativas!

"Quero aqui evitar que alguém expresse esta grande insensatez que certas pessoas tantas vezes repetem a respeito de Jesus:
_ Estou pronto a aceitar Jesus como um grande mestre moralista, mas não aceito sua alegação de que era Deus. _
Aí está uma coisa que não podemos dizer. Um homem que fosse apenas um homem, e dissesse as coisas que Jesus disse, não poderia ser um grande mestre moralista. Ou era... um louco _ e portanto se acha no plano daquele que se afirma ser um ovo cozido _ ou então era um demónio do inferno. Cada um tem que fazer a sua escolha. Ou este homem era, e é o Filho de Deus, ou então era louco ou coisa pior."
Você pode silenciá-Lo, julgando-O tolo; pode cuspir-Lhe e matá-Lo, julgando-O um demónio; ou então, caír a Seus pés e chamá-Lo Senhor e Deus. Mas não me venha com tolices condescendentes, afirmando que Ele era apenas um grande mestre humanista. Ele não nos deixou esta alternativa. Não era Sua intenção fazê-lo"
 

C.S.Lewis
In: Mais Que Um Carpinteiro

 

A ESCRITURA

A Bíblia, também chamada de Escritura ou Escrituras, é o registo inspirado da revelação especial de Deus ao homem. Ela é fonte de revelação para nós.

Nela podemos ouvir a Deus, conhecê-Lo e à Sua vontade como se Deus falasse directamente connosco.

Nenhuma outra revelação é necessária hoje para a humanidade acerca de Deus e dos Seus planos. Nada mais a acrescentar ao registo bíblico. Apenas entender, mediante o auxílio do Espírito Santo, o que já está revelado. Entretanto, quando Cristo voltar Ele trará mais luz acerca do que já foi falado, mas que agora "vemos como por espelho" (1 Co 13:12)

 

A Autoridade Da Escritura

 

Quando falamos em autoridade referimo-nos ao direito ou ao poder de um indivíduo realizar aquilo que determina ou exigir obediência. Porém, em relação à Escritura autoridade indica exactidão estabelecida, em cujas informações se pode confiar. Na prespectiva cristã, Deus é a autoridade suprema, e a Escritura é a fonte final onde encontramos a mente e a vontade de Deus.

A Bíblia é a forma material da revelação especial de Deus para nós hoje. Através das palavras da Bíblia, Deus revela-Se a nós hoje como quando ele falou pela primeira vez. A Palavra de Deus é eterna. O que Ele disse no passado vale para hoje e para sempre (Dt 29:29).

Significa que Deus nos diria hoje, nas mesmas condições das pessoas do passado, o que Ele disse para eles outrora. Mas que base temos para afirmarmos que a Bíblia é hoje fonte final de autoridade religiosa? O que se segue é uma base segura para os cristãos "edificados sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas, sendo o próprio Cristo Jesus a principal pedra de esquina" (Ef 2:20).

A fé do cristão está fundada em Jesus e nos ensinos dos Seus apóstolos. Desta forma, a atitude de Jesus e Seus apóstolos para com a Escritura serve de base para nós.

Se a nossa fé está em Jesus, então, o que Ele creu e ensinou é o que devemos crêr. O mesmo se pode dizer acerca dos apóstolos, em cujos fundamentos estamos alicerçados. Eles reconheceram a autoridade final do Antigo Testamento.

Jesus citou as Escrituras do Antigo Testamento e sujeitou-se a elas (Mt 4:4; 26:53-54; Mc 14:27). Ele referiu-se à Escritura como Palavra de Deus (Mc 7:13), e acreditou serem uma revelação de Deus dada sob a inspiração do Espírito Santo (Mc 12:36). Ele cria na autoridade de todo o Antigo Testamento (Lc 24:25-27). Referiu-se a cada uma das suas principais divisões: a lei (Mt 4:4) os livros poéticos (Mc 11:10s) e os profetas (Mc 7:6). Jesus aceitou as histórias do Antigo Testamento como sendo verdadeiras. Aceitou os milagres, as profecias e a ética.  E não foi uma simples acomodação à crença da Sua época, pois permitiu que a Palavra escrita dirigisse a Sua missão, fez uso dela para resistir a Satanás no deserto e citou-a durante Seu momento final de agonia na cruz. Ele sujeitou-se às Escrituras do Antigo Testamento. Portanto, para Jesus, a Escritura antiga era fonte final de autoridade.

Os apóstolos também reconheceram a autoridade final do Antigo Testamento. Eles citaram as letras e os pensamentos da Escritura antiga como apoio aos seus ensinos. Com frequência apresentaram a fé cristã como cumprimento das Escrituras (At 2:16-35; 3:22-25; 4:11; Rm 1:2; Gl 3:16-18). Para o apóstolos, assim como para o seu Mestre, o Antigo Testamento era a Palavra de Deus escrita (At 4:25; 2 Tm 3:16; Hb 4:3; 10:15-17; 2 Pe 1:21).

 

No próx. post abordaremos:

"O reconhecimento de Jesus e dos apóstolos da autoridade das palavras do Novo Testamento"

 

Fonte: Manual de Teologia Sistemática

Zacarias de Aguiar Severa

 

PORQUE A BÍBLIA É A VERDADEIRA PALAVRA DE DEUS

A mentira, o desconhecimento e a arrogância da doutrina espírita em relação a QUEM É de facto Deus e Jesus Cristo é algo tremendamente diabólico.

A forma como usam, negam e deturpam a Palavra de Deus, é algo profundamente demoníaco.

A única motivação que tenho para fazer este trabalho, é porque sei que há muitas pessoas que estão iludidas pelo espiritismo achando que estão no caminho que os vai conduzir a Deus, mas que, na verdade, as condena a uma morte física e espiritual eterna!

Amigo que procuras encontar o Deus Verdadeiro:

Acreditas que Jesus Cristo é o Filho de Deus?

Acreditas que Ele é Deus que se fez homem, que veio a este mundo morrer por nós, para que através da Sua morte, fôssemos salvos?

Acreditas que Ele, Jesus Cristo, Ressuscitou ao terceiro dia?

Então acompanha-me neste estudo e vê com os teus próprios olhos a passadeira vermelha que o espiritismo te estende rumo ao Inferno!

 

Porque não existe uma Bíblia Espírita?
Porque os espíritas adoptaram o "Evangelho, segundo o Espiritismo" e não a Bíblia. Kardec usou passagens das Escrituras deturpadas e retiradas do contexto para dar um ar de credibilidade a uma doutrina anti-bíblica criando "outro evangelho". 
O espiritismo alega que "os Espíritos preferiram não faltar com respeito a Deus, em colocar para os espíritas conceitos tão estúpidos, absurdos e ridículos acerca d'Ele como aqueles que estão exarados nas Sagradas Escrituras", afirmando entre outras heresias: "Nós teríamos vergonha de ensinar que o próprio Deus mandara o profeta Ezequiel comer bosta com pão, conforme conta a sua "palavra de Deus".

Usando alguns versículos descontextualizados, onde impera o desrespeito da doutrina espírita pela Palavra de Deus, os Kardecistas fazem uma lavagem cerebral aos incautos que os procuram levando-os a abominar a Palavra de Deus e a rejeitá-la sem sequer tentarem conhecê-la primeiro.

Porque é que eles agem assim? 

 

PORQUE A BÍBLIA É A VERDADEIRA PALAVRA DE DEUS E COMO TAL DESMASCARA AS DOUTRINAS DE SATANÁS!

_ Todos os cristãos lavados e remidos em Cristo, acreditam que a Bíblia é a Palavra de Deus, na qual 66 livros juntos, revelam a redenção de Deus através de Jesus Cristo, o Salvador! A resposta está no facto de que Deus mesmo tem confirmado isso, por meio do que chamamos de o "testemunho interno do Espírito Santo". Nas palavras da Confissão de Westminster (1647):

 "Pelo Testemunho da Igreja podemos ser movidos e incitados a um alto e reverente apreço pela Escritura Sagrada; a suprema excelência do seu conteúdo, a eficácia da sua doutrina, a magestade do seu estilo, a harmonia de todas as suas partes, o escopo do seu todo (que é dar a Deus toda a glória), a plena revelação que faz do único meio de salvação de homem, as suas muitas outras excelências incomparáveis e completa perfeição são argumentos pelos quais abundantemente se evidencia ser ela a Palavra de Deus; contudo a nossa plena persuasão e certeza da sua infalível verdade e divina autoridade provém da operação interna do Espírito Santo, que, pela Palavra e com a Palavra, testifica em nossos corações."

O testemunho do Espírito Santo com relação às Escrituras é semelhante ao seu testemunho com relação a Jesus, que encontramos referido em: João 15: 26; 1 João 5: 7;  (cf. 1 João 2: 20-27). Não se trata de fornecer novas informações, mas de iluminar mentes que doutra forma seriam obscurecidas para discernir a divindade e perceber o seu impacto único _ o impacto, no primeiro caso, do Jesus do Evangelho e, no segundo caso, o impacto das palavras das Sagradas Escrituras. O Espírito age e brilha no nosso coração para dar-nos a luz do conhecimento da glória de Deus na face de Jesus Cristo (2 Coríntios 4: 6), mas também a luz da Sua glória no ensino das Escrituras Sagradas. O resultado desse testemunho é um estado de mente no qual tanto o Salvador quanto as Escrituras tornam-se evidentes para nós como divinos: Jesus, uma Pessoa divina; as Escrituras, uma Palavra divina, e isso de um modo tão directo e imediato, como os gostos e as cores impressionam os nossos sentidos. A consequência disso é que nós não achamos mais possível duvidar da divindade de Cristo ou da origem divina da Bíblia.

O próprio Deus autentica para nós as Sagradas Escrituras como a Sua Palavra, indo além do argumento humano (por mais forte que este seja) e do testemunho da Igreja (por mais impressionante que seja).

Deus faz isso, mais precisamente, abrindo o nosso coração e iluminando a nossa mente para percebermos a luz perscrutadora e o poder transformador mediante os quais as Escrituras comprovam ser divinas. Esse impacto é, em si mesmo, o testemunho do Espírito "pela Palavra e com a Palavra em nosso coração".

Argumentos, testemunhos de outras pessoas e nossas próprias experiências poderão apoiar e esclarecer esse testemunho, mas transmiti-lo, assim como transmitir a fé em Cristo como o Salvador divino, é a prerrogativa exclusiva do soberano Espírito Santo.

 

 

Maria Helena

Lógica? Fé racional?

Olá a todos!

Graça e paz de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!

Tenho pensado bastante nos comentários de alguns "Espíritas"que dizem possuir uma "Fé Racional"...

Na sua ânsia de "racionalizar" a Fé, Kardec invocou a ciência, mas parece ter-se esquecido (ele ou os Espíritos) de que a ciência evoluiria ao ponto de o desmentir! Como já comentei várias vezes a fé é ter a firme convicção das coisas que se não veêm! Logo jamais poderá ser provada cientificamente.

O que é a Fé?

A Bíblia diz em Hebreus 11:1 “Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem.”
Jesus é a origem da fé. A Bíblia diz em Lucas 17:5 “Disseram então os apóstolos ao Senhor: Aumenta-nos a fé.” A Bíblia diz em Romanos 10:17 “Logo a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela palavra de Cristo.”
A verdadeira fé é crer no que Cristo fez por nós. A Bíblia diz em Romanos 5:1 “Justificados, pois, pela fé, tenhamos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo.”
Fé é confiar em Deus para tudo. A Bíblia diz em Hebreus 10:38 “Mas o justo viverá da fé; e se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele.”
Uma fé fraca pode-se tornar numa fé forte com a ajuda de Deus. A Bíblia diz em Marcos 9:24 “Imediatamente o pai do menino, clamando, [com lágrimas] disse: Creio! Ajuda a minha incredulidade.”

Não posso no entanto esquecer a afirmação de um dos maiores cientistas de todos os tempos, Louis Pasteur, que acreditava que a Bíblia era a Palavra de Deus  e que um dia escreveu:

_ Pouca ciência, nos afasta de Deus, muita nos aproxima!

Vamos então tentar perceber o que há de racional nas afirmações de Kardec?

 

O espiritismo é racional?

Quanto à doutrina espírita basear-se num conjunto de idéias muito bem sistematizado, sendo, portanto, passível de aceitação racional, na verdade não é assim.

O espiritismo procura firmar-se em três pilares principais: a comunicação com os mortos, a reencarnação e a salvação pela prática das boas obras.

Todos esses pilares do espiritismo são condenados pela Palavra de Deus.

Sobre a comunicação com os mortos, veja Deuteronômio 18.11, 12 e Isaías 8.19, 20.

A crença na salvação pela prática das boas obras é amplamente refutada nas Escrituras. Basta ler Efésios 2.8, 9; 2 Timóteo 1.9 e Tito 3.5-7.

Agora, abraçar a tais doutrinas do espiritismo, claramente condenadas pela Palavra de Deus, é algo racional quando Kardec buscou na Bíblia bases para ter alguma credibilidade?

Mas, há outras questões intrigantes no espiritismo.

Um delas é o ensino de Allan Kardec de que outros planetas são habitados: “De todos os globos que constituem o nosso sistema planetário, segundo os Espíritos, a terra é daqueles cujos habitantes são menos adiantados, física e moralmente; Marte lhe seria ainda inferior, e Júpiter, muito superior, em todos os sentidos... Muitos Espíritos que animaram pessoas conhecidas na Terra disseram estar reencarnados em Júpiter” (O Livro dos Espíritos, capítulo IV, 188, nota 1). Os espíritos também ensinaram a Kardec que o planeta Marte não tem qualquer satélite, que Saturno só tem um anel formado pelo mesmo material do planeta, e que algumas estrelas como Sírio são milhares de vezes maiores do que o sol (A Gênese, capítulo VI, 27).

Ao contrário do que os espíritos ensinaram a Kardec, a ciência já descobriu que Marte possui dois satélites, que o anel de Saturno não é formado da mesma matéria do planeta e que Sírio tem um tamanho entre 13 a 15 vezes maior do que o sol.

Tudo isso é racional? É lógico que não. Trata-se, então, de espíritos mentirosos. Diante das informações mencionadas acima, pode-se confiar nos espíritos que influenciaram e revelaram as doutrinas espíritas a Allan Kardec? A resposta lógica e racional é não. Se os espíritos por trás de Allan Kardec não são confiáveis quando tratam das coisas deste mundo, muito menos o serão ao tratar de coisas espirituais, coisas relacionadas com a salvação da alma e com a vida eterna.

Os espíritos também ensinaram Allan Kardec e outros expoentes do espiritismo como Léon Denis, a atacar a Bíblia Sagrada, a Palavra de Deus.

Kardec declarou: “A Bíblia contém evidentemente narrativas que a razão, desenvolvida pela ciência, não poderia aceitar hoje em dia” (A Gênese, IV, 6).

Léon Denis afirmou: “Daí segue que não poderia a Bíblia ser considerada ‘a palavra de Deus’ nem uma revelação sobrenatural. O que se deve nela ver é uma compilação de narrativas históricas e legendárias, de ensinamentos sublimes, de par com pormenores às vezes triviais”.

Ora, usar a Bíblia para formular doutrinas e atacá-la ao mesmo tempo é racional? Trata-se, no mínimo, de uma contradição. Seria como namorar uma jovem, desejar casar-se com ela e difamá-la ao mesmo tempo.

 

Como pode alguém afirmar que a doutrina espírita se baseia num conjunto de idéias muito bem sistematizado, sendo, portanto, passível de aceitação racional, pois quando Allan Kardec codificou a doutrina espírita, deu-lhe um revestimento científico?

Como afirmar que o espiritismo se vale de uma roupagem racional no mundo moderno se as suas doutrinas são condenadas pela Palavra de Deus e se nenhuma das suas doutrinas tem base científica?

E porque é que as pessoas não conseguem perceber isso?

A resposta pode ser encontrada em 2 Coríntios 4.4: “O deus desta era cegou o entendimento dos descrentes, para que não vejam a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus”.

O testemunho das Escrituras Sagradas permanece, afirmando que só Jesus Cristo pode salvar do pecado e da morte eterna (João 14.6 e Atos 4.12).