Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Incoerências espíritas (o Inferno é Oposto ao Amor de Deus?)

O inferno só é "Oposto ao Amor de Deus" se ignorarmos que Deus, mesmo sendo Deus de Amor,  é totalmente Santo e totalmente Justo! Dizer que o inferno é "Oposto ao amor de Deus", é negar que Deus abomina o pecado! É negar o sacrifício de Jesus na cruz do Calvário! Deus jamais vai aceitar o nosso pecado apesar de nos amar. Ele providenciou a nossa salvação do Inferno! Jesus Cristo!

 

O que a Bíblia afirma de forma clara, é que realmente existe a condenação eterna e que Deus é, inegavelmente, amor. Se temos dificuldades para compreender o porquê da severidade de Deus para com o pecado, o problema está em nós. O próprio Kardecismo diz: “Por que haveis de avaliar a justiça de Deus pela vossa?”, mas a verdade é que avalia... incoerências!

A passagem bíblica que mais enfatiza, simultâneamente, a perdição eterna e o amor de Deus, é Jo 3:16. Este versículo diz: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho unigênito para que todo aquele que nEle crê não pereça, mas tenha a vida eterna”. Ora, se Deus nos deu Seu Filho para não perecermos, está provado que Ele viu que se não no-Lo desse, pereceríamos inevitavelmente; e, visto que Ele realmente é amor, e, portanto, não deseja esta tamanha catástrofe para nós, tomou medidas drásticas e radicais contra o pecado, em defesa do pecador. Este texto bíblico (Jo.3.16) assegura-nos que Deus nos deu o Seu Filho com a seguinte finalidade: Livrar-nos de perecer e, por conseguinte, dar-nos a vida eterna. 

Pergunto aos kardecistas: O que é perecer?

Se não existe Inferno e sofrimento eterno, Jesus veio salvar-nos de quê? Morrer, é algo que nos acontecerá a todos (se Jesus Cristo não vier antes), este corpo nasce para morrer. Se todas as nossas faltas (pecados) pudessem ser reparadas através de boas obras e sofrimentos, nesta e/ou noutra (s) encarnação (ões), neste e/ou noutro (s) mundo (s), não haveria necessidade de Deus nos dar o Seu Filho unigénito para nos livrar de perecer, pois teríamos em nós mesmos a solução desse inconveniente: a caridade e as vicissitudes da vida. Logo, Deus nos teria dado o Seu Filho em vão.

Se o sacrifício de Jesus Cristo não é suficiente para que todo aquele que n'Ele crê não pereça e seja justificado perante Deus, a vinda d'Ele a este mundo foi inteiramente ineficaz e inoperante, não tendo, portanto, produzido nenhum efeito positivo sobre nós, porquanto ainda estamos sujeitos a tudo quanto estaríamos, se Ele não tivesse vindo em nosso auxílio, a saber, ainda temos que expiar os nossos pecados através das boas acções + sofrimentos.

Acontece, porém, que Jesus Cristo disse “que todo aquele” (o que equivale a dizer: seja lá quem for) “que n'Ele crê ” não perecerá, mas terá “a vida eterna”. O que é “não perecer"? O que é “ter a vida eterna"? “Não perecerá” significa que não sofrerá eternamente? Mas para que nos daria Deus o Seu Filho para nos livrar do sofrimento eterno, se este não existisse?

“Não perecerá”... significa que o crente não terá que sofrer as consequências dos seus pecados? Como não, se Allan Kardec disse que o homem não se livra de pagar o que deve, nesta ou noutra encarnação, neste ou noutro mundo?

Respondam-me, ó kardecistas, o que é o “não pereça” a que Jesus fez menção?

Está claro nas palavras de Jesus, quem crêr vai livrar-se de uma coisa chamada perecer. Essa coisa não seria o sofrimento eterno, pois este não existe (segundo o kardecismo); também não é deixar de sofrer uma pena temporal, isto é, uma pena por um tempo determinado, até que o pecador expie as suas culpas, pois segundo o kardecismo, o homem sofrerá inevitavelmente as conseqüências de suas faltas. Então, que é o “não pereça”?

É digno de nota que o “não pereça”, esteja em oposição com o “tenha a vida eterna”, o que, por si só, já nos informa que quem não perecer terá a vida eterna, e que quem não tiver a vida eterna, irá perecer.

Uma vez que nós (os cristãos evangélicos) e os kardecistas cremos na imortalidade da alma, e por “vida eterna” entendemos uma existência feliz com Deus para sempre, “pereça” não seria uma existência consciente, sem Deus, infeliz, para todo o sempre?

Se o leitor é kardecista, por certo está pensando:

“Não pode ser, pois Deus é amor!” 
Então eu pergunto: O facto de Deus nos ter dado o Seu Filho unigénito para nos livrar do sofrimento eterno, no inferno, ao qual estávamos sentenciados, não é, porventura, uma grande prova de amor? A maior de todas as provas de amor?

Sendo a pena, eterna ou não, ao nos dar Deus o Seu Filho para nos livrar dessa pena, Ele prova o Seu imensurável amor por nós, você não acha?

E se Deus nos deu o Seu Filho para nos livrar da pena, ainda que esta não fosse eterna, estaria extinta por Jesus, continuando Allan Kardec a assumir o
sacrílego posto de falso profeta, considerando que muitos anos após Deus nos ter dado o Seu Filho para nos salvar, ele (Allan Kardec) escreveu o seguinte:

a)     “... O sofrimento é inerente à imperfeição, assim como toda falta dela promanada, traz consigo o próprio castigo nas conseqüências naturais e inevitáveis ...” (O Céu e o Inferno, capítulo VII, nº 33, página 100. Grifo meu);

b)    “Toda falta cometida, todo mal realizado é uma dívida contraída que deverá ser paga; se o não for em uma existência, sê-lo-á na seguinte ou seguintes, porque todas as existências são solidárias entre si,... (Idem,  capítulo VII, nº 9, página, 91).

Por que é que as consequências das nossas faltas (pecados) são inevitáveis se Deus nos amou de tal maneira que nos “deu o Seu Filho unigénito para que” ao crermos n'Ele deixemos de perecer e tomemos posse da “vida eterna”?

 

Quando o Senhor Jesus Cristo mandou pregar o Evangelho a todas as pessoas, assegurou que “quem crer e for baptizado será salvo”; e que “quem não crer será condenado” (Mc 16:15,16). Logo, os kardecistas precisam saber o seguinte:

a)  O Senhor Jesus salva (Hb 7:25; At 10:43; 2:48; Mc 2:9; Ef 2:5, 8, 9; I Jo 1:7; Rm 3:23-28; Rm 6:23; 8:1);

b)  Quem crê em Jesus não perece, tem a vida eterna, é salvo e não é condenado. Isso significa ter a vida eterna, ser salvo, não perecer, e não ser condenado?

 

Se não há sofrimento eterno, no Inferno, e sim a inevitabilidade de uma punição que termina tão logo o penitente pague o que deve através das boas obras e das aflições da vida, nesta e/ou noutra (s) encarnação (ões), pergunta-se:

Quem crer no Evangelho será salvo de quê? E quem não crer será condenado a quê?

Sim, se existe a inevitabilidade das consequências das faltas, quem crer será salvo de quê? Igualmente, se não há sofrimento eterno, no Inferno, e sim a inevitabilidade duma pena passageira, quem não crer no Evangelho será condenado a quê, visto que a pena passageira nós sofreremos inevitavelmente, crendo ou não
no Evangelho, como o insiste o Kardecismo?

Eu estou recorrendo à  Bíblia, e os kardecistas devem considerar isto relevante, pois como já sabemos, Allan Kardec recorre à Bíblia frequentemente. Quem examina as obras do Kardecismo sabe que a literatura kardequiana está recheada de textos bíblicos. Claro que Kardec recorreu à Bíblia com segundas intenções, mas, de um jeito ou de outro, isso confere-nos o direito de também ir à Bíblia, para nos certificarmos se, de facto, a Bíblia dá ao Kardecismo o apoio que essa seita alega receber do Livro dos livros. Sim, já que Allan Kardec invocou o testemunho bíblico, vejamos o que a Bíblia tem a dizer.

 

 

 

 

Incoerências espíritas (O inferno é repugnante à justiça?)

O Inferno só é Repugnante à (in)justiça de quem se recusa a deixar o pecado. O Inferno só é (in)justo para aqueles que, mesmo negando a sua existência, sabem que, se ele realmente existe, caminham inexorávelmente para lá.

 

O que é a justiça?

O antigo e já extinto programa de TV intitulado “Você Decide” é um nítido exemplo do quanto a consciência humana está atrofiada, e, portanto, impossibilitada de decidir por si só entre o justo e o injusto: milhões de pessoas diziam “sim” e milhões diziam “não”. Ganhava a "justiça" que angariasse mais votos.  Assim, fica claro que o homem necessita de uma unidade padrão, com a qual possa comparar suas palavras e obras, bem como certificar-se da autenticidade ou não de tudo aquilo que se intitula justiça. E, esta unidade padrão, segundo nos informaram os homens santos de Deus e o próprio Jesus Cristo, existe: é a Bíblia. Senão vejamos:

 

Jesus:

  • “Errais, não conhecendo as Escrituras...” (Mt 22:29);
  • “... a Escritura não pode ser anulada” (Jo 10:35);
  • “...as Escrituras... dão testemunho de mim” (Jo. 5:39);

 

Isaías:

  • “À Lei e ao Testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra nunca verão a alva” (Is 8:20);

 

Apóstolo Paulo:

  • “Escrevo-te estas coisas ... para que saibas como convém andar ...” ( I Tm 3: 14,15 );
  • “Toda Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça” (2 Tm 3:16);

 

Apóstolo Pedro:

  • “Sabendo, primeiramente, isto, que nenhuma profecia da Escritura provém de particular elucidação, porque jamais qualquer profecia foi dada por vontade humana, entretanto homens santos falaram da parte de Deus movidos pelo Espírito Santo” (2 Pe. 1: 20, 21).

Está claro, é a Bíblia que dá a primeira e a última palavra em todos os sectores da nossa vida. Temos algo incomparavelmente mais confiável do que as falíveis razões humanas: a Bíblia, a Palavra de Deus.

Se mal interpretado, o que foi apresentado até aqui pode levar um leitor desavisado a concluir precipitadamente que o autor destas linhas discorda do uso da razão. Mas não é este o caso. Eu tenho capacidade para raciocinar sim. De outro modo não teria detectado as contradições do Kardecismo. Não é por acaso que os líderes espíritas pedem aos seguidores de Kardec para lêr a Bíblia sim, mas à luz das mentiras dos livros espíritas. O Diabo é astuto. Através da leitura dos livros inspirados pelos demónios, a mente fica sujeita ao seu domínio e a Palavra de Deus é automáticamente rejeitada e não conseguem entendê-la.

O facto de Jesus Cristo dizer que “nem um jota ou um til, se omitirá da lei, sem que tudo seja cumprido” (Mt 5:18), justifica o título honorífico de “sagradas letras” (2 Tm. 3:15) que o apóstolo Paulo atribuiu à Bíblia. Não é de estranhar, portanto, que o espiritismo ataque a Bíblia Sagrada negando que ela seja a Palavra de Deus. O Diabo rege a "orquestra" que toca conforme a sua vontade. Ele não se importa que os espíritas leiam a Bíblia... desde que o façam à luz da mentira da doutrina criada por Satanás e codificada por Kardec..

Até a sabedoria popular dá a sua opinião acerca da inconsistência das nossas imaginações falíveis, ao dizer: “ cada cabeça, uma sentença”.

No livro intitulado “O Evangelho Segundo o Espiritismo”, supracitado, capítulo 5, nº 21, páginas 115-116, está contida uma exortação a não avaliarmos a justiça divina pelos nossos suspeitos padrões. Diz o texto: “Por que haveis de avaliar a justiça de Deus pela vossa?”.  Assim o Kardecismo destrói-se a si mesmo.

 


http://www.pastorjoel.com.br/espiritkard.htm

Incoerências espíritas (O inferno é contrário ao bom senso?)

Kardec afirma: "O Inferno é Contrário ao Bom Senso." Jesus Cristo, aquele que deixou a Sua glória no céu e veio aqui, morrer no nosso lugar, pagando um preço que jamais poderíamos pagar para que tenhamos comunhão com Deus, disse e ensinou  exactamente o contrário.

Para sabermos se existe ou não o castigo eterno, não podemos limitar-nos a consultar o “bom senso” de seres falhos como nós; caso agissemos assim poderíamos fazer, acerca da existência do Inferno, as seguintes afirmações:

 

a) Existe;

b) Não existe;

c) Não sabemos se existe ou não.

 

Porquê? Porque encontramos muitas pessoas, igualmente inteligentes, que fazem estas afirmações, alegando, todas elas contar com a corroboração do seu bom senso. E aí? Qual das três opiniões é a correcta? O meu bom senso é menos inteligente que o do outro? Para nos pronunciarmos positiva ou negativamente sobre a existência do Inferno, temos que ir à fonte que o revela, ninguém está melhor credenciado que o Senhor Jesus Cristo, os profetas e os apóstolos para falar acerca de tal lugar. Ouçamo-los:

 

Jesus:

      Vimos  no post anterior cinco versículos bíblicos nos quais Jesus fala sem rodeios do sofrimento eterno, ou seja, fala clara e inequivocamente do Inferno. Muitos outros versículos poderíamos citar. Todavia, por enquanto, ficamos só com aqueles, visto os mesmos são totalmente elucidativos para nos convencer que Cristo falou sim, do castigo eterno; e que não o fez de modo vago, mas de forma clara. Vamos também ver o que diziam os Seus apóstolos:

 

Apóstolo João:

  • “E o diabo que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde estão a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados pelos séculos dos séculos” (Ap 20:10 ).

“E todo aquele que não foi achado inscrito no livro da vida, foi lançado no lago de fogo” (Ap 20:15).

 

Apóstolo Paulo:

  • “Os quais sofrerão, como castigo, a perdição eterna, banidos da face do Senhor e da glória do seu poder” (2 Ts. 1:9).

 

  • “Como escaparemos nós, se descuidarmos de tão grande salvação?...” (Hb 2:3a );
  • “Porque se voluntariamente continuarmos no pecado, depois de termos recebido o pleno conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados, mas uma expectação terrível de juízo, e um ardor de fogo que há de devorar os adversários. Havendo alguém rejeitado a lei de Moisés, morre sem misericórdia, pela palavra de duas ou três testemunhas; de quanto maior castigo cuidais vós será julgado merecedor aquele que pisar o Filho de Deus, e tiver por profano o sangue do pacto, com que foi santificado, e ultrajar ao Espírito da graça? Pois conhecemos aquele que disse: Minha é a vingança, eu retribuirei. E outra vez: O Senhor julgará o seu povo. Horrenda coisa é cair nas mãos do Deus vivo” ( Hb 10:26-31 );

 

Profeta Daniel:

  • “E muitos dos que dormem no pó da terra ressuscitarão, uns para a vida eterna, e outros para a vergonha e desprezo eternos” (Dn 12:2).

 

João Baptista:

  • “Quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, porém, desobedece ao Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus” (Jo 3:36).

Entendemos que Kardec não tenha aceitado os ensinamentos de Jesus Cristo, porque ele foi guiado e usado por demónios disfarçados de "espíritos bons", ou "maus".

A melhor arma de Satanás para ganhar almas é negar a existência do lugar que ele tem guardado para todos aqueles que negam e recusam receber a Salvação que Jesus Cristo veio oferecer ao mundo. Os espíritas podem gritar que são cristãos, mas a verdade é que seguem a doutrina dos espíritos sussurrada ao mentor da doutrina, Allan Kardec. Os espíritas não seguem as doutrinas de Jesus Cristo. Logo, os espíritas não são cristãos, são Kardecistas. Seguem os ensinamentos de Kardec rejeitando os de Jesus Cristo.