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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Oo Indígenas na Visão de Allan Kardec

 

As raças a que chamais selvagens são formadas de Espíritos que apenas saíram da infância e que na Terra se acham, por assim dizer, em curso de educação, para se desenvolverem pelo contacto com Espíritos mais adiantados.

Vêm depois as raças semicivilizadas, constituídas desses mesmos os Espíritos em via de progresso. São elas, de certo modo, raças indígenas da Terra, que aí se elevaram pouco a pouco em longos períodos seculares, algumas das quais hão podido chegar ao aperfeiçoamento intelectual dos povos mais esclarecidos. Os Espíritos em expiação, se nos podemos exprimir dessa forma, são exóticos, na Terra; já tiveram noutros mundos, donde foram excluídos em consequência da sua obstinação no mal e por se haverem constituído, em tais mundos, causa de perturbação para os bons. Tiveram de ser degradados, por algum tempo, para o meio de Espíritos mais atrasados, com a missão de fazer que estes últimos avançassem, pois que levam consigo inteligências desenvolvidas e o gérmen dos conhecimentos que adquiriram. Daí vem que os Espíritos em punição se encontram no seio das raças mais inteligentes.

Por isso mesmo, para essas raças é que de mais amargor se revestem os infortúnios da vida. E que há nelas mais sensibilidade, sendo, portanto, mais provadas pelas contrariedades e desgostos do que as raças primitivas, cujo senso moral se acha mais embotado. 

(O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. 3 – Há muitas moradas na casa de meu Pai. (O Evangelho segundo o Espiritismo, cap. III, itens 13 a 15.)

 

"Mais adiantada do que as que a tinham precedido neste planeta, a raça adâmica é, com efeito, a mais inteligente, a que impele ao progresso todas as outras. A Gênese no la mostra, desde os seus primórdios, industriosa, apta às artes e às ciências, sem haver passado aqui pela infância espiritual, o que não se dá com as raças primitivas, mas concorda com a opinião de que ela se compunha de Espíritos que já tinham progredido bastante."

(A Gênese » A Gênese. Capítulo XI – Gênese espiritual. Raça adâmica)

 

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Sobre os Negros, diz Allan Kardec:

Os negros, segundo Allan Kardec:

Os negros, pois, como organização física, serão sempre os mesmos; como Espíritos, sem dúvida, são uma raça inferior, quer dizer, primitiva; são verdadeiras crianças às quais pode-se ensinar muita coisa;”
(Allan Kardec, “Perfectibilidade da raça negra” Revue Spirite, Abril de 1862)
 
Sob o mesmo envoltório, quer dizer, com os mesmos instrumentos de manifestação do pensamento, as raças não são perfectíveis senão em limites estreitos, pelas razões que desenvolvemos. Eis por que a raça negra, enquanto raça negra, corporeamente falando, jamais alcançará o nível das raças caucásicas; mas, enquanto Espíritos, é outra coisa; ela pode se tornar, e se tornará, o que somos; somente ser-lhe-á preciso tempo e melhores instrumentos. Eis porque as raças selvagens, mesmo em contato com a civilização, permanecem sempre selvagens; mas, à medida que as raças civilizadas se ampliam, as raças selvagens diminuem, até que desapareçam completamente, como desapareceram as raças dos Caraíbas, dos Guanches, e outras. Os corpos desapareceram, mas em se tornaram os Espíritos? Mais de um, talvez, esteja entre nós”.
 (Allan Kardec, “Perfectibilidade da raça negra” Revue Spirite, Abril de 1862)
 
“O progresso não foi, pois, uniforme em toda a espécie humana; as raças mais inteligentes naturalmente progrediram mais que as outras, sem contar que os Espíritos, recentemente nascidos na vida espiritual, vindo a se encarnar sobre a Terra desde que chegaram em primeiro lugar, tornam mais sensíveis a diferença do progresso Com efeito, seria impossível atribuir a mesma antiguidade de criação aos selvagens que mal se distinguem dos macacos, que aos chineses, e ainda menos aos europeus civilizados”
(Allan Kardec, A Gênese, ed. LAKE  p. 187).
 
“Esses Espíritos dos selvagens, entretanto pertencem à humanidade; atingirão um dia o nível de seus irmãos mais velhos, mas certamente isso não se dará no corpo da mesma raça física, impróprio a certo desenvolvimento intelectual e moral. Quando o instrumento não estiver mais em relação ao desenvolvimento, emigrarão de tal ambiente para se encarnar num grau superior, e assim por diante, até que hajam conquistado todos os graus terrestres, depois do que deixarão a Terra para passar a mundos mais e mais adiantados”
(Revue Spirite, abril de 1863, pág. 97: Perfectibilidade da raça negra, in Allan Kardec, A Gênese, Lake _ Livraria Allan Kardec editora, São Paulo, p. 187).
 
‘São seres tão brutos, tão pouco inteligentes, que seria trabalho perdido procurar instruí-los; é uma raça inferior, incorrigível e profundamente incapaz’.
(Allan Kardec, “Perfectibilidade da raça negra” Revue Spirite, Abril de 1862)
 
Mas, então, porque nós, civilizados, esclarecidos, nascemos na Europa antes que na Oceania? Em corpos brancos antes que em corpos negros? Por que um ponto de partida tão diferente, se não se progride senão como Espírito? Por que Deus nos isentou do longo caminho que o selvagem deve percorrer? Nossas almas seriam de uma outra natureza que a sua? Por que, então, procurar fazê-lo cristão? Se o fazeis cristão, é que o olhais como vosso igual diante de Deus; se é vosso igual diante de Deus, porque Deus vos concede privilégios? Agiríeis inutilmente, não chegaríeis a nenhuma solução senão admitindo, para nós um progresso anterior, para o selvagem um progresso ulterior; se a alma do selvagem deve progredir ulteriormente, é que ela nos alcançará; se progredimos anteriormente, é que fomos selvagens, porque, se o ponto de partida for diferente, não há mais justiça, e se Deus não é justo, não é Deus. Eis, pois, forçosamente, duas existências extremas: a do selvagem e a do homem mais civilizado.”
(Allan Kardec, “Perfectibilidade da raça negra” Revue Spirite, Abril de 1862)
 
 
"O exame frenológico dos povos pouco inteligentes constata a predominância das faculdades instintivas, e a atrofia dos órgãos da inteligência. O que é excepcional nos povos avançados, é a regra em certas raças. Por que isto? É um injusta preferência? Não, é a sabedoria. A natureza é sempre previdente; nada faz de inútil; ora, seria uma coisa inútil dar um instrumento completo a quem não tem meios de se servir dele. Os Espíritos selvagens são Espíritos de crianças, podendo assim se exprimir; entre eles, muitas faculdades ainda estão latentes. Que faria, pois, o Espírito de um Hotentote no corpo de um Arago? Seria como aquele que não sabe a música diante de um excelente piano. Por um razão inversa, que faria o Espírito de Arago no corpo de um Hotentote? Seria como Liszt diante de um piano que não teria senão algumas más cordas falsas, às quais seu talento jamais chegaria a dar sons harmoniosos.”
(Allan Kardec, “Perfectibilidade da raça negra” Revue Spirite, Abril de 1862)

 

"O negro pode ser belo para o negro, como um gato é belo para um gato; mas não é belo no sentido absoluto, porque os seus traços grosseiros, seus lábios espessos acusam a materialidade dos instintos; podem bem exprimir as paixões violentas, mas não saberiam se prestar às nuanças delicadas dos sentimentos e às modulações de um espírito fino.
Eis porque podemos, sem fatuidade, eu creio, nos dizer mais belos do que os negros e os Hotentotes; mas talvez também seremos, para as gerações futuras, o que os Hotentotes são em relação a nós; e quem sabe se, quando encontrarem os nossos fósseis, não os tomarão pelos de alguma variedade de animais." 

(Allan Kardec, Teoria da Beleza, in Obras Póstumas, p.131)”

"Em relação à sexta questão, dir-se-á, sem dúvida, que o Hotentote é de uma raça inferior; então, perguntaremos se o Hotentote é um homem ou não. Se é um homem, por que Deus o fez, e à sua raça, deserdado dos privilégios concedidos à raça caucásica? Se não é um homem, porque procurar fazê-lo cristão?”

(Allan Kardec, O Livro dos Espíritos, Instituto de Difusão Espírita, Araras, São Paulo, sem data, capítulo V, p. 127).

 

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Racismo e mentiras de Allan Kardec - 1

Hippolyte Léon Denizard Rivail (Lyon, 3 de Outubro de 1804 – Paris, 31 de Março de 1869)  foi educador, escritor e tradutor francês. Sob o pseudónimo de Allan Kardec, notabilizou-se como o codificador do Espiritismo (neologismo criado por ele) que se tornou conhecido como: Doutrina Espírita.

Como um professor com pouca formação científica (sem formação universitária), Rivail decidiu fazer a sua própria investigação "científica", mesmo sem qualquer conhecimento das técnicas necessárias. Ele compilou uma lista de perguntas e começou a trabalhar com médiuns e canalizadores para as colocar aos espíritos. Limitado à qualidade das comunicações, alegadamente com espíritos de pessoas que já tinham morrido (na verdade eram demónios), as respostas pareciam científicas para alguns (a ciência já demonstrou que muitas dessas respostas eram simplesmente falsas), e, só mesmo alguém tão racista como Kardec não percebe que ele era profundamente racista.

De acordo com Allan Kardec, a raça Adâmica é uma raça superior, e é superior justamente porque Adão, segundo ele, era um branco caucasiano que deuorigem aos europeus civilizados. Ele afirmou também que é impossível que todos nós sejamos água de uma mesma fonte devido às diferenças, principalmente, no que diz respeito à cor da pele.

Apesar de, diz ele, a raça adâmica ter chegado ao planeta já habitado, era uma raça superior aos que aqui estavam, sendo a raça adâmica a mais inteligente  e responsável por impelir ao progresso de todas as outras raças. Ele acrescenta que os brancos eram tão evoluídos que sequer passaram a infância espiritual aqui. Ainda segundo o codificador  espírita, sendo as raças primitivas diferentes, demorariam muito para atingir um certo nível de evolução, tendo já progredido bastante, mas estando ainda muito atrasados em relação à raça adâmica.

 

O QUE É, E COMO É A “RAÇA ADÂMICA” NA VISÃO DE ALLAN KARDEC

(A Gênese » Capítulo XI – Gênese espiritual – Raça adâmica)

"38. – De acordo com o ensino dos Espíritos, foi uma dessas grandes imigrações, ou, se quiserem, uma dessas colônias de Espíritos, vinda de outra esfera, que deu origem à raça simbolizada na pessoa de Adão e, por essa razão mesma, chamada raça adâmica.

Quando ela aqui chegou, a Terra já estava povoada desde tempos imemoriais, como a América, quando aí chegaram os europeus. Mais adiantada do que as que a tinham precedido neste planeta, a raça adâmica é, com efeito, a mais inteligente, a que impele ao progresso todas as outras.

A Gênese no la mostra, desde os seus primórdios, industriosa, apta às artes e às ciências, sem haver passado aqui pela infância espiritual, o que não se dá com as raças primitivas, mas concorda com a opinião de que ela se compunha de Espíritos que já tinham progredido bastante.

Tudo prova que a raça adâmica não é antiga na Terra e nada se opõe a que seja considerada como habitando este globo desde apenas alguns milhares de anos, o que não estaria em contradição nem com os fatos geológicos, nem com as observações antropológicas, antes tenderia a confirmá-las.

39. – No estado atual dos conhecimentos, não é admissível a doutrina segundo a qual todo o gênero humano procede de uma individualidade única, de há seis mil anos somente a esta parte. Tomadas à ordem física e à ordem moral, as considerações que a contradizem se resumem no seguinte:

Do ponto de vista fisiológico, algumas raças apresentam característicos tipos particulares, que não permitem se lhes assinale uma origem comum. Há diferenças que evidentemente não são simples efeito do clima, pois que os brancos que se reproduzem nos países dos negros não se tornam negros e reciprocamente. O ardor do Sol tosta e brune a epiderme, porém nunca transformou um branco em negro, nem lhe achatou o nariz, ou mudou a forma dos traços da fisionomia, nem lhe tornou lanzudo e encarapinhado o cabelo comprido e sedoso (Pessoas que não tem o cabelo sedoso e pele branca não são evoluídas espiritualmente).

Sabe-se hoje que a cor do negro provém de um tecido especial subcutâneo, peculiar à espécie. Há-se, pois, de considerar as raças negras, mongólicas, caucásicas como tendo origem própria (Impossível todos terem sido gerados da mesma fonte, o espírito é evoluído ou não, dependendo da cor da pele) como tendo nascido simultânea ou sucessivamente em diversas partes do globo. O cruzamento delas produziu as raças mistas secundárias. Os caracteres fisiológicos das raças primitivas constituem indício evidente de que elas procedem de tipos especiais. As mesmas considerações aplicam, conseguintemente, assim aos homens, quanto aos animais, no que concerne à pluralidade dos troncos. (Cap. X, nos 2 e seguintes.)"

 

Nada do que Allan Kardec diz acima é verdade. NADA. Ele não fala em espiritualidade, mas sim em (des)conhecimentos adquiridos e classifica as pessoas de acordo com a sua cor de pele. Nada do que ele escreveu é verdade, algo que, como um suposto educador, ele deveria saber. Kardec mentiu descaradamente quando disse que os povos que estavam aqui antes dos brancos eram mais atrasados do que estes. É muito fácil provar isto e um dos exemplos pode ser a Suméria e o Egipto se considerarmos civilizações e não tribos.

 A Suméria - os mesopotâmios, núbios, fenícios, e egípcios - por exemplo, deixaram legados de valor incalculável para a humanidade e... Pasme amigo espírita: - Nenhum deles pertencia à “Raça Adâmica".  

Isto sem falar nos povos do Vale do Indo - chineses, japoneses e nativos das Américas. 

 

Convém lembrar que todo o povo Sumério era negro, tal como os povos com os quais eles se relacionavam. O que é que hoje sabemos sobre os Sumérios? 

_ Falaremos deles num outro post.

 

 

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Amanhã, veremos a forma vergonhosa de Kardec descrever os negros.

 

 

 

Queres crescer espiritualmente?

Se não formos iluminados pelo Espírito Santo e não formos guiados pela Verdade das Escrituras não chegaremos ao conhecimento e à presença do Senhor. Queres crescer espiritualmente?

Faz a mesma oração que o salmista. Ora pedindo a Deus que te ilumine e te faça perceber a Verdade. Ao mesmo tempo não te fiques pela oração, agarra a tua Bíblia e lê, estuda, aprofunda, mergulha, cava, vais ver a tua oração a ser respondida!

Joel Lopes

 

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Não apregoes o bem que fazes

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"Guardai-vos de fazer a vossa esmola diante dos homens, para serdes vistos por eles; aliás, não tereis galardão junto de vosso Pai, que está nos céus.
Quando, pois, deres esmola, não faças tocar trombeta diante de ti, como fazem os hipócritas nas sinagogas e nas ruas, para serem glorificados pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão.
Mas, quando tu deres esmola, não saiba a tua mão esquerda o que faz a tua direita; para que a tua esmola seja dada em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, ele mesmo te recompensará publicamente."
 

Mateus 6:1-4

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