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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Kardec escreveu que o sangue de Jesus redime o homem?!!!

Ou ressurreição ou reencarnação

Inquestionavelmente, a ressurreição de todos os mortos é uma doutrina cristã. Jesus Cristo disse que “...vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a Sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal, para a ressurreição da condenação” (Jo. 5:28-29).

Ora, se houvesse reencarnação não haveria ressurreição, porque então faltariam espíritos para ocupar os corpos ressurretos.

Raciocine: Como ressuscitar os diversos corpos que, em épocas diferentes foram, respectivamente, animados por um único espírito?

Lembre-se ainda que (admitindo-se as crenças espíritas só para fins de argumento) o dito espírito poderá não se encontrar na tal de erraticidade, da qual fala o kardecismo, mas sim, reencarnado entre nós.

Kardec ousou dizer que Jesus era reencarnacionista e que Ele (Jesus) chamava de “ressurreição” o que o Espiritismo chama de “reencarnação”, ou seja, os nomes são diferentes, mas o conceito é o mesmo.

Exibi então três razões pelas quais me parece que esse incoerente argumento não resiste a um confronto com o contexto bíblico e com o bom senso. Vimos assim que o Kardecismo é irracional, duas vezes incoerente, hipócrita e anticristão. Irracional porque basta bom senso para se perceber que quando Jesus falava da ressurreição, Ele não tinha em mente a tal de reencarnação; duasvezes incoerente porque:

Recorre à Bíblia sem reconhecê-la como autoridade;

Nega a Bíblia dizendo-se cristão. E é irracional porque agir dessa maneira é uma estultice inqualificável.

 

Sangue de Jesus ou Reencarnação?

Veja abaixo as perguntas 167-170, que Kardec formulou a um “Espírito Superior”, bem como as respostas que o demónio deu:

 

167. Qual o fim objetivado com a reencarnação?”

 

“ ‘Expiação, melhoramento progressivo da Humanidade. Sem isto, onde a justiça?’ ”.

 

“168. É limitado o número das existências corporais, ou o Espírito reencarna perpetuamente?”! 

 

" A cada nova existência, o espírito dá um passo para diante na senda do progresso. Desde que se ache limpo de todas as impurezas, não tem mais necessidade das provas da vida corporal’"

 

“169. É invariável o número das encarnações para todos os Espíritos?”.

 

“ ‘Não; aquele que caminha depressa, a muitas provas se forra. Todavia, as encarnações sucessivas são sempre muito numerosas, porquanto o progresso é quase infinito’ ”.

 

“170. O que fica sendo o Espírito depois da sua última encarnação?”.

     

“ ‘Espírito bem-aventurado; puro Espírito’ ”

 

(O Livro dos Espíritos, Federação Espírita Brasileira: 74ª edição, página 121, nº 167-170).

 

Kardec continua pronunciando sobre reencarnação:

“Reconheçamos, portanto, em resumo, que só a doutrina da pluralidade das existências explica o que, sem ela, se mantém inexplicável; que é altamente consoladora e conforme à mais rigorosa justiça; que constitui para o homem a âncora de salvação que Deus, por misericórdia, lhe concedeu.

As próprias palavras de Jesus não permitem dúvida a tal respeito. Eis o que se lê no Evangelho de São João, capítulo III:3. Respondendo a Nicodemos, disse Jesus: Em verdade, em verdade te digo que, se um homem  não nascer de novo, não poderá ver o reino de Deus... ” (O Livro dos Espíritos, Federação Espírita Brasileira, 74º edição, capítulo V, página 153. Grifo meu).

     

Das transcrições supra pode ver-se  que o Kardecismo prega que a âncora da salvação não é o sangue de Jesus, e sim, a reencarnação. Através desta, o espírito vai progredindo intelectual e moralmente até atingir a perfeição. Logo, os kardecistas prescindem do sangue de Cristo. A Bíblia, porém, assevera que só à base do
sangue de Jesus dá-se a purificação dos pecados (Mt.26:28; At. 4:12; Rm.3:25-26; 11:6; Ef. 2: 8-9; 1Jo. 1:7, etc.). Os kardecistas diriam que este meu argumento
não os demove, visto que não reconhecem a Bíblia como autoridade.

Porém, aí perguntamos: Mas vocês não se consideram cristãos? Se não aceitam a Bíblia, rejeitam o Cristianismo e, portanto, vocês não podem se considerar cristãos.
Vocês fizeram um “cristianismo” só para vocês? Vocês possuem um “cristianismo” de propriedade particular? Além disso, se a Bíblia não é confiável, porque é que Kardec, citando Cristo, falando do novo nascimento, e associando isso à reencarnação, afirma que “As próprias palavras de Jesus não permitem dúvida a tal respeito”, como fizemos constar acima?

Veja, se a Bíblia não é confiável, não sabemos sequer se Jesus realmente tenha falado a respeito do Novo Nascimento. Ora, como ousam fundar uma religião sobre algo tão incerto? E, pior ainda: se é incerto, por que diz então que as “próprias palavras de Jesus não permitem dúvida a tal respeito”? Entenda-o quem puder. Como se toda essa incoerência não bastasse, Kardec registou que Jesus derramou Seu sangue para nos salvar.
Veja: “Paz e Amor! Diante da grande responsabilidade que assumimos para com o nosso Criador, quando nos comprometemos a defender a Doutrina do seu amado Filho, selada com o seu próprio sangue no cimo do Calvário, para redimir as culpas dos homens; diante dos compromissos tomados pelo nosso próprio Espírito,
certo então de triunfar da carne e suas paixões; de estabelecer na Terra o reino do amor e da fraternidade das criaturas; em face das lutas que crescem dia a
dia, mais escabroso tornando o caminho da vossa existência em via de regeneração, elevo o meu pensamento ao Ser dos seres, ao nosso Criador e Pai, e suplico, em nome da caridade divina, que se estendam as asas do seu amado Filho sobre a Terra, colocando-vos à sombra do seu Evangelho — garantia única da vossa crença — segura estabilidade da vossa fé!”
(A Prece Segundo o Evangelho. Federação Espírita Brasileira: 44ª edição, página 24. Grifo
meu.).

Como pode alguém afirmar que o sangue de Cristo “redime as culpas dos homens” e, simultaneamente, pregar a reencarnação?

É fácil; basta ser kardecista. Isso é facílimo aos kardecistas. 
Parece difícil, mas os kardecistas conseguem.

 

 


http://www.pastorjoel.com.br/espiritkard.htm

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