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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Exmos. srs. Jorge, José, Victor e espíritas em geral:

Esta resposta foi dada directamente ao sr. Jorge Luís, mas gostaria de convidar todos os visitantes deste blog a lerem e reflectirem!

 

Olá Jorge Luís!
Esquadrinhe melhor... quanto aos textos que me enviou ontem, estou a preparar um post que demonstra não haver contradições nos textos (sobre o Novo Testamento, os comentários sobre o Velho estão respondidos só tem que procurar melhor) porque os Evangelistas retratam os eventos da forma que foram inspirados por Deus. Não faria qualquer sentido se os quatro escrevessema mesma coisa. Essa é mais uma prova de que a Bíblia é a Palavra de Deus.
Deixo-lhe, enquanto preparo uma resposta mais detalhada ao seu comentário, algo para você (vocês) reflectir:
 

"Verdade ou mentira, certo ou errado, o Cristianismo tem, como também muitas outras religiões, a sua Escritura Sagrada, a saber, a Bíblia.

Jesus, o fundador do Cristianismo, autenticou todo o Antigo Testamento (Mt. 4: 4-10; 24:37-39; Mc. 12:24; Lc. 24: 25-27; Jo. 5:39, etc.). E, quanto ao Novo Testamento, os apóstolos e outros hagiógrafos que o compuseram não esconderam de seus leitores que exaravam sob inspiração Divina (1Co 14:37; 1Tm. 5:18; 2Pe 3:15-16; Ap 1:11, etc.).

Mas o Kardecismo, embora também se professe cristão, afirma com todas as letras que a Bíblia não é a Palavra de Deus. Sim, o Kardecismo nega a Bíblia.
Mas, porque será que muitos pensam que os kardecistas também crêem na Bíblia?
A resposta é:

Para que o dito fique pelo não dito, Allan Kardec às vezes fingia que também tinha grande apreço pela Bíblia; e que, portanto, se identificava connosco, comungando das mesmas crenças. E, assim, propositalmente ensina os Kardecistas a forjarem a mesma ambigüidade para, deste modo, não espantarem a presa.

Justificando o fingimento Kardec ensina: “...Se alguém tem uma convicção bem firmada sobre uma doutrina, ainda que falsa, necessário é lhe tiremos essa convicção, mas pouco a pouco. Por isso é que muitas vezes nos servimos de seus termos e aparentamos abundar nas suas idéias: é para que não fique de súbito ofuscado e não deixe de se instruir connosco. “Aliás, não é de bom aviso atacar bruscamente os preconceitos...” . (O Livro dos Médiuns. Federação Espírita Brasileira: 58ª edição, capítulo XXVII, número 301, página 392).

 

O Kardecismo revela-se incoerente quando tenta provar que é cristão. Aliás, não só incoerente, mas também é diabólicamente hipócrita, o que se pode deduzir facilmente das transcrições acima. Como vimos acima, Allan Kardec disse que acreditava e que não há como se duvidar do que está escrito em Jo. 16: 7-14.
Vejam os leitores, que confusão dos Infernos: negam a Bíblia, afirmando no entanto que são cristãos, o que é uma incoerência; e, como se essa mentira não bastasse, citam um texto bíblico e observam que o mesmo é incontestável.

Não há como dormir com um barulho desses. Afinal, a Bíblia é ou não é confiável?

E, como vimos, essa barafunda tem um alvo bem definido: fazer com que o dito fique pelo não dito para, deste modo, não espantar a presa. É bonito isso?

 

Espertinho, não? Até parece que os fins realmente justificam os meios.

 

 

 

 

 

 

 

5 comentários

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    Maria Helena 01.01.2012

    SIM! Ser cristão significa crêr naBíblia como Palavra de Deus, mas ser cristão é muito mais que "apenas" isso! O que significa ser cristão? É ser constrangido por um senso do amor de nosso divino Senhor, de tal modo que Lhe consagramos nossa vida.

    Ser cristão não significa apenas crer, de coração, que Cristo morreu por nós. Significa “ser constrangido” pelo amor demonstrado nesse acto. A verdade nos pressiona. Ela força e se apropria; impele e controla. A verdade nos cerca, não nos deixando fugir. Como a verdade faz isso?
    Paulo disse que o amor de Cristo o constrangia por causa de um julgamento que ele fazia a respeito da morte: “Julgando nós isto: um morreu por todos; logo, todos morreram”. Paulo se tornou cristão não somente por meio da decisão com base no facto de que Cristo morreu pelos pecadores, mas também por meio do sábio discernimento de que a morte de Cristo foi também a morte de todos aqueles em favor dos quais Ele morreu.

    Em outras palavras, ser cristão é chegar a crer não somente que Cristo morreu por seu povo, mas também que todo o seu povo morreu quando Ele morreu. Tornar-se cristão é, primeiramente, fazer esta pergunta: estou convencido de que Cristo morreu por mim e de que eu morri nEle? Estou pronto a morrer, a fim de viver no poder do amor dEle e para a demonstração da sua glória. Em segundo lugar, tornar-se cristão significa responder sim, de coração.

    O amor de Cristo nos constrange a responder sim. Sentimos tanto amor fluindo da morte de Cristo para nós, que descobrimos nossa morte na morte dEle — nossa morte para todas as lealdades rivais. Somos tão dominados (“constrangidos”) pelo amor de Cristo, que o mundo desaparece, como que diante de olhos mortos. O futuro abre um amplo campo de amor.

    Um cristão é uma pessoa que vive sob o constrangimento do amor de Cristo. O cristianismo não é meramente crer num conjunto de doutrinas a respeito do amor de Cristo. É uma experiência de ser constrangido por esse amor — passado, presente, futuro.

    Entretanto, esse constrangimento surge de um juízo que fazemos sobre a morte de Cristo: “Quando Ele morreu, eu morri”. É um julgamento profundo. “Assim como o pecado de Adão foi, legal e eficazmente, o pecado de toda a raça, assim também a morte de Cristo foi, legal e eficazmente, a morte de seu povo.” Visto que nossa morte já aconteceu, não temos mais condenação (Rm 8.1-3). Isto é a essência do amor de Cristo por nós. Por meio de sua morte imerecida, Cristo morreu nossa morte bem merecida e abriu o seu futuro como o nosso futuro.

    Portanto, o juízo que fazemos sobre a sua morte resulta em sermos constrangidos pelo amor dEle. “Um cristão é alguém que reconhece a Jesus como o Cristo, o Filho do Deus vivo, como Deus manifestado em carne, que nos amou e morreu por nossa redenção. É também uma pessoa afetada por um senso do amor deste Deus encarnado, a ponto de ser constrangida a fazer da vontade de Cristo a norma de sua obediência e da glória de Cristo o grande alvo em favor do qual ela vive”.

    Como não viver por Aquele que morreu nossa morte, para que vivamos por sua vida?

    Ser um cristão é ser constrangido pelo amor de Cristo.

    Deus o abençoe José! E não confunda "religiões" com "ser cristão"!
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    José 02.01.2012

    Maria Helena, admito que achei muito interessante sua resposta SIM para minha pergunta. Segue então, para tornar a leitura mais fácil, a pergunta que fiz lá em cima:

    A partir do seu raciocínio, admite-se que todas as diferentes denominações religiosas provenientes do Cristianismo, a partir da igreja católica, reforma protestante e igreja ortodoxa são válidas e cristãs. Estou certo?

    Essa foi minha pergunta. Bem, eu gostaria, então, que por um momento essa impetuosa batalha anti-espiritismo fosse deixada de lado. Apenas um momento na sua resposta a esse meu comentário. Eu realmente agradeceria. Quero tentar entender seus ideais sem precisar ficar ouvindo que espíritas estão em cima do muro e etc. Vamos falar sobre o seu ideal do que é ser cristão.

    Já que a senhora afirmou que todas as diferentes denominações provenientes da reforma protestante, igreja católica e ortodoxa são válidas E CRISTÃS, pretendo salientar algumas coisas.
    Como pode haver tanta diferença entre algumas denominações, já que são elas igualmente cristãs? Os católicos acreditam que o espírito santo procede do Pai e do Filho, ao passo que os ortodoxos creem que o espírito santo procede apenas do Pai. Ambos são cristãos, e apresentam tal discrepância em sua raiz religiosa. Para os batistas, a consciência de cada um define se essa pessoa seguirá ou não a Deus. Sem interferência de nada alheio, espíritos ou demônios, chame do que quiser. Cada um define isso com sua consciência. O que a senhora acha dessa abordagem cristã?

    Calvinistas acreditam que cada ser já nasce predestinado a ser ou não salvo.
    Os mórmons, igualmente cristãos, desenvolvem hábitos diferenciados de batismo e por toda a vida, fomentados por um profeta de mesmo nome.
    O que explica hábitos tão diferentes tomados por religiosos igualmente cristãos, crentes na mesma palavra, crentes que partilham do mesmo sentimento, pelo mesmo constrangimento pelo amor de Cristo.

    Pois, se todos são cristãos, o que há? Batistas, adventistas, mórmons, pentecostais, calvinistas, ortodoxos, católicos.

    Ficaí minha indagação, e repito que me seria de muito grado se a senhora tentasse não atacar nessa resposta, apenas explicar seu ponto de vista em relação ao que falei, algo que não é criação minha, são fatos e eu gostaria que fossem esclarecidos. São todos os que eu citei, igualmente cristãos?
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    Maria Helena 02.01.2012

    Oh José!
    Arapucas? Pensa que não percebi onde queria levar a minha respostae a forma como exigia um SIM ou NÃO para depois vir com estas teorias? Não diga que eu escrevi aquilo que não escrevi porque a isso chama-se deturpar algo em favor da ideia com a qual você fez a pergunta.
    SIM! A Bíblia é a Palavra de Deus para todos os cristão e quem não acredita nisso não é cristão.
    SIM! A igreja de Roma para a qual Paulo escreveu uma das espístolas começou como cristã, seguindo a doutrina dos apóstolos, mas a partir de + ou - 400 depois de Cristo foi-se desviando do Evangelho criando doutrinas contrárias ao que estava exarado nas Escrituras retirando a glória a Jesus Cristo e entregando-a, entre outros, a Maria. Ao fazer isso e ao criar todos os dogmas contrários à Bíblia, desviou-se do Caminho, Jesus Cristo, e tranformou-se numa igreja apóstata.
    Só para o elucidar melhor: O Mormons não são cristãos, são seguidores de Joseph Smith e seus escritos. As Testemunhas de Jeová são na verdade Russelistas.
    Quanto à Reforma, graças a Deus por ela porque tornou possível a todos a leitura livre da Palavra de Deus trazendo luz às trevas.

    Meu caro, ninguém é salvo porque e "evangélico"," católico", "Calvinista", "Assembleiano", "Luterano" ou o que quer que seja. Só é salvo quem nasce de novo! Em Cristo. Espiritualmente!
    Foi isso que Jesus Cristo ensinou. O resto são fait-diver's e enganos provenientes do inferno.
    E...não presuma escrever algo que eu não escrevi como se o tivesse feito porque é má fé!
    José! Não tenho a pretensão de o convencer de nada. Só o Espírito Santo convence o homem do pecado, da justiça e do juízo.
    E, já agora, quantas derivações há do espiritismo? quantas formas? qual a verdadeira? Quando olhamos para a Índia,percebemos claramente onde a doutrina da reencarnação conduz as pessoas...
    Deus o abençoe José!
  • Sem imagem de perfil

    José 02.01.2012

    De forma alguma deturpei sua resposta, Maria Helena. Eu pedi lá atrás que respondesse com SIM ou NÃO. Pedi, mais de uma vez, pedi de novo e de novo. Acho que fui bem claro quando disse que queria uma resposta direta e não divagações. Pois bem, em sua resposta há um claro SIM, em letras maiúsculas. Se isso foi uma arapuca, a senhora mesmo a criou e caiu nela... éclaro que depois do sim, a senhora não desenvolveu a resposta da forma que foi pedida.

    A senhora deve conhecer a outra denominação dada aos mórmons: Igreja de Jesus Cristo dos Santos dos Últimos Dias. A crença deles na Bíblia não difere em nada da crença que a senhora mesmo deve ter. Esse é o problema. Eles SÃO cristãos. A senhora não pode, em sua resposta, dizer que não o são. A diferença são os hábitos, o ponto de vista. E isso muda DRASTICAMENTE entre as denominações, a senhora não pode negar. Não é possível entender, então, seu raciocínio.

    Derivações do espiritismo? Claro que há! Quando foi dito que tais não existiam? A diferença entre as crenças dentro do protestantismo são enormes. Existe, no entanto, algo em comum. Todos acreditam na divindade de Cristo, e o consideram como Salvador. A partir do momento que a senhora nega isso, há uma certa incoerência. Acho que a diferença que apresentei entre a igreja católica e ortodoxa mostra tudo isso muito claramente.

    Eu, assim como você, não quero convencer ninguém de nada. Só quero um discurso claro, e que faça sentido. Tenho tentado encontrar isso no seu discurso, mas tem se mostrado meio complicado. Isso porque existem coisas que não batem. Mórmons, então, não são cristãos aos seus olhos. Não sei se, por exemplo, a senhora considera os Amish cristãos. Todos eles creem na Bíblia e em Cristo salvador. A senhora disse muitas vezes que cristão era aquele que acreditava nisso. Pois, agora, alguns deles não mais o são. Convenhamos que assim fica realmente difícil de se entender.

    Não sou do tipo que arma arapucas. Na verdade, só acho que fiz uma pergunta que é realmente pertinente e que parece que não a agradou. Quem desenvolve um blog, num mundo como o de hoje, tem que estar aberto a discutir o que escreve. Pois, a apartir do momento que torno pública uma opinião minha, assumo que tenho controle sobre o assunto do qual estou falando. A forma como a senhora comentou confunde totalmente a sua própria definição do que é ser cristão.
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