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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Perguntas ou afirmações de quem nada sabe

Ainda no seguimento das questões levantadas pelo Jorge Luís e para encerrar este assunto, publico um estudo que pedi ao meu irmão em Cristo, Agostinho Soares dos Santos. Tal como eu, ele já percebeu que os espíritas que levantam estas questões não procuram respostas, mas sim achincalhar a Palavra de Deus. Mesmo sabendo isso, eu creio que a Palavra de Deus nunca volta para trás vazia e cumpre sempre o propósito para o qual foi enviada!

 

Perguntas ou afirmações de quem nada sabe:

Jesus disse, em João 7:38: “Quem crer em mim como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva”. Em nenhum lugar da Escritura (Antigo Testamento) é dito semelhante coisa.

Jesus também disse em Marcos 1:2: “Conforme está escrito no profeta Isaías: Eis aqui envio diante da tua face o meu mensageiro, o qual preparará o teu caminho”. Nenhuma afirmativa como esta aparece no livro de Isaías! Há um erro claro, aqui, sem nenhuma dúvida!

Em Mateus 2:23 diz: “E foi habitar numa cidade chamada Nazaré, para que se cumprisse o que fora dito por intermédio dos profetas: Ele será chamado Nazareno”. Onde está isso no Antigo Testamento? Como pode um Bíblia inerrante conter erros enormes como este?

 

RESPOSTA

Começando pela última questão, tentaremos responder a estas três situações que nos foram colocadas. Não com a convicção de que vão entender
alguma coisa ou dar razão à Bíblia. Nada disso! Sabemos que há pessoas que estão com os olhos como que cerrados para a Palavra de Deus!

A palavra hebraica, vertida para nazareno é “netser”, que significa “renovo” e é idêntica à palavra usada em Isaías 11:1, que diz: “Porque brotará um rebento do tronco de Jessé, e das suas raízes um renovo frutificará”. Claro que estamos a lidar com traduções para português dos originais hebraico e grego. Portanto, Isaías profetizou acerca deste “Renovo” (netser), ou seja, Nazareno!
Conhecedores das profecias hebraicas, os judeus sabiam do que estavam a falar.

Em Marcos 1:2, 3, diz o seguinte: “Como está escrito no profeta Isaías: Eis que eu envio o meu anjo ante a Tua face, o qual preparará o Teu caminho diante de Ti. Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas”. Estes dois versículos estão seguidos e dizem praticamente a mesma coisa, embora se complementem. Isto está profetizado em Isaías, conforme escreve o evangelista Marcos!

O pior cego é aquele que não quer ver! Passa a vida a coar mosquitos e a engolir camelos.

Pois, em Isaías 40:3, diz: “Voz do que clama no deserto: Preparai o caminho do Senhor; endireitai no ermo vereda a nosso Deus”. Naturalmente que em Malaquias também fala nisso: “Eis que eu envio o meu anjo, que preparará o caminho diante de mim…”

Não compreendo as dúvidas de alguém que coloca questões desta natureza! Pessoas que dão erros grosseiros atrevem-se a criticar o Livro do Deus Santo, Criador de todas as coisas e pessoas! O que pretendem? Quem os usa? Penso que talvez estejamos a atirar pérolas a quem não as estima! É possível que, como afirmam, se estejam a divertir imenso. Porém, as coisas de Deus não são para nos divertirmos! São assuntos muito sérios; de vida ou de morte, de salvação ou perdição eterna! Na eternidade daremos contas da maneira como procedemos neste mundo; daquilo que fizemos às pérolas que nos lançaram!

Por último, abordaremos a questão colocada logo no princípio, sobre os rios de água viva que fluirão daqueles que crêem em Deus. Pois, o Antigo Testamento contém passagens que se podem identificar. Por exemplo: “Águas profundas são as palavras da boca do homem e ribeiros transbordante é a fonte de sabedoria” (Provérbios 18:4). Certamente que os sábios, no sentido verdadeiro, são aqueles que buscam a sabedoria de Deus e O aceitam como Senhor e Salvador. Mas há mais: “E vós, com alegria, tirareis águas das fontes da salvação” (Isaías 12:3) e “Porque derramarei água sobre o sedento e rios sobre a terra seca…” (Isaías 44:3). O que é que se pretende mais?

Há tendências, doutrinas e religiões para as quais a Bíblia não tem valor algum. Servem-se dela quando lhes interessa, às vezes deturpando os seus textos, mas continuam a não considerar verdadeiramente o Livro Sagrado, aproveitando tudo para o atacar.

Em face disto, e de muitas outras tomadas de posição, é fácil descobrir que não adianta responder às suas questões. Possivelmente, nem as lêem. E se as lêem é como se não lessem! Não estão disponíveis para analisar coisa alguma. Perguntam tudo, às vezes, mais do que uma vez; inclusivamente aspectos que já foram respondidos! Perguntar nada custa. Tentar confundir, ainda menos. Ao correr da pena demora pouco tempo (quem responder até tem de ajeitar e sintetizar a pergunta para que as coisas fiquem de um modo aceitável e possam ser lidas e percebidas por outras pessoas alheias
à situação). Atira-se tudo para o ar. Os evolucionistas também são um pouco parecidos; fazem afirmações inconsequentes e, depois, desafiam os outros a provarem o contrário. Afirmam sem bases e pretendem respostas com bases.

Acredito também que algumas pessoas nada entendam da Bíblia. Cada passagem lida corresponde a um conjunto de dúvidas. A diferença é que alguns estão interessados em saber; outros, nem por isso!

Em respostas mais abrangentes que possamos dar, pegam os periféricos e fazem cavalo de batalha com isso. Por exemplo, dizem que não há profecias no Antigo Testamento sobre determinados assuntos. Depois, quando citamos mais de vinte profecias nesse sentido, pegam numa, que consideram menos elucidativa e batalham ali. O que é que se há-de fazer? A resposta não foi dada? Será honestidade intelectual proceder desta maneira? Valerá a pena manter um debate nestes termos?

Para consubstanciar aquilo que digo, refiro algo curioso relativamente ao “Livro dos Espíritos” de Allan Kardec, publicado em 1857. Ali, Kardec faz referência ao Dilúvio bíblico, comentando o mesmo. Mais tarde, em 1922 e 1929, respectivamente, os arqueólogos Woolley e Langdon fazem perfurações e encontram vestígios do Dilúvio. Então, o tradutor para português, J. Herculano Pires, em face do sucedido, e em lugar de dizer que a ciência confirmou o que Bíblia já dizia há milhares de anos, consegue dizer, num nota de rodapé, que se confirmaram as previsões de Allan Kardec!!! Isto é o máximo! Máximo, no aspecto negativo, claro!

 

 

 

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