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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Jesus Cristo Era Um Mistificador?

Se, ao fazer a declaração de que era Deus Ele sabia que não era, então estava mentindo e enganando deliberadamente seus seguidores. Mas se era enganador, então também era hipócrita, porque disse aos outros que fossem honestos, custasse o que custasse, enquanto Ele próprio divulgava e vivia uma mentira colossal. Mais que isso, Ele era um demónio, pois dizia aos outros que confiassem a Ele seu destino eterno. Se não podia apoiar Suas declarações, e sabia disso, então Ele era indiscritivelmente maligno. Por último, Ele seria também um tolo, porque foi Sua afirmação de que era Deus que provocou Sua crucificação.

Muitos dirão que Jesus era uma grande mestre moralista. Sejamos realistas. Como poderia Ele ser um grande mestre moralista, e conscientemente, enganar o povo, exactamente com relação ao ponto máximo de Seu ensino _ Sua identidade?

Teríamos que concluir logicamente que Ele era um deliberado mentiroso. Entretanto, esta imagem de Jesus não coincide com o que sabemos d'Ele, ou das consequências de Seu ensino e Sua vida. Em toda a parte em que Seu nome é proclamado, vidas têm sido transformadas e países têm alcançado progresso, ladrões tornam-se homens honestos, alcoólatras são curados, indivíduos odiosos se tornam canais de amor, pessoas iníquas se tornam justas.

William Lecky, um dos mais notáveis historiadores da Grã-Bretanha e um zeloso combatente do cristianismo organizado, escreve: "Foi reservado ao cristianismo o ensejo de apresentar ao mundo um carácter ideal, que, através de todas as variações de dezoito séculos, tem inspirado o coração dos homens com um amor ardente; tem se mostrado capaz de operar em todas as épocas, nações, temperamentos e condições de vida; e tem sido não apenas o mais elevado tipo de virtude, mas o maior incentivo à prática dela... Um registo simples desses três curtos anos de vida activa tem feito mais para regenerar e amenizar a humanidade que todos os tratados filósofos e a exportações dos moralistas."

O historiador Phillip Schaff diz: "Este testemunho, se não for verdadeiro, é a mais absoluta loucura ou blafêmia. Mas a hipótese não subsiste um instante sequer, num confronto com a pureza moral e a dignidade de Jesus, reveladas em cada palavra e obra Sua, e reconhecidas pelo consenso universal. A hipótese de um "auto-engano" numa questão tão momentosa, tendo um intelecto, sob todos os aspectos, tão lúcido e sadio, está igualmente fora de cogitação. Como poderia ser um visionário ou louco, um homem que nunca perdeu o equilíbrio mental, que sobrepujou tranquilamente todas as dificuldades e perseguições, como um sol brilhando acima das nuvens, que sempre dava as respostas mais sábias às perguntas mais ardilosas, que calma e deliberadamente predisse Sua morte na cruz, Sua ressurreição ao terceiro dia, o derramamento do Espírito Santo, a fundação da Sua Igreja, a destruição de Jerusalém _ predições estas que se cumpriram literalmente?

Um carácter tão original, completo, tão uniformemente consistente e perfeito, tão humano, e ao mesmo tempo tão superior a todas as gradezas humanas, não pode ser fraude nem ficção. Nesse caso, como bem disse alguém, o poeta seria superior ao seu herói. Seria preciso mais que um Jesus para criar um Jesus."

"Como é que _ em nome da lógica, do bom senso e da experiência _ poderia um impostor, _ que é um enganador, egoísta e depravado _ haver criado e mantido com grande consistência, do começo ao fim, o carácter mais puro e mais nobre conhecido na História, com o mais perfeito aspecto de verdade e realidade?

Como poderia Ele ter concebido e executado, com todo o sucesso, um plano de inigualável beneficência, grandeza moral e sublimidade, e ainda sacrificado Sua vida por ele, em face dos inúmeros preconceitos de Seu povo e de Sua época?"

 

Se Jesus Cristo queria que o povo O seguisse e acreditasse n'Ele como sendo Deus, porque foi ao povo judeu?

Porquê apresentar-Se como um carpinteiro nazareno a um país tão pequenino em tamanho e população, e tão completamente apegado à idéia da unidade indivisível de Deus?

Porque não foi Ele para o Egipto, ou ainda melhor, para a Grécia, onde o povo acreditava em vários deuses e em variadas manifestações deles?

Uma pessoa que vivia como Jesus viveu, ensinava o que Ele ensinou, e morreu como Ele morreu, não poderia ter sido um mentiroso. Que outras alternativas há? 

 

Do Livro: Mais que um Carpinteiro

Josh McDowell

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