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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

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Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

SERÃO DIGNOS DE CRÉDITO OS ESCRITOS BÍBLICOS? 2ª parte

A. H. McNeile, antigo catedrático de Divindades na Universidade de Dublin, contesta o conceito da tradição oral formulado pela crítica formal. Ele afirma que a crítica formal não examina a tradição das palavras de Jesus com o cuidado que devia. Um exame atento de 1 Coríntios 7:10, 12, 25, mostra a cuidadosa preservação e a existência de uma tradição genuína do registo destas palavras. Na religião judaica era costume que os alunos memorizassem os ensinos de seu mestre. O bom aluno era como uma "cisterna internamente revestida que não desperdiça uma gota sequer" (Mishna Abot 2.8). Se quisermos crer na teoria de C. F. Bumey (expressa em "The Poetry of Our Lord" _ a poesia de nosso Senhor), podemos concluir que grande parte do ensino do Senhor foi dado em forma poética aramaica, tornando-o mais fácil de ser lembrado.

Paul L. Maier, professor de História da Civilização na Universidade de Wester Michigan, escreve: "Os argumentos de que o cristianismo teria incubado o mito da Páscoa durante um longo período de tempo, ou de que as formas escritas surgiram muitos anos depois dos eventos, simplesmente não correspondem à realidade.

E analisando a crítica formal, Allbright escreveu: "Somente estes eruditos modernos, que não empregam o método histórico e não têm prespectiva, poderiam ter tecido uma teia de especulacões como essa com a qual a crítica formal tem cercado a tradição do Evangelho." A conclusão de Allbright é que "um período de vinte a cinquenta anos é insignificante para permitir a tese de uma deterioração apreciável do conteúdo essencial, e até mesmo dos termos empregados por Cristo."

Muitas vezes, quando converso com alguém sobre a Bíblia, a pessoa replica sarcásticamente que não se pode confiar no que ela diz, pois foi escrita há dois mil anos, está crivada de erros e discrepâncias.

Respondo que creio que posso acreditar nas Escrituras. E depois descrevo um incidente ocorrido em certa ocasião, numa aula de História.

Declarei que acreditava existirem mais evidências da veracidade do Novo Testamento do que de todas as obras da literatura clássica reunidas. O professor sentou-se num canto, com um sorriso irónico, como se quisesse dizer: "Ah, não!" E eu indaguei: "O que é que o senhor está a resmungar?" Ele replicou: "Que audácia a sua, declarar numa aula de História que o Novo Testamento é merecedor de crédito. Isso é ridículo."

Bem, fico muito satisfeito quando alguém faz uma afirmação destas, pois dá-me oportunidade de fazer uma pergunta de que gosto (e para a qual nunca recebi uma resposta afirmativa). Disse-lhe: "Diga-me professor, sendo historiador, quais são os testes a que o senhor submete qualquer peça de literatura para determinar sua autenticidade ou verificar se é merecedora de crédito?" O que me espantou é que ele não aplicava nenhum tipo de teste. Então eu disse: "Pois eu tenho alguns." Creio que a veracidade das Escrituras deveria ser testada pelos mesmos critérios com que são julgados todos os documentos históricos. O historiador militar C. Sanders aponta e explica os três princípios básicos de historiografia. São eles: o teste bibliográfico, o teste da evidência interna e o teste da evidência externa.

 

Texto retirado do livro:

 

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O TESTE BIBLIOGRÁFICO