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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

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Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Textos Biblicos deturpados pelo espiritismo



1) Se João Baptista era Elias reencarnado, porque então não apareceu João Baptista no monte da transfiguração, visto já ter morrido?

a)
_ Ambos representam a lei e os profetas, respectivamente.

Vejamos em Judas 1:9, onde há uma alusão a respeito de Moisés, e II Reis 2:11, que narra a história a respeito do arrebatamento de Elias – teceremos maiores comentários adiante.

A presença física de Pedro, Tiago e João cumpria cabalmente a Lei de Moisés, a respeito da necessidade da presença de três testemunhas, para revelarem posteriormente a sua visão, e que Jesus Cristo era, e é o Filho amado do Deus vivo. No versículo 9 de Mateus, no capítulo 17 cita:”... Jesus lhe ordenou, dizendo: A ninguém contais a visão até que o filho do homem seja ressuscitado dos mortos”, mas por que?

Resposta: quanto mais perto da cruz se aproximava, o Senhor Jesus,  evitava qualquer manifestação popular em seu favor, que bem podia ter acontecido se os discípulos tivessem proclamado o que presenciaram, já que a palavra de três testemunhas para os judeus tem grande peso.

b) _ Podemos observar no velho testamento que o Espírito Santo actuava por meio dos homens específicos e escolhidos por Deus para um propósito divino, (ver I Pedro 1:10-11/ Actos 1:16).

No caso de João Baptista, como Jesus ainda não tinha ressuscitado, o Espírito Santo actuava da mesma forma que no velho testamento. Após a ressurreição de Cristo, e nos dias atuais, o Espírito Santo habita em todo o povo de Deus, povo este que aceitou e confessou a Jesus como seu Salvador e Senhor pessoal, (ver Rom.10:9), deixando de ser simples criaturas para se tornarem filhos de Deus (veja I João 3:10 e João 1 :12). Note: que em Lucas 1:13-17, no qual está escrito no versículo 17: “...e irá adiante dele o espírito e virtude de Elias, para converter os corações dos pais aos filhos, e os rebeldes à prudência dos justos...”. Então, observamos a fidelidade inabalável do profeta Elias a Deus e ao  seu conserto, que o faz, para todo o sempre, um exemplo de fé, coragem e lealdade a Deus, perante  intensa perseguição e oposição. Elias opunha-se, com resoluta persistência às falsas religiões e seus adeptos. Tal virtude espiritual como é aludido no evangelho de Lucas, está presente em João Baptista, e no próprio Cristo, virtude essa que provém do Santo Espírito de Deus.

c) _ João Baptista era de facto o que está escrito em  Mateus 11:10 e João 1:23, e não o Elias reencarnado. Contudo, tinha características e uma missão semelhantes.  Citemos em Malaquias 4:5-6, que regista a profecia metafórica (que tem relação de semelhança) de reaparição de Elias, a qual se cumpriu como disse Jesus, em João Baptista, (Mt 11:14-15;Lc 1 :17). Em Mateus 11:13 Jesus revela todos os profetas que profetizaram até João, o discípulo (que escreveu o livro de Apoc.). E isto inclui Elias; e a eles Jesus acrescenta João Baptista, mas não como profeta. O Espírito Santo de Deus é quem conduzia e inspirava João Baptista (Lc. 1 :15), e ele foi morto; também o filho do homem, Jesus, defrontaria um destino semelhante. Percebe-se que, a missão de ambos, João e Elias, era preparatória dos propósitos de Deus, e que João Baptista veio ligar o velho com o novo testamento.

Em Lucas 4:14 e 18, pela mesma virtude do Espírito Santo, Cristo cumpria os propósitos maiores do Pai, porque, diz o texto: " O espírito do Senhor é sobre mim..."- aí, demonstra-se que cumpriu a profecia de Isaías (ver Is. 61:1). Lógicamente, não justifica o pensar dos escribas, intérpretes credenciados das escrituras Hebraicas, quando faz alusão os discípulos de Jesus, à pergunta em Mateus 17:10, que diz:”... porque dizem então os escribas que é mister que Elias venha primeiro?”

A hipótese dos escribas era a de que  a ressurreição de Cristo significaria o fim do mundo e a iniciação do Reino do Messias. Assim, concluíam que era necessário Elias voltar e manifestar-se públicamente primeiro e, assim o foi na presença das três testemunhas já ditas, sua aparição no monte só por si, justificaria essa espera, cumprindo-se o que havia sido dito, contudo, não compreendido pelos mesmos e pelos judeus, quando veio o povo a tomar conhecimento deste facto, após a ressurreição de Jesus.

Citamos em João 1:21 que narra a fala de João Baptista: "...és tu Elias? E disse: não sou. És tu profeta? E respondeu :não.", quando também já havia negado enfáticamente que não era Cristo e bem disse: "...Eu sou a voz que clama no deserto..." (João 1 :23). Os espíritas refutam dizendo que João não se lembrava que era Elias, e que nós não lembramos de quem éramos.  (Só Kardec e muitos espíritas se lembram de quem foram? Se fosse isso. o facto de não se lembra,  João poderia ter dito... não me lembro?) Ora, João afirmara o que Jesus testificaria depois em Mateus 11:9, que João Baptista era muito mais que um profeta, um anjo do Senhor, (ver Mateus 11:10,11 e Malaquias 3:1).

João nega ser Cristo, Elias e o profeta predito por Moisés em Deuteronômio 18:15; e sim um instrumento do próprio Deus, que por seu meio advertia os homens do pecado, da justiça e do juízo, descartando com a sua resposta, a suposição dos enviados dos fariseus.

Ratificando as palavras de Jesus: "E , se quereis dar crédito, é este o Elias que havia de vir", (Mt. 11:14). Jesus afirma que se os judeus o recebessem (Cristo), entenderiam também, que João cumprira a predição veterotestamentária sobre a vinda do Elias antes do dia do Senhor,
(veja Mt.17:12; Malaquias 4:5).

d) Por que Elias jamais poderia ser João Baptista reencarnado?

Por que se assim o fosse, não poderia ser Elias a aparecer juntamente com Moisés na transfiguração, uma vez que João Baptista teve sua morte posterior ao profeta Elias. Este detalhe revela-nos algo fundamental e racionalmente lógico, e que
descarta de vez esta mentira do espiritismo já que, segundo a doutrina de Kardec, na questão 150 do Livro dos Epíritos, lê-se que "a alma tem um fluído que lhe é próprio, colhido na atmosfera de seu planeta, e que representa a aparência de sua última reencarnação". Então, a última aparência daquela alma, que em determinado momento recebeu um corpo humano e se chamou Elias, seria a de João Baptista. O que significa dizer que os próprios "espíritos" de Kardec fizeram coro com João Baptista quando afirmou não ser Elias. Eu concordo! Porque se assim fosse, deveria aparecer João Baptista com Moisés.

E mais, em II Reis 2:1 diz: "Sucedeu pois que havendo o Senhor de elevar a Elias num redemoinho ao céu, ...", e adiante, II Reis 2:11 revela:  "E sucedeu que, indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, os separou um do outro:
e Elias subiu ao céu num redemoinho". Óbviamente, a palavra de Deus diz que Elias não experimentou a morte física, pois seu corpo transfigurou-se semelhante ao de Jesus no monte  (estudar capítulo 17 de Mateus), e subiu ao céu, assim como Enoque  (averiguar Gênesis 5:24), com o corpo glorificado. A transladação de Enoque e Elias, assemelhar-se-á ao arrebatamento futuro dos cristãos (a Igreja, a noiva de Cristo), na segunda vinda do Messias (comprove em I Tessalonicenses 4:16,17) e isto tudo torna ainda mais incoerente a tese da reencarnação.

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