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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

“ESPIRITISMO, A MAIOR SABOTAGEM DA VERDADE BÍBLICA” _ OS MILAGRES DE JESUS CRISTO

Vamos comparar o que ensina o espiritismo e o que ensina a Bíblia!

O espiritismo, codificado por Allan Kardec, tem a ousadia de mencionar a Palavra de Deus para de seguida a descredibilizar. Influenciado pelos demónios que o inspiraram a escrever uma das maiores mentiras de sempre, a reencarnação, Kardec usou a Bíblia para parecer credível e, é a própria Bíblia que traz à luz todo o engano do espiritismo. Usando os escritos espíritas, vamos perceber como se tenta deturpar o ensino bíblico em benefício de uma mentira mortal.

 

No seu afã de negar a verdade e propagar a mentira o espiritismo nega os Milagres de Jesus.

"Convém, pois riscar os milagres do rol das provas em que pretendem basear a divindade do Cristo (“Obras Póstumas”, 1172. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

Resposta Bíblica:

À semelhança de todas as seitas ou religiões pseudo-cristãs, os espíritas negam a deidade absoluta de Jesus. Consequentemente, negam também os milagres arrolados na Bíblia. Para os espíritas, Jesus é apenas um médium evoluído. Com iesta mentira, aliás, com mais esta mentira, Allan Kardec procura explicar os milagres atribuídos a Jesus, de forma a olharmos para CRisto como se Ele fosse um médium, que exibiu poderes extra-sensoriais. Kardec, inspirado pelos demónios, escreve e explica os milagres de Jesus:

 

Pesca Maravilhosa – Lucas 5.1-7

A pesca qualificada de miraculosa explica-se igualmente pela dupla vista, Jesus de modo algum produziu espontâneamente peixes onde os não havia; mas viu, como um vidente lúcido acordado, pela vista da alma, o lugar onde se achavam os peixes, e pôde dizer com segurança aos pescadores que lançassem ali as suas redes

(“A Gênese”, p. 1036. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

Resposta Bíblica:

Ora, quando Jesus pediu a Pedro que lançasse as redes ao mar, ele muito naturalmente, respondeu como pescador: "Mestre, havendo trabalhado toda a noite, nada apanhamos; mas, sobre a tua palavra, lançarei a rede" (Lc 5.5). Não havia peixe! Foi sobre a autoridade da palavra de Jesus que a rede foi lançada no mesmo lugar onde havia sido lançada toda a noite, não num lugar diferente que a "dulpla vista" da cegueira espírita tenta fazer crêr.

E, então, o milagre foi realizado. Jesus é omnisciente, e não um vidente lúcido acordado, que pela vista da alma, pudesse ver o lugar onde se achavam os peixes. Ele viu Natanael debaixo da videira (Jo 1.48-51). Jesus não precisava receber referências sobre as pessoas. Conhecia-as a todas (Jo 2.24-25).

 

A cura da mulher que sofria de fluxo de sangue – Marcos 5.25-34

Estas palavras – conhecendo ele próprio a virtude que saíra de si – são significativas; elas exprimem o movimento fluídico que se operara de Jesus para com a mulher doente; ambos sentiram a ação que se acabava de produzir. É notável que o efeito não fosse provocado por ato algum da vontade de Jesus; não houve magnetização, nem imposição de mãos. A irradiação fluídica normal foi suficiente para operar a cura (“A Gênese”, p. 1036. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

Resposta Bíblica:

A mulher, depois de curada, confessou que havia gasto todos os seus bens com os médicos, indo de mal a pior (Mc 5.26). Confessa sua cura radical pelo poder divino de Jesus e não por irradiação fluídica normal. Quase todos, senão todos, os fenómenos espíritas estão cercados de dolo. Se houvesse essa possibilidade aventada por Allan Kardec, a mulher poderia ter sido curada muito antes porque, admita-se, devia haver outros homens nos dias de Jesus com essa ridícula irradiação fluídica normal. Doze anos de sofrimento e depois a cura milagrosa realizada imediatamente por Jesus e não por um médium que precisa de ocasião preparatória para exibir esse tipo de irradiação fluídica.

 

A cura do cego de nascença – João 9. 1-7

Aqui, o efeito magnético é evidente; a cura não foi instantânea, mas gradual e seguida de ação sustentada e reiterada, apesar de ser mais rápida do que na magnetização ordinária (“A Gênese”, p. 1037. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

Resposta:

A resposta de Kardec tem tanto de mentirosa como de ridícula! Se tal invenção fosse verdade, porque é que esse efeito magnético tão evidente não se manifesta espontâneamente entre os médiuns espíritas nos dias actuais? Sem dúvida, os piores cegos são aqueles que não querem ver...

 

A ressurreição do filho da viúva de Naim – Lucas 7.11-17 e a ressurreição da filha de Jairo – Marcos 5.21-43

O fato da volta à vida corporal de um indivíduo, realmente morto, seria contrário às leis da natureza, e, por conseguinte, miraculoso. Ora, não é necessário recorrer a esta ordem de fatos para explicar as ressurreições operadas por Cristo…

Há, pois, toda a probabilidade de que, nos dois exemplos acima, só se dera uma síncope ou uma letargia. O próprio Jesus o diz positivamente sobre a filha de Jairo: Esta menina, diz ele, não está morta, apenas dorme (“A Gênese”, p. 1045. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

Resposta Bíblica:

Kardec prefere admitir a probabilidade de que só se dera uma síncope ou uma letargia a crêr nos milagres de Jesus, embora a descrição bíblica deva merecer infinitamente mais crédito do que as mentiras do codificador espírita. Porquê uma tristeza tão grande seria manifestada pelos pais dos filhos mortos, tanto no caso da filha de Jairo como no caso do filho da viúva de Naim, se eles estivessem simplesmente acometidos de uma síncope ou letargia?

O facto é que o filho morto da viúva de Naim estava sendo conduzido ao cemitério para sepultamento. Sepultaríam um vivo acometido de síncope? Que descuido fatal cometido por uma mãe chorosa! Para Kardec, isso é mais fácil de explicar do que crêr no milagre operado por Jesus. Mas, para percebermos melhor as alucinações e explicações mentirosas de Kardec acerca dos milagres de Jesus Cristo, prossigamos para a ressurreição de Lázaro!

 

A ressurreição de Lázaro – João 11.1

A ressurreição de Lázaro, digam o que quiserem, não invalida de forma alguma esse princípio. Ele estava, diziam, havia quatro dias no sepulcro; mas sabe-se que há letargias que duram oito dias ou mais (“A Gênese”, p. 1045. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

Resposta Bíblica:

Quando Allan Kardec, instruído pelo pai da mentira, explica que Lázaro não estava morto, mas apenas desacordado, negando francamente o texto bíblico que regista as palavras de Jesus, Lázaro está morto (Jo 11.14), já se nota a pretensão de invalidar o texto bíblico. Kardec prefere explicar o milagre como se  Lázaro tivesse sido vítima de uma doença conhecida como letargia ou síncope e que tal doença podia durar até oito dias. Mas, se a própria irmã de Lázaro declarou que o corpo do seu irmão morto já cheirava mal: Senhor, já cheira mal, porque é já de quatro dias (Jo 11.39) como ousa Kardec invalidar o texto e chamar mentiroso a Jesus Cristo e à irmã de Lázaro? Como ousa Kardec invalidar a explicação dada por alguém presente e da família do morto?

Por esta simples explicação mentirosa do espiritismo vê-se que a intenção é negar a qualquer custo a divindade de Jesus. Julgando absurdo seu argumento, Kardec antecipa-se e declara: "digam o que quiserem"…

Essa explicação é aceita pelos seus adeptos que preferem acreditar numa mentira em detrimento da verdade da Palavra de Deus.

 

O milagre da transformação da água em vinho – João 2.1-11

Ele deveria ter feito durante o jantar uma alusão ao vinho e à água, para tirar daí alguma instrução (“A Gênese”, p. 1047, Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

Resposta Bíblica:

Nesta afirmação ou dedução ressalta a incoerência de Kardec em admitir apenas uma alusão ao vinho e à água para daí tirar alguma instrução. Como explicar a admiração do mestre-sala diante do milagre operado por Jesus ao dizer: Todo o homem põe primeiro o vinho bom e, quando já tem bebido bem, então o inferior; mas tu guardaste até agora o bom vinho (Jo 2.10). É certo que bebera literalmente do vinho transformado da água.

 

A multiplicação dos pães – Mateus 14.13-21

A multiplicação dos pães tem intrigado os comentadores e alimentado, ao mesmo tempo, a exaltação dos incrédulos. Estes últimos, sem se darem ao trabalho de sondar o sentimento alegórico, consideram-no um conto pueril; mas a maior parte das pessoas sérias o considera, embora sob forma diferente da vulgar, uma parábola comparando a nutrição espiritual da alma com a nutrição do corpo (“A Gênese”, p. 1047. Editora Opus Ltda., 2ª edição especial, 1985).

Resposta Bíblica:

Kardec nada disse dos 12 cestos de pedaços de pão que sobraram depois de todos comerem sobejamente. Eram cinco pães e dois peixes. E comeram todos, e saciaram-se; e levantaram, doze alcofas cheias. E os que comeram foram quase cinco mil homens, além das mulheres e crianças (Mt 14.20-21).

 

 

 

 

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