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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

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Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

AMOR EXTREMO _ Intrépida Resolução de Ir para Jerusalém

E  aconteceu que, ao se completarem os dias em que devia ele ser assunto ao céu,  manifestou, no semblante, a intrépida resolução de ir para Jerusalém e enviou  mensageiros que o antecedessem. Indo eles, entraram numa aldeia de samaritanos  para lhe preparar pousada. Mas não o receberam, porque o aspecto dele era de  quem, decisivamente, ia para Jerusalém. Vendo isto, os discípulos Tiago e João  perguntaram: Senhor, queres que mandemos descer fogo do céu para os consumir?  Jesus, porém, voltando-se os repreendeu e disse: Vós não sabeis de que espírito  sois.  Pois o Filho do Homem não veio para destruir as almas dos homens,  mas para salvá-las. E seguiram para outra aldeia. (Lucas 9:51-56)

 

Em Lucas 9:51-56, aprendemos como não  devemos entender o Domingo de Ramos.

Manifestar no semblante intrépida resolução de  ir a Jerusalém significava algo muito diferente para Jesus do que significava  para os discípulos. Você pode ver as visões de grandiosidade que dançavam em  suas mentes no versículo 46: "Levantou-se entre eles uma discussão sobre qual  deles seria o maior." Jerusalém e glória estavam ao virar da esquina. Ah, como  seria maravilhoso quando Jesus tomasse o trono!

Mas Jesus tinha outra visão em sua mente.  Imagina-se como ele carregou tudo isso sozinho e por tanto tempo.

Eis aqui o que Jerusalém significava para Jesus: "Importa, contudo, caminhar hoje, amanhã e depois, porque não se espera que um  profeta morra fora de Jerusalém" (Lucas 13:33). Jerusalém significava uma coisa  para Jesus: morte certa. Ele também não estava sob nenhuma ilusão de uma morte  rápida e heroica. Ele predisse em Lucas 18:31-33: "Tomando consigo os doze,  disse-lhes Jesus: Eis que subimos para Jerusalém, e vai cumprir-se ali tudo  quanto está escrito por intermédio dos profetas, no tocante ao Filho do Homem;  pois será ele entregue aos gentios, escarnecido, ultrajado e cuspido; e, depois  de o açoitarem, tirar-lhe-ão a vida."

Quando Jesus demonstrou intrépida resolução de  ir para Jerusalém, ele demonstrou intrépida resolução de morrer.

A Hora Havia Chegado

Lembre-se, quando pensar na resolução de Jesus  de morrer, que ele tinha uma natureza como a nossa. Ele se encolheu de dor como  nós faríamos. Ele teria desfrutado de casamento, filhos e netos, uma longa vida  apreço na comunidade. Ele tinha uma mãe, irmãos e irmãs. Ele tinha lugares  favoritos nas montanhas. Dar as costas para tudo isso e resolver intrepidamente  ser perversamente açoitado, espancado, cuspido, ridicularizado e crucificado,  não foi fácil. Foi difícil.

Precisamos usar nossa imaginação para nos  colocarmos em seu lugar e sentir o que ele sentiu. Eu não conheço nenhuma outra  maneira de começarmos a saber o quanto ele nos amou. "Ninguém tem maior amor do  que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos" (João  15:13).

Se olharmos para a morte de Jesus meramente como  resultado do estratagema de um traidor, da inveja do Sinédrio, da falta de  coragem de Pilatos, e dos pregos e lanças do soldados, ela pode parecer muito  involuntária. E o benefício da salvação que vem a nós que cremos pode ser visto  como a maneira de Deus fazer o melhor a partir de uma situação ruim. Mas, uma  vez que você lê Lucas 9:51, todos esses pensamentos desaparecem.

Jesus não foi capturado em uma teia de  injustiça. Os benefícios salvíficos de sua morte pelos pecadores não foram um  plano B. Deus planejou tudo isso por causa de um amor infinito por pecadores  como nós, e ele agendou uma hora.

Jesus, que era a própria encarnação do amor de  seu Pai por pecadores, viu que a hora havia chegado e resolveu intrepidamente  cumprir sua missão: morrer em Jerusalém em nosso nome. "Ninguém tira [a minha  vida] de mim," Jesus disse, "eu espontâneamente a dou" (João 10:18).

 

Leia mais: http://voltemosaoevangelho.com/blog/2013/03/john-piper-intrepida-resolucao-de-ir-para-jerusalem-amor-ao-extremo-39/#ixzz2PtYffTqS