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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

O que acontecerá quando eu morrer?

O mistério que há em torno da morte ajuda a fazer da “morte” uma das palavras mais temidas. O temor é natural quando se trata do desconhecido, mas nós estamos  informados acerca da morte desde sempre. O mundo diz que a morte não pode ser vencida; viva o presente. Jesus Cristo venceu a morte! Deus diz que a morte pode ser uma amiga, um escape para algo grandioso e maravilhoso, se estivermos preparados. Podemos encarar a morte com naturalidade, e não com medo. Aliviemo-nos recorrendo às Escrituras.

 

A morte significa separação. A morte ocorre quando o corpo se separa do espírito (Tiago 2:26). Isso aconteceu a Jesus. Jesus chamou ao lugar para onde iria o Seu espírito e o do homem que se arrependeu na cruz Paraíso (Lucas 23:43).

 

A ressurreição de Jesus mudou a morte para sempre. O diabo tinha o poder da morte sobre o homem, mantendo este escravo (Hebreus 2:14-15).

Jesus libertou o homem das cadeias do medo. Como? Ele libertou o homem dizendo-lhe exactamente o que acontece quando deixamos o corpo e apresentando uma maneira de vencer. 

 

Não há manifestação maior dessa esperança do que em Apocalipse 1.

O apóstolo João escreve a um grupo que estava desanimado e oprimido. Ele transmite as palavras de Cristo: “Eu sou . . . aquele que vive; estive morto, mas eis que estou vivo pelos séculos dos séculos e tenho as chaves da morte e do inferno” (Apocalipse 1:17-18).

Jesus tem esse grande poder de dar consolo e ânimo aos seus seguidores. Se vivermos escravos da morte, perderemos a grande alegria de servir a Cristo.

 

O que nós, como cristãos, podemos ter como certo quando morrermos?

Deixaremos para trás a doença e o sofrimento. A maioria das pessoas sofre, às vezes durante muito tempo, antes de morrer. Imagine-se num sofrimento indescritível num momento e no próximo estar na presença de Deus! Veja o caso de Estêvão (Atos 7:51-60). Ele está pregando, e as pessoas não querem ouvir. Elas começam a apedrejá-lo violentamente.

Ele se revolve de dor à medida que recebe pedra em cima de pedra.

Quando a morte chegar, será um amigo ou um inimigo? Seu espírito foi levado a Deus, que enxugou as suas lágrimas (Apocalipse 7:17; veja Lucas 16:22). Que bênção!

 

Podemos estar certos de que estaremos conscientes.

Continuando com Estevão, o texto afirma que “adormeceu” (Actos 7:60). Isso não é o “sono da alma” ensinado por alguns.

É um eufemismo para “morte”. Jesus disse em João 11:11: “Nosso amigo Lázaro adormeceu, mas vou para despertá-lo”. Quando os discípulos entenderam mal, Jesus disse: “Lázaro morreu” (João 11:14).

Ele entendia a morte como algo que traz sossego e descanso em vez de ser um inimigo terrível.

Em Lucas 16:19-31, Jesus disse que o rico perverso e Lázaro, o justo, estavam os dois conscientes, um no paraíso, outro no tormento.

 

A morte significará sermos reintegrados com os nossos queridos que estão com o Senhor.

Davi disse acerca de sua criança que partiu: “Eu irei a ela, porém ela não voltará para mim” (2 Samuel 12:23).

Não apenas veremos os nossos conhecidos, mas os que foram redimidos em todas as eras (Hebreus 12:22-23).

Não será maravilhoso ver e ouvir Abraão, Moisés e Daniel ‒ “espíritos dos justos aperfeiçoados”?

 

Mas o mais maravilhoso na morte é que ela nos conduzirá à presença de nosso Pai, de Jesus, e do Espírito Santo.

Em Apocalipse 7, as multidões que louvam a Deus são aqueles que saíram da grande tribulação (Apocalipse 7:9-10, 14-17).

Esta bênção está reservada só para os mártires?

Não. Paulo disse que “para mim, o viver é Cristo, e o morrer é lucro” (Filipenses 1:21).

Não temos a mesma promessa ‒ que, após a morte, estaremos com Cristo?

 

Todos os cristãos precisam ver a morte como um começo e não como um fim.

Sim, “enquanto no corpo, estamos ausentes do Senhor” (2 Coríntios 5:6)

A morte acabará com essa ausência! Sei que queremos ficar aqui para a nossa família e para influenciar outras pessoas, mas não podemos ficar para sempre. Por que não viver e morrer com expectativa?

 

Não devemos encarar a morte da mesma forma que o mundo a encara.

Para o cristão, a morte traz alívio do sofrimento, leva-nos para um estado consciente de bênção, para uma reunião com os amados e para a presença de Deus. Como disse Paulo, isso é “incomparavelmente melhor”. Quando ele foi retirado da prisão, ele viu mais do que um executor (2 Timóteo 4:7-8).

Ele viu um momento de dor, depois a glória! Foi glória para ele e deve ser para nós.

 

 

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