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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Contradição? Ou só mais uma mentira?

   Estimados leitores e queridos amigos!

   Tem sido um dia recheado de comentários, muitos deles ofensivos, mas nada a que não estejamos acostumados.

   Sabia quando criei este blog que estaria a mexer com o poder das trevas, e só com muita oração e leitura da Palavra me aguentaria e teria esta paz maravilhosa e esta capacidade de não me irar porque sei que o diabo cegou o entendimento a estas pessoas para que, "vendo, não vejam e ouvindo não ouçam..."

   Sei que, o pior cego é aquele que não quer ver, mas por favor, entre tantas mentiras e deturpações leiam esta:

   PS: Vou pôr a negrito a maior das contradições da doutrina espírita... mais uma entre tantas outras.

 

O francês Hippolyte Leon Denizart Rivail soube ser ele a reencarnação dum poeta celta chamado Allan Kardec. Ora, se a crença da reencarnação fosse assim tão difundida e aceita; se Jesus fosse um médium; se vivessem os apóstolos nesse clima de experiências espirituais, João Baptista, como aconteceu com Kardec, seria o primeiro a saber que ele não era ele mesmo. Mas vejam:

“Perguntaram-lhe [a João Baptista]: Então quem és? És tu Elias? Ele disse: Não sou. És tu o profeta? Não”. E como insistissem para saber quem ele era, respondeu com as palavras do profeta Isaías: “Eu sou a voz do que clama no deserto. Endireitai o caminho do Senhor. Perguntaram-lhe. Então por que baptizas, se não és o Cristo, nem Elias, nem o profeta? João respondeu: Eu baptizo com água, mas no meio de vós está alguém que não conheceis. Este é aquele que vem após mim, do qual eu não sou digno de desatar as correias das sandálias” (Jo 1.21-27).

João responde aos que procuram apoio bíblico para a tese da reencarnação: EU NÃO SOU ELIAS. João era bastante sincero e firme em suas declarações. Se ele realmente tivesse dúvidas ou não soubesse, certamente responderia: Eu não sei se sou Elias. Ora, um profeta que anuncia a vinda de um Salvador até então desconhecido (“alguém que não conheceis”); que teve a humildade de sair de cena no momento em que Jesus iniciou seu ministério (Jo 3.30); que conhecia a missão que lhe fora confiada, a de preparar os corações para receber as Boas Novas (Is 40.3); um profeta cheio do Espírito Santo (Lc 1.15); que recebeu público reconhecimento de Jesus (Mt 11.11), um profeta assim só poderia responder com absoluta convicção. Devemos crer nas suas palavras, ou seja, que ele não era nem nunca foi Elias.

Mas vejam esta contradição – Por ocasião da transfiguração de Jesus, quando apareceram Moisés e Elias (Mt 17.3) João Baptista já havia morrido, pois fora decapitado por ordem de Herodes (Mt 14.10). Ora, João era quem deveria aparecer ali, e não Elias, segundo a tese reencarnacionista. Na questão 150 do Livro dos Espíritos lê-se que a alma “tem um fluído que lhe é próprio, colhido na atmosfera de seu planeta, e que representa a aparência de sua última reencarnação”. Então, a última aparência daquela alma, que em determinado momento recebeu um corpo humano e se chamou Elias, seria a de João Baptista. O que significa dizer que, sob o ponto de vista da própria teoria espírita, João Baptista nunca foi Elias reencarnado.

Outra - A teoria da reencarnação fundamenta-se no ciclo “morrer-renascer-morrer”, ou seja, sucessivas mortes e sucessivos renascimentos. No monumento sobre o túmulo de Allan Kardec, no cemitério de Pére Lachaise, em Paris, está escrito: “Nascer, morrer, renascer ainda é progredir sempre: esta é a lei”. Leia-se: “A reencarnação é a volta da alma ou Espírito à vida corpórea, mas em outro corpo especialmente formado para ele e que nada tem de comum com o antigo” (O Evangelho Segundo o Espiritismo, Allan Kardec, 90a Edição, 1985, p.88). Para um espírito retornar à vida corpórea é preciso que tenha desencarnado, isto é, que o corpo haja descido ao pó, excepção somente admitida no caso da primeira encarnação, no estado em que a alma é “simples e ignorante”, tudo de acordo quanto à teoria espírita. Como Elias não morreu, mas foi por inteiro transladado (arrebatado) ao céu (2 Rs 2.11), não há como imaginar que tenha reencarnado em João Baptista. Seria uma tremenda incongruência.

Claro que os espíritas afirmam não acreditar que Elias tenha sido arrebatado, mas então... acreditam que Elias foi um profeta de Deus e que existiu? Porquê? Porque está escrito na Bíblia?Se acreditam que Elias existiu, porque procuram negar o que a Bíblia mostra sobre ele? Não será o caso de aproveitar o que parece dar jeito e recusar o que desmascara mais uma mentira? Afinal... ou o que está escrito na Bíblia é tudo mentira (como um espírita já aqui comentou) ou é tudo verdade. Se é tudo mentira, porque a usaram? Porque retiraram textos do contexto? Porque aceitam alguns versículos como verdades absolutas e rejeitam outros? Melhor, aceitam uns à letra usam-nos e, quando logo a seguir se percebe que ele foi retirado do contexto os que demonstram isso têm que ser interpretados? Acham isto lógico?

Em Hebreus 9.27 está escrito “E, como aos homens está ordenado morrer uma só vez, vindo depois disso o juízo...”.( qual a interpretação que deveríamos dar a esta afirmação?) Quando a Bíblia fala em “homem” refere-se à parte física, o corpo, mais a parte imaterial, o espírito. Na morte, o espírito separa-se do corpo e fica aguardando o julgamento divino. O profeta Elias não precisou passar pela morte. Foi directo para o céu logo nunca poderia reencarnar e não foi o único caso de que a Bíblia nos fala.

Finalmente, entendo que Jesus deu a exacta dimensão e interpretação da profecia de Malaquias 4.5. Confirmando a profecia do anjo – “[João Batista virá] no espírito e virtude de Elias” -, Jesus declarou que João Batista representava o Elias que haveria de vir: “É este o Elias que havia de vir” (Mt 11.14). Isto é, a profecia a respeito da vinda de Elias foi cumprida na pessoa de João Batista.

 


Espíritas:

Eu sei que vão tentar dizer que o último parágrafo é passível de interpretação, mas então interpretem-me lá isto:

 

Por ocasião da transfiguração de Jesus, quando apareceram Moisés e Elias (Mt 17.3) João Baptista já havia morrido, pois fora decapitado por ordem de Herodes (Mt 14.10). Ora, João era quem deveria aparecer ali, e não Elias, segundo a tese reencarnacionista. Na questão 150 do Livro dos Espíritos lê-se que a alma “tem um fluído que lhe é próprio, colhido na atmosfera de seu planeta, e que representa a aparência de sua última reencarnação”. Então, a última aparência daquela alma, que em determinado momento recebeu um corpo humano e se chamou Elias, seria a de João Baptista. O que significa dizer que, sob o ponto de vista da própria teoria espírita, João Baptista nunca foi Elias reencarnado.

 

Realmente, cada um acredita no que quer, ou no que parece dar mais jeito, mas recusar-se a ver o que está diante dos nossos olhos, uma contradição XXL, ou é cegueira ou é gozação.

 

 

www.palavradaverdade.com


 

 

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