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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

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Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Ressurreição ou reencarnação? 3

A Bíblia nega a Reencarnação

 

   A doutrina espírita, com o seu reencarnacionismo, defende que o homem é o seu próprio salvador, através da iluminação progressiva. Portanto, há uma negação da Redenção de Nosso Senhor Jesus Cristo. Essa tese tenta anular o valor do sacrifício de Jesus. Se o homem pode reencarnar-se porque Jesus morreria por nossos pecados? A reencarnação é mentira do diabo. Jesus é o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo (Jo 3.29, Mt 20.28, 1Pe 2.21-25, 2Pe 2.1; Cl 2.14).


   A Bíblia declara claramente que quando o homem morre só duas coisas acontecem: o corpo volta ao pó e o espírito volta a Deus (Ec 12.7). Também declara claramente, que ao homem está ordenado morrer uma só vez (Hb 9.27). Declara ainda que a salvação só se alcança mediante a fé, e nunca meritóriamente (Jo 3.16; At 16.30,31; Ef 2.8,9).


Kardeck no “Evangelho segundo o Espiritismo” afirma que o “Espiritismo não ensina nada contrário ao ensinamento de Cristo, mas o desenvolve, completa e explica o que foi dito sob forma alegórica”. Partindo desse princípio, o espiritismo julga ser, ele próprio, a “terceira revelação”.

  

   Mas é justamente o contrário. O espiritismo adultera a Bíblia ao seu bel-prazer e vai contra o que Jesus ensinou. E nesse “espírito adulterador” afirmam que João Batista é a reencarnação de Elias (Ml 4.5 e Mt 17.10-13). Isto não procede. Elias não poderia ter reencarnado porque não morreu, mas foi arrebatado (2 Rs 2.11). Ele afirmou: “Não sou Elias” (Jo 1. 21) sempre falava a verdade (Jo 10.41). Depois, na Transfiguração de Cristo, apareceram Elias e Moisés. Mas, como João já havia morrido, não seria possível ele aparecer como Elias (Mt 17.1-3), conforme a doutrina espírita: “Como a alma constata a sua individualidade, uma vez que não tem mais seu corpo material? Ela tem ainda um fluído que lhe é próprio, tomado da atmosfera de seu planeta e que representa a aparência de sua última encarnação: seu perispírito”. ( Livro dos Espíritos, questão 150).    

   A Bíblia fala que João Batista teve um ministério parecido com o de Elias (Lc 1.17). Este versículo será completamente esclarecido se comparado com a história de Elias e Eliseu (2 Rs 2.9-15). Quando Jesus disse que Elias já veio (Mateus 17.12) e que ele é o Elias que havia de vir (Mateus 11.14), falava da virtude e do paralelo ministerial de João e Elias. Eles repreenderam reis (1 Rs 18.17-18; Mt 14.3-4), sofreram perseguições (1 Rs 19.2-3; Mt 14.6-8) e eram figuras enigmáticas (2 Rs 1.8; Mt 3.4).


   A Bíblia fala de ressurreição e ressuscitação, mas não de encarnação, segundo o Dicionário Bíblico Universal de Buckland e Williams: “A ressurreição dos mortos, como é compreendida nas Sagradas Escrituras, deve-se distinguir da ressuscitação, ou restabelecimento da ordinária vida humana. A ressuscitação é a restauração da vida que se deixou. Ressurreição é a entrada num novo estágio de existência.”


   Reencarnação e ressurreição tratam da mesma questão, mas não têm o mesmo valor. A reencarnação é uma crença inventada pelo homem. Todos nós achamos que é normal irmos progredindo na perfeição e desejamos mesmo esse progresso. A ressurreição é algo que Deus nos oferece. É o caminho que Deus nos indica. Por isso foge aos nossos esquemas racionais. Os espíritas afirmam que a ressurreição não é possível porque a Ciência demonstra que os elementos de um corpo já estariam há muito dispersos e consumidos. No entanto, a Bíblia afirma que isto é possível pelo poder de Deus (1Co 6.14; Fp 3.21; Cl 2.12; Rm 1.4; Ef 3.20; Lc 1.37).


   “A ressurreição é crível porque Jesus Cristo a ensinou e porque Ele voltou dos mortos para reivindicar a Sua autoridade. No Novo Testamento Ele nos deu mais razões para considera-Lo como uma autoridade mais do que qualquer outra pessoa. Para os cristãos é suficiente que Ele, e somente Ele, tenha a palavra final sobre a vida e morte, mesmo que todos os outros seres humanos sobre a terra discordem dEle.”


Esta vida, nossa única vida, é a preciosa oportunidade que temos para nos prepararmos para a eternidade com Jesus. Está é a hora de arrependimento e a oportunidade maravilhosa de alcançar a salvação (2 Timóteo 2.25).

 

 

Carlos Kleber Maia