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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

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Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

A RAZÃO DAS RAZÕES 2ª parte

Existem outras opções, outras propostas, outras alternativas, outros diagnósticos, outras explicações.

Que credenciais, que autoridade está por detrás de cada uma delas?

No que tange ao Evangelho, as credenciais de Cristo e da Sua autoridade são as maiores, ultrapassando tudo o que poderíamos imaginar.

Deus fez-se Homem perfeito e justo, irrepreensível. Viveu como Homem em meio à injustiça, à prepotência, sofrendo toda a sorte de tentações e sofrimento.

 

Foi rejeitado, maltratado, blasfemado, considerado louco, ameaçado; procuraram manipulá-lo; enfrentou toda a sorte de contrariedades. Viveu como homem no meio dos homens, entre os mais marginalizados.

Soube o que era a fome, a sede, o cansaço, a injustiça, a acusação falsa e finalmente uma das piores formas de morte violenta.

Como Homem amou incondicionalmente, agiu em função da graça e não do merecimento.

A fé era o Seu lema enquanto confiança, intimidade, relacionamento, dependência, disposição de acreditar na mudança, certeza no poder que não conhece limites e é capaz de alterar as circunstâncias e as situações.

 

Morreu pendurado numa cruz porque não abandonou a Sua missão. O Evangelho, como Boa Nova, cumpriu-se porque a morte não O pôde reter. Levantou-Se de entre os mortos.

O que parecia o fim, tornou-se apenas o princípio de uma nova História da qual podemos fazer parte activa vivendo e proclamando esta vida, esta esperança, este projecto, este ideal, esta nova realidade.

“Antes de tudo vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras” (I Co 15:3,4).

A missão que só a Igreja pode cumprir é esta: declarar a salvação eterna que há graciosamente em Cristo!

Tudo o que se possa realizar só tem valor e sentido concentrado neste foco. Projectos culturais, sociais, éticos, legislativos têm razão de ser quando fundados na Razão das razões – Cristo como único e suficiente Senhor e Salvador, Mestre e Modelo.

 

No restante há dificuldade em competir, o que não quer dizer que nos devemos demitir ou optar pela mediocridade.

Quando recentemente fui convidado a participar no programa televisivo Gregos e Troianos sobre o “Negócio do Sexo”, fiquei a pensar sobre o que temos a dizer e de que modo o devemos expressar.

Não é tarefa fácil principalmente porque o perfil do programa não convém ao esclarecimento das matérias, mas à confrontação e ao sensacionalismo fácil.

Não cheguei a uma conclusão definitiva.

Sempre que exista oportunidade devemos ter a coragem e a sabedoria de testemunharmos sobre Quem cremos e como vivemos.

Talvez a atitude mais sábia seja algumas vezes, o silêncio no que Jesus foi também exemplo excelente.

Acima de tudo penso não nos interessar o debate especulativo que não convence quem não deseja ser convencido, mas a “persuasão gentil” da esperança para todos quantos estão cansados, decepcionados, oprimidos, arruinados, enganados, espezinhados e querem uma oportunidade para começar de novo (o que já pode ser um reflexo da acção do Espírito).

 

Importa-nos dar eco hoje aos convites do Senhor Jesus Cristo: “Vinde a mim todos os que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei. Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração; e achareis descanso para as vossas almas. Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve” (Mt 11:28-30). “No último dia, o grande dia da festa, levantou-se Jesus e exclamou: Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirão rios de água viva” (Jo 7:37,38).

 

Samuel R. Pinheiro

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