Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

RAZÕES PARA CRER 1ª parte

UMA FÉ QUE PENSA – UMA RAZÃO QUE CRÊ

Desde os meus cerca de 15 anos que venho dedicando uma parte substancial da minha reflexão às razões e à defesa da fé cristã e bíblica.

Não o faço para crer mas porque creio.

Quanto mais creio mais estimulado me sinto a reflectir criticamente sobre o que creio e porque creio, e quanto mais estudo e investigo mais me sinto ignorante, frágil e vulnerável diante da grandeza do que sou chamado a crer.

 

A RAZÃO DAS RAZÕES _  De tudo o que tenho lido e conversado sobre a fé cristã mais se avoluma a convicção de que a razão das razões é pessoal e não meramente ideológica, filosófica, retórica, discursiva.

Mais que nunca para mim a defesa e a razão da minha fé estão focados em Jesus Cristo.

Esta constactação torna-se, na minha opinião, ainda mais interessante pelo facto de que Deus opta pelo contacto pessoal, mais do que por qualquer outra estratégia para se dar a conhecer, para conduzir-nos à fé, para desbloquear e ultrapassar as nossas naturais dificuldades de compreensão e para lembrar-nos que a vida cristã é, acima de tudo, relacionamento pessoal, intimidade, conhecimento que passa não apenas pela mente e pela razão mas também pelo coração.

Hoje estamos à distância de dois mil anos da Sua presença entre nós, mas a reivindicação bíblica continua a ser a da proximidade pela habitação em cada um que é discípulo de Cristo, do Espírito Santo – esse outro Consolador que nos foi dado quando Jesus regressou ao Pai.

 

O MAIOR _ Não me custa admitir que não conheço tudo o que há para conhecer em todas as culturas na sociedade globalizada em que vivemos, e sei de antemão que nenhum mortal se pode arrogar desse conhecimento.

Mesmo sabendo-me ignorante, em Jesus tenho Alguém que considero insuperável e insubstituível.

Não preciso de conhecer tudo para concluir que nada do que eu possa conhecer pode alguma vez superar ou sequer igualar Jesus Cristo.

Outro semelhante teria que ser Ele! Outro não poderia esconder-se e teria que ter tido um impacto universal! Como Ele só Ele – Jesus Cristo!

Também sobre Ele o que sei é apenas uma diminuta gota de água no que Ele é e representa na História da Humanidade e do universo.

Não sou filósofo, nem teólogo no sentido académico do termo. Ou seja, não tenho nenhum grau académico nestas, bem como noutras vertentes do saber, que são tão importantes e decisivas como o são a antropologia, a história, a psicologia, a psiquiatria, a sociologia, etc.

 

A MULTIDÃO DAS OPINIÕES E PONTOS DE VISTA _ O pouco que tenho lido e estudado é suficiente para constactar a diversidade de pontos de vista sobre as origens do homem, sua condição, sua natureza, seu sentido e propósito, seu destino, etc.

Não é fácil lidar com a diversidade de pontos de vista e das ideias sobre a matéria da nossa fé.

Como cristão não é fácil admitir que não sabemos tudo e não temos todas as respostas.

Mas quando nos aprofundamos nela vamos compreendendo que o mais importante não são as respostas, mas a Pessoa em toda sua complexidade, dinâmica, tensão e dever. Quando falamos na pessoa estamos a falar Dele e de cada um de nós.

Estou cada vez mais convencido nestas lides da fé que o relacionamento e a intimidade são nevrálgicos e essenciais.

 

UMA RAZÃO PESSOAL _ É na relação pessoal que acontece a fé, que ela surge, que ela desponta, que amadurece, que se recicla, que se renova, que se manifesta, que se prova, que age, que se transforma em prática e nos transforma.

A questão da existência de Deus é de facto determinante para a maneira como nos compreendemos, como vivemos, como olhamos para a História, como nos posicionamos face à eternidade, como reagimos perante a morte, como assumimos as nossas origens e a nossa identidade.

Tudo de alguma forma tem um formato diferente quando visto segundo o prisma da existência de Deus ou da não existência.

Não que quem creia seja superior ou melhor. Obviamente que também quando se fala em Deus se coloca a questão de que Deus estamos a falar face à disparidade de ideias e conceitos que existem sobre Ele nas diferentes religiões que existem.

É por isso que quando acolhemos a identidade divina de Jesus, encarnado no meio dos homens e na história humana, tudo o que podemos perguntar passa a ter uma formulação distinta e uma resposta pessoal em carne e osso.

Em Jesus podemos saber que Deus existe.

Em Jesus podemos saber afinal quem é Deus.

Em Jesus podemos saber qual é a Sua declaração sobre o estado em que nos encontramos.

Em Jesus podemos saber qual é o Seu propósito a nosso respeito.

Em Jesus podemos saber com o que é que podemos contar n’Ele.

Em Jesus podemos saber o que somos chamados a fazer.

Em Jesus podemos saber alguma coisa acerca das nossas origens, não de um ponto de vista científico mas em termos da nossa essência espiritual, no nosso habitáculo material e na relação que existe entre um e outro ao nível da alma.

Em Jesus podemos dizer um não categórico ao materialismo e ao humanismo.

Em Jesus temos a autoridade em quem podemos confiar inteiramente.

A matriz segundo a qual vivemos tem um papel crucial. A configuração do nosso pensamento depende da base de dados com que trabalhamos.

 

Continua:

Autor: Samuel R. Pinheiro

Comentar:

Mais

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

Este blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.