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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

A Divindade de Cristo _ Conclusão

PS: Todos os textos que publico, meus ou de outros autores, são sustentados e autenticados na Bíblia Sagrada que para o verdadeiro cristão é a Palavra de Deus!

Para não ser confundido, aconselho-o a pegar numa Bíblia ou a consultar uma on-line para confirmar tudo o que vai ler.

 

Jesus é o Filho de Deus

Jesus dizia ser o Filho de Deus (Mt 24.36; Lc 10.22; Jo 11.4).

Ele não era “um” filho de Deus, mas “O” Filho de Deus.

Assim como “filho do homem” designa um nascido de homem, “filho de Deus” designa um nascido de Deus.

Este título significa que Cristo tinha um relacionamento com o Pai diferente do de todos os demais homens.

O Mestre demonstra este entendimento desde a sua primeira declaração registrada, ainda menino (Lc 2.49).

Os judeus o acusaram de fazer-se filho de Deus (Jo 19.7) e Ele declarou explicitamente que eles o veriam nesta sua glória (Mt 26.63-66).

 

Nomes de Deus atribuídos a Cristo:

• A Bíblia usa o termo “Deus” (Theós) em relação a Cristo (Jo 1.1,18; 20.28; Rm 9.5; Tt 2.13; Hb 1.8; 2 Pe 1.1).

• A Bíblia usa “Senhor” (Kyriós) em relação a Cristo. Esta palavra é utilizada 6.814 vezes na Septuaginta como tradução de “Jeová” (Lc 2.11; 1.43; Mt 3.3; 22.44; 1 Co 8.6; Hb 1.10-12; Ap 19.16).

 

Heresias acerca da divindade de Cristo:

• Ebionismo: tal como o espiritismo, ensinava que Jesus era mero homem, adotado por Deus (também chamado adocionismo).

• Arianismo: tal como o espiritismo, ensinava que Jesus era uma criatura perfeita do Pai, mas não igual a Ele.

• Monarquianismo: dinâmico ou modalista, ensinava que existe somente um Deus, que se manifesta de modos diferentes. Primeiro como o Pai, depois como o Filho e, por último, como o Espírito Santo.

 

Cristo tem atributos da divindade:

Atributos de Natureza:

1. Onisciência (Mt 11.27; 12.25; 17.27; Mc 2.8; Jo 1.47-51; 2.25; 4.16-19,29; 6.64; 8.55; 10.15; 16.30; 21.6,17; Cl 2.3).

2. Onipresença (Mt 18.20; 28.20; Jo 3.13; 14.23; Ef 1.23). Plenamente, após a ressurreição.

3. Onipotência (Mt 8.26,27; 14.19; 28.28; Fp 3.21; Hb 1.3; Ap 1.8).

4. Eternidade (Jo 8.58; 17.5,24; Cl 1.17; Hb 1.8; 13.8; Ap 1.8; 22.13; Is 9.6; Mq 5.2). 5. Vida (Jo 10.17,18; 11.25; 14.6).

6. Imutabilidade (Hb 1.11; 13.8; Sl 102.26,27). 7. Autoexistência (Jo 1.1,2).

8. Espiritualidade (2Co 3.17,18). Atributos Morais: 1. Santidade (At 3.14; 4.27; Jo 8.12; Lc 1.35; Hb 7.26; 1Jo 1.5; Ap 3.7; 15.4; Dn 9.24). 2. Bondade (Jo 10.11,14; 1Pe 2.3; 2Co 10.1). 3. Verdade (Mt 22.16; Jo 1.14; 14.6; Ap 19.11; 3.7; 1Jo 5.20).

 

Títulos dados igualmente a Deus Pai e a Cristo:

O Pai é Deus (Dt 4.39; 2Sm 7.22; 1Rs 8.60; 2Rs 19.15; 1Cr 17.20; Sl 86.10; Is 45.6; 46.9; Mc 12.32; Jo 17.3)

e o Filho também é considerado assim (Jo 1.1; Rm 9.5; Tt 2.13; 1Jo 5.20);

• Deus Pai é Salvador (Is 45.15,21; Lc 1.47: Tt 3.4; Is 43.3,11; 60.16; 1Tm 1.1; 2.3; Tt 1.3; 2.10; 3.4; Jd 25; 1Tm 4.10)

e igualmente Jesus (2Pe 1.1; Tt 2.13; Jd 25; Lc 1.69; 2.11; At 5.31; Ef 5.23; Fp 3.20; 2Tm 1.10; Tt 1.4; 3.6; 1Jo 4.14);

• O Pai é Senhor (Mt 11.25; 21.9; 22.37; Mc 11.9; 12.29; Rm 10.12; Ap 11.15; Mc 12.29; Dt 6.4)

e da mesma maneira o Filho (Lc 2.11; Jo 20.28; At 10.36; 1Co 2.8; 8.6; 12.3,5; Fp 2.11; Ef 4.5; 2Co 8.6; Ef 4.5);

• O Pai é Rei dos Reis e Senhor dos Senhores (Dt 10.17; 1Tm 6.15, 16)

e também o Filho (Ap 17.14; 19.16);

• O Pai é o Primeiro e o Último (Is 41.4; 44.6; 48.12)

e igualmente o Filho (Ap 1.11, 17; 2.8; 22.13);

• O Pai é O Esposo (Is 54.5; 62.5; Jr 3.14; Os 2.16)

e o mesmo título é dado ao Filho (Jo 3.9; 2Co 11.2; Ap 19.7; 21.9);

• O Pai é O Pastor (Sl 23.1)

e o Filho também o é (Jo 10.11, 14; Hb 13.20; 1Pe 5.4);

• O Pai é aquele diante do qual todo joelho se dobrará (Is 45.22,23)

e o mesmo é dito do Filho (Fp 2.10,11).

Declarações feitas a respeito do Pai no AT são atribuídas ao Filho no NT (Is 40.3 comp. a Jo 1.23; Sl 45.6,7 comp. a Hb 1.8,9).

O Nome de Jesus é associado ao do Pai, igualando-os: (Gl 1.3; Ef 1.2; Mt 28.19; 2Co 13.13).

 

Obras atribuídas igualmente a Deus e a Jesus Cristo:

Algumas das obras que são exclusivas de Deus são atribuídas a Cristo.

Ele declarou que nada pode fazer de si mesmo (Jo 5.19), mas falava da Sua unidade com o Pai e da Sua condição humana.

Alguns afirmam que Cristo só operava pelo poder do Espírito Santo e não por seu próprio poder, mas vemos que Cristo operou milagres em Seu próprio nome.

• O Pai é o Criador de todas as coisas (Ne 9.6; Sl 146.6; Is 44.24; Jr 27.5; At 14.15; 17.24)

e esta obra também é atribuída ao Filho (Sl 33.6; Jo 1.3, 10; 1Co 8.6; Ef 3.9; Cl 1.16; Hb 1.2, 10);

• O Pai sustente e preserva o universo (Sl 104.5-9; Jr 5.22; 31.35)

e igualmente o Filho (Cl 1.17; Hb 1.3; Jd 1);

• O Pai ressuscita os mortos (Rm 4.17; 1Co 6.14; 2Co 1.9; 4.14)

e o Filho tem o mesmo poder (Jo 5.21, 28, 29; 6.39, 40, 44, 54; 11.25; Fp 3.20,21).

 

Por que Jesus tinha de ser plenamente Deus?

1. Somente um Deus infinito poderia arcar com a pena de todos os pecados.

2. A salvação vem de Deus e somente Ele poderia salvar o homem.

3. Somente alguém que fosse plenamente Deus (e plenamente homem) poderia ser o único mediador entre Deus e os homens, tanto para nos levar de volta a Deus, como para revelá-lo a nós (Jo 14.9).

 

Conclusão:

Cristo é plenamente Deus (Cl 1.19; 2.9). Ele é o Emanuel – Deus conosco (Mt 1.23).

Cristo deixou clara esta verdade e por causa disso foi condenado à morte pelo sinédrio judaico.

Isto traz algumas implicações para nós :

1. Podemos ter conhecimento de Deus, por meio de Cristo (Jo 14.9). Olhando para Cristo saberemos como é Deus;

2. Podemos todos alcançar a salvação, pois não foi um mero homem, mas Deus quem morreu para nos salvar.

3. Podemos ter comunhão com Deus, pois Ele mesmo veio ao nosso encontro.

4. Podemos adorar a Jesus, pois Ele é Deus, como o Pai, e merece todo louvor, honra e glória.

 

Autor do texto: 

Carlos Kleber Maia

 

Termino dizendo:

Como cristã, sei que Jesus Cristo é Deus.

Que Ele vos ilumine e faça resplandecer a verdade nos vossos corações.

Para Sua honra e glória!

Amen.