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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Espíritismo nega a ressurreição de Jesus Cristo

Até aqui... nada de novo.

Mas a forma boçal e prepotente como o faz é sem dúvida DIABÓLICA.

No blog: http://legiaodosservosdemaria.blogs.sapo.pt/

Legião de servos de uma qualquer Maria, talvez... mas de Maria a mãe de Jesus Cristo, não, porque a mesma reconheceu Jesus como seu Salvador.

Leiam este excerto lastimável escrito por pessoas que apenas pretendem desviar o ser humano da salvação, servindo e exaltando a mentira, filha do inimigo das nossas almas Satanás, e desrespeitando todo o Cristão que tem a sua fé na Ressurreição mais que provada do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.

"NA TUMBA DO MESTRE

Os líderes religiosos deveriam falar o que houve com o corpo do Divino Rabi (o escritor refere-se aqui a Jesus Cristo) no túmulo de José de Arimateia, não encobrir o ocorrido dizendo que deveríamos nos apegar à glória do Cristo vencendo a morte, dando-nos a impressão de que os demais acontecimentos são irrelevantes para o nosso crescimento espiritual. Na verdade, eles sabem que na Bíblia há um grande desencontro de informações a respeito desse assunto e, propositalmente, escondem-no de nós."(...)

 

Porque será que o espiritismo se diz cristão, se nega o fundamento do Cristianismo?

 

Vejamos o que nos diz a Bíblia Sagrada sobre este assunto:

O Apóstolo Paulo, descrito neste texto espírita como "um líder religioso" que esconde a verdade de "nós" escreveu:

1 Co 15.1 Também vos notifico, irmäos, o evangelho que já vos tenho anunciado; o qual também recebestes, e no qual também permaneceis.
2 Pelo qual também sois salvos se o retiverdes tal como vo-lo tenho anunciado; se näo é que crestes em väo.
3 Porque primeiramente vos entreguei o que também recebi: que Cristo morreu por nossos pecados, segundo as Escrituras,
4 E que foi sepultado, e que ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras.
5 E que foi visto por Cefas, e depois pelos doze.
6 Depois foi visto, uma vez, por mais de quinhentos irmäos, dos quais vive ainda a maior parte, mas alguns já dormem também.
7 Depois foi visto por Tiago, depois por todos os apóstolos.
8 E por derradeiro de todos me apareceu também a mim, como a um abortivo.
9 Porque eu sou o menor dos apóstolos, que näo sou digno de ser chamado apóstolo, pois que persegui a igreja de Deus.
10 Mas pela graça de Deus sou o que sou; e a sua graça para comigo näo foi vä, antes trabalhei muito mais do que todos eles; todavia näo eu, mas a graça de Deus, que está comigo.
11 Entäo, ou seja eu ou sejam eles, assim pregamos e assim haveis crido.
12 Ora, se se prega que Cristo ressuscitou dentre os mortos, como dizem alguns dentre vós que näo há ressurreiçäo de mortos?
13 E, se näo há ressurreiçäo de mortos, também Cristo näo ressuscitou.
14 E, se Cristo näo ressuscitou, logo é vä a nossa pregaçäo, e também é vä a vossa fé.
15 E assim somos também considerados como falsas testemunhas de Deus, pois testificamos de Deus, que ressuscitou a Cristo, ao qual, porém, näo ressuscitou, se, na verdade, os mortos näo ressuscitam.
16 Porque, se os mortos näo ressuscitam, também Cristo näo ressuscitou.
17 E, se Cristo näo ressuscitou, é vä a vossa fé, e ainda permaneceis nos vossos pecados.
18 E também os que dormiram em Cristo estäo perdidos.
19 Se esperamos em Cristo só nesta vida, somos os mais miseráveis de todos os homens.
20 Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem.

A ressurreição de Cristo é uma das principais doutrinas do Evangelho (1 Co 15.3-4, 16-19) e essencial para a fé cristã (Rm 10.9).

É o elemento que distingue o cristianismo das demais religiões da terra, pois diferentemente dos fundadores das grandes religiões, que estão mortos, Cristo está vivo!

Ao contrário do "Cristo" do espiritismo que também está morto...

 

Pedro já a proclamou no dia de Pentecostes (At 2.24-36).

Paulo a pregou em Antioquia da Pisídia (At 13.30) e no Areópago (At 17.18), antes de falar dela nas suas epístolas.

Ainda no AT vemos que a ressurreição era uma esperança dos judeus (Jó 19.25-27; Jo 11.23-24; At 24.14-15) e há muitas profecias sobre a ressurreição do corpo no AT (Sl 49.15; Is 26.19; Dn 12.2; Os 13.14), embora os saduceus (e agora os espíritas) não cressem nela (Mc 12.18-23; At 23.8).

Encontramos ainda algumas referências específicas sobre a ressurreição de Cristo no AT (Sl 16.8-11; 110.1).

A ressurreição ao terceiro dia (Lc 24.44-46; Os 6.2; Mt 12.40; Jn 1.17).

Os termos gregos mais usados no NT são os verbos egeiro e anístêmi, significando ressuscitar, levantar e o substantivo anástasis, ressurreição.

 

Evidências directas da ressurreição de Cristo

 O túmulo vazio – mostra que a ressurreição de Cristo foi física:

Os quatro evangelhos relatam o túmulo vazio (Mt 28.1-6; Mc 16.1-8; Lc 24.1-8; Jo 20.1-10).

As aparições de Jesus, durante 40 dias (At 1.1-3), constituem prova irrefutável da Sua ressurreição:

  •  A Maria Madalena, ao alvorecer do domingo (Jo 20.11-17 cf. Mc 16.9-11). 
  •  A outras mulheres (Mt 28.5,8-10). 
  •  A Pedro (Mc 16.7, Lc 24.34; 1 Co 15.5). 
  •  A dois discípulos na estrada de Emaús (Mc 16.12; Lc 24.13,14,25-27,30-32). 
  •  A 10 dos apóstolos, sem Tomé (Mc 16.14; Lc 24.36-43; Jo 20.19-23). 
  •  Aos 11 apóstolos, Tomé presente (Lc 24.10-11; Jo 20.26-29). 
  •  A 7 dos apóstolos, no mar da Galiléia (Jo 21.1-23). 
  •  A 500 Discípulos (1 Co 15.7). 
  •  A Tiago, irmão do Senhor (1 Co 15.7). Antes era descrente (Jo 7.3-5); depois, crente (At 1.14; Gl 1.19) 
  •  Aos apóstolos, no monte da Galiléia (Mt 28.16-20; Mc 16.15-18; 1 Co 15.7). 
  •  Na ascensão, do Monte das Oliveiras (Lc 24.44-53; At 1.3-9). 
  •  A Estevão, no seu martírio (At 7.55-56). 
  •  A Paulo, na estrada para damasco, para convertê-lo (At 9.3-6; cf. 22.6-11; 26.13-18), na Arábia, para instruí-lo profundamente (At 26.17; Gl 1.12,17; cf. At 22.10), no templo, para avisá-lo de perseguição (At 22.17-21; cf. 9.26-30; Gl 1.18) e na prisão em Cesaréia, para encorajá-lo (At 23.11);
  •  A João, em Patmos, para dar-lhe a “revelação do nosso Senhor…” (Ap 1.12-20). O próprio Cristo falou da sua ressurreição muitas vezes (Mt 16.21, 17.23, 20.17-19; Mc 9.30-32, 14.28; Lc 9.22, 18.31-34; Jo 2.19-22) e é testemunha da Sua própria ressurreição (Ap 1.17-18).

Evidências indirectas da ressurreição de Cristo:

  •  Tremenda transformação nas vidas dos discípulos - Tiago e os outros irmãos de Jesus, não crentes, foram transformados para crentes (Jo 7.3-5; 1 Co 15.7); os apóstolos, naturalmente medrosos (Jo 20.19; Mc 14.69-70), para supernaturalmente sem temor (At 2.14,22-23; 3.14; 4.10; 5.29-32).
  • Testemunho ocular e categórico dos apóstolos e primeiros discípulos (At 2.14,22-24; 17.31; 1 Co 15.4-8).
  • O principal dia de adoração mudou de sábado para domingo (At 20.7; 1 Co 16.2; Ap 1.10).
  • O imediato aparecimento das igrejas, com poder e crescendo rapidamente (At 2.41; 4.4).
  • O tema principal das pregações apostólicas não era o amor ou reino de Deus, temas dos ensinos de Jesus, mas a ressurreição (At 2.22-24; 3.15; 4.10; 5.30).
  • Este relato não foi inventado, pois apresenta Cristo aparecendo a mulheres – e primeiro a Maria Madalena, de péssima reputação – e não a heróis (Mt 28).
  • A reacção dos judeus, que não queriam que o túmulo estivesse vazio (Mt 28.11-15).

Para que Jesus ressuscitou?

  •  Para cumprir a promessa aos pais (At 13.30-34). 
  •  Para confirmar o senhorio de Cristo (Lc 24.3; At 2.36; Rm 1.4). 
  •  Para provar a nossa justificação (Rm 4.24-25). 
  •  Para nos dar uma vida regenerada e de esperança (1 Pe 1.3). 
  •  Para mostrar o poder de Deus (Ef 1.18-20). 
  •  Para sujeitar todas as coisas a Jesus (Ef 1.20-23). 
  •  Para garantir que haverá um julgamento futuro (At 17.31; Jo 5.26-29). 
  •  Para garantia a nossa própria ressurreição (2 Co 4.14; 1 Ts 4.13-16; 1 Co 15.19).

Falsas teorias contra a ressurreição e sua refutação: 

  •  Farsa: Jesus ou seus discípulos (ou ambos), perversamente tramaram o cumprimento das profecias - mas como obteriam: o nascimento ter sido em Belém, a genealogia, os soldados não quebrarem seus ossos nem rasgarem sua capa, furarem o seu lado, etc.? •
  •  Desmaio: Jesus desmaiou/parou sinais vitais na cruz e voltou a si na tumba. Como sairia da tumba? Como rolaria a enorme pedra, estando abatido e tendo perdido tanto sangue? E o impacto sobre os discípulos? E o embalsamento? 
  •  Túmulo errado – as mulheres teriam ido a um túmulo diferente. Mas o túmulo de Cristo era o único guardado e selado. 
  •  Roubo do corpo. Não deixariam os lençóis dobrados e nem causaria a transformação na vida dos discípulos. Foi uma mentira inventada pelos líderes judeus (Mt 28.12-15). Poderiam os discípulos morrer por uma mentira? 
  •  Alucinógenos: os discípulos tiveram alucinação por droga. Nenhum traço de mais de 500 usuários de alucinógenos. 
  •  Espírito: só alma e espírito ressuscitaram. Ele comeu; tinha cicatrizes, foi tocado, etc. 
  •  Sentimentalmente: Jesus só ressuscitou no coração dos amigos. Mas estes não esperavam nem criam na ressurreição. Quem negar esta ressurreição é forçado a seis horríveis conclusões:

1.Toda pregação do evangelho tem sido, é, e sempre será completamente inútil;

2.Toda a fé passada, presente e futura, é louca e inútil;

3.Todos os pregadores são os maiores loucos ou mentirosos, incluindo os Apóstolos e historiadores da época;

4.Todos os crentes vivos estão ainda nos seus pecados, indo para o inferno, os mortos já estando lá;

5.Todos os crentes mortos estão sofrendo no inferno, para sempre;

6. A razão e propósito da própria vida estão para sempre destruídos.

 

Conclusão:

Jesus usa uma analogia para falar da sua ressurreição: um grão de trigo (Jo 12.24; 1 Co 15.35-38).

Ele morreu para ressuscitar num corpo glorificado.

A Bíblia também apresenta o baptismo como um símbolo da ressurreição:

A imersão simboliza a morte, a emersão simboliza a ressurreição (Rm 6.3-5; Cl 2.11-13).

A ressurreição de Jesus não se resume ao facto d'Ele ter voltado à vida, mas é sinal da glorificação e exaltação do Senhor.

Ele inaugurou uma nova era, é “as primícias dos que dormem” (1 Co 15.20) ou o “primogênito dentre os mortos” (Cl 1.18).

Podemos crer totalmente da realidade desta ressurreição e devemos pregar isto (Lc 24.44-47).

 

 

Cuidado com estas seitas que se dizem cristãs, mas negam o fundamento da fé de qualquer cristão!

 

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