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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

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Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Actos divinos de Jesus Cristo

 Além de fazer declarações que afirmaram a Sua divindade (e, além disso, de realizar milagres), Jesus agiu como Deus:

 

 Ele disse a um paralítico: "Filho, os seus pecados estão perdoados" (Marcos 2.5). Os escribas responderam correctamente: "Quem pode perdoar pecados, a não ser somente Deus?".

 

 Jesus declarou: "Foi-me dada toda a autoridade nos céus e na terra" e, imediatamente, deu um novo mandamento: "Portanto, vão e façam discípulos de todas as nações ... " (Mateus 28.18,19).

 

 Deus entregou os Dez Mandamentos a Moisés, mas Jesus disse: "Um novo mandamento lhes dou: Amem-se uns aos outros" (João 13.34).

 

 Ele pediu oração em seu nome: "E eu farei o que vocês pedirem em meu nome [ ... ]. O que vocês pedirem em meu nome, eu farei" (João 14.13,14); "Se vocês permanecerem em mim, e as minhas palavras permanecerem em vocês, pedirão o que quiserem, e lhes será concedido" (João 15.7).

 

 A despeito do facto de que tanto o Antigo quanto o Novo Testamentos proíbem a adoração a qualquer coisa que não seja Deus (Êx 20.1-4; Dt 5.6-9; At 14.15; Ap 22.8,9), Jesus aceitou adoração em pelo menos nove ocasiões. Essa adoração foi prestada por:

1. um leproso que foi curado (Mt 8.2);

2. um dirigente da sinagoga cuja filha foi curada (Mt 9.18);

3. pelos discípulos depois de uma tempestade (Mt 14.33);

4. uma mulher Cananéia (Mt 15.25);

5. a mãe de Tiago e de João (Mt 20.20);

6. um endemoninhado geraseno (Mc 5.6);

7. o homem cego que foi curado (Jo 9.38); 8. todos os discípulos (Mt 28.17);

9. Tomé, que disse: "Senhor meu e Deus meu!" (Jo 20.28).

Todas essas pessoas adoraram Jesus sem uma palavra de repreensão por parte dele. Jesus não apenas aceitou essa adoração, como até mesmo elogiou aqueles que reconheceram sua divindade (Jo 20.29; Mt 16.17). Isso só poderia ser feito por uma pessoa que considerava seriamente ser Deus. Vamos colocar tudo isso na devida perspectiva. Ninguém fez isso melhor do que C. S. Lewis quando escreveu:

 

"Entre aqueles judeus, repentinamente surge um homem que sai falando por aí como se ele mesmo fosse Deus. Afirma perdoar pecados. Diz que sempre existiu. Diz que julgará o mundo no final dos tempos. Vamos deixar uma coisa clara. Entre os panteístas, como os indianos, qualquer um pode dizer que é uma parte de Deus ou um com Deus: não haveria nada de muito estranho em relação a isso. Esse homem, porém, uma vez que era judeu, não poderia estar se referindo a esse tipo de Deus. Na linguagem daquele povo, Deus significava um ser fora do mundo, que o fizera e que era infinitamente diferente de qualquer outra coisa. Quando você entende isso, percebe que aquilo que esse homem diz foi, de maneira bem simples, a coisa mais chocante que jamais fora pronunciada por lábios humanos.

Imagine o seu vizinho fazendo este tipo de afirmações: "Eu sou o primeiro e o último, aquele que é auto-existente. Você precisa que seus pecados sejam perdoados? Eu posso fazê-lo. Você quer saber como viver? Eu sou a luz do mundo — todo aquele que me segue não andará em trevas, mas terá a luz da vida. Você quer saber em quem pode confiar? Toda autoridade me foi dada no céu e na terra. Você tem qualquer preocupação ou pedido? Ore em meu nome. Se você permanecer nas minhas palavras, e as minhas palavras permanecerem em você, peça o que quiser, e lhe será dado. Você precisa de acesso a Deus Pai? Ninguém vem ao Pai senão por mim. O Pai e eu somos um". O que acharia do seu vizinho se ele estivesse dizendo essas coisas seriamente? Você certamente não diria "Uau, acho que ele é um grande professor de moral!". Não, você diria que esse cara é maluco, porque está definitivamente afirmando ser Deus. Mais uma vez, ninguém articulou essa questão melhor do que C. S. Lewis quando escreveu: Estou tentando impedir aqui que qualquer um realmente diga as coisas tolas que as pessoas costumam dizer sobre Ele: "Estou pronto para aceitar Jesus como um grande professor de moral, mas não aceito a afirmação de que ele é Deus". Isso é algo que não devemos dizer. Um homem que fosse simplesmente homem e dissesse esse tipo de coisas que Jesus disse não seria um grande professor de moral. Seria, em vez disso, um lunático — ou estaria ao mesmo nível do homem que diz que é um ovo cozido — senão, seria o próprio Demónio do inferno. Você precisa de fazer a sua escolha. Ou esse homem era, e é, o Filho de Deus, ou então ele é um louco ou algo pior. Você pode calá-lo, considerando-o um tolo; você pode cuspir nele e até matá-lo como se fosse um demónio; ou então pode cair a seus pés e chamá-lo de Senhor e Deus. Mas que ninguém venha com um ar paternalista sem sentido sobre o facto de ele ser um grande professor humano. Ele não deixou isso aberto a nós. Ele não pretendia fazer isso."

Lewis está absolutamente certo. Uma vez que Jesus afirmou claramente ser Deus, não poderia ser simplesmente um grande professor de moral. Grandes professores de moral não enganam as pessoas afirmando falsamente que são Deus. Uma vez que Jesus afirmou ser Deus, somente uma entre três possibilidades pode ser verdadeira: ele era mentiroso, um lunático ou o Senhor. Mentiroso não se encaixa com os factos. Jesus viveu e ensinou o mais elevado padrão de ética. É improvável que ele tivesse entregado a sua vida a não ser que realmente achasse que estivesse dizendo a verdade. Se Jesus achava que era Deus, mas realmente não era, então ele teria sido um lunático. Mas lunático também não se encaixa. Jesus proferiu algumas das mais profundas frases já registadas. Todo mundo — incluindo os seus inimigos — afirmou que Jesus era um homem de integridade que ensinava a verdade (Mc 12.14). Isso nos deixa com a opção Senhor.

 

Peter Kreeft apresenta o argumento de maneira bem simples:

"Existem apenas duas interpretações possíveis: Jesus é Deus ou Jesus não é Deus. Em sua forma mais simples, o argumento tem esta aparência: Jesus foi (1) Deus, se sua afirmação sobre si mesmo foi verdadeira, ou (2) um homem mau, se aquilo que ele disse não foi verdade, pois homens bons não afirmam ser Deus. Mas ele não era um homem mau (se qualquer pessoa na história não foi um homem mau, então Jesus não foi um homem mau). Portanto, ele era (e é) Deus.298 Isso parece lógico. Mas Senhor é realmente a conclusão correta? Afinal de contas, uma coisa é afirmar ser Deus — qualquer um pode fazer isso -, mas outra bem diferente é provar." 

 

 

Do livro: "Não tenho fé suficiente para ser ateu"

Págs. 255-257

 

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