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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

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Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Comentário do Paulo Callis [3] - O Sermão do Monte

Comentário do Paulo:

[1] "O Sermão do Monte é um verdadeiro postulado sobre reencarnação anunciado por Jesus, cuja interpretação não dá de outro modo. [2] Por isso, o Sermão do Monte não é compreendido e tampouco comentado nos cultos religiosos dos templos e igrejas. [...] [3] Pois, o cristão não deveria levar ao pé da letra tudo o que está no Sermão do Monte, porque há detalhes específicos aos judeus. Por exemplo, Mt 5:22 que nos fala do sinédrio, uma instituição judaica, [4] Mt 5:23, 24 que nos fala do altar (só havia um altar, no Templo de Jerusalém), [5] 5:35 que nos fala de não jurarmos por Jerusalém (por que alguém no Brasil iria jurar por Jerusalém?!) [6] e Mt 6:14 que condiciona o perdão a perdoarmos primeiro quem nos ofendeu (Em Cl 2:12, 13 é o contrário, o perdão ao próximo vindo como consequência do perdão recebido). De qualquer modo, observe que padrão de perfeição exigido por Jesus no próprio Sermão do Monte quando diz em Mt 5:48 para sermos perfeitos como o Pai é perfeito.

[7] "Em dizendo que o reino dos céus é para os simples, Jesus quer dizer que ninguém é nele admitido sem a simplicidade de coração e a humildade de espírito; que o ignorante que possui essas qualidades será preferido ao sábio que crê mais em si do que em Deus". (Kardec, 1984, p. 101 e 102)”.

“O Sermão do Monte, ajudam-nos a carregar o fardo de nossos erros, sem tornar-nos irresponsáveis. Alentam-nos a energia sem demitir-nos da obrigação. (Xavier, 1970, p. 67)”.

 

[1] Resposta: O Sermão do Monte não tem nada, mas mesmo nada que aponte para a doutrina veda da reencarnação.

O Sermão do Monte é o primeiro de uma série de cinco importantes sermões registados em Mateus nos capítulos:  5-7; 10; 13; 18; 24-25.

O sermão do monte é uma exposição magistral da lei e um ataque potente ao legalismo farisaico que termina com uma chamada à fé verdadeira e à salvação (7:13-29). Cristo expôs o verdadeiro significado da lei, mostrando que as suas exigências (da lei) eram humanamente impossíveis de ser cumpridas "Portanto, sejam perfeitos como perfeito é o Pai celestial de vocês"." Mateus 5:48. Esse é o uso correcto da lei com respeito à salvação: "Sabemos que tudo o que a lei diz, o diz àqueles que estão debaixo dela, para que toda boca se cale e todo o mundo esteja sob o juízo de Deus. Portanto, ninguém será declarado justo diante dele baseando-se na obediência à lei, pois é mediante a lei que nos tornamos plenamente conscientes do pecado."Romanos 3:19,20, "Antes que viesse esta fé, estávamos sob a custódia da lei, nela encerrados, até que a fé que haveria de vir fosse revelada. Assim, a lei foi o nosso tutor até Cristo, para que fôssemos justificados pela fé."
Gálatas 3:23,24.

 

Cristo sondou a profundidade da lei, mostrando que as suas verdadeiras exigências iam muito além do significado superficial das palavras: "Mas eu lhes digo: qualquer que olhar para uma mulher para desejá-la, já cometeu adultério com ela no seu coração." Mateus 5:28, "Mas eu lhes digo: Não resistam ao perverso. Se alguém o ferir na face direita, ofereça-lhe também a outra." Mateus 5:39, "Mas eu lhes digo: Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem," Mateus 5:44 e estabeleceu um padrão que é mais elevado do que nem mesmo os mais dedicados estudiosos da lei haviam percebido até então: "Pois eu lhes digo que se a justiça de vocês não for muito superior à dos fariseus e mestres da lei, de modo nenhum entrarão no Reino dos céus". Mateus 5:20.

 

[2] Santa ignorância a sua acerca do que se passa nos cultos e nos templos ou "igrejas" cristãs... O Sermão do Monte é dos temas mais pregados no meio cristão. O Sermão do Monte não é para interpretar, é para viver. Todo o ensino de Jesus no Sermão do Monte é claro e específico, dirigido aos seus discípulos de todos os tempos. No fim do Sermão do Monte, Jesus ensina:

 "Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha;  e desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha. E aquele que ouve estas minhas palavras, e não as cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia; e desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda. ..." Mateus 7:24-28

 

[3] Mateus 5:22 diz: "Mas eu lhes digo que qualquer que se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento. Também, qualquer que disser a seu irmão: ‘Racá’, será levado ao tribunal. E qualquer que disser: ‘Louco! ’, corre o risco de ir para o fogo do inferno."Ao dizer isto, Jesus sugeriu que a agressão verbal tem como base as mesmas motivações pecaminosas (ira e ódio) que por fim levam ao assassínio. A atitude interior é o que a lei de facto proíbe e, portanto, um insulto agressivo carrega em si o mesmo tipo de culpa moral de um acto de homicídio. 

Então, Paulo, o que é que o versículo 22 tem que o torne exclusivo para os judeus? O que é que ele diz do Sinédrio, uma instituição judaica? Qual é a parte que não pode ser aplicada aos cristãos?

 

[4] Em Mateus 5:23-24, lemos: "Portanto, se você estiver apresentando sua oferta diante do altar e ali se lembrar de que seu irmão tem algo contra você, deixe sua oferta ali, diante do altar, e vá primeiro reconciliar-se com seu irmão; depois volte e apresente sua oferta." 

Aqui, Jesus exige que a reconciliação seja buscada com disposição, mesmo que isso envolva sacrificar-se. Ele ensina que é melhor sofrer uma injustiça do que permitir que uma discussão entre irmãos seja causa de desonra a Cristo. Paulo entendeu: "O fato de haver litígios entre vocês já significa uma completa derrota. Por que não preferem sofrer a injustiça? Por que não preferem sofrer o prejuízo?" 1 Coríntios 6:7

A prisão de que Ele fala é a prisão do devedor, durante a qual ele poderia trabalhar para obter aquilo que havia tomado indevidamente. 

 

Mais uma vez, o que é que estes versículos do Sermão do Monte têm que os torne exclusivos para os judeus? 

 

[5] Quanto ao versículo 35, não podemos retirá-lo do contexto que ensina: Mas eu lhes digo: Não jurem de forma alguma: nem pelo céu, porque é o trono de Deus; nem pela terra, porque é o estrado de seus pés; nem por Jerusalém, porque é a cidade do grande Rei. E não jure pela sua cabeça, pois você não pode tornar branco ou preto nem um fio de cabelo. Seja o seu ‘sim’, ‘sim’, e o seu ‘não’, ‘não’; o que passar disso vem do Maligno"." Mateus 5:34-37

Entende Paulo? O contexto é o juramento falso. A sua visão moldada pelo ensino espírita não lhe permite ver que Cristo está a proibir o uso leviano, profano ou despreocupado de juramentos no linguajar diário. Na cultura daquele tempo (e ainda hoje) tais juramentos eram eram frequentemente empregados para propósitos enganosos. Para fazer com que a vítima acreditasse que estavam a dizer a verdade, os judeus juravam por coisas como "céu", "terra", "Jerusalém" ou pela sua própria "cabeça" (vs. 34-36), não por Deus, na esperança de evitar o castigo divino por sua mentira. Mas como tudo fazia parte da criação de Deus, de modo que ele estava envolvido, isso produzia culpa diante do Senhor, exactamente como se o juramento tivesse sido feito em seu nome. Jesus sugeriu que o nosso modo de falar deveria ser sempre como se estivéssemos sob um juramento de dizer a verdade (v.37). 

 

[6] Em Mateus 6:14, temos parte da oração do Pai nosso: "E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores;" Mateus 6:12. Sabendo os cristãos que só os filhos de Deus, adoptados em Cristo, podem dirigir-se ao Pai em oração e ser ouvidos por Ele porque foram reconciliados em Cristo e viram a sua comunhão com Deus restaurada, é fácil entender que o que Jesus está a dizer é que, quando oramos ao Pai celestial, devemos perdoar para que o nosso Pai nos perdoe também a nós que já havíamos sido perdoados dos nossos pecados quando nos arrependemos e cremos. Jesus diz claramente que, se recusarmos perdoar aos outros, Deus também se recusará a perdoar-nos. Porquê? Porque, quando não perdoamos ao outros, negamos a nossa condição de pecadores que precisam do perdão de Deus. O perdão dos pecados, concedido por Deus quando nos entregamos a Cristo como Senhor e Salvador, não é o resultado directo de perdoarmos aos outros, e sim do sacrifício de Cristo por nós: "Antes sede uns para com os outros benignos, misericordiosos, perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo." Efésios 4:32. Ao entendermos o significado da misericórdia de Deus para connosco, devemos colocá-la em prática em relação ao nosso próximo. É fácil pedir perdão, mas é difícil concedê-lo aos outros. Sempre que que pedimos que Deus perdoe os nossos pecados, devemos perguntar a nós mesmos: Será que eu tenho perdoado àqueles que me têm magoado?

 

Percebeu Paulo? Colossenses está de perfeito acordo com todo o ensino de Cristo: "Sepultados com ele no baptismo, nele também ressuscitastes pela fé no poder de Deus, que o ressuscitou dentre os mortos. E, quando vós estáveis mortos nos pecados, e na incircuncisão da vossa carne, vos vivificou juntamente com ele, perdoando-vos todas as ofensas," Colossenses 2:12,13. O texto da carta de Paulo só nega, mais uma vez, a doutrina espírita que nega a ressurreição de Jesus Cristo e que diz que é preciso reencarnar para pagar os pecados cometidos nesta vida. Jesus perdoou-nos, deu-nos a vida eterna e restaurou a nossa comunhão com o Pai.

 

[7] Kardec dá uma no cravo e outra na ferradura quando parafraseia o texto de Mateus 5:3: "Bem-aventurados os pobres de espírito, porque deles é o reino dos céus;". Jesus nem sequer menciona a palavra simples neste versículo... Então, Paulo, quem são os "pobres de espírito"? São exactamente o contrário dos espíritas. "Pobreza de espírito" é o oposto de auto-suficiência. Fala da profunda humildade de reconhecer a total falência espiritual daquele que se afasta de Deus. Jesus estava a ensinar que o reino dos céus é um presente gracioso (não meritório) para aqueles que reconhecem a sua própria pobreza de espírito. Se há alguém que acredita mais nos seus próprios méritos, adquiridos ao longo de inúmeras vidas através das boas obras e de um suposto aperfeiçoamento, para a salvação,  são os espíritas e não os cristãos. 

 

Kardec e Chico Xavier preferiram acreditar na mentira dos espíritos [demónios] e rejeitaram o dom gratuito da salvação. Encontrá-los-á no inferno se não se arrepender e arrepiar caminho.
Eu sei que você vai apelar para as muitas boas obras que o Chico fez, mas qualquer ateu faz boas obras... Kardec e Chico Xavier rejeitaram a graça a acreditaram que as suas obras lhes davam merecimentos junto de Deus, mas não é isso que a Palavra de Deus ensina:  "Pois vocês são salvos pela graça, por meio da fé, e isto não vem de vocês, é dom de Deus; não por obras, para que ninguém se glorie." Efésios 2:8,9

Não somos salvos PELAS boas obras, mas sim PARA as boas obras: "Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas." Efésios 2:10

 

Lamento ver os espíritas repetir como papagaios as mentiras dos seus mentores. Não tenho qualquer dúvida que estão impedidos de entender o evangelho de Cristo. Como diz Paulo: "Mas, se ainda o nosso evangelho está encoberto, para os que se perdem está encoberto. Nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, que é a imagem de Deus." 2 Coríntios 4:3

 

Paulo, seja prudente.

Espiritismo é insensatez e manipulação. Os seus mentores são: "são cegos condutores de cegos. Ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão na cova." Mateus 15:14

 

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