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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Mentiras, mentiras e mais mentiras...

 

Porque é que os espíritas sentem tante necessidade de negar as suas práticas? Porque insistem em negar o óbvio?

 

Mirna Sarruf Baccas, uma espírita que foi comentar na minha página, disse: "Nunca consultamos mortos para nada! Não sei de onde tira essas barbaridades. Nunca ouvi tanta besteira sobre o Espiritismo antes!"

 

Mas, se o codificador do espiritismo, Allan Kardec, explica como se dá a evocação dos mortos aos quais apelida de “espíritos”: “Em nome de Deus Todo-Poderoso, peço ao espírito de tal (diz o nome do morto) que se comunique comigo; ou, então, peço a Deus Todo- Poderoso permitir ao espírito de tal comunicar-se comigo. Não é menos ...necessário que as primeiras perguntas sejam concebidas de tal forma que a resposta seja simplesmente sim ou não, como, por exemplo: “Estás aí?”, “Queres responder-me?”, “Podes fazer-me escrever?” (O livro dos médiuns, p. 224, edição de 1987, Instituto de Difusão Espírita.)

 

Mais: “ O ponto essencial” é identificar o espírito que fala através do médium, e prossegue dizendo. “A identidade (do espírito) constitui uma das grandes dificuldades do espiritismo prático. É impossível, com frequência, esclarecê-la, especialmente quando são espíritos superiores antigos em relação à nossa época. Entre aqueles que se manifestam, muitos não têm nome conhecido para nós, e, a fim de fixar nossa atenção, podem assumir o nome de um espírito conhecido que pertence à mesma categoria. Assim, se um espírito se comunica com o nome de São Pedro, por exemplo, não há mais nada que prove que seja exactamente o apóstolo desse nome. Pode ser um espírito do mesmo nível por ele enviado”. (O que é o espiritismo, p. 318, Allan Kardec _ Obras completas, 2ª edição, Opus Editora Ltda.)

 

Allan Kardec reconhece: “A questão da identidade dos espíritos é uma das mais controvertidas, mesmo entre os adeptos do espiritismo; é que, com efeito, os espíritos não nos trazem nenhum documento de identificação e sabe-se com que facilidade alguns dentre eles assumem nomes de empréstimos”
(O livro dos médiuns, p. 461, Allan Kardec _ Obras completas, 2ª edição, Opus Editora Ltda.).

 

Qual é a intenção de alguém que é espírita há dez anos negar tais práticas? Talvez pense que está a falar com alguém que não conhece o espiritismo... Mas, qual é o objectivo de mentir desta forma?

 

Quando respondi, a Mirna tentou emendar a mão: A comunicação com desencarnados se da naturalmente e não porque evocamos.

  • Mirna Sarruf Baccas Os Espíritos podem se comunicar espontaneamente ou virem ao nosso chamado, quer dizer pela evocação. Isso não quer dizer que evocamos! Nunca em nenhum lugar que conheci ouve evocação.
     
     
    Mirna: Desencarnados são mortos. Não tente usar palavras espíritas para tapar o sol com a peneira. Quem desencarna, morre. Ponto. Logo, ao contactar os espíritos (não interessa quem dá início à comunicação, apesar de Kardec ensinar a invocá-los), está a contactar os mortos porque o corpo volta ao pó enquanto que o espírito da pessoa que morreu vai para o céu ou para o inferno, imediatamente após a morte. Logo, como é impossível qualquer comunicação com quem se encontra num desses lugares, quem se comunica são os demónios que se disfarçam de entes queridos e de figuras conhecidas para enganar quem desobedece a Deus e os procura. Sabe ler Mirna Sarruf Baccas? Foi Kardec que disse isto: “Em nome de Deus Todo-Poderoso, peço ao espírito de tal (diz o nome do morto) que se comunique comigo; ou, então, peço a Deus Todo- Poderoso permitir ao espírito de tal comunicar-se comigo. Não é menos necessário que as primeiras perguntas sejam concebidas de tal forma que a resposta seja simplesmente sim ou não, como, por exemplo: “Estás aí?”, “Queres responder-me?”, “Podes fazer-me escrever?” (O livro dos médiuns, p. 224, edição de 1987, Instituto de Difusão Espírita.)
     
    Parece que dão corda aos prosélitos e eles cantam todos a mesma música!

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