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Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

Blog d'espiritismo _ A verdade

Não há, pois, como considerar Cristão, alguém que não crê no sacrifício que o Deus Vivo fez por nós. Desta forma, como filhos de Deus , devemos tomar cuidado com seitas que se dizem Cristãs, mas que são a mais pura deturpação da verdade.

O Dilema Divino

_ Como é que Deus pode ser JUSTO e, ainda assim, conceder perdão a homens preversos?

_ Não fará justiça o Senhor de toda a terra?

_ Pode um Deus JUSTO ser indiferente ao pecado ou varrê-lo para debaixo do tapete como se nunca tivesse acontecido?

_ Pode um Deus SANTO trazer homens iníquos à sua comunhão e ainsa ser SANTO?

 

No livro de Provérbios, as Escrituras apresentam a máxima que parece negar qualquer possibilidade de perdão divino ou da justificação de homens pecadores. Ele declara: "O que justifica o perverso e o que condena o justo abomináveis são para o Senhor, tanto um como o outro." (Provébios 17:15)

De acordo com esse texto, qualquer um que justifique o perverso é uma abominação para o Senhor. A palavra "abominação" vem da palavra hebraica "tow`ebah", que denota algo que é deprezível e repugnante. É uma das palavras mais fortes do Antigo Testamento! A verdade comunicada é que Deus abomina e detesta qualquer pessoa, especialmente qualquer autoridade ou juíz, que justifique ou absolva uma pessoa culpada. Contudo, esse é o próprio tema da mensagem do Evangelho!

Ao longo da história, Deus fez exactamente isso. Ele justificou o perverso, perdoou as suas obras iníquas e cobriu os seus pecados.

_ Como é que Ele pode ainda ser JUSTO? A ilustração seguinte pode ajudá-lo a explicar o problema de forma mais clara. Imagine que um homem volta para casa ao fim do dia, e encontra toda a sua família assassinada no chão da sala, com o assassino ao lado deles, com sangue nas suas mãos. Suponha que tal homem captura o assassino e o entrega às autoridades com todas as evidências a depor contra ele. Suponha que no dia do julgamento do assassino, o juíz fizesse a seguinte declaração: "Eu sou um juíz muito amoroso, cheio de compaixão e misericórdia. Portanto, eu declaro-o "inocente" perante o tribunal de Justiça e livro-o de todas as penas da lei".

_ Qual seria a resposta da vítima a tal veredicto? Ele concordaria que a justiça foi satisfeita? De maneira nenhuma! Ele teria apelado contra a decisão do juíz em justificar aquele homem perverso e pediria a sua remoção imediata do cargo. Ele escreveria aos seus respsentantes, colocaria notas nos jornais e diria a todos os que pudessem ouvir que há um juíz muito mais corrupto e abominável do que o criminoso que libertou!

Provavelmente, concordaríamos todos com a sua avaliação; contudo, aí reside o problema. Se demandamos tal justiça de juízes terrenos, devemos esperar menos do Júiz de Toda a terra? Emprestanto as palavras do discurso de Eliú: "Na verdade, Deus não procede maliciosamente; nem o Todo Poderoso perverte o juízo". (Jó 34:12)

 

Pag. 183-185 _ O Dilema Divino

Paul Washer